Notas iniciais
Preparem-se.... Tomara que vocês gostem e por favor continuem comentando, porque eu estou amando os comentários. Repito: ESTOU AMANDO TODOS OS COMENTÁRIOS e preciso que vocês continuem comentando para eu saber se estou indo bem....

Ao sair do escritório do Sr. Burgerston, Kate agradeceu a todos pela atenção que recebeu e disse que ia para casa descansar porque foi uma noite agitada estava muito tarde.

— Katherine, Minha querida, amigos são para os momentos difíceis também, não só para as festas. Poderá sempre contar conosco, não é Alexis. – Disse Martha abraçando e beijando Kate.

— Sim, Kate, pode contar comigo também – Alexis deu um beijo na face de Kate.

— Mamãe, você pode ir com a Alexis no meu carro que eu vou levar a Kate para casa para ela não ir sozinha? – Disse Rick entregando a chave do seu carro à Martha.

— Não precisa Richard. Muito obrigada, mas eu vim sozinha, posso voltar sozinha. Não se preocupe. Eu estou bem. – Kate retrucou, sem querer incomodar mais.

— Katherine Hougthton Beckett – disse Martha com uma voz rigorosa -, você é teimosa igualzinha ao Richard. Como vocês dois se parecem. Você vai aceitar a oferta dele, sim senhora e agora. Hummm. Ele vai levar você para casa, sim. Vai te fazer companhia, sim. Hummm. Você acabou de sair de um posto médico, passou mal e não vai pegar trânsito sozinha. Está resolvido e pronto. Richard, você vai com a Katherine. Hummm. – tornou a falar com a mesma voz rigorosa — Boa noite, querida – Falou com uma voz totalmente diferente, desta vez com com um tom bem carinhoso e deu um beijo em sua face.

— Boa noite Martha. Boa noite Alexia. Obrigada. Boa noite Sr. Burgerston – Falou Kate parecendo uma criança que acabara de tomar uma reprimenda, o que não deixava de ser verdade, olhando sorrindo encabulada para todos e dando um beijo na face de cada um. – Vamos, Castle – disse Kate dando um olhar atravessado para ele, torcendo os lábios e revirando os olhos, demonstrando que por causa dele foi tratada como se fosse uma criança, por Martha. Que ódio de Richard Castle. Isso não ia ficar assim, ah, como não ia.

— Boa noite, filha, boa noite Rick, boa noite a todos. – falou Christopher Burgerston, sorrindo com malícia já sabendo que aquela birra toda não ia dar em outra coisa que não fosse em casamento.

Rick apertou a mão do amigo, sorriu e piscou para ele sem que a Kate notasse e saíram da livraria em direção à rua.

— Kate, entregue-me a chave do seu carro e me diga onde ele está. – disse Rick com voz enérgica.

Kate o olha e fica em silêncio.

— Kate, não temos a noite toda. Já está tarde. — Castle respirou fundo e voltou a falar desta vez com mais calma — Tudo bem, eu vou repetir com educação: Minha querida, minha lindinha, minha fofinha, você pode, por favor, me entregar a chave do seu carro? Ah, me diga também onde é que ele está e qual o modelo dele para que eu possa identifica-lo e pegá-lo. Agora ficou bom, Kate?

Com satisfação, Kate respondeu usando de ironia, saboreando dizer cada palavra – Sabe porque eu não entreguei a chave do meu carro? Porque eu não vim com meu carro, Sr. Castle. Tá bom assim? Eu vim de táxi, porque sabia que seria muito difícil achar uma vaga para estacionar.

Castle a olha como se estivesse olhando para um ET – Você o que? Porque você não me avisou logo? Se eu soubesse disso eu não teria mandado a minha mãe e a Alexis com o meu carro. Eu as teria mandado de táxi. E eu usaria meu carro para levar você você. – Richard falou.

— Eu não te avisei simplesmente porque você não me perguntou. – Kate sorriu, da ‘cara de paisagem’ de Rick — Aliás, porque ‘você’ não perguntou para mim se eu queria ser levada para casa por você? Aliás, você não perguntou nada pra mim a noite toda, não foi? Você fez tudo do seu modo.

— Não precisava perguntar. Eu tenho certeza que você quer que eu te leve para casa. Eu tenho certeza que você gosta do modo como eu faço as coisas. Simples assim. – Sorriu maliciosamente para ela e piscou o olho e roubou um selinho. – Kate passou as costas da mão nos lábios de propósito, olhando fixo nos olhos dele, como se fosse para limpar o beijo que ele deu. — Em seguida Castle fez sinal para um táxi que passava.

Kate ficou sem ação pelo selinho roubado.

Castle a empurrou, com jeito, para entrar no veículo. Já no táxi, Kate deu seu endereço ao motorista e, em seguida Rick tentou puxar assunto com ela mas...

— Não fale comigo, Richard Castle. Eu vou fingir que estou sozinha. Finja também que está sozinho. Mas tem uma coisa que eu preciso falar com você: Você se aproveitou da situação e roubou não sei quantos beijos e selinhos meus esta noite. Isso não foi correto.

— Kate, eu entendi você dizer que iria fingir que estava sozinha e eu deveria fazer a mesma coisa também... Mas você está puxando assunto comigo, que bom, minha linda. Mudou de idéia? Está sentindo falta de conversar comigo?

— Não. Eu não mudei de ideia. É que eu não queria deixar o assunto ficar no esquecimento. Somente isso. Mas já que você não quer me responder, eu voltei a ficar sozinha. Você também. Não fale mais comigo.

— Não sei o motivo de você estar chateada comigo, Kate. Quanto a fingir que eu estou sozinho, impossível, com esse cheiro de cerejas que vem do seu cabelo lindo... Isto me mata... Fora esta sua beleza estonteante. Só se eu fosse maluco de pensar que eu estou sozinho. Nem se eu fosse gay. Aliás, se eu fosse gay, meu amor, a primeira pergunta que faria seria qual o nome e a marca do seu shampoo, querida, pois ele deixa os fios soltos, lindos e sedosos e com um brilho sensacional e o cheiro... Nossa! É fantástico! Cerejas, acertei? – Rick falou com uma entonação forçada, imitando uma voz que não era a dele, de propósito para ver se ela ia dizer alguma coisa.

Kate se concentrou e se controlou ao máximo para não dar risada, porque ele era muito divertido. Ele era muito divertido mesmo. Ela não falou nada, mas ficou a meditar — Meu Deus, que imaginação fértil. Ele tinha mesmo que ser escritor, aliás, ele também poderia ser ator, a exemplo do que ele aprontou na livraria com ela.

Quando o táxi parou, Kate, sem encará-lo, deu boa noite para Rick, saltou e fechou a porta. Quando menos esperava, ao abrir a porta do prédio, ele estava colado ao seu lado como se fosse sua sombra e o táxi já fora embora.

— Richard Castle, o que você está fazendo aqui ao meu lado que não está dentro daquele táxi?

— Kate, temos muito que conversar.

— Castle, por favor, estou cansada. Boa noite.

Ele, muito rapidamente, pegou o chaveiro da mão dela, deixando-a sem ação, Pegaram o elevador, e ela como de costume, apertou o seu andar e ao chegarem, ele perguntou qual era a porta do seu apartamento. Ela ficou parada, fazendo birra. Ele então falou.

— Não tem problema. Pode ficar ai parada. Se não quiser dizer não diga. Vou usar a sua chave. Vou tentar de porta em porta. Aquela que abrir é o seu apartamento – ele falou com a cara mais safada e engraçada do mundo.

Mais uma vez ela se esforçou para não sorrir – Richard Castle, você é impossível e incorrigível.

— E vou ser o noivo mais feliz do planeta porque vou ter a noiva mais linda e teimosa do mundo. Aliás, você podia ser menos teimosa, minha lindinha. — Ele falou zoando dela.

— Richard Castle, você é muito abusado. Acha mesmo que eu vou me casar com você? – ela agora já não conseguia mais segurara o riso, pois Rick era, realmente, muito espirituoso.

— Kate, eu não acho que eu vou me casar com você. Eu tenho certeza. E se você decidir retornar para o seu país, eu vou atrás de você lá na Croácia e me caso com você lá. Pronto. Falei.

Kate já sorria sem se preocupar mais no que ele ia pensar. Nossa senhora. Além de bonito e cavalheiro, ele era simpático, atraente, agradável, inteligente, espirituoso, cheiroso... Tanta coisa. Ai meu Deus! No que é que ela estava se metendo... Aliás, no que é que ela tinha se metido?

Kate terminou por indicar qual era a porta correta e, em seguida entraram no apartamento.

Assim que Castle falou que ele iria atrás dela na Croácia e se casaria com ela lá, entraram no apartamento. Dizendo isso, ele deu um passo na direção de Kate que deu um passo para trás, esbarrando-se na porta. Rick prosseguiu em direção a ela, que desta vez não tinha mais para onde ir, pois ao recuar se colidiu novamente na porta que fechou e, com isso, Rick se apoiou e se apossou dos seus lábios, que, ao invés do que ele pensava, ao invés de recusar o beijo, corresponderam ao seu toque. Foi um beijo, inicialmente assustado, passando a ficar doce. Em seguida, parecia que o mundo ia se acabar, ambos estavam esfomeados de paixão. Rick tirou a echarpe de Kate e, em seguida o seu vestido. Se ela já era linda vestida, agora, somente com suas roupas íntimas, o corselet e a calcinha pretos de renda e aquele sapato salto agulha altíssimo. Coisa de louco.

— Nossa, Kate, eu acho que eu não vou aguentar. Acho que vou morrer. Você está me matando. – ele disse entre um beijo e outro, olhando-a dos pés à cabeça.

— Eu acho apenas que eu estou em desvantagem. Você ainda está totalmente vestido, Rick. – falou ela toda melosa, beijando-o, já toda derretida.

Neste momento, notando que ela se cansara de jogar duro com ele e que entregara os pontos, Rick se levanta, respira fundo, se controla, olha bem fundo nos olhos de Kate e diz:

— Então, está decidido. Vamos nos casar. Falta apenas você dizer a data do nosso casamento. Vai ser quando Kate? Amanhã, daqui a dois dias, daqui a dez dias, daqui a um mês, quando, Kate, eu quero a data. Agora! Não sei se eu já te falei. Mas depois de casados nós vamos morar no meu loft. Eu estou indo para lá agora. Kate, Boa Noite. Passarei aqui amanhã, às 8 horas para aprendermos tudo um do outro, pois, com certeza, o pessoal da Imigração nos fará perguntas a este respeito. Não deveremos errar nenhuma resposta. Sairemos às 15 horas para estarmos às 16 horas no Departamento de Imigração.

— Richard Alexander Rodgers ou Richard Castle ou Rick, seja lá como você quiser ser chamado, quem foi que disse que eu vou me casar com você?

— Katherine Hougthton Beckett ou Kate, se você quer mesmo saber, além de eu dizer que você vai se casar comigo, você também quer se casar comigo e para seu conhecimento, fique sabendo logo o seu novo nome: Katherine Hougthton Beckett Rodgers-Castle, meu amor. – e a agarrou fortemente nos seus braços, sem resistência alguma por parte dela, beijaram-se como loucos, largando-se apenas porque precisavam de ar. – Percebeu que você também quer que esse casamento aconteça minha lindinha e que está com tanta pressa quanto eu? – sorriu, maliciosamente.

Notas finais
E ai, será que vai ter casamento????? Comentem, please. Beijããããããoooo *_*