An Unlikely Love
2 2/ Caçada
Notas iniciais
E aí pessoal lendo essa fic, belê? Então, moranguitos, eu fiz esse capítulo mas acho que uma coisa chamada "54" pode estar meio confusa. Enfim, vamos as homenagens:
E quem vai receber as honras desse capítulo é.... DIANA WRIGHT! Espera.. Tem mais alguém.... CORALINE DI ÂNGELO! Aqui, vai para vocês, com seus maravilhosos comentários. A Diana inclusive já participou de outra fic minha, e ainda me disse que a culpa é minha fazendo fics que ela ama e que eu demoro depois para postar o próximo capítulo...ta serto... E a Coraline, muitos agradecimentos para ela, disse que a minha fanfic tinha futuro (:
Beijo para as duas! Esse capítulo é todo de vocês!
E quem vai receber as honras desse capítulo é.... DIANA WRIGHT! Espera.. Tem mais alguém.... CORALINE DI ÂNGELO! Aqui, vai para vocês, com seus maravilhosos comentários. A Diana inclusive já participou de outra fic minha, e ainda me disse que a culpa é minha fazendo fics que ela ama e que eu demoro depois para postar o próximo capítulo...ta serto... E a Coraline, muitos agradecimentos para ela, disse que a minha fanfic tinha futuro (:
Beijo para as duas! Esse capítulo é todo de vocês!
Atena
Atena acordou muito cedo. Olhou no relógio: 03h00min da madrugada. Que horas ela havia dormido? A última vez que viu a hora... Bem, era ainda de tarde. Ela suspirou. Levantou-se, pegou uma roupa e foi direto para o banho. Enquanto a água escorria por seus lindos cabelos, pensava como seria o dia. Quando saiu do banho, ela empurrou a porta e... Havia uma flor lá. Um lírio vermelho. Era a flor favorita dela. Cheirou o doce aroma e a colocou num vaso. Ué, quem sabe alguém havia deixado cair lá? Atena, apesar de tudo, tinha o pressentimento que a flor estava lá propositalmente. Achava que estava na hora de caçar. Ela e Ártemis, sua grande amiga, haviam caçado juntas. Ela já caçara sozinha. Queria fugir um pouco da realidade, então não convidou Ártemis. Colocou suas botas de caça (like a Katniss) e foi até uma floresta mortal. Como? Teletransportando. Era útil ás vezes, podia fugir do tédio de andar. A floresta do dia era cercada de árvores juntas, e se andasse por ali, desde que não fizesse barulho, ninguém perceberia sua presença. Ela adorava brincar de “local aleatório” onde ela tinha que se virar. Se sabia onde estava? Não. E essa era a diversão. Andou um pouco, atenta a todos os barulhos. A não. Não, não, não. O “local aleatório” terminava em uma praia, com o mar incrivelmente azul. Atena suspirou. –Poseidon? – chamou ela. Uma figura de um homem de olhos verdes, cabelos escuros e roupas de pescaria apareceram a sua frente. –Sim? – perguntou ele. –Pare de me seguir. –Mas eu não estou te seguindo – disse ele, e seu olhar era divertido. –Você que veio até o mar. Atena cruzou os braços. –Você interferiu na minha caçada de novo? –Mas eu nunca interferi antes – respondeu ele. Não aguentou e fingiu tossir, rindo abobadamente. –Claro que já fez! Você sempre faz isso. Dá um jeito de se meter no meu teletransporte e cabum! – ela fez um gesto de explosão. – Um Poseidon de presente. O que é que você quer falar agora? Da última vez você queria vir-me falar sobre Órion. Como se eu tivesse algo a ver com a morte do seu filho. Poseidon fez um gesto como se a coisa fosse toda no passado. –Dessa vez não é sobre isso. Só queria alguém para conversar. Atena amarrou a cara. –Você sabe que tudo tem um motivo. Fala como se... –Okay, Senhora Sabedoria, eu já sei muito sobre história, certo? – interrompeu Poseidon. –Nem era sobre história. –Aham, sei... Enfim, queria falar com você sobre tudo. Os olhos de Atena brilharam de fúria. –Já não tem uma esposa, não?Poseidon Atena pegou Poseidon de surpresa. Se dissesse que sim, daria motivos para ela retrucar. Se dissesse que não, Anfitrite descobriria e ficaria brava com ele. –Hmm, tenho, mas ela está dormindo, e não quero incomodá-la – mentiu ele. Atena olhou para ele com desdém. –54? – perguntou ela. –Sim, 54. Era uma antiga brincadeira deles, quando eram mais íntimos. 54 queria dizer que era mentira. Mas era óbvio que não poderiam falar em voz alta, então inventaram o código. Era de uma época que queriam saber coisas sobre outras pessoas, e tinham que recorrer um ao outro. Eles falavam coisas como “Ah, Deméter, você não gosta de ninguém, não é?” “Não...” e um cochichava para o outro “54”, se fosse mentira. Agora Atena tinha a opção de contar para os outros que Poseidon ficava conversando com outras mulheres e dizendo mentiras sobre a esposa e fazer que ele seja alvo de piada, ou ouvir o que ele tinha para dizer e repensar a segunda opção. Poseidon não ficou nervoso. [Sim, você não ficou. Não quero nem saber. Você disse isso, e ponto. Desculpe gente, mas ele aqui fica reclamando. Age como se eu fosse escrava dele. Por favor, né.] –Tudo bem – suspirou Atena. – Que notícia ruim você tem agora? Poseidon abriu um sorriso amarelo. –Você não vai acreditar. E quem disse que eu tenho notícias ruins?
Notas finais
E aí, gostaram? Comentem, por favor! Recadinhos são legais, e eu sempre respondo, moranguitos!
2bjs,
Je (:
2bjs,
Je (:
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