An Unlikely Love
4 4/Anfi
Notas iniciais
Oiieeee, eu tava tão animada para fazer esse capítulo que de manhã (lê-se hora que eu não posso mexer no computador) eu escrevi uma parte do capítulo a mão num caderno antigo *o*
Esse capítulo vai para... *suspense* a todas as minhas leitoras antigas (Didi, Coraline, Make a (...), Marie, Kay e Mari) e mais para *suspense novamente* Clarissediangelotratadocahill, vee sawn cullen e Bia Chase! Por seus maravilhosos comentários.
Esse capítulo é para todas vocês (:
Esse capítulo vai para... *suspense* a todas as minhas leitoras antigas (Didi, Coraline, Make a (...), Marie, Kay e Mari) e mais para *suspense novamente* Clarissediangelotratadocahill, vee sawn cullen e Bia Chase! Por seus maravilhosos comentários.
Esse capítulo é para todas vocês (:
Atena
Atena estava nervosa. A mãe de Poseidon era grande, masculina e... Quente. Muito quente. Definitivamente, ela não sabia o que tinha sentido. Disse que a mão dele estava suada. Porque diabos falou isso? Achou que, talvez, seus sentimentos estavam tão embrulhados que não sabia o que dizer. –Mas que burra – murmurou quanto ela e Poseidon andavam a procura de animais. –O que? – perguntou ele. –Não falei nada, ué. Você deve estar maluco – mentiu Atena. Poseidon disse algo como “Aham, sei”, mas Atena não prestava atenção. Ouviu um coelho. –Shhhh – falou colocando o dedo indicador sobre a boca. Poseidon entendeu e ficou quieto. –Acho que eu ouvi um coelho – disse ela em tom baixo. – Lá – Apontou para um arbusto. – Se aproxime por trás – E lhe deu sua arma: o arco. –Mas você... –Já disse para calar a boca – falou ela. Pegou a mão de Poseidon, beijou-a e colocou entre os lábios dele. Não esperou para ver sua reação. Aproximou-se do arbusto sem fazer nenhum barulho e deu o sinal para Poseidon fazer o mesmo. Ele imitou seus passos, indo por trás. O pobre (mas rico de carne) coelho percebeu tarde demais que estava envolto de caçadores, e levou uma flechada na barriga. Caiu no chão. –Boa mira – elogiou Atena. Mas, hm, tente acertar mais para os olhos, porque aí não entra na carne e etc. –Me ajuda? – perguntou Poseidon como uma criança, com os olhos brilhando. Atena riu. –Claro. – disse ela. – Venha, siga-me. E treinaram a tarde inteira. Usavam árvores como alvo, veados, coelhos, etc. Atena se acostumou com a mão de Poseidon, mas ainda fazia seu coração dançar. –Bem – disse ela, prendendo os cabelos. – Acho que você melhorou sua mira. –Ah – disse Poseidon, e parecia triste. – Claro. Obrigada. –Mas ainda não terminamos Poseidon – disse Atena, feliz. – Siga-me. Entraram novamente no coração da floresta. Pediu para Poseidon pegar madeira. Ele voltou em menos de dez minutos com um tronco inteiro nos braços fortes.Fortes?! pensou Atena. Você está maluca, Atena. Sorriu. –Então – disse ela, analisando o tronco. – Você trouxe um pouco mais do que o necessário. Mas não tem problema. Venha até aqui. Fizeram uma fogueira no meio da floresta e assaram a carne. Atena dizia algo sobre madeiras comestíveis, coisas assim, mas nem ouvia o que falava. Já estava um pouco escuro, e os músculos fortes e os lábios (que pareciam bem convidativos para Atena) pareciam se destacar com a luz da fogueira. Cara, como ele era lindo. –Eu nem imaginava que existiam sete partes comestíveis de uma palmeira – comentou Poseidon. Atena sorriu. –Pois é. Incrível o que a natur... – e parou por um instante. Ouviu som de passos correndo pela floresta. Ártemis surgiu de uma árvore, com uma blusa branca que nem a de Atena e calças camufladas. –Ate... – e cobriu a boca com as mãos. –Saia daqui. Agora. Anfitrite está se aproximando. Atena olhou para Ártemis e se sentiu grata por ela ser sua amiga. Correu pela floresta feito louca, tentando ao máximo não fazer barulho. Também tentou não pensar o que Ártemis e Poseidon estavam passando. Não eram burros para sair dali teletransportando.Poseidon Anfitrite chegou logo após Atena desaparecer entre as árvores. Ela correu até Poseidon e lhe deu um selinho, perguntando por que não avisará que foi caçar com Ártemis. Forçou um sorriso. –Oras, meu benzinho – disse ele, vomitando por dentro. – Queria passar um tempo com minha amiga. – Olhou para Ártemis, em busca de ajuda. –É – disse ela, bem treinada para situações perigosas como aquela. – Ele disse que queria achar flores para você, e a gente passou o tempo todo procurando. Aí, como não encontramos, resolvemos caçar e lhe preparar um jantar. Anfitrite assentiu, acreditando na mentira. Ártemis parecia boa em relação a isso, apesar de ser uma deusa casta. Porém, não duvidou. Ele via como ela olhava para Apolo. -E eu ouvi Ártemis falar um nome... – Anfitrite se esforçou para lembrar. – Atê? –Exato – mentiu Poseidon. – É uma deusa que estamos estudando. – Sorte que Anfitrite era meio burrinha. –Não me lembro dela. – comentou Anfitrite. –É uma deusa menor – explicou Ártemis. – Hmm, querem ficar sozinhos? – E lançou um olhar de pena a Poseidon. –Queremos, se você não se importar – e Anfitrite gesticulou o local. Ártemis se teleportou. E Anfitrite sentou no chão, frente à fogueira. –Então, Poseidon... – disse ela – Faz um tempinho que não temos uma floresta inteira só pra nós, não é? –Sim, Anfi. Mas eu acho que ouvi um esquilo... Vou pegar para você – disse Poseidon, forçando um sorriso. –Claro – disse Anfitrite em uma voz doce que faria Poseidon vomitar se não estivesse fingindo um relacionamento com ela. –Até daqui a pouco, amor. – disse ele saindo para os arbustos. Andou bastante em bem pouco tempo. Achou Ártemis e Atena sentadas em um tronco.
–Oi. – disse Poseidon.
Notas finais
Gostaram? Não esqueça meu recadito ali em baixo *u*
Não tenham medo: tem gente que tem (eu, ás vezes) medo que fiquem comentando demais, mas não se preocupem que eu fico super super super feliz (:
2bjs,
Je (:
Não tenham medo: tem gente que tem (eu, ás vezes) medo que fiquem comentando demais, mas não se preocupem que eu fico super super super feliz (:
2bjs,
Je (:
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