Animals

19 Capítulo 19


Notas iniciais
Oi pessoal, sei que estou sumida, mas, não estou conseguindo mais desenvolver a história T-T. Sei que isso é chato, mas acontece e sinto muito por isso. Atualmente não tenho como me focar muito em todos os projetos que eu tenho, porque estou no penúltimo ano de faculdade e estou começando a fazer o meu TCC (pra quem não sabe é o trabalho de conclusão de curso, o que nos garante pegar o diploma, e que tem que ser aprovado por uma banca de professores, se eu não passar não me formo). É muito tenso, só quem já passou ou está passando por isso sabe como é. Esse capítulo eu já tinha ele escrito e sinto muito que não esteja grande, mas foi o que saiu. Me desculpem novamente. Sinto muito de coração e espero que vocês entendam. Bjkas. Boa leitura.

— Pai – disse Hermione correndo atrás dos dois. – Será que dá pra vocês dois pararem, ou eu vou ter que apelar? – disse assim que viu que os dois finalmente pararam de andar quando estavam na clareira. – Pelo amor de Deus. Manhê – implorou olhando para a pequena mulher que se aproximava ofegante.

— Rhage querido. Esquece esse assunto. Não está vendo que a nossa filha está ficando chateada com isso.

— Mas é claro que eu não vou esquecer disso shellan, ele tocou na minha princesinha. E vê se vocês duas fiquem longe, isso é assunto de homens.

Os dois se olharam e sem que falassem nada avançaram em direção um do outro. Ouvia-se sons de punhos se chocando com ossos, que ela nem queria saber de onde eram, se quebrando e ao seu lado ouvia os gritos agoniados de sua mãe. “Coitada dela.”

— Quer saber pra mim já deu – disse Hermione. – Se querem se matar se matem. Não vou impedir. Adeus – disse e aparatou do local.

Hermione tinha adquirido a capacidade de aparatar sem precisar de estar com a sua varinha e isso foi muito útil em períodos de guerra.

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A porta da mansão se abriu e Hermione tirou a atenção da tv em sua frente e olhou por sobre o ombro. Viu passar Lassiter com um sorrisinho zombeteiro, sendo seguido por Mary que tinha a expressão aflita, e atrás Blay e Qhuinn carregando cada um Rhage e Damon totalmente acabados.

— Onde colocamos eles? – Blay perguntou.

— Por mim que os coloque no chão – indicou com o queixo o tapete aos seus pés.

— Hermione – Mary a repreendeu.

— Qual é Mary. Acha mesmo que vou deixar colocar eles sujos desse jeito em cima de uma das camas de lençóis caros dessa casa? – ergueu a sobrancelha. – Não mesmo. Pode largar eles ai.

Os dois fizeram o que ela disse e gemeram ao serem colocados no chão.

— Vocês estão péssimos – ele os avisou.

— Acha que não sabemos disso princesa? – o pai dela gemeu.

— Espero que não tenham acabado com a floresta toda.

— Isso quase aconteceu – disse Lassiter se sentando ao lado dela. – Esse seu namorado é durão heim. Nunca vi alguém dar conta de um irmão igual ele. Por mim ta aprovado – disse erguendo ambos os polegares.

— Como se eu precisasse de sua aprovação anjo estúpido – revirou os olhos.

— Assim você machuca meus sentimentos – disse levando aos mãos ao coração.

— Só que não. Ei babaca. Levanta daí – disse cutucando Damon com o pé que gemeu de dor.

— Me de só mais uns minutinhos boneca – ele disse respirando fundo e segurando o pé dela.

— O que aconteceu aqui? – disse Stefan aparecendo na escada.

— Damon e meu pai resolveram brigar pela minha honra – disse Hermione se levantando e indo para a cozinha.

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— Boneca – a chamou, mas Hermione continuava deitada de costas para a porta do quarto.

Damon suspirou e se sentou gemendo de dor na ponta da cama.

— Hermione, fala comigo – pediu.

Ela continuou o ignorando.

— Bom dia princesa – Hermione ouviu a voz doce dizer, enquanto uma mão carinhosa alisava seus cabelos.

— Bom dia Mary – disse ainda de olhos fechados.

— Como foi a sua noite minha filha?

— Melhor impossível. Como Raghe está?

— Seu pai está bem. Ele e os outros estão no subsolo da casa, já que lá não tem janelas e não há uma única fresta por onde entrar a luz do sol. Vamos meu amor. Levante-se, fiz seu café da manhã.

Após se sentar e acostumar os olhos com a claridade, olhou ao redor.

— Onde está Damon?

— Seu namorado está lá em baixo. O seu pai machucou muito ele, mas até que está se recuperando bem.

— Ele não é meu namorado Mary? – revirou os olhos tomando um pouco do copo de suco que estava em uma bandeja no criado mudo.

— Como não querida? Vejo o jeito como ele te olha e te trata. Está muito apaixonado.

— O Damon. Apaixonado – disse rindo.

— E por que não querida? Você é linda, inteligente e merece alguém que lhe der o devido o valor. E esse alguém é o belo rapaz de olhos azuis.

— Aff Mary. Faça-me o favor – disse jogando as cobertas para o lado e se levantando.

— Certo, certo. Então querida, me diga como foram as suas aulas.

— Finalmente acabaram. Adoro Hogwarts, mas parece que esse ano foi o pior de todos, depois de tudo que passamos, acho que os professores resolveram nos levar ao limite.

— Mas sei que a minha princesa tirou de letra – se levantou e alisou os cachos do cabelo da filha.

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— Você está um caco Damon – disse Hermione assim que entrou na cozinha.

— Bom dia pra você também princesa – disse sarcástico enquanto colocava uma compressa de água gelada no rosto que ainda mostrava machucados da briga que teve com Raghe.

— Vocês são uns amores – disse Mary saltitando como uma garotinha até a pia.

— Minha sogra preferida. O café estava ótimo. Obrigado – sorriu simpático para a cacheada mais velha.

— Quem vê acha que sempre é assim – disse Hermione o alfinetando.

— Não há de que querido. Sempre que cozinho faço muita comida já que meu marido come por um batalhão inteiro.

Notas finais
Desculpem pelo final meio bosta, mas foi o que saiu. Qualquer coisa podem me mandar mensagens ou comentários se quiserem saber de algo. Bjkas.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.