Amor À Primeira Briga

4 Capítulo 2 - Duas Bibas e Uma Estilista - Parte 2


Notas iniciais
[Repostado] MÁ AE, OLHA EU AQUI! Não me joguem tomates nem ovos antes de ler o cap, ok? Milhões de desculpas pelos meses de ausência. Prometo não demorar mais que três semanas para postar ;)Espero que gostem. Até lá embaixo!

Capítulo 2 – Duas Bibas e Uma Estilista – Parte 2

No capítulo anterior…

Alice ficou tagarelando o tempo todo sobre uma festa que iria ter no sábado, e, como eu estava muito interessada, ficava assentindo e sorrindo – coisa que faço normalmente devido a minha falta de entusiasmo em bater um papo com as pessoas (principalmente da minha idade).

Quando descemos do carro, no estacionamento da escola, fiquei estática.

(…)

– Me diz que isso não é um sonho, um delírio, ou qualquer coisa constrangedora do tipo, e que isso está acontecendo.

– Isso não é um sonho, nem um delírio, ou qualquer coisa constrangedora do tipo. E, sim, baby, isso é real. – a anã brincou ao meu lado.

Você já sentiu uma vontade monstra de abraçar uma pessoa? E de socar ela como ninguém nunca bateu em algo ou alguém? Agora, pega as duas, mistura e multiplica por dois. Pois é, eu estava exatamente assim enquanto olhava de olhos arregalados, queixo caído e mãos sobre a boca as duas bibas a minha frente. Não, as roupas não os denunciava, mas sim suas risadas escandalosas e seus gritinhos eufóricos enquanto corriam em minha direção. Cara, como era possível aqueles seres estarem alí?

– DIVAAAA! – gritou a bicha alta, loura e magrela.

– AMOR DA MINHA VIDA! – ai, meu Deus, aquilo era um bambu?

– KINHO! TYLL! AAAAAAAAAAHHHHHH! – gritei de volta, saindo do torpor que o choque me pôs e correndo até eles também.

Aquilo só podia ser mentira! Duas das pessoas que mais amo na face da Terra estavam correndo para meus braços! Meu coração parecia querer explodir de alegria.

Quando nos alcançamos, demos o abraço coletivo mais saudoso e feliz do mundo. Até este momento, eu não tinha percebido a saudade que realmente sentia desses dois malucos. Que vontade de apertar e nunca mais soltar!

– Meu Deus! Vocês nunca, nunca mais vão se afastar de mim! Se tentarem sequer chegar em outra cidade sem estarem comigo, eu mato vocês. E por que estão tão magros? Resolveram morrer ou virar osso e pele? Ah, tem essa estória da boiolice também. Nem pra me contar, né, suas bibas?

– Ixi, Bells! Ainda não arrumou um bofe pra acabar com seu estresse, é? Você, gata desse jeito, não tem nem um bofe dando em cima de você? – a bicha morena me perguntou.

Inacreditavelmente, minha mente foi preenchida com o nome de Edward e meus olhos varreram o estacionamento a sua procura. Encontrei-o ao lado de seu carro, com o semblante bravo, mas, quando percebeu que eu o olhava, um sorriso lindo rasgou seu rosto e ele acenou para mim. Sorri e acenei de volta.

– Uuuh! Bella tá caidinha pelo gostoso alí, Keyke! – Isso era uma risada? E isso um apelido? Deus, eu não posso ter algo normal na minha vida, não? Olha a maldade.

— Quem? – Alice perguntou afobada.

— Alí, debruçado naquele carro espetacular – Mike apontou.

— Uuuuh, Bella – Alice arregalou os olhos com animação. – Você está de olho no Edward Cullen? – Ela perguntou. É isso. A anã de jardim estava a fim de virar pigmeu. Coitada, não percebeu ainda que posso amassá-la com minhas mãos.

– Dá pra calar a porcaria da boca? Eu não estou “caidinha”pelo Edward! Só acho ele bonito, oras. – bufei e cruzei os braços, olhando de cara feia pra eles.

Eles não precisam explanar por aí que tenho uma pequena paixonite pelo Edward, né? Aí, em uma semana eu esqueço isso e vou ser zoada pelo resto da vida? Tá bom. Vou deixar isso acontecer, sim.

– Ahã. Fingimos que acreditamos, né, Tryla? – “Keyke” perguntou.

– Uhum. Você não tem um espelho para olhar, mas é só você ouvir o nome dele que seus olhos brilham muitíssimo.

– Ha, ha. Hilário! – zombei. – Mudando de assunto, vocês são namorados agora ou apenas parceiros de TDFT?

– TD… O quê?

– TDFT: troca de fio terra.

– Pior piada do ano, Bells.

– É o que tem pra hoje, sirvam-se à vontade.

Eles sorriram e ficaram me olhado como se eu fosse a coisa mais legal e interessante do mundo. Preciso dizer que minhas bochechas esquentaram?

– O que foi? – perguntei, olhando para cima docemente e enrolando uma mecha de cabelo com o indicador. Ô coisa mais ridícula!

– Você continua um doce, Bells. Não mudou praticamente nada.

– Na verdade, Tryla, ela está mais linda e gostosa, não acha?

– Ah, verdade. Se eu não tivesse horror ao que você tem no meio das pernas, eu tentava me enfiar ai.

– Que vulgar, Tryla! – reclamei.

– BELLINHA! – Tânia escandalizou, chegando acompanhada de Jane e Nessie.

Sério, ainda mato essa garota por me deixar surda.

– O que é, garota?

– Não vai apresentar, não?

– Meninas, esses são Mike e Tyler. Meninos, essas são Jane, Tânia e Nessie – apontei para cada um quando disse seus nomes.

Kinho e Tyll me olharam com reprovação. Ai, meu Deus, que merda foi que eu fiz? Eu apenas…

– Ela apresentou errado. Eu sou Tryla, ela é Keen. – Ixi, apresentei a porcaria dos nomes errados. Mas, qual é, eu acabei de reencontrar eles! E para mim eles sempre serão Mike e Tyler, meus amigos gostosos, lindos e pegadores.

– Ah, explicado o jeito boiola. Também somos gays. – Jane apontou para ela e Tânia.

TRIIIIIIIIM

– Caramba, essa porcaria de sinal é um saco. Vamos logo; depois vocês pedem a elas para fazerem fio terra em vocês. – Brinquei.

(…)

– Oi, Edward. – cumprimentei o Apolo ao sentar do seu lado.

Edward estava muito “UAU” hoje. Assim que o vi, quando entrei na sala de aula, tive de reprimir a vontade de agarrá-lo e beijá-lo alí mesmo. Ele estava tão convidativo com seu cabelo cor de bronze desgrenhado, seus olhos esmeralda, os lábios finos, os braços fortes, o corpo esbelto, a pele pálida… Tão mais lindo do que me lembrava!

Ele olhou para mim e sorriu, fazendo com que eu quase tivesse um treco. Meu corpo reagiu instintivamente àquele sorriso: minhas mãos começaram a suar e tremer, meus olhos piscaram furiosamente para que tivessem certeza de que aquele homem perfeito era real, meus pés suaram frio, minha voz travou e meu órgão cardíaco resolveu que participaria de uma corrida. Eu podia ouvir as batidas rápidas e fortes dele em meus ouvidos, deixando-me um pouco receosa de que Edward pudesse ouvir. Afinal, minha paixonite aguda não pode nunca ser descoberta por ser algum.

– Bom dia, linda! – respondeu alegremente. Como ele é fofo falando assim, suspirei mentalmente.

– Bom dia, turma. – o professor, Sr. Banner, cumprimentou ao entrar na sala.

De má vontade, me voltei para a frente da sala e assisti a aula em silêncio. É claro que eu fiquei observando Edward, mas isso não é tão importante quanto o fato de que Edward parecia estar me observando. Toda vez que olhava de esguelha para o lado, a cabeça dele se virava rápida e minimamente para frente, como se ele também estivesse me olhando de soslaio. Quando o sinal finalmente bateu, respirei aliviada; eu poderia finalmente olhar para Edward diretamente.

– Qual sua próxima aula? – Edward me perguntou, pegando seu material e arrumando-o na mochila. O imitei.

– Espanhol II, prédio três. – informei-o.

— Vem – ele me estendeu a mão –, eu te levo.

Levantei e coloquei minha mão na sua. Ele apertou-a gentilmente e me puxou para o prédio três. O caminho todo recebemos olhares curiosos, chocados e… Ops. Jessicas usando seus raios laser oculares.

As Patricinhas de Forks pararam na nossa frente com as mãos em suas cinturas. Olhando agora, elas parecem aquelas Barbies de camelô, daquelas que você passa o pente no cabelo e ela fica praticamente careca. Ri internamente.

– Edward Cullen, o que, descargas de águas, você está fazendo? Está querendo pegar a feiura desde… negócio? – Coloquei a mão livre sobre a boca, tentando conter minha risada; ela precisava urgentemente de umas aulas de inglês.

– Bom dia pra você também, cadela. – cumprimentei-a. – E para vocês também, Lauren e Melanie. – olhei com deboche para Lauren/aprendiz de piranha burra e com desprezo e mágoa para Melanie/traidora.

Jessica me olhou de cima a baixo com desprezo e depois voltou a olhar para Edward. Que vaca!

– Dê o devido respeito a quem merece, Jessica. Volte a desrespeitar Bella e se arrependerá amargamente por fazer isso. – Edward soou tão assustador que até eu me encolhi um pouco.

– Porque você tá defendendo essa… se é que posso chamar ela assim… garota? – seu olhar era mesmo de dúvida.

Qual é, ela pensa que sou o que? Algum tipo sinistro de travesti?

– Edward, eu posso bater nela agora? – pedi, fazendo minha melhor cara de cachorrinho que caiu da mudança.

Ele olhou para mim e sorriu de lado.

– Deixe para outro dia, Bells. Você já bateu nela ontem, deixe-a se recuperar primeiro. – se voltou para Jessica. – Conversamos depois. Com licença.

– Que filho da… – não ouvimos ela terminar, já não estávamos mais ao alcance de sua voz anasalada.

– Ha, ha, ha. Nunca vou esquecer a cara dela. Ela ficou, tipo, “Essa garota é tããão sem sal, e você é tããão gostoso! E, ei! Olhe para mim! Eu sou uma delíííícia! Larga essazinha e me cooooma!”.

– Essa é a imagem que tem de si mesma? – ele parou de andar. Oh, já estávamos em frente a sala?

Olhei para ele. Senho franzido, lábios apertados e rosto vermelho. Evidentemente irritado.

– Ah, Edward, olhe para mim! Eu não passo de uma quase albina, magrela e desengonçada.

– Você tem uma visão de si mesma completamente errada.

– Ahã. Ta legal.

– É sério. Um dia ainda te provo.

Ri de sua gracinha. Puxei-o pelo mão, aproximando-o de mim, para beijar sua bochecha. Dando um sorriso um pouco sem graça pela minha ousadia, entrei na sala.

(…)

Depois de aguentar a aula entediante de espanhol e os monólogos chatos do professor de educação cívica, fui para o refeitório para ser recebida por Mike e Tyler de escândalo por terem quebrado as unhas na educação física. Quando finalmente consegui acalmá-los, Jane, Tanya, Nessie, Alice e aquelas bibas ficaram me enchendo o saco com o assunto “Edward Cullen”. Bando de desocupados, não têm vida própria para cuidar.

– Assume, Bella, você está caidinha pelo bofe. – Tyler implicou.

– Eu tenho cara de peito de velha para estar caída, Tyler?

– Não, mas sorri sempre que ouve o nome dele, olha para a mesa que ele está a cada dois minutos e suspira, desvia os olhos quando nega e eles brilham quando você o olha. Bellinha, querida, não negue o que está no seu coração. – revirei os olhos para o discurso gay dele, apesar dele ter conseguido me atingir.

Coloquei os pensamentos relacionados a isso de lado. Pensaria nisso na segurança do meu quarto.

– Conversa besta. Vamos logo que ainda temos mais duas aulas. – levantei da mesa e saí dali antes que falassem algo.

As aulas de inglês e física passaram superlentas. Eu queria chegar logo em casa para dormir – adoecer me fez ficar extremamente preguiçosa. Dormir tarde e acordar cedo estava me matando, mesmo que tenham sido apenas dois dias, e ter com aquele par de esmeraldas rondando minha mente não me ajudava nem um pouco, afinal, quem conseguiria dormir cedo com coisas mais… Interessantes para se pensar?

Quando o sinal bateu, saí da quadra e rumei para o vestiário. Eu fui a primeira chegar, então não ouvi nenhuma gracinha ou recebi olhares tortos de vítimas de boladas minhas quando peguei minha roupa na mochila e entrei no primeiro box que vi na frente.

Enquanto tomava banho, ouvi Jessica e suas Bests Cows Ever* dando risadinhas sobre algo relacionado a um “espantalho de calcinha”, como elas chamavam. Tinha a séria impressão de que conhecia essa pessoinha. Estava com pena dela, as PDF (Patricinhas de Forks) estavam pegando pesado na zoação.

*Bests Cows Ever – Melhores Vacas Sempre

– Olha só esse tênis gastados, pareci que estive na boca do boi. – ouvi Jessica esganiçar. – Ainda tem alguma coisa escrita… “Dane… nesse sua opinião”. – ela gaguejou. Ei, eu conheço essa frase! – Tinha que ser da mendiga. – Oh, merda! Eram as minhas coisas, meu material… O meu bebê!

Já que eu tinha terminado meu banho, me sequei, coloquei minha roupa e quase corri para fora do box.

Jessica metia sua cara de mula dentro da minha mochila, reclamando do estado do meu material e dos meus tênis. As PDF davam aquelas risadinhas falsas irritantes com as mãos bem-feitas e com esmaltes chamativos sobre a boca. Minha tia Carmen tiraria isso na base da pancada, se fosse preciso.

– Querendo conhecer um pouco mais sua rival, Stanley? – perguntei com sarcasmo e irritação.

Ela e suas seguidoras fiéis se viraram assustadas. Aproveitando a distração, peguei meu tênis da mão de Jessica e as coisas que estavam espalhadas pelo banco que eu tinha posto minha mochila, devolvi o uniforme de educação física ao meu armário e me voltei para elas, que me observavam do mesmo lugar e com as mesmas caras de pegas no flagra.

– Voltem a mexer em minhas coisas e todas vão conhecer um lado meu nada legal. Entenderam? – perguntei, usando minha expressão e voz mais assustadoras. Pareceu funcionar, já que elas acenaram freneticamente com a cabeça. – Ótimo. Tenham uma boa tarde, vacas. – Saí dali com meu andar mais confiante, tentando demonstrar que eu não estava brincando.

E não estava mesmo. Elas que se metessem comigo ou qualquer amigo meu para ver o que é bom pra putaria. E não é camisinha.

(…)

Na saída, encontrei o pessoal conversando com uma loura exuberante e um cara bem parecido com ela.

— E aí, povão? – cumprimentei.

— Bella! Nossa, você é mais linda ainda de perto! – a loura veio me abraçando. – A propósito, sou a Rosalie.

— Você é a Rosalie? – Indaguei.

Por que a minha surpresa? Rosalie é linda! Seios enormes e bem marcados pela miniblusa das líderes; uma cabeleira loura, sedosa, brilhosa e linda até o meio das costas; corpo cheio de curvas e bem modelado; olhos azuis e intensos; lábios cheios, delicados e cheios de gloss rosa; pele lisa e linda – aposto que Alice já perguntou a ela o que ela usa para ter essa pele –, e um nariz anguloso e fino. Não é atoa que Emmett está com ela.

— Sim.

Olhei para Emmett com aprovação.

— Caramba, Emmett! Arrasou, irmão! – O parabenizei.

— Eu não disse? – O bonitão se gabou.

— Ai, que fofa! – Rosalie acariciou meu rosto. – Pode me chamar de Rose. Posso te chamar de Bells?

— Hum… Claro! – Sorri. Ela parecia ser bem legal, apesar de muito simpática.

— Deixa eu te apresentar: esse é Jasper, meu irmão gêmeo. – Apontou para o louro que conversava com Alice.

— Prazer em conhecê-la, Isabella. – Ele deu um sorriso tímido estendendo suas mãos.

— Igualmente. E só Bella, por favor. – devolvi o aperto.

— Bom, apresentações feitas, vamos? – Renesmee perguntou impacientemente.

Tá né. Além de deprimida agora também é mandona e sem paciência. Ai, essa minha juventude…

— Eu e Jasper temos treino, então nos vemos amanhã.

— Tudo bem. Vamos, gente. – chamei. – Tchau Rose, Jasper. Foi um prazer.

— Igualmente – falaram em uníssono. Esquisito.

Depois de chegar em casa, tendo que aguentar a cantoria/escândalo de Tyler, Mike, Alice e Emmett no carro, cumprimentei minha mãe, pedi que me chamasse quando o jantar estivesse pronto e me mandei pro quarto. Desde que Tyler disse todas aquelas coisas sobre meu comportamento para com Edward eu vinha pensando no que estava acontecendo comigo.

Fala sério, eu conheci o cara não tinha dois dias e podia já estar com um amor platônico por ele? É claro que ele é apaixonante, mas eu não sou o tipo de garota que se apaixona. Até hoje nem nunca senti uma vontade real de beijar alguém, e só fiquei com John e Meetchal por pressão das minhas “amigas” – beijos esses que não foram nadas legais; baba demais, dentes batendo, mordidas fortes demais e pressão bruta contra parede não são nem um pouco legais. Além de tudo, eles eram meus primos. Beijar primos? Eca! Nunca, jamais, nem por um decreto faça isso – além do beijo poder ser ruim, eles podem grudar em você e te cantar sempre que possível.

Voltando ao assunto Possível Paixão da Bella, Edward podia até ser um cara legal, mas não era o tipo certo pra mim. E eu tinha muitos motivos para acreditar nisso, como:

Se um dia ficássemos, ele estaria no minuto seguinte pedindo para ficar com outra por eu não ser boa o suficiente para aplacar seu “desejo”.

Eu não sabia se sabia beijar.

Não faríamos sexo até que eu estivesse pronta, e isso podia significar nunca.

Ele quereria sexo.

Eu não era bonita.

Ele era lindo.

Ele era capitão do time de futebol.

Ele namorava Jessica.

Apesar de burra, ela era o que os garotos chamam de gostosa.

Ele poderia ser do tipo que gosta de gostosura e não de inteligência.

Nos conhecemos a dois dias.

Ele não devia me achar nem um pouco atraente.

Nem gostosa.

Sou irmã do melhor amigo dele, talvez ele ache que isso pode atrapalhar a amizade dele.

E, afinal, Edward não parecia o tipo de cara que namora. Eu vi como ele age com Jessica, ele não era nem um pouquinho apaixonado por ela; eles só estavam juntos por suas posições na escola, eu poderia arriscar.

Ah, e aí estava outro motivo. Edward era quase autoridade máxima na escola. Depois do vice-diretor, era ele quem mandava naquilo tudo. O que eu era? A irmã do Emmett Swan, o melhor amigo de Edward Cullen e jogador de futebol. Nem denominação para meu nível na escola eu tinha. Deprimente.

Mas não importa. Eu e Edward? Nada a ver. Totalmente opostos. De mundos totalmente opostos. Nem dá para fazer um shipper legal. Bellward, Edella, Isaward, Beward? Credo! Não! Muito feio! E eu também não quero nada com aquele pegador de olhos verdes cintilantes, sorriso torto de tirar o fôlego, braços fortes que tenho certeza que poderiam me pegar com facilidade, ombros largos, nuca que dá vontade de acariciar e… O.k., você já entendeu.

Enfim, dane-se o que esse povo pensa. Eu e Edward nunca vamos ter nada. Ponto final.

Notas finais
E então? Gostaram? Se tiver muitos comentários, semana que vem, sem falta, posto a parte 3 do cap, ok? Para quem ainda não está no grupo da fic >> https://www.facebook.com/groups/450728825013399/ Robeijos e Krisses, meu amores :****