Notas iniciais
Ok, vocês fizeram por merecer esse capítulo hoje HUAUHAUHAHUAUHAUH Bom, vou postar, é o prólogo, só pra vocês já terem uma noção da fic.

Se tivermos bastante reviews, posto amanhã outro ok?

Beijocas ;@

Shelby P.O.V


Suspirei aliviada ao sair do consultório médico. Havia sido um tremendo de um susto. Peguei primeiro táxi que vi e pedi que me levasse até minha casa. Entrei no elevador e praticamente quiquei até meu andar.

Abri a porta do apartamento de uma vez, assustando Beth e a babá.

_ Mamãe! – alegrou-se ela, correndo em minha direção e pulando em meus braços. Seu corpinho magro e quente me aqueceu do frio de fim de inverno.

_ Oi minha princesa. – beijei-a colocando no chão – Tudo certo aqui Mary?

_ Tudo sim dona Shelby. – confirmou a babá, recolhendo alguns brinquedos – Beth, você não tinha feito um desenho pra sua mãe?

_ Ah é! – lembrou-se minha pequena, correndo até a pilha de papeis e os revirando – Tá aqui mamãe. Eu chamei de porcolhaço. Porco mais palhaço.

Eu sorri carinhosamente, apanhando o desenho. Ela era tão pequena, mas sei que ela deve se lembrar.

_ Mary, você pode ir arrumando o almoço? Eu quero conversar com a Beth a sós. – pedi e ela se retirou, deixando minha filha em pânico.

_ Eu fiz alguma coisa mamãe? Se fiz, desculpa. – pediu ela, fazendo-me rir.

_ Não meu amor, você não fez nada. Agora vem comigo, vamos conversar no meu quarto.

Entramos no aposento e ela pulou na minha cama, enquanto eu apanhava no armário uma caixa rosa, onde eu guardava tudo relacionado a eles.

_ Primeiro, eu quero que você saiba que eu te amo muito, mais que qualquer coisa no mundo, e que nada nunca vai mudar isso está bem? – ela assentiu e eu continuei – Eu tenho duas coisas para te contar. A primeira é que eu tenho outra filha.

_ Outra filha? – espantou-se ela – Mas porque ela não mora com a gente mamãe?

_ Ela é bem mais velha que você meu amor, já é adulta. E, quando ela nasceu, a mamãe era muito nova e quem a criou foram os dois papais dela. Eles são gays, sabe que nem aquele casal que ta sempre com a nenezinha do Central Park? – ela assentiu – E agora, eu tenho outra coisa...

Eu abri a caixa com cuidado, pegando uma foto no topo e mostrando a ela.

_ Você sabe quem são eles dois? – perguntei e ela negou – O nome deles é Noah Puckerman e Quinn Fabray... Eles são seus pais Beth, seus pais biológicos.

Ela me olhou, arregalando seus dois olhos e negando com a cabeça.

_ Não... Você é minha mãe! – gritou ela começando a chorar e eu a abracei.

_ Entenda uma coisa meu amor... Do mesmo jeito que eu não podia cuidar da minha filha quando ela nasceu, seus pais não podiam cuidar de você, eles tinham 16 anos... – expliquei calmamente, mostrando outras fotos a ela – Eu cuidei de você, assim como LeRoy e Hiram cuidaram de Rachel. E do mesmo jeito que eu ainda sou mãe da Rachel, você ainda é filha de Quinn e Puck.

_ Mas você é minha mamãe, você. – insistiu ela, me abraçando mais forte.

_ E sempre serei, lembre-se disso... – afirmei, beijando sua cabeça – Mas assim como eu te amo, eu também amo a Rachel. E seus pais te amam. E eu acho injusto esse amor ter que ficar guardado, você não acha?

_ Eu acho que sim... – murmurou ela, olhando atentamente o desenho que o pai havia lhe dado – É o porcolhaço? – perguntou supresa.

_ É sim... Seu pai fez para você no dia que te conheceu. – expliquei e ela abriu um sorrisinho tímido – E isso aqui, foi presente da sua mãe... Ela era das líderes de torcida antes de engravidar de você, então te deu um pompom.

Ela riu brincando com o pompom branco e vermelho e eu sorri aliviada. Seria mais fácil.

_ Escuta... Eu estava pensando em fazer um jantar. Eu, você, a Rachel, a Quinn e o Puck. Assim eu vejo minha filhota e você conhece seus pais, que tal? – propus e ela fez uma careta.

_ Eles não vão me levar embora né? – perguntou ela e eu neguei – E eu vou ter que chamar eles de pai e mãe?

_ Só se você quiser e achar que deve. – eu garanti, me levantando – Pode ver o que tem na caixa... É tudo seu.

Quando eu ia saindo, ouvi-a chamar.

_ Mamãe... Eu te amo.

_ Eu também bonequinha. – garanti fechando a porta e indo para a sala. Sentei no sofá me sentindo mais leve e peguei o telefone – Alô, pois não, eu gostaria do telefone da Srta. Rachel Berry. Sim, aguardo. Aham, aham, ok, obrigado.

Desliguei, inspirando profundamente. Era agora. Disquei com os dedos trêmulos e a voz do outro lado ria quando atendeu:

_ Alô?

_ Rachel? Sou eu... Sua mãe.

Notas finais
Tcham tcham tchaaaam

UHAHUAHUAUHAUHA Gostaram? ;@