Amélia e o fim do mundo

22 Recontar a história


Os surtos coletivos aqui se misturam com os individuais.

Teimamos em recontar a história de diversas formas pomposas, na esperança de que os erros não sejam cometidos novamente, num alerta para nós mesmos sobre estarmos constantemente no limite.

Com a culpa que vem da gente e o peso de todo o universo, variamos entre os que dardejam e os que se ferem. Não há como sair ileso nem no fim.

Nos matamos e matamos o mundo. Essa é a maior regra do jogo.

O quão perto realmente estamos? Fica aí o questionamento.

Talvez o nosso único prêmio seja a espera.