And If...

4 E se... O Dia Clarear?


Notas iniciais
Não demorei nada, então..... Não esperem q o proximo capítulo chegue rapido.... A não ser que comentem bastante.

X X X X X X X X x X X X X X X X X

A noite poderia ser densa, devaneios obscuros e temerosos ecoam na prontidão eterna.

Vida ridícula.

Irrelevante.

Por que estamos aqui?

Somos alvo de problemas, problemas e mais problemas.

Sentimentos descritos com a leve pena do pesar.

Irrelevante.

Por que pensamos? Sentimos? Sobrevivemos não para aproveitar a vida, mas para torná-la as chamas do inferno de outras, não percebemos.

Sim?

Não.

Devo estar ficando louca.

Maxon e eu... Aspen... Kriss.

Por que Deus?

Qual seu propósito?

A vergonha desencadeou o afastamento e redenção, as cobertas o sono, o despertar pelo organismo cansado de estar adormecido por tanto tempo. Mas, e o amor?

Tão fácil de ser esquecido?

Será que Aspen pensou em mim enquanto sentia a dor da morte, a frieza de sua pele se aproximando para levar o corpo cativo e destruído por seus próprios?

A música, arma própria dos fracos. Cantar para controlar o corpo, tocar para aliviar a alma desolada, a dor e a perda para enfatizar o acontecimento desnecessário mas próprio da vida.

Sou fraca, é isso?

Os pensamentos devem ser muitos, a fome, a morte, a dor das perdas e a alegria encontrada em matérias humanas, propriamente humanas.

Estou cansada disso.

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Saí do meu quarto sem me despedir das criadas e ignorei o café da manhã, os pensamentos do quanto eu era idiota haviam se ido, mas eu deveria sumir também.

Não estou pensando em morrer, calma.

Deixar o palácio talvez...

Enquanto eu andava por um corredor já próximo do jardim da noite anterior, vestida apenas com as roupas da noite passada, esbarrei com uma jovem adulta que parou e voltou a meu encontro.

— America Singer? — perguntou ela, com seu belo rosto jovem que reconheci de várias revistas.

— Sim, e você deve ser... Celeste. — disse a reconhecendo.

— Eu estou indo escolher os materiais para o enterro da Rainha, estava procurando por alguém que pudesse me ajudar. — ela continuou. — Você pode fazer isso, já que estava lá... Você sabe...

— Será um prazer.

Mesmo sem estar nos bastidores sabia como era Celeste, se achava a melhor, ameaçando as outras selecionadas e fazia coisas horríveis, mas como tudo que fiz até o momento era julgar errado as pessoas, decidi que ela merecia uma chance.

Celeste me levou até uma área mais nobre do castelo que não pude reconhecer, mas lá estavam três pessoas bem vestidas, cheias de papéis no braços e pareciam ser muito bem pagos pelo que faziam.

— Senhorita America, gostaria de apresentar Brutus, Mary e Grace são as pessoas que nos ajudarão na decoração e nos detalhes do enterro. — Celeste explicou ao nos aproximarmos.

— Senhoritas. — os três disseram em unissono se curvando.

— Então, decidiram qual vai combinar mais com o que necessitamos? — Celeste perguntou, parecia que já sabia exatamente o que queria, mas testava os três para ver se tinham excelência em seu trabalho.

— As flores serão lírios e estarão presentes em vasos encostados em cada pilar dos corredores do Salão do trono até a entrada principal, de onde o corpo irá para o Cemitério Real. — Brutus disse, apontando para uma planilha que segurava em outra mão.

— Um homem como você cuida de flores? — perguntei curiosa, todos se viraram para mim.

— Sim. — respondeu, então voltou a guardar a planilha.

— Percebemos que a cor preta seria muito cafona e... Como posso dizer... Indigna da Rainha. Os tons serão de cinza e prata, com detalhes de bronze nas cortinas e nas cadeiras. — Grace continuou, ajeitando o óculos e mostrando o quão seria importante o evento.

Então me lembrei do sonho que tivera na noite passada, e percebi o que Kriss realmente queria.

Não deixe que a luz seja dominada pelas trevas.

— Dourado. — sussurrei, todos olharam para mim, sem entender o que eu disse. — Dourado. — falei mais alto. — A Rainha gostaria que fosse dourado, prata e dourado.

— Mas isso é um enterro, não uma festa. — Mary retrucou, negando a ideia.

— Vocês não entendem? — perguntei, finalmente compreendendo o que dizia. — A Rainha morreu, mas foi para um lugar melhor. Os tons escuros de pesar poderão deixar o Reino abalado demais, economicamente e politicamente, temo que tirar as trevas, a depressão e a desonra, a Rainha queria isso, e não vamos conseguir fazendo tudo ficar escuro.

— O que você quer dizer com isso? — Celeste perguntou, sua expressão era desdenhosa mas compreensível.

— Vamos abrir as cortinas.

Continua....

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Notas finais
Por ter recebido só um comentário, eu farei assim, não pedirei reviews ou postarei com imposição, mas assim... Se forem poucos reviews por capítulo eu demorarei um pouco porque estarei com pouca motivação, se cada pessoa que ler comentar em todos os caps, eu estarei super motivado e eles sairao mais rapido. Espero que entendam, boa noite.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.