Notas iniciais
Voltei rápido ♥

Amor por Contrato.

Capítulo XXXII.

Pedro Ramos

Na garagem da equipe Ramos, os engenheiros e mecânicos trabalhavam a todo vapor. A Lamborghini Aventador(1) já era uma máquina potente, só precisava de ajustes no turbo, trocar as rodas e os pneus antiderrapantes.

― Tudo pronto Pedro. ― Tawiki informou ao chegar a sala que ficava ao lado da pista de corridas.

Aquela sala era uma espécie de camarote, o camarote que abrigaria o pessoal do lado da máfia brasileira/espanhola, que era o lado pelo que Ramos e Duarte lutavam.

― Os técnicos já resolveram tudo. Trocaram os pneus e colocaram o turbo como pediu. ― Um senhor de meia idade informou aos homens que se encontravam na sala. ― Falta apenas cinco minutos, é bom que o senhor tome o seu lugar...

― Não me diga o que fazer. ― Pedro o cortou. ― Sei bem onde devo estar. ― Murmurou impaciente ao se levantar da cadeira.

Quando o castanho saiu da sala, estava na companhia do seu pai e do sogro que caminhavam ao seu lado.

― Onde está Karina? ― Pedro inquiriu ao olhar para os lados.

― Ela falou que não queria ver a corrida, disse que voltaria para o hotel. ― Gael informou. ― Mas como a conhecemos bem, creio que daqui a pouco estará aqui.

Com as palavras ditas pelo sogro Pedro abriu um sorriso discreto.

― Ela tem que estar aqui pra ver o marido ganhar. ― Foi apenas o que disse antes de entrar na garagem e ir trocar de roupa.

Ele queria que a mulher tivesse ali, pra lhe passar força e lhe beijar os lábios o desejando sorte, mesmo sabendo que não precisaria dela, ou pelo menos achava que não precisaria.

Karina Duarte Ramos

A loira andava de um lado para o outro dentro do elevador apertado. Aquela caixa de ferro no momento a estava deixando sufocada, ou talvez não era realmente esse o motivo para o seu sufoco. No momento ela queria fugir, entrar no primeiro avião que a levasse de volta para sua casa, para a sua paz que a pouco mais de cinco horas havia perdido. Na verdade, desde que encontrara Ana, desde a conversa estranha que tiveram no quarto da mulher Karina já não conseguia estar tranquila e pra piorar a situação apareceu aquele homem ridículo, que se achava o dono do mundo para atrapalhar ainda mais a sua estadia naquele hotel. Ao mesmo tempo que queria fugir, ela queria voltar. Voltar para aquela arena e ver seu marido na pista. Ver como ele estaria correndo aquela noite, ver como ele estaria lutando por ela, por eles, mas apesar de ser uma mulher corajosa isso não a impedia de ter medo, afinal coragem não é a ausência do medo...

― É a capacidade que temos de enfrenta-lo. ― Disse para si mesma quando o elevador abriu no andar do seu apartamento no hotel.

Karina respirou fundo antes de apertar o botão do térreo. Convenceu a si mesma que por mais que não quisesse estar naquele lugar, lá era o único lugar que ela poderia estar no momento, pois quando prometeu amar Pedro, ela disse que sempre estaria ao lado dela, por mais que discordasse do que ele iria fazer.

{***}

Assim que chegou ao Mercado, pela segunda vez naquele dia Karina se sentiu como na primeira vez que pisou ali. Desconfortável, perdida, incomodada. Sentia essas emoções misturadas a ansiedade e o nervosismo de saber onde seu marido estaria agora e mais uma vez a bile subiu para sua garganta. A loira apertou os olhos com força e respirou fundo, aquele definitivamente não era um bom momento para se sentir mal. Caminhou em passos decididos para a grande arena. Ali realmente parecia uma pista de corridas, daquelas que normalmente se via pela televisão. Procurou com o olhar por seu pai ou marido, mas não os encontrou. Olhou mais um vez e viu Duca e Wallace sentados na arquibancada. Acenou brevemente para eles e tornou a caminhar pelo local. Era gente demais para ela ultrapassar e depois de vário esbarrões, pisadas no pé e pedidos de desculpa, conseguiu enfim chegar ao lado dos meninos.

― Onde está Pedro? ― Foi a primeira coisa que conseguiu dizer ao se acomodar ao lado de Duca.

― Está lá em baixo, se preparando para a corrida. ― Karina suspirou assentindo e logo depois sentiu a mão de Duca se fechando contra a sua. ― Não se preocupe K, ele vai se sair bem.

Karina sorriu triste e assentiu.

― Espero.

{***}

― Estão prontos pro primeiro desafio de Hoje? ― A voz do locutor se fez presente em todo o ambiente e vários gritos e uivos puderam ser ouvidos. ― Precisamos dizer o quanto isso será emocionante? ― Mais gritos ecoaram pelo local fazendo a loira revirar os olhos, será que era a única a não estar gostando daquilo? ― De um lado, o dono de todo o território italiano, comanda o tráfico de mulheres por vários continentes e tem negócios amistosos com muitas facções. Na Bugatti Veyron(2), azul cromada recebam Theodoro Veneratto(3).

Mais gritos e aplausos ecoaram no ambiente e quando Karina conseguiu visualizar o homem que vestia o macacão branco e azul sua respiração descompassou, parecia que seu coração queria saltar do peito.

Veneratto caminhou lentamente até o seu carro acenando o sorrindo para o seu “público”. Antes de entrar na Bugatti pareceu procurar alguém pela plateia e assim que seus olhos âmbar encontraram o azul da loira ele sorriu e piscou. Duca que estava ao lado de Karina mandou o dedo do meio para o homem que riu em escárnio antes de colocar o capacete para entrar de fato no carro.

― Do outro lado da pista, temos ele. Aquele que recentemente herdou o império espanhol do seu pai e tem fortes ligações com a máfia brasileira, afinal casou-se com a princesinha da máfia e hoje carrega um sobrenome de peso. ― Gritos muito altos ecoaram no local, mas mesmo assim Karina tinha a impressão de que todos podiam ouvir seus batimentos cardíacos. ― Ele, que tem grande influência em várias facções, que tem mostrado muita competência guiando os negócios do pai e que recentemente casou com uma das mulheres mais desejadas de todo o nosso meio. Pedro Ramos e sua Lamborguinni aventador.

Duca e Wallace que estavam ao seu lado, levantaram-se e começaram a aplaudir o amigo que entrou na pista a passos confiantes, o macacão vermelho e preto caia muito bem nele, aliás como tudo que vestia. Karina não queria, mas acabou ouvindo os suspiros altos das mulheres ao seu lado. Bufou irritada e voltou sua atenção a pista onde Pedro parava ao lado do carro.

Ele, como Veneratto fez procurou o olhar da sua mulher pela pista, a loira ansiava para que o olhar do seu homem caísse sobre ela e não demorou muito. Quando os olhares se encontraram, no meio de tanta gente parecia que só eles existiam ali. Pedro sibilou alto um “Eu e amo” que só foi perceptível a loira por que conseguiu ler os lábios do marido, sem esperar respostas Pedro colocou o capacete e entrou em seu carro.

― Todos estão cientes das regras? ― O locutor perguntou para os competidores. ― Nada de trapaça ou tentativa de homicídio. De resto vale tudo. ― Informou fazendo com que todos no lugar pudessem estar a par das regras. ― Valerie, pode vim fazer o sue trabalho.

Uma mulher de pele branca e cabelos grandes e negros como uma noite sem lua desfilou pela pista, Karin anão podia dizer se ela era bonita de rosto como era de corpo.

― Gostosa. ― Sibilou Wallace ao seu lado fazendo com que Duca concordasse assentindo, Karina apenas riu.

A garota de lindos cabelos negros parou entre os dois carros e sorriu para o motorista da Lamborghini, aquilo irritou a loira, mas sabia que nada poderia fazer. Só depois que a corrida acabasse, talvez poderia dar um jeito nela. Pensou.

― E vamos a contagem. ― O locutor anunciou. ―Três. ― Ela levantou um pouco da blusa, mostrando a tatuagem na cintura. ― Dois. ― Mais um pouco da pele foi revelada, mostrando um pouco a baixo dos seios. ― Um.

A morena retirou completamente a camisa e curvou o seu corpo para que as duas máquinas passassem por cada lado do seu corpo. E a corrida começou.

Os carros começaram a correr juntos, lado a lado. A ansiedade escorria pelos poros da loira que se sentia cada vez mais nervosa e temerosa.

― O Pedro é muito melhor corredor, ele vai conseguir. ― Afirmou Wallace convicto. Karina apenas confirmou, sem se expressar.

Pedro havia ultrapassado Veneratto que tentava a todo custo passar do mais jovem que o fechava a todo momento tomando os dois lados da pista. Karina ruía as unhas feitas e respirava ofegante. Começou a sentir fortes dores na barriga e isso a fez fechar os olhos, perdendo o momento em que Pedro havia acionado o turbo e isso fez com que o pneus traseiros explodissem e a Lamborghinni derrapasse pela pista antes de capotar.

― Porra! ― Duca gritou e a loira abriu os olhos vendo o carro do marido ser jogado para o acostamento.

― Pedroooo! ― Karina gritou sentindo a voz cortar sua garganta seca pelo desespero.

― Vamos lá Duca. ― Wallace chamou e Krina também se levantou tentando segui-los.

― Você fica Karina. ― Duca ordenou e mesmo não querendo obedecer a barriga de Karina voltou com as pontadas e a dor a fez curva-se e sentar novamente na cadeira.

As lágrimas embaçavam a sua visão no momento ela não conseguia raciocinar direito.

― Vamos Karina, me deixe te ajudar. ― Ouviu a voz doce da mãe soar ao seu lado.

Em outro momento ela com certeza teria uma resposta mal criada para dar, mas agora o que ela mais queria era sair dali.

Com a ajuda da Ana ela foi arrastada pelo meio da multidão. Os pensamentos fora do lugar, a imagem do carro do Pedro derrapando, o grito de dor que ela sentiu e os olhos se fechando.

― Não desmaia Ka... ― De fato o resto ela não pode ouvir. Foi engolida pela escuridão e apagou.

Pedro Ramos

Abriu os olhos lentamente ao escutar o som irritante do bipe. Encarou o teto branco e por um segundo se sentiu perdido. Não sabia onde estava e o cheiro familiar de hospital o fez despertar.

― Porra! ― Sentiu a cabeça latejar quando se sentou na cama.

― Senhor Pedro, que bom que acordou. ― A mulher rechonchuda com a roupa branca falou e só assim ele percebeu que não estava sozinho ali.

― Água. ― Ele disse a única coisa que conseguiu pela garganta arranhada.

― Um momento. ― A mulher disse virando-se ara uma bandeja de ferro. ― Aqui está. ― Deu o copo ao homem que bebeu o liquido rapidamente. ― Tem pessoas ai fora querendo falar com o senhor, posso manda-los entrar?

― Onde estou? ― Perguntou sem responder a pergunta feita anteriormente.

― Na enfermaria do Mercado Negro.

― Há quanto tempo estou aqui? ― Inquiriu, ainda mais confuso. Achou que estava em um hospital.

― Pouco mais de duas horas. ― Respondeu a mulher ao se aproximar da cama. ― Depois do acidente você esteve inconsciente por duas horas, mas a bateria de exames que fizemos não indicou nada grave. Apenas alguns ferimentos e escoriações. ― Pedro assentiu ouvindo atentamente. ― Tem sorte senhor Ramos.

― Sorte. ― Riu fraco negando com a cabeça. Ele não acreditava em sorte, nem em nada do tipo. Acreditava na competência e anos de experiência que adquiriu no ramo que estava. ― Mande eles entrarem.

Pediu sem paciência e ouviu a mulher murmurar um “Tudo bem” antes de sair e deixa-lo sozinho.

Logo, Duca Wallace, Tawiki e Marcelo entraram no quarto.

― Está bem cara? ― Wallace perguntou receoso.

― Estou, na medida do possível. ― Respondeu sem ânimo. ― Onde está a Karina?

― Ela voltou para o hotel, logo depois do acidente. ― Duca respondeu fazendo Pedro se irritar um pouco.

Porque ela não estria ali como todos? Vendo seu olhar perdido Duca tratou de se apressar ao explicar:

― Ao que me parece ela se sentiu mal, não conseguiu ficar aqui. Não sei com quem ela voltou, mas o Gael voltou para o hotel também.

Respirou fundo. Ele só precisava encontrar sua mulher agora e ter um longa noite de sexo. Era disso que precisava.

― Como foram as vendas?

― Um sucesso total. ― Respondeu Marcelo com um sorriso. ― Vendemos todas as armas do estande e já temos encomendas.

― Sabe que não faremos encomendas. ― Pedro soou ríspido.

― Eu sei, mas mesmo assim não deixamos de receber pedidos. ― Marcelo disse cínico fazendo o filho bufar. ― Obvio que não aceitamos, se é isso que quer saber.

Depois das breves conversas que tiveram Pedro foi liberado da enfermaria. Sua mente fervilhava em pensamentos. Sem lembrou dos detalhes da corrida e a palavra sabotagem não saia dela. Ele sabia que o nitro do seu carro havia sido sabotado, estava tudo certo, a corrida estava no papo. Quando saiu da enfermaria sendo seguido por seus amigos e o pai deu de cara com o italiano que o encarava sorridente. Nunca sentiu tanta vontade de torturar um homem como naquele momento. Queria arrancar todos os dentes da boca dele e depois fazê-lo engolir um por um.

― Sono contento que esteja bem mio caro. ― Foi irônico e mais uma vez Pedro sentiu-se fervilhar por dentro.

Serrou os punhos ao lado do corpo e logo percebeu quem Duca estava ao seu lado direito.

― Apesar de realmente essere dificile para me estar aqui, temo ser o direttore di cative notizie. ― Pedro revirou os olhos com tamanha ironia. Ele estava ficando cada vez mais irritado com o homem a sua frente e sentia que a qualquer momento poderia fazer uma besteira. ― Fizemos uma aposta mio caro e hai perso. Sua donna por tutta la notte.

Pedro avançou para o homem e agarrou o colarinho da sua camisa social.

― Eu e você sabemos o que aconteceu essa noite. ― O mais jovem falava pausadamente encarando o homem olho no olho. ― Vou falar em claro português pra você. Nunca terá minha mulher em sua cama. Pode deseja-la, imagina-la, sonhar com ela, mas é a mim que ela terá sempre. Você nunca encostará um dedo na pele macia da minha mulher Veneratto. Sabemos que meu carro foi sabotado e sabemos que você foi o mandante. Poderia ir agora até o comitê organizacional e denunciar a tentativa de homicídio que sofri e você com certeza será banido da ordem sem pensar duas vezes. ― Quando disse isso o homem realmente pareceu se abalar com suas palavras, pois visivelmente engoliu em seco. ― Agora, eu vou fingir que essa noite não aconteceu, vou fingir que você não deu em cima da minha mulher e vou fingir que você não tentou me matar, porque o que te aguardará depois dessa noite realmente não será agradável. ― E depois que conseguiu ameaça-lo do jeito que queria Pedro o empurrou para longe. ― Adeus Veneratto.

Deu as costas e seguiu corredor a fora sendo seguido por seus amigos.

{***}

Pedro adentrou seu quarto e inspirou o cheiro doce de baunilha. Olhou todo ambiente e percebeu que sua mulher não estava ali. Desfez o nó da sua gravata e jogou um cima de uma cadeira. Tirou os sapatos e as meias e logo depois resolveu ir ao banheiro encontrando a mulher sentada na banheira, coberta por espumas. O cabelo estava preso acima da cabeça e dali ele podia contempla-la sem ser incomodado. Pedro desabotoou a camisa lentamente e tirou a calça ficando apenas de cueca. Aproximou-se lentamente das costas da mulher e tirou a cueca. Parado atrás da mulher tocou as costas da loira sentindo seus dedos formigarem. Karina se assustou com o toque do marido mas logo deu espaço para que ele se acomodasse atrás de si.

― Eu ia até lá, mas meu pai disse que seria melhor...

― Shhh. ― Cortou a mulher, tocando os lábios da loira com o dedo. Pedro beijou o pescoço da loira lentamente vendo-a suspirar. Era incrível como o mesmo efeito que ela tinha sobre ele, ele também detinha nela. ― Eu sei babe, foi até melhor você não ter ido.

― Porque? ― Perguntou, meio suspirando, meio que gemendo.

― Veneratto. ― Respondeu. Pedro enquanto beijava o pescoço da mulher tocava os seios dela sem pudor.

Apertando os mamilos entumecidos e os tocava com maestria.

― Eu tive tanto medo. ― Ela suspirou.

Karina virou-se ficando de frente para o marido que sorriu ao poder comtemplar o quão seus olhos pareciam serenos naquela noite.

― Eu disse para não ter K. ― Pedro tocou o rosto angelical da mulher e sentiu o estômago embrulhar. Era uma sensação única e que ela e só ela poderia lhe proporcionar. ― Me deixa te beijar Fable. ― Pediu sôfrego fazendo a loira a sua frente sorrir.

Karina encostou os lábios no homem, roçando lentamente os seus finos no dele. Pedro ansiava por beija-la, ansiava por sentir o gosto dela, ansiava pela batalha gostosa que eles travavam comas línguas e quando o mesmo avançou suas mãos para o cabelo loira da mulher, percebeu que ela estava completamente entregue.

O beijo iniciou com vontade, cada um lutando pelo seu espaço, Karina envolveu o pescoço do homem com seus braços e os aproximou ainda mais. O homem apertava a cintura da mesma, tentando ter mais contato e quando ela passou as pernas por cada lado da sua cintura ele prendeu a respiração.

Seu pênis estava duro e ereto, pronto para se enterrar na mulher que esfregava sua intimidade molhada, não só pela água. Quando Karina desceu, encaixando o pênis do marido dentro dela Pedro gemeu com a boca colada na dela.

― Você é muito gostosa. ― Gemeu baixo recebendo um sorriso dela.

{***}

Quando o castanho acordou, as sete meia daquela manhã percebeu que a loira já não estava mais na cama, olhou para o lado de fora do quarto e a encontrou encostada no parapeito da janela, encarando a paisagem linda que os proporcionava.

O castanho sentou-se na cama e estalou as costas antes de levantar. Caminhou, de cueca mesmo para o lado de fora do quarto e envolveu a cintura da mulher com seus braços fortes, suas mãos na barriga da mulher alisou o lugar de maneira inconsciente e isso de maneira estranha o fez sorrir. Com um beijo no pescoço a cumprimentou.

― Está na hora de ir. ― Murmurou com a voz rouca.

― Realmente está. ― A loira respondeu sem se virar.

Ainda encarando a linda paisagem e a brisa fresca batendo em seus rostos.

NOTA FINAIS BUGADAS!

Gostaram da capa? Espero que sim, eu que fiz ♥33
Bom, ainda n tive tempo para responder os comentários do capítulo passado, mas eu vou arranjar tempo, prometo. Estou triste por estar cada vez menor o numero de comentários, mas continuo aqui por aqueles que ainda estão comigo então obrigada a cada um que n me abandonou, amo vcs!
Karina vai embora sem falar com a Ana gente? Façam suas apostas e até o próximo ♥

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.