Annabelly
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Como sempre, tem que ter barraco!! hahahahaha
Durante o jantar, mais alguém chegou em casa e eu pude conhecê-lo melhor do que no dia da boate. Era Mikey, irmão do Gee.
- Michael, isso são horas de chegar em casa? – Donna reclamava enquanto o filho se sentava à mesa.- mamãe, eu estava com o Fred jogando baseball. Estava tão concentrado no jogo que perdi a hora do jantar. – ele olhou pra Gerard e piscou. Gerard sorriu disfarçadamente. — Desculpem-me o atraso. - cumprimente a namorada de seu irmão. – Donald disse.Mikey levantou-se rápido de onde estava e deu a volta na mesa. Chegou até mim e pegou em minha mão levando-a até a boca e dando um suave beijo.- olá, senhorita. Eu me chamo Michael, mas todos exceto a minha mãe me chamam de Mikey.- Mikey, deixa de ser galanteador. A namorada é minha, ok? – Gerard disse arrancando risadas de todos.O jantar continuou e como todo azar pra pobre é pouco, algo de errado precisava acontecer...- minha querida, diga-nos. Como é mesmo o seu sobrenome? – Donna perguntou e eu vi Gerard cravar o garfo com força no pedaço de carne.- Scott. Annabelly Scott.- engraçado... nunca ouvi falar. – ela disse pensativa. – mas deixa pra lá, eu não conheço todos os filhos da alta sociedade mesmo.Gerard largou o garfo e olhou sério pra mãe. - a Anny não é filha de nenhum executivo ou empresário da alta sociedade, mamãe. – Donna arregalou os olhos. - como não??- ela é apenas uma mulher normal, que soube me conquistar pelo seu jeito de ser e não pelo dinheiro ou sobrenome importante.- mas filho... você não... você se lembra do que eu lhe disse, Gerard? – ela dizia séria e confusa, com uma fúria na voz. Eu estava a ponto de chorar.Gerard estava de pé, sério e nervoso. Donaldo não dizia nada e Mikey nem se mexia. Eu continuava sentada, de cabeça baixa, tremendo de nervoso e com os olhos marejados.- eu tenho direito de cuidar da minha vida, mamãe. E também tenho o direito de amar quem eu quiser. – ele puxou minha mão e eu me levantei. – vamos, Anny. Vamos jantar em outro lugar.Saímos da sala e eu segui Gerard em passos apressados até a saída. Ele não dizia nada, mas seus olhos transmitiam uma raiva nunca vista. Entramos no carro e eu não me segurei, comecei a chorar compulsivamente. Gerard me abraçou sem dizer nada e ficamos ali, abraçados durante um bom tempo. Eu tinha medo de que Donna chegasse e armasse outro escândalo, pois apesar de tudo, ainda estávamos em sua casa. Gerard beijou minha testa e segurou minhas mãos com força.- não chore. Ela não vai me impedir de te amar, princesa. Você e eu somos adultos, nos amamos e nada nem ninguém vai conseguir acabar com isso, ok? – concordei tentando parar de chorar. – está com fome? – não respondi, mas ele leu meus pensamentos. Eu ainda não tinha nem tocado na comida quando tudo aconteceu. – vamos jantar. *~*
Fale com o autor