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2 Capitulo 1 - O começo.


Era dia 23 de Abril de 2012, era mais um dia normal para a Família Flide, a mãe da casa, Elizabeth, estava na cozinhava, como sempre limpando o fogão, ela gosta das coisas bem limpas e sempre organizadas. Seu marido, Charles, o Pai da casa estava ocupado no seu escritório trabalhando, ele tem um pequeno problema já que mesmo sem querer, acaba botando o trabalho em primeiro lugar, e ele sempre esta preocupado com as contas. E por ultimo Michael, o filho de Elizabeth e Charles no quintal, como sempre com Claire, sua namorada. Eles estavam felizes por que seu aniversario de namoro estava quase chegando, faltava apenas três semanas para o dia que Claire, namorada de Michael, dizia ser o mais feliz da vida deles. Ela não sabia, mas Michael estava preparando uma grande festa para comemorar.

O dia estava ótimo para os dois, assim como estava um dia de costume para Elizabeth, mas para Charles sempre preocupado com as contas, o dia estava ruim. Ele estava revisando pela décima vez as despesas e dividindo pelo preço da hipoteca de sua casa, uma casa de dois andares, um enorme e florido jardim coberto por rosas e tulipas colhidas pela própria Elizabeth, e para fechar o majestoso visual da casa uma grande piscina de águas cristalinas.

Elizabeth era apenas uma dona de casa, e não havia uma fonte de renda vindo dela, as contas eram pagas por Charles, um milionário, dono do Banco Real e Dólar.

Charles estava preocupado, pois os investimentos de seu banco estavam caindo cada vez mais, mas ele preferiu não comentar isso com Elizabeth para não preocupa-la, e nem para Michael, com medo de acabar com a festa surpresa para Claire.

Enquanto Charles quebrava a cabeça com as contas, Michael estava com Claire, ela como sempre estava falando como uma metralhadora.

-Sabe Michael, eu ando meio em duvida sobre o que cursar, não sei se eu viro uma atriz de sucesso ou uma dedicada pesquisadora de tubarões. Eu amo atuar, mas eu amo esse majestoso animal, tão belos, mas ao mesmo tempo tão mortais.

Michael a interrompe fazendo uma piadinha.

-Assim como você, mas tubarões têm mais de três metros, e você deve ter no Maximo 1,56. –Disse ele rindo, pois amava fazer piadas sobre o tamanho dela, pois a deixava bravinha.

-Bobo! Eu não sou baixinha, não tenho culpa que meus ossos são pequenos. –Disse a Claire fazendo bico.

Michael da risada do comentário, derrepente Claire recebe uma ligação de sua mãe, a mandando ir para cãs, pois amanha ela teria prova de matemática.

-Amor, eu tenho que ir. –Disse Claire com um tom de desanimo.

Os dois se beijam e se despedem.

-Eu te amo. -Disse Michael.

-Também te amo amor -Disse Claire sorrindo de orelha a orelha pelo o que ele disse.

Assim que Claire atravessa o portão ele corre para o salão de festa da mansão tranco a sete chaves, la dento, uma sala com varias bexigas, mesas todas muito floridas e uma enorme facha no teto escrita ‘’o primeiro ano de vários’’

Michael fica distraído admirando a decoração e nem percebe em seus pais se aproximando dele.

-Então filho? Esta como você havia imaginado?

Michael se assusta e vira para trás como se tivesse visto um fantasma.

-Ai, que susto pai -Ele da risada e se acalma –Ficou espetacular, a Claire vai amar, obrigado pai, obrigado mãe, isso é muito especial para mim.

-Então, daqui a duas semanas vai fazer um ano de namoro, você nem parece aquele mesmo menino que eu e seu pai proibíamos de namorar a menina de 12 anos da sua sala. Mas olha pra você, cresceu tanto, como se sente? – Perguntou Elizabeth.

-Mãe...Eu me sinto apaixonado. –Disse Michael se jogando em um monte de travesseiros no canto do salão.

Michael vai pro seu quarto para jogar vídeo game, coisa que ele fazia quase toda hora quando não estava com Claire. Enquanto isso Charles estava em seu escritório revendo seus lucros, mas ele formulou um resultado assustador, ha um mês atrás, ele tinha 87% das ações do banco, mas por culpa da alta perda de investidores, ele tinha apenas 71%.

-Meu deus –Pensou ele –Se as ações continuarem caindo desse jeito, em um mês eu estarei falido.

Ele olha para Elizabeth, ela estava cantarolando enquanto arrumava uma das cinco salas de estar da casa. Ele ficava com vontade de chorar apenas pensando na reação de Elizabeth caso eles falissem. Com esse pensamento ele sai do escritório, vai ate seu quarto, uma enorme cama de casal, uma parede de vidro virada para uma esplendorosa vista para as montanhas, e para fechar a beleza, um quadro do escudo da família. Ele tira o quadro da parede revelando um cofre, olha para todos os lados para ter certeza de que ninguém descobrisse sua senha, ele o abre e retira uma pasta de dentro. Despede-se de Michael, mas não recebe uma resposta, ele estava totalmente vidrado em seu jogo. Ao passar pela sala Elizabeth pergunta.

-Charles Rodrigues Flide, onde você pensa que vai sem se despedir de mim?

-Desculpe amor, eu vou ao banco. –Ele inventa uma desculpa rápida –Um cliente quer retirar dois milhões de reais de sua conta, e pela lei o maior investidor tem que estar presente. Volto em uma hora.

Então vai ate a garagem entra em seu Royce e vai ao banco.

Elizabeth aproveita que Charles saiu e Michael esta em seu quarto para fazer o que ela não perdia a chance de fazer quando estava sozinha, ela tira a primeira gaveta do armário e atrás muito bem escondido uma caixa de chocolate. Elizabeth mesmo estando nos seus 42 anos era apaixonada por chocolate, mas evitava comer na frente dos demais na casa para não ser punida por fugir de sua dieta. Enquanto saboreava sua barra de chocolate escuta Michael descendo as escadas, e com uma enorme velocidade.

-Mãe onde o Pai foi?

-Seu pai foi no banco Mike, por quê?

-Queria a ajuda dele la no meu jogo.

-Eu posso ajudar.

-Você? Serio?

-Claro, acha que só por que sou mulher não sei matar tartarugas?

-Não é Super Mario Mãe.

-A, não importa, tenho certeza que vou ajudar.

Os dois caem na gargalhada e sobem para jogar juntos. Mas a felicidade que rodeava os dois não estava nem um pouco em Charles, assim que ele chega no banco corre para o diretor da empresa, e pergunta como vão as ações. Ele pede para Charles se sentar e olhar para o monitor. Charles esperava boas noticias, pois mesmo sendo bravo, era muito otimista. Só que o que Charles viu no monitor foi o suficiente para quase o fazer desmaiar. As coisas estavam piores do que ele pensou.

Notas finais
Então, o que será que Charles viu? Será que as coisas estão realmente em um nível critico? Deixe seu palpite.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.