Anjo Negro - 2° Temporada
10 Encontro Casual
Notas iniciais
Segundo: QUE SAUDADE QUE EU TENHO QUANDO NÃO ESCREVO! Mas enfim, chega de papo. Leiam, comentem e tentem me entender, eu ♥ vcs *--*
Saímos da sala de cinema aos risos.
- Sim, você tinha razão! — Concordei controlando os risos enquanto caminhávamos para a saída do shopping
- Eu sei que sim. A comédia brasileira é muito boa.
Caminhamos em direção ao seu carro, no estacionamento.
- Então, está com fome? — Clint entrou no carro e eu o segui
- Não, obrigada.
- Ah, é? E quando comeu pela última vez? — Perguntou em tom acusador
- Ah... — Pensei que tudo o que eu havia comido era uma rosquinha e uma caneca de café, eu havia decidido não almoçar – Certo, estou com fome.
- Ótimo. Porque eu conheço um restaurante diferente, muito bom e... Ah! Esqueci de perguntar se você já tinha planos com o seu namoradinho playboy.
- Ele não é meu namoradinho, Clint, Dick é meu namorado. E não, eu não tinha planos.
- Então você tem uma companhia para hoje. — E ligou o carro
Paramos em um ambiente animado e diferente de tudo o que havia encontrado. Mulheres bonitas dançavam e rebolavam em um ritmo incrível.
- É lindo, não?
- Como encontrou esse lugar? — Perguntei
- Bom, é de uma família brasileira que resolveu trazer um pouquinho do Brasil pra cá. Aquilo que elas estão dançando, é samba. — Ele saiu do carro
- Por isso o filme brasileiro. — Eu o segui para fora. Mais perto, era ainda mais bonito e animado – Uau! Esse lugar é incrível!
- Que bom que gostou. Agora, vamos.
Era animado e havia brasileiras de verdade, esbanjando um gingado inacreditável. Clint e eu nos sentamos no fundo, onde a música era mais baixa. Ele pediu os pratos – só comida brasileira – e enquanto esperávamos, ele começou:
- Eu descobri esse lugar há anos. Trouxe alguns agentes da SHIELD aqui, quando eram... Menos ocupados.
- Natasha também?
- O quê? — Ele arregalou os olhos – Bem, já a trouxe aqui também. Antes de... Tudo.
- Antes de se apaixonar por ela?
- O quê? — Tive que me segurar para não rir de sua reação óbvia – Como você... Como?
- Não sou idiota, Clint.
- Eu... — Ele suspirou
- Pode me dizer o que quiser, Clint. Eu posso ser uma boa amiga como você é comigo. Anda, me conta.
Ele deu um riso fraco:
- Eu... Hum, não sei o que há entre a gente. Ela é imprevisível. Ela é... Louca! E me deixa pior ainda. — Mais um suspiro. Eu o encarei, incentivando-o a continuar – Há dois dias, nós passamos a noite juntos, e foi incrível, mas de manhã, ela estava louca mais uma vez.
Antes que eu o respondesse, ele acenou para alguém na entrada:
- Ei, olha quem está ali!
Me virei para olhar. Steve Rogers e Maria Hill na entrada analisavam o espaço. Clint acenou para eles animadamente. Eles sorriram e se aproximaram.
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- Maria! Desde quando você sai da SHIELD? E desde quando vocês saem juntos?
- Clint! Steve queria conhecer o nosso... Presente. E eu me ofereci para ajudá-lo.
- Somos só amigos, Clint. Eu fiquei curioso para saber como as coisas mudaram. — Steve se explicou
- Ótimo. Então eu faço questão que se sentem conosco! — Clint os convidou
- Não vamos incomodar? — Maria perguntou, mas Steve já puxava a cadeira para que ela sentasse.
Eles se sentaram.
- Se me permite perguntar: desde quando vocês saem juntos? — Perguntou Maria, imaginei que estivesse intrigada em relação à Natasha.
- Por favor, Maria. Você sabe que somos apenas amigos, nada mais que isso. — Explicou Clint
- E, aliás, como devo chamá-la fora da SHIELD? — Perguntou Steve a mim
- Eu a chamo de Angi, mas esse apelido é exclusivamente meu. — Rimos com a resposta de Clint
- Eu me chamo Alicia Amell, muito prazer. Pode me chamar de Lis.
- O prazer é todo meu, Lis. — Ele sorriu
Pouco depois, o garçom apareceu com os pedidos. Comemos enquanto conversávamos. Pela primeira vez, eu estava conversando com amigos do trabalho sem me preocupar com uma identidade secreta, ou qualquer coisa parecida. De repente, todos paramos. Paramos para admirar uma mulher que tomou todos os olhares, sambando maravilhosamente.
- Uau! — Exclamou Clint quando acabaram os aplausos
- Vocês sabem fazer isso? — Perguntou Steve
- Nunca conheci o samba.
- Bom, eu aprendi a dançar um pouco há alguns anos – Revelou Maria, um pouco tímida.
A nossa reação foi a mesma: Surpresa. Maria dançava maravilhosamente bem. Com graça e alegria.
No dia seguinte, acordei com leves dores nos pés, depois de ser convencida a tentar aprender o samba. Depois do trabalho, eu não sentia mais dores. Mas acabei sendo convencida por Dave e, logo depois de chegar do trabalho, ele me deu 20 minutos para estar “pronta”.
Notas finais
Obrigadinha! Se precisarem: me mandem MP ou me sigam no twitter (@novaeskaarol)
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