An Unlikely Love
15 15/Hécate
Notas iniciais
Para todos que estão com raiva de mim.
Atena
Difícil era Atena se esquecer daquela mulher. Sempre que tentava dormir, descansar, fazer qualquer coisa, a imagem dela aparecia em sua mente. Difícil, igualmente, era ter que olhar para a cara de Poseidon no Conselho. Difícil, também, era tentar pensar em como sua vida estava boa até descobrir que fora traída. Traída. Pelo mesmo cara que a havia salvado de Cloe. Pelo mesmo cara que havia lhe feito sorrir. Pelo mesmo cara que havia lhe pedido em namoro, e por fim, em casamento. Agora o lema de Atena era “Passe e ignore. Ele não merece seu respeito”. De noite, ainda se lembrava daquela cena, mais do que poderia esquecer. Aquela mulher, da qual odiava com somente aquela terrível visão. Mas Poseidon também participará daquilo. Imaginava perguntando sobre a cena para Poseidon.“Então, Poseidon, se algum dia você me trair, devo correr atrás de você ou chorar?” Ele provavelmente riria e contaria uma piada, desviando o assunto. Mas Atena, nunca, jamais, ia se deixar levar por alguém. O Conselho havia marcado uma reunião aquele dia. Ela, simplesmente, enfiou uma roupa limpa e saiu sem expressão, até o Olimpo. Chegando lá, sentou-se em seu trono. – Então, aqui digo para vocês, que temos um problema. – disse Zeus. Como Atena imaginava, quem teria que resolver esse “problema”? Ela. Depois de mil explicações, simplesmente cruzou os braços, assentiu e naquele rosto inexpressível, moveu os lábios. – Farei o possível – falou. Isso pareceu acalmar os outros deuses. Obviamente, os elegeram a mais inteligente. Deusa da sabedoria. Certo. Depois, ela empurrou a porta e saiu para o jardim. Com todas aquelas multidões de deuses lá, foi fácil um deus, mesmo com fama de “só quero poder”, passar despercebido. – Atena – disse Poseidon, atravessando-se na sua frente. Atena o fitou. – O que quer agora? – perguntou friamente. – Atena, sobre o que aconteceu... – começou ele novamente. – Não quero saber nada, Poseidon. Não vou deixar que você magoe meu coração novamente, ou de qualquer outra pessoa. – Mas, Atena... – Se me der licença, preciso fazer coisas mais importantes do que discutir com você. Isso não vai mudar nada na minha vida – retrucou ela, indo direto para seu quarto ver sobre o problema da qual Zeus falou. Problemas, problemas... Atena quase se atirava no Lete para se esquecer deles. Já ouvirá boatos sobre deuses que fizeram isso. Mas ela tinha que descansar. Foi até o local onde tanto adorava. Uma livraria. Los Angeles. Olhou para a mesa, de onde ela beijou Poseidon, de onde ela chorou com sua traição. Fazia exatamente 2 semanas que ela a traiu. Mas não se importava. A moral era esquecer. Pegou um livro e mergulhou nele. [...]O que estou fazendo? Posso fazer melhor do que tentar ignorá-lo. Posso brigar, até matar, a mulher que ele ama... Não. Matar não. Mas fazer um ferimento suficiente grave... Um plano ia se formando na cabeça de Atena. Ela largou o livro na mesa. E esse ia dar certo. Com certeza. Sem dúvida. E Atena poderia cortar a cabeça de quem tentar impedi-la de fazer a coisa tão perigosa que ia fazer agora, mas de um tanto espetacular. [...] Sábado. Finalmente, folga para ela pensar mais no plano. Vestiu uma roupa, que parecia normal, mas que era uma excelente armadura contra qualquer coisa que viesse ameaçá-la. Perfeito para o que ela iria fazer. Mas... Espera. Tem algo pior. Hécate? Transportou-se até a deusa.Poseidon Poseidon não entendia porque Atena o ignorava tanto.Ah, espera, era para eu ter traído ela. Imbecil. Estúpido. Canalha. Desgraçado. Pensou em quantas ofensas ela pensava dele. E tinha impressão de que essas eram boazinhas se encontrando na situação da qual estavam. O que aconteceu com Hermes? Ele simplesmente fez o mesmo que Hefesto: o agarrou pelo colarinho, forçou-o a falar a verdade.Lembre-se. Você pode usar isso. [...]– Então, você está pretendendo matá-la? – perguntou Hermes, para a surpresa de Poseidon. – Porque isso lhe interessa? Responda-me! Porque você vendeu o pó para uma deusa da qual você sabe que era inimiga? Hermes deu de ombros, ou pelo menos tentou, ainda centímetros acima do chão. – Negócios. Coitadinho. Nunca assistiu Loja de Penhores no History? – Não estamos falando de televisão – retrucou Poseidon. – Agora, me diga – soltou-o, o que poderia ser perigoso. – O que você sabe sobre Steffany? Você deve saber algo sobre ela, já que só pela sua reputação procura saber algo de outras pessoas. Hermes não fez nada. Simplesmente conjurou uma cadeira e se sentou. – Admito que posso ser um pouco intrometido. Mas ela recusava-se a dizer qualquer coisa. Exceto... – e parou. – Exceto o que? – rosnou Poseidon.
– Ela me disse para não contar. – Ela é inimiga – lembrou ele. – Mas, como você sabe, só posso lhe dar essa informação se me devolver outra em troca. Ah. Perfeito. – Bem, eu não trai Atena. Hermes jogou a cabeça para trás e caiu na gargalhada. – Isso é o que você conta para todo mundo – disse, rindo. – É a verdade. – Então conte-me mais dessa verdade, senhor. Uma informação em troca de outra – e lhe estendeu a mão, que Poseidon apertou. *** – Então tudo começou quando você matou Cloe? – perguntou Hermes, ouvindo atentamente. – Eu não matei Cloe – defendeu-se Poseidon. – Claro que não, apenas a deixou como o Voldemort – ele riu. – Não é hora para discutir livros. – Poseidon cortou-o. Pensar em livros fazia o pensar o quando Atena estava sofrendo naquele instante. – Okay, já que vou me encontrar com Fred e George – brincou ele. – Claro, como se eles fossem reais – e Poseidon se atirou numa cadeira que havia conjurado, igual a Hermes. – Mas... – Voltando ao assunto... – Eles são reais. – Hermes! – Calma, estressadinha – riu. – Então se você não matou Cloe e ela não está como o Voldemort, o que aconteceu com ela? – Digamos que está com uma magia divina esgotada, creio eu. – Certo. Sugestões não são para agora. Me conte a verdade. – Eu realmente não sei. – Certo. Sem informação, então. Preciso de provas concretas. – Como é que é? – Esqueça. Continue. – Bem, ela desapareceu. Transportou-se. Mas certamente não morreu. Não há como se matar imortais. – Isso você discute com Hécate. – Como é? – Já disse. Agora se você ouviu ou não, o problema é seu. – Mas agora me diga sobre Steffany. – Bem, ela me contou que estava pretendendo matar um deus. Um semideus. Mortal. Alguém que demonstrasse valor para levantar Gaia. – Gaia? Certo. Continue. – Só me disse isso. E que pretendia matar um Olimpiano. – E você não falou nada para ninguém? – Para que? Iria arruinar os negócios de Hefesto. E ele provavelmente acabaria comigo. Além de que Steff me pediu para não contar. – Mas e o que... – Já falei o que sei – o deus disse. – Agora, se me deixar, vou pregar algumas peças em Hogwarts. E com um movimento, desapareceu. [...] Hécate. Não se importou na hora, mas agora... Hécate.
Notas finais
Hécate, deusa da magia. *u*
Enfim, agora vocês estão se perguntando o que vai acontecer... Bem, confesso que não sei se vou poder postar amanhã, porém, vou fazer o possível.
Só espero que minha amiga responda minha MP.
Para vocês, raivosinhos aí, esperem. Que vou distribuir o sangue de Steffany. Que vou fazer um amor que era apenas um amor, transformar-se em algo tão verdadeiro que vocês vão chorar.
Agora fiquem com as minhas palavras.
2bjs,
Je (:
Enfim, agora vocês estão se perguntando o que vai acontecer... Bem, confesso que não sei se vou poder postar amanhã, porém, vou fazer o possível.
Só espero que minha amiga responda minha MP.
Para vocês, raivosinhos aí, esperem. Que vou distribuir o sangue de Steffany. Que vou fazer um amor que era apenas um amor, transformar-se em algo tão verdadeiro que vocês vão chorar.
Agora fiquem com as minhas palavras.
2bjs,
Je (:
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