AngeL love II

3 Queria ser um humano normal!


Notas iniciais
Estava pensando em como continuar essa fic, dar mais atenção ao nosso querido Makoto chan! Espero que gostem!

– Eu sou um caçador de demônios, e você está na minha lista...

Makoto arregalou os olhos, sem saber o que fazer, estava diante de um caçador de sua espécie agora. O que podia fazer se deixara Zefir em casa?? "Doshi o...?"

– E-Espere por favor! Eu não quero fazer mal à vocês humanos!

O incubus tentava se explicar enquanto dava alguns passos pra trás, morrendo de medo de ser asassinado por ele, maa o caçador de demônios não deu trégua, ia se aproximando rapidamente do menos e o acertava com o arco na face, Makoto gemia de dor e caia no chão com a face vermelha.

– Vocês demônios são todos iguais! Sempre enganando as outras espécies para tirar proveiro delas, mas eu vou eliminá-lo e acabar com isso!

Guardava o arco nas costas e retirava uma adaga do conto, mas quando voltava a olhá-lo se surpreendeu, o menor estava caído no chão com os olhos cheios d'gua, tremendo completamente e se encolhendo rente a grama. Parecia um filhote indefeso sendo caçado, sem nenhuma proteção, Ryoshi se abaixou e quanto foi tocar no braço do incubus, este estremeceu, o garoto de cabelos azuis suspirou e guardou a adaga.

– Ei, não precisa chorar...Veja, estou desarmado.

Mostrou as mãos fazias para ele, Makoto virou as orbes para ver e depois encarou seus olhos.

– Viu? Não precisa ter medo, desculpe se te assustei, é que pensei que fosse como os outros demônios.

Makoto se sentou com ajuda do caçador e secou as lágrimas com as costas das mãos, assentindo.

– Está tarde, devia voltar pra casa.

O menor simplesmente concordou e se ergueu, o que não esperava era um adago nos cabelos, que o fez corar, Ryoshi acenou para despedir-se e foi embora. Confuso com tudo aquilo, voltou para a mansão e foi até a cozinha para pegar um copo de leite, bebendo aos poucos.

– Volte aqui Hotaru!

Hanyu passou correndo atrás da filha de Ai chan, Hataru, uma anjinha de cabelos compridos castanhos e olhos azuis. Como passaram correndo por Makoto, este acabou cospindo todo o leite.

– Hanyuu-san, pare com isso!

Disse com voz fininha e suave para a succubus quando finalmente foi pega por esta e teve os seios massageados.

– Desta vez você não vai escapar, sua anjinha levada!

– Acho que vou pra cama...

Makoto olhava aquela cena com uma gora escorrendo atrás da cabeça, será possível que naquela mansão só haviam depravados? Foi saindo da cozinha e atravessava a sala, onde via seu primo e seu irmão jogando video gama em frente a tevê. Colocou a mão no corrimão e foi subindo as escadas de tapete aveludado vermelho até chegar à um corredor extenso onde ficavam os quartos. Foi até o próprio sem nem ligar a luz e se atirou na cama, puxando as cobertas e se deitava de costas.

– Oyasumi nasai, Zefir...

Ao dizer aquilo, sentiu o shorts sendo retirado junto da cueca, virando-se de lado e franzia o cenho.

– Zefir, não gosto dessas brincadeiras...

– Miau?

Disse o gatinho deitado em seu travesseiro, ao lado dele, o que o fez ficar com várias gotas atrás da cabeça. Ligou a luz ao lado e viu uma elevação nas cobertas, ficando muito corado ao retirá-las e ver sua prima ali.

– U-Umi-chan! O que está fazendo no meu quarto a essa hora??

A anjinha de cabelos loiros e olhos azuis tirou a cabeça de debaixo da coberta e olhou de modo inocente para Makoto, um pouco corada.

– Vim fellatiar você, Mako-chan...

– Hãan!?

– Maho disse que você ia gostar disso...

– Porque ela sempre faz isso comigo?!

Disse quase chorando, Maho era sua irmã mais velha, uma succubus de cabelos chanéis lilás e olhos azuis que sempre tentava fazer com que abusassem de Makoto, geralmente estava em seu laboratório contruindo vibradores diferentes e complexos. Makoto gemeu gaixo ao sentir Umi começar a lamber seu membro.

– P-Páre...

Mas ela não ouviu-o, continuou passando a língua por seu falo que aumentava com o estímulo até chegar ao tamanho de vinte e dois centímetros, mas mesmo estimulado, foi correndo para o banheiro e se trancou ali.

– Mako-chan?

– NÃO ENTRE!

E assim passou a noite toda acordado com medo que lhe atacassem de madrugada. No outro dia, na escola.

– Droga de família...Droga de sono...Eu nem tomei café...

Dizia o incubus em péssimo estado e com olheiras fundas, vestindo o uniforme da escola, mas parou ao esbarrar com alguém, quando ergueu a face viu que era Ryoshi e deu dois passos pra trás, se escondendo atrás de um pilar.

– Bom dia, Makoto-chan...Você não parece bem, quer tomar café comigo?

O estômago do menor roncou e na mesma hora levou as mãos à barriga, corando.

– Acho que isso é um sim! Vamos...

Foi até o menor e o puxou até que ficassem debaixo de uma árvore, onde abriu uma marmita com o lanche.

– Acho que te devo isso pelos problemas que causei, vamos, abra a boca...

Pegou um ovo frito enrroladinho com os hashis e Makoto abriu a boca, provando e acabava corando ao sentir o gosto.

– Oishii...

– Que bom que gostou, achei que não ia mais querer falar comigo depois do que houve...

Ryoshi abaixou a cabeça e retraiu os ombros meio desanimado.

– Un un! Está tudo bem! Afinal de contas, tenho problemas muito maiores...

Tentou se explicar e sorriu um pouco pra ele, o outro retribuiu o sorriso e continuou dando comida na boca do menor. Detrás de uma árvore, alguém espreitava, com cabelos longos e grandes olhos azuis, segurando uma bazuca.

– Onii-chan...


Notas finais
Espero que tenham gostado! Próximo capítulo vai ter mais comédia com a irmã de Ryoshi! Até mais! ^__^