Anjos caidos e o chefe dos querubins
19 Um Funcionario ? Capitulo Especial
Notas iniciais
De acordo com o pesquisador Henry Ansgar Kelly, o Satã da Bíblia é um
ser
moralmente correto, com a tarefa de perseguir e acusar pecadores. Mas
sua biografia foi deturpada pelos patriarcas da Igreja Católica.
vejamos o que o pesquisador Álvaro Oppermann diz :
Se a gente fosse fazer um retrato falado de Satanás, ele sairia mais ou
menos como Hellboy, das histórias em quadrinhos de Mike Mignolla.
Peço desculpas aos fãs, pois o personagem da HQ, no fundo, é um
sujeito de bom coração – enquanto o Diabo quer mais é atazanar o ser
humano.
Mas a comparação vem a calhar, pois é de maniqueísmo que estamos
falando.
A cultura ocidental se acostumou a pintar o Universo como uma guerra
cósmica entre o bem e o mal.
E o mal tem a cara do Diabo, um monstrengo escarlate de chifres e rabo,
quase sempre com um tridente em punho.
essa imagem simplesmente não existe na Bíblia.
isso que demonstra o pesquisador americano Henry Ansgar Kelly,
professor emérito da Universidade da Califórnia, no livro Satã: Uma
Biografia.
Kelly garante que a história original do demônio – aquela que está
registrada nos textos bíblicos – foi deturpada ao longo dos tempos.
Na verdade, satanas não seria assim tão ruim quanto se pinta,nao que
seja do bem.
E a “difamação” começou lá atrás, nos primeiros séculos do cristianismo,
por obra de patriarcas da Igreja como são Jerônimo.
Para o pesquisador americano, a Bíblia revela que o demônio era uma
espécie de “empregado de Deus” – uma entidade moralmente correta,
encarregado de perseguir e acusar os pecadores.
No século 2, porém, os pais da Igreja, ao interpretar o episódio bíblico de
Adão e Eva no jardim do Éden, associaram-no à imagem da traiçoeira
serpente.
A partir daí, diz Kelly o pesquisador,ele foi sendo transformado em
inimigo de Deus, até virar a representação máxima do mal.
Uma visão menos maniqueísta do Diabo, como a proposta por Henry
Kelly e outros autores modernos, parece estar em sintonia com o
conceito de “mal” observado em algumas religiões.
No hinduísmo e no budismo, por exemplo, existem criaturas malignas,
como os demônios hindus Asuras, ou as criaturas infernais budistas
chamadas Naraka.
Mas elas não são personagens centrais como o Diabo é na mitologia
cristã.
“O maniqueísmo clássico é o do zoroastrismo”, afirma Kelly.
Nessa antiga religião originária da Babilônia, existe um deus 100%
benevolente, chamado Ahura Mazda, e um espírito totalmente mau,
conhecido como Angra Mainyu ou Ahriman.
Uma das versões de Satã mais fascinantes talvez seja a encontrada no
islamismo.
o demônio dos muçulmanos é um anjo caído, assim como o dos cristãos
e o dos judeus.
similaridades se dão até no nome: shaitan, em árabe.
ele tem uma tarefa que os outros não têm.
na crença islâmica, todos os recém-nascidos são tocados pelo diabo na
hora do nascimento para que, mais adiante na vida, possam fazer a
escolha que bem entenderem entre o certo e o errado.
contudo, não é nem de longe tão maléfico e assustador quanto seu
equivalente cristão.
Na tradição judaico-cristã, nada pode ser mais perverso, traiçoeiro e
perigoso que o demônio.
servo extraviado do Todo-Poderoso, que acabou sendo expulso do Reino
dos Céus porque trazia em sua essência o nefasto e contagiante princípio
da corrupção universal.
Morada do satanas :
inferno existe em todas as religiões.
parece ser coisa séria, pois todas as religiões têm o seu.
os antigos gregos, ele era o tártaro.
Os hebreus chamavam-no de gehenna.
os muçulmanos até hoje se referem a ele com uma palavra
parecida: jahanna.
No hinduísmo, inferno é naraka.
A descrição mais vívida do inferno talvez seja a de Dante Alighieri
no clássico A Divina Comédia, de 1321.
“Inferno de Dante”, como ficou conhecido, é composto de 9
círculos.
primeiro destina-se a cristãos não batizados e pagãos virtuosos.
Abaixo dele, há círculos para adúlteros, glutões, avarentos e
preguiçosos.
coisa começa a esquentar, literalmente, no 6º círculo, o dos
heréticos.
7º círculo, reservado aos violentos, é terrível: suas vítimas são
banhadas num rio de sangue fervente.
No 8º, para defraudadores, o pecador fica imerso num mar de
excrementos.
E o último é gelado, surpreendentemente gelado. Nele ficam os
traidores.
continua.....
De acordo com o pesquisador Henry Ansgar Kelly, o Satã da Bíblia é um
ser
moralmente correto, com a tarefa de perseguir e acusar pecadores. Mas
sua biografia foi deturpada pelos patriarcas da Igreja Católica.
vejamos o que o pesquisador Álvaro Oppermann diz :
Se a gente fosse fazer um retrato falado de Satanás, ele sairia mais ou
menos como Hellboy, das histórias em quadrinhos de Mike Mignolla.
Peço desculpas aos fãs, pois o personagem da HQ, no fundo, é um
sujeito de bom coração – enquanto o Diabo quer mais é atazanar o ser
humano.
Mas a comparação vem a calhar, pois é de maniqueísmo que estamos
falando.
A cultura ocidental se acostumou a pintar o Universo como uma guerra
cósmica entre o bem e o mal.
E o mal tem a cara do Diabo, um monstrengo escarlate de chifres e rabo,
quase sempre com um tridente em punho.
essa imagem simplesmente não existe na Bíblia.
isso que demonstra o pesquisador americano Henry Ansgar Kelly,
professor emérito da Universidade da Califórnia, no livro Satã: Uma
Biografia.
Kelly garante que a história original do demônio – aquela que está
registrada nos textos bíblicos – foi deturpada ao longo dos tempos.
Na verdade, satanas não seria assim tão ruim quanto se pinta,nao que
seja do bem.
E a “difamação” começou lá atrás, nos primeiros séculos do cristianismo,
por obra de patriarcas da Igreja como são Jerônimo.
Para o pesquisador americano, a Bíblia revela que o demônio era uma
espécie de “empregado de Deus” – uma entidade moralmente correta,
encarregado de perseguir e acusar os pecadores.
No século 2, porém, os pais da Igreja, ao interpretar o episódio bíblico de
Adão e Eva no jardim do Éden, associaram-no à imagem da traiçoeira
serpente.
A partir daí, diz Kelly o pesquisador,ele foi sendo transformado em
inimigo de Deus, até virar a representação máxima do mal.
Uma visão menos maniqueísta do Diabo, como a proposta por Henry
Kelly e outros autores modernos, parece estar em sintonia com o
conceito de “mal” observado em algumas religiões.
No hinduísmo e no budismo, por exemplo, existem criaturas malignas,
como os demônios hindus Asuras, ou as criaturas infernais budistas
chamadas Naraka.
Mas elas não são personagens centrais como o Diabo é na mitologia
cristã.
“O maniqueísmo clássico é o do zoroastrismo”, afirma Kelly.
Nessa antiga religião originária da Babilônia, existe um deus 100%
benevolente, chamado Ahura Mazda, e um espírito totalmente mau,
conhecido como Angra Mainyu ou Ahriman.
Uma das versões de Satã mais fascinantes talvez seja a encontrada no
islamismo.
o demônio dos muçulmanos é um anjo caído, assim como o dos cristãos
e o dos judeus.
similaridades se dão até no nome: shaitan, em árabe.
ele tem uma tarefa que os outros não têm.
na crença islâmica, todos os recém-nascidos são tocados pelo diabo na
hora do nascimento para que, mais adiante na vida, possam fazer a
escolha que bem entenderem entre o certo e o errado.
contudo, não é nem de longe tão maléfico e assustador quanto seu
equivalente cristão.
Na tradição judaico-cristã, nada pode ser mais perverso, traiçoeiro e
perigoso que o demônio.
servo extraviado do Todo-Poderoso, que acabou sendo expulso do Reino
dos Céus porque trazia em sua essência o nefasto e contagiante princípio
da corrupção universal.
Morada do satanas :
inferno existe em todas as religiões.
parece ser coisa séria, pois todas as religiões têm o seu.
os antigos gregos, ele era o tártaro.
Os hebreus chamavam-no de gehenna.
os muçulmanos até hoje se referem a ele com uma palavra
parecida: jahanna.
No hinduísmo, inferno é naraka.
A descrição mais vívida do inferno talvez seja a de Dante Alighieri
no clássico A Divina Comédia, de 1321.
“Inferno de Dante”, como ficou conhecido, é composto de 9
círculos.
primeiro destina-se a cristãos não batizados e pagãos virtuosos.
Abaixo dele, há círculos para adúlteros, glutões, avarentos e
preguiçosos.
coisa começa a esquentar, literalmente, no 6º círculo, o dos
heréticos.
7º círculo, reservado aos violentos, é terrível: suas vítimas são
banhadas num rio de sangue fervente.
No 8º, para defraudadores, o pecador fica imerso num mar de
excrementos.
E o último é gelado, surpreendentemente gelado. Nele ficam os
traidores.
continua.....
De acordo com o pesquisador Henry Ansgar Kelly, o Satã da Bíblia é um
ser
moralmente correto, com a tarefa de perseguir e acusar pecadores. Mas
sua biografia foi deturpada pelos patriarcas da Igreja Católica.
vejamos o que o pesquisador Álvaro Oppermann diz :
Se a gente fosse fazer um retrato falado de Satanás, ele sairia mais ou
menos como Hellboy, das histórias em quadrinhos de Mike Mignolla.
Peço desculpas aos fãs, pois o personagem da HQ, no fundo, é um
sujeito de bom coração – enquanto o Diabo quer mais é atazanar o ser
humano.
Mas a comparação vem a calhar, pois é de maniqueísmo que estamos
falando.
A cultura ocidental se acostumou a pintar o Universo como uma guerra
cósmica entre o bem e o mal.
E o mal tem a cara do Diabo, um monstrengo escarlate de chifres e rabo,
quase sempre com um tridente em punho.
essa imagem simplesmente não existe na Bíblia.
isso que demonstra o pesquisador americano Henry Ansgar Kelly,
professor emérito da Universidade da Califórnia, no livro Satã: Uma
Biografia.
Kelly garante que a história original do demônio – aquela que está
registrada nos textos bíblicos – foi deturpada ao longo dos tempos.
Na verdade, satanas não seria assim tão ruim quanto se pinta,nao que
seja do bem.
E a “difamação” começou lá atrás, nos primeiros séculos do cristianismo,
por obra de patriarcas da Igreja como são Jerônimo.
Para o pesquisador americano, a Bíblia revela que o demônio era uma
espécie de “empregado de Deus” – uma entidade moralmente correta,
encarregado de perseguir e acusar os pecadores.
No século 2, porém, os pais da Igreja, ao interpretar o episódio bíblico de
Adão e Eva no jardim do Éden, associaram-no à imagem da traiçoeira
serpente.
A partir daí, diz Kelly o pesquisador,ele foi sendo transformado em
inimigo de Deus, até virar a representação máxima do mal.
Uma visão menos maniqueísta do Diabo, como a proposta por Henry
Kelly e outros autores modernos, parece estar em sintonia com o
conceito de “mal” observado em algumas religiões.
No hinduísmo e no budismo, por exemplo, existem criaturas malignas,
como os demônios hindus Asuras, ou as criaturas infernais budistas
chamadas Naraka.
Mas elas não são personagens centrais como o Diabo é na mitologia
cristã.
“O maniqueísmo clássico é o do zoroastrismo”, afirma Kelly.
Nessa antiga religião originária da Babilônia, existe um deus 100%
benevolente, chamado Ahura Mazda, e um espírito totalmente mau,
conhecido como Angra Mainyu ou Ahriman.
Uma das versões de Satã mais fascinantes talvez seja a encontrada no
islamismo.
o demônio dos muçulmanos é um anjo caído, assim como o dos cristãos
e o dos judeus.
similaridades se dão até no nome: shaitan, em árabe.
ele tem uma tarefa que os outros não têm.
na crença islâmica, todos os recém-nascidos são tocados pelo diabo na
hora do nascimento para que, mais adiante na vida, possam fazer a
escolha que bem entenderem entre o certo e o errado.
contudo, não é nem de longe tão maléfico e assustador quanto seu
equivalente cristão.
Na tradição judaico-cristã, nada pode ser mais perverso, traiçoeiro e
perigoso que o demônio.
servo extraviado do Todo-Poderoso, que acabou sendo expulso do Reino
dos Céus porque trazia em sua essência o nefasto e contagiante princípio
da corrupção universal.
Morada do satanas :
inferno existe em todas as religiões.
parece ser coisa séria, pois todas as religiões têm o seu.
os antigos gregos, ele era o tártaro.
Os hebreus chamavam-no de gehenna.
os muçulmanos até hoje se referem a ele com uma palavra
parecida: jahanna.
No hinduísmo, inferno é naraka.
A descrição mais vívida do inferno talvez seja a de Dante Alighieri
no clássico A Divina Comédia, de 1321.
“Inferno de Dante”, como ficou conhecido, é composto de 9
círculos.
primeiro destina-se a cristãos não batizados e pagãos virtuosos.
Abaixo dele, há círculos para adúlteros, glutões, avarentos e
preguiçosos.
coisa começa a esquentar, literalmente, no 6º círculo, o dos
heréticos.
7º círculo, reservado aos violentos, é terrível: suas vítimas são
banhadas num rio de sangue fervente.
No 8º, para defraudadores, o pecador fica imerso num mar de
excrementos.
E o último é gelado, surpreendentemente gelado. Nele ficam os
traidores.
continua.....
Fale com o autor