An Unlikely Love
9 9/Cloe sem vestido
Notas iniciais
Aham, o titulo do capítulo tá ridículo. Pera, LUPIN! ~potterhead~ Aquele feitiço... Riddikulus? Sei lá. Eu tão emocionada com minha própria fanfic que vou deixar vocês lerem.
Poseidon
Não, não e não. Poseidon não iria descansar.Atena... Onde é que você está?, pensa, enquanto vê seus arquivos e notas sobre Cloe e suas ‘amigas’ Anfitrite poderia insistir. “Você precisa descansar, só assim poderá pensar melhor” dizia ela, mas Poseidon não sossegava. Atena. Desaparecida. Deitou a cabeça na superfície dura e quente da qual era sua escrivaninha. Em sua frente, o relógio dizia que eram 3:00 da madrugada.Porque isso tinha que acontecer logo com ela? Se fosse comigo, seria melhor..., pensava. Forçou-se a deitar na cama, de roupa e tudo. Durma, ordenou-se. Fechou os olhos. No seu sonho, tudo era preto. Mas um vulto aparecia... Um vulto que aparentava já ter usado um vestido cinza, que estava todo rasgado. Tinha cabelos loiros e... –ATENA! – gritou Poseidon. Correu até ela. Abraçou-a, mesmo que sendo no sonho, sentia que Atena tremia. –Poseidon – sussurrou ela, com uma voz rouca. – Não me siga, por favor. Ele acariciou seus lindos cabelos loiros e a encarou. Seus olhos, sua voz, tudo dizia que estava sofrendo. E como ele odiava vê-la sofrer. –Porque não? – perguntou Poseidon. –Só não me siga, por favor. Elas... Eles e elas, estão querendo te... Ele abraçou-a novamente e apertou Atena com força. –Não ligo se sair do trono – sussurrou. – Só quero te ver de novo. Posso lutar até a morte, deixar de ser imortal, posso fazer tudo por você. Só... Só me diga onde você está. –Eu... – Atena hesitou, como se estivesse em dúvida se contava ou não. – Nosso primeiro encontro. Os furacões. Ao lado. Por favor, se eu morrer, só quero que saiba que... Ela desapareceu. –ATENA! – gritou Poseidon, acordando. Anfitrite entrou na porta com biscoitos e café. Colocou a bandeja em sua escrivaninha. Ele se sentou na cama. –Tudo bem, Poseidon? O que aconteceu? – disse ela. Ele respirou fundo. –Eu sei onde Atena está. Depois de todas as explicações, Anfitrite mordiscou um biscoito de chocolate. –Mas então... – disse ela. –Sim. – Poseidon a encarou, com olhos cheios de culpa. – Precisamos ir para lá imediatamente.Anfitrite Anfitrite não sabia onde era esse “lugar” de qual Poseidon tanto falava. Só sabia que ele pegou sua mão e se teletransportaram para o deserto. Havia duas lojinhas fechadas com tábuas, com uns 10 metros separando a outra. Poseidon correu para a da direita, que parecia ser a de lembrancinhas. Entrou pela porta que por um momento pareceu trancada para Anfitrite, que correu logo atrás dele O lugar era sujo e úmido, com cartazes rasgados de bandas. Não parecia que já existiu vida lá. Poseidon suspirou. E atravessou um balcão coberto de poeira, indo para o depósito. Como sempre, Anfitrite só o seguiu. E no depósito, ela não acreditou no que via. Cloe, que pareceu tão enfeitada para Anfitrite, estava lá, com uma faca na mão. Vestia calças justas rosa choque e uma camiseta vermelha, junto com sua tonelada de maquiagem. Mas não se via Atena em lugar algum. Até que Anfitrite ouviu um gemido. Antes que a mesma pudesse correr, Cloe deu um sorriso maldoso. –A perdedora veio junto salvar sua amiguinha? – disse ela. -Oh, que pena que ela não está aqui. Isso que vocês ouviram – e Cloe fez um gesto para uma caixa maior que as outras – foi as últimas palavras de Atena. Morreu. Que dó. Acho que algum deus acha que pode me vencer. Poseidon deu uma risada tão maligna que Anfitrite perguntou-se de qual lado ele estava. –Eu não acho que posso te vencer, Cloe. Eu vou te vencer. E sei que Atena não morreu. Uma deusa não conseguiria enviar nenhum sonho para outro deus, sendo tão fraca para morrer ainda hoje. Obviamente, trabalha com Gaia. Você até pode saber como matar um imortal, mas que hoje eu vou descobrir também. E Poseidon avançou. Anfitrite não conseguiria visualizar muito bem a cena de guerra, mas ouviu facas, espadas, lanças, cortes, muita coisa. Correu até a caixa gesticulada por Cloe, que foi tão burra a ponto demonstrar qual Atena estava. Ela abriu a caixa, e perguntou-se qual a sensação que aquela deusa aprisionada estava sentindo. A caixa estava banhada de icor dourado, o sangue dos deuses. Atena estava ainda com seu vestido cinza-escuro, mas estava rasgado ali e aqui. Sua bochecha estava cortada, onde saia mais sangue. Estava sentada no chão, com cordas que pareciam ser frouxas para Anfitrite, mas para Atena era fonte de dor, se não estivesse inconsciente –Atena – sussurrou ela, espantada com a cena. Então sentiu algo empurrar suas costas.
Notas finais
Minha irmã me disse que isso de terminar numa parte dramática, que fica aquilo pendurado até o próximo capítulo tem um nome, uma palavra em inglês... Só sei que eu pratico muito isso.
Ai, o que será que aconteceu com a Anfitrite? Hmm... Tadinha da Atena, cara. Toda quebrada.
O que será que aconteceu? *u*
Vou deixar vocês comentaram.
Esse capítulo não foi para ninguém em especial, mas sim para todos vocês que leiam minha fic.
Não esqueçam meu recadito!
2bjs,
Je (:
Ai, o que será que aconteceu com a Anfitrite? Hmm... Tadinha da Atena, cara. Toda quebrada.
O que será que aconteceu? *u*
Vou deixar vocês comentaram.
Esse capítulo não foi para ninguém em especial, mas sim para todos vocês que leiam minha fic.
Não esqueçam meu recadito!
2bjs,
Je (:
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