Amor por contrato (ACONTECEU VOCÊ E EU)
23 Capítulo 22
Notas iniciais
Capítulo XXII
"― Você nem imagina o quão sexy fica assim né? Toda gostosa me ajudando e armando um plano.― Disse ele amarrando o cabelo de Karina com as mãos e puxando para trás arrancando um gemido da loira.― Eu juro que a gente ia deitar e dormir hoje mas agora a unica coisa que eu quero é foder você todinha minha mulher mafiosa. Quero me enterrar em você e não me interessa se estamos na casa do seu pai, você vai gemer em meu ouvido até o dia clarear."
Pedro tomou os lábios da mulher em um beijo urgente. Cheio de desejo e luxuria. Deitou-se na cama por cima da mulher e desceu com beijos molhados pelo maxilar, bochechas, pescoço e colo. Em um movimento rápido tirou a blusa que Karina vestia e beijou cada uma de seus seios cobertos pelo sutiã. Karina adentrou a blusa do marido com as mãos e arranhava-lhe as costas enquanto esfregava sua intimidade no membro duro do homem.
― Karina, como tira essa porra?― Se referiu ao sutiã o que arrancou risinhos da mulher.
― Abri na frente Pê.― Ela tirou seu sutiã e seus seios medianos soltaram para fora. Os olhos castanhos de Pedro brilharam e sem muita cautela, tomou o seio direito primeiro passando a língua no mamilo e dando uma leve mordidinha o que fez com que Karina se contorcesse em baixo dele. Com a outra mão ele trabalhava massageando e apertando o mamilo esquerdo deixando duros de tesão.― Aposto que já ta molhadinha né?― Perguntou fazendo a sua melhor voz sexy, o que funcionou bastante mas Karina só balbuciou um simples "Uhum" o que fez o marido sorrir antes de tirar a bota que Karina usava e depois a calça. A loira o ajudou e depois tirou a camisa do marido revelando seus músculos tensionados.
Pedro começou com beijos molhados pelo pé esquerdo da garota, subindo até a panturrilha e lá deixando mordidas e chupões. A mulher já não aguentava mais e gemia um tanto quanto alto.
― Shhh, mais baixo amor...― Pediu Pedro sem parar com as carícias.
― Não... não dá Awwn...― Karina soltou um gemido alto quando Pedro chegou a parte interna da sua cocha e aproveitando pra estimular sua intimidade ainda coberta pela renda preta da calcinha.― Pe-pedroo vamos acabar com isso logo.
Pediu suplicante quando o marido colocou sua calcinha para o lado lambendo toda a sua intimida, desde a entradinha até o clítoris.
― Huuum, tão docinha e gostosa.― Continuou com a tortura vendo os olhos da mulher brilharem de desejo. Se Karina não estivesse tão aflita até retribuiria a provocação mas hoje ela só queria ser tomada por ele.
― Pedroooo― Suplicou mais uma vez e Pedro não parou. Dessa vez mordendo o clítoris da loira e sugando toda a sua intimidade como se fosse água no deserto.
― Então pede cachorra, pede pra eu te foder todinha.― Pedro cuspiu na intimidade da loira e a penetrou com dois dedos, sua outra mão subiu para um dos seios deixando um apertão com força.― Você quer que eu te foda Karina? Quer que eu me enterre em você? Então pede, quero ouvir você pedir pra eu acabar com você nessa cama.
― Ahh caralho... Me fode Pedro, me fode com força.― Pediu em um resquício de voz.― Por favor acaba comigo logo.
Sem demora Pedro tirou sua bermuda e a cueca box que vestia, soltando seu membro duro feito pedra pra fora. O rapaz se aproximou da intimidade inchada da loira e passou seu pau por toda ela causando espasmos tanto nele, quanto nela.
― Aaawn Pe-pedro.― Foi o que conseguiu dizer quando ele a penetrou de vez. Sem aviso prévio causando um pouco de dor. Pedro a estocava lentamente, em uma tortura deliciosa.
Karina gemia ao ouvido do marido coisas desconexas e ele urrava, nem mesmo ele aguentava aquela pirraça mas se fosse mais rápido com certeza gozaria.
― Ma-mais rá-rápido...― A loira suplicava mas ele não correspondia, o que a deixou um pouco irritada e assim inverteu as posições.― Quando eu pedir mais rápido, você deve ir mais rápido.
Ela disse enquanto quicava com força no pau do marido. Karina cavalgava com maestria e vez ou outra rebolava o que causava muitos arrepios em Pedro.
― K nessa velocidade eu vou... vou gozar porra.― Disse com a voz embargada de luxuria e puro tesão.
― Não se preocupe amorzinho, eu estou quase lá.― Afirmou ela sentindo seu orgasmo chegar.
E mais duas sentadas Karina caiu cansada sob o peito do marido, sentindo o liquido quente do marido escorrer por ela. Depois de um tempo deitada no peito do dele, a loira se levantou devagar.
― Vou banhar, você vem?― Perguntou sem malícia mas seu marido não percebeu.
― Já quer um segundo round Karina?― Perguntou brincalhão recebendo um tapa da mulher.― Aii! A gente faz amor e você me bate? Só gosto de tapas durante o sexo.―Disse brincalhão.
― Você é um bobo mesmo. Eu estou te chamando para tomar banho, e só Pedro, deixa de ser safado.
Karina se levantou da cama, ainda nua e pegou uma toalha limpa no closet, seguindo para o banheiro e logo percebeu que seu marido a seguia.
Enquanto Pedro esfregava as costas da mulher, algo o remeteu.
Todas as vezes que transaram foi sem camisinha. "E agora?"
― K, posso te fazer uma pergunta?― Perguntou com um tanto de receio na voz.
― Claro amor.
― É.. hum... Todas as vezes que transamos não usamos proteção...― Foi apenas isso que ele disse e Karina deu um salto virando-se pra ele com a maior cara de susto.
― Pedro, meu Deus! Pedro, agora que você falou acho que minha menstruação ta atrasada.― Pedro arregalou os olhos vendo a expressão pensativa da mulher.― Tanta coisa pra se preocupar. Será que estou grávida?― Karina colocou a mão na barriga e viu o marido engolir em seco ainda com sua expreessão apavorada. A loira não aguentou e gargalhou alto.
― Ta rindo de que sua louca? A gente... A gente vai ter... a gente vai ter um bebe Karina isso não é brincadeira porra.― Pedro andava de um lado para o outro dentro do boxe e Karina ria descontroladamente. De branca Karina ficou vermelha de tanto rir.
― Pedro, eu tomo anticoncepcional. Você acha que eu ia deixar você enfiar esse seu pau sem camisinha em mim, se eu não me prevenisse?― A expressão de assustado, mudou para aliviado e raivosa.― Se bem que você pode ter alguma dst que pegou daquela sua ex/vicki/vagabunda, você não tem nenhuma doença né amor?― Perguntou brincalhona vendo o marido bufar irritado.
― Ah vai se ferrar Karina, é lógico que eu não tenho nenhuma dst. Porra você me assustou sabia, já pensou um bacuri? Meu deus não esperava por isso. Mas fico aliviado.
― Eu tomo esse anticoncepcional desde os quinze anos.― Pedro arregalou os olhos imaginando a vida sexual da mulher, ativa desde os quinze.― Não é isso que você está pensando idiota. Eu tomo esse anticoncepcional porque minha cólica era muito forte, e o ginecologista me recomendou. Quando comecei a ter relações pedi indicação do médico e ele disse que eu poderia continuar tomando ele mesmo. Não sinto mais cólicas faz tempo.― Explicou a loira saindo do banho sendo seguida pelo marido.― E a ultima coisa que quero é um filho Pê, não se preocupe.
Quando ela disse isso Pedro parou. "Como assim nada de filhos?"
― Como assim não quer ter filhos Karina? Claro que teremos filhos, não um mas podem ser três eu adoraria... Não agora, talvez daqui a uns...
― Nada disso.― Afirmou convicta cortando o marido.― Nada de filhos, nada de crianças, nada de choros, nada de uma Karina gorda com tetas enormes. Pode esquecer.
― Karina, não vou discutir isso agora, mas que você vai me dar filhos isso com certeza.― Disse ele achando que seria a ultima palavra.
― Isso é o que veremos. Nosso contrato não tem cláusula nenhuma que me obriga a emprenhar de você Pedro. Eu. não. quero. filhos. Ponto final.― Karina não queria filhos, depois do trauma que passou a ultima coisa que queria era isso.
― Ah o contrato. Quer dizer que você ainda encara nosso casamento assim Karina? Eu achei, achei verdadeiramente que esse assunto já estava morto e enterrado mas parece que a cada briga que você não tiver argumentos para discutir você vai jogar isso na minha cara novamente. Obrigada.― Pedro vestiu sua cueca samba cansão e se deitou dando as costas para mulher que ainda estava estática.
Ela não queria tocar nesse assunto "o contrato" e muito menos sobre ter um filho. Pedro não sabia, mas isso a magoava muito.
― Pedro.― Chamou esperando uma resposta, mas ela não veio.― Amor, me desculpe. Não queria falar nessa droga de contrato. Você sabe que o nosso casamento não é somente isso para mim. Eu digo e mostro a você todos os dias que não se trata disso. Eu te amo Pedro, você sabe.― Argumentou percebendo o marido se virar para encara-la.
― Me ama tanto e não quer me dar um filho? Que tipo de amor é esse Karina? Que casamento se é completo sem um bebe? Sem uma criança correndo pela casa, sem um garotão jogando futebol no quintal, ou uma menininha brincando de barbie em seu quarto?― Karina não suportava ouvir aquilo. Era torturante. Era uma dor esmagadora em seu peito.― Me explica que casamento seco é esse Karina?
― EU NÃO VOU TER UM FILHO.― Gritou sem perceber, e as lágrimas já desciam.― Agora cala a boca e dorme Pedro, amanhã será um grande dia.
Apagou o abajur ao seu lado vendo o marido virar de costas para ela. Quando percebeu que Pedro dormia Karina chorou baixinho. Deixou que as lágrimas lavassem sua alma e tentar mais uma vez levar a dor embora.
[...]
No dia seguinte, o clima estava estranho para o casal. Pedro estava distante e Karina estava triste, mas nenhum dos dois conversou sobre o problema. Logo depois do café da manhã Karina recebeu a ligação de Fabi combinando tudo sobre o encontro na biblioteca. Pedro passou a manhã no escritório com o pai, o sogro e os homens mais próximos. Duca, Tawiki e Wallace. Depois de um almoço em família Karina e Pedro seguiram juntos, no mesmo carro para o encontro na biblioteca.
― É... hum... Pedro você chamou os homens de sua confiança?― Karina perguntou um pouco sem graça pelo clima que havia se instalado entre eles e recebeu apenas um aceno em confirmação. É, ele estava chateado.― Olha, eu sei que ainda está chateado por ontem, e posso te garantir que também estou mas hoje é um dia importante, pra nós dois e quero que tudo ocorra bem. Por favor Pedro mantenha a frieza que eu sei que você tem e haja como o mafioso que é. Não se deixe levar pela nossa discussão. Quero você inteiro mais tarde.― Seu tom mudou para uma pontada de malícia e esperou o sorriso do marido, mas não veio.
― Não diga como devo agir Karina, eu sei bem onde estou me metendo e o que vou fazer. Não estamos bem e não vou fingir do contrario, mas não trarei isso para o meu trabalho. E nem pense você que mais tarde haverá sexo entre nós. Se você não quer ter um filho não precisamos fazer sexo.― Pedro abriu um sorriso gélido o que fez Karina bufar.
― Greve de sexo? É sério isso? Olha não vamos discutir isso agora. Temos uma invasão para fazer e só quero me concentrar nisso por enquanto.― Afirmou recebendo uma olhada rápida do marido que se concentrava na direção do carro.―Mais tarde nós veremos se não haverá sexo.― Sussurrou a ultima parte. Percebendo que o marido não havia escutado deitou a cabeça na janela e observou a paisagem das ruas cheias do Rio de Janeiro.
[...]
― Gente, quero apresentar a vocês meus homens de confiança. Alguns só a Fabi não conhece. Esse é o Duca.― Disse apontando pro homem forte e musculoso que estava ao seu lado.― Walla, Rominho, Alan e o Zé.― Já estavam na biblioteca e enquanto se sentavam nas cadeiras em volta da mesa principal Karina suava frio.
Ela estava nervosa e e muito ansiosa, afinal quem estava "no comando" era ela e se algo desse errado a culpa seria dela também.
― João você achou o mapa da construção que eu te pedi?― Karina perguntou antes de começar a explicar tudo.
― Achei K, e você tinha razão a construção é realmente antiga, agora só não podemos ter certeza se existem as mesmas passagens.― O nerd deu de ombros deixando Karina um pouco preocupada.
― Fabi, escaneia esse mapa e coloca em três 'd' quero ver isso melhor.― Fabi confirmou e foi fazer o que a amiga pediu, enquanto os homens presentes olhavam a loira curiosos, principalmente Zé, que ainda não a conhecia mas achou muito bonita.― Escutem só. Duca, Pedro e Wallace vão seguir caminho para a invasão um, mas não irão até o fim, vocês vão dar um jeito de despistar geral e seguir para o galpão onde a gente vai invadir. A Fabi está escaneando ainda o lugar e...
― Karina, eu já fiz o que pediu.― Fabi a cortou mas Karina não se importou por isso, queria ver como é a construção por dentro.― As partes vermelhas são as que com certeza foram obstruídas, não existem mais essas passagens. Consegui entrar no sistema da prefeitura e peguei a atualização desse galpão.― Karina sorriu para a amiga enquanto todos se juntavam a sua volta para olhar o mapa.― As partes que eu coloquei em azul, são as de mais fácil acesso, as verdes são mais difícil acesso, porém mais seguras e essa aqui,― Apontou para que estava pintada em verde e azul.― eu não tenho certeza, mas acho que é uma espécie de cofre gigante, pelo que eu analisei da construção original, e no sistema da prefeitura também tinham algumas analises de arquitetos.
― Tudo bem, eu e o Duca entramos nesse cofre, os outros quatro vão invadir pelas áreas verdes. Matem quem estiver lá, depois que a área estiver limpa, cem por cento limpa, o carro forte invade e a gente coloca as drogas, só as drogas.― Pedro afirmou convicto recebendo um olhar estranho de todos.
"Porque não o dinheiro?" a maioria que estava ali pensou, menos Karina que tinha um sorriso no rosto.
― Pedro cara, e o dinheiro?― Rominho perguntou confuso.
― Nós faremos uma surpresinha ao Lobão. Por ter tentado me matar e por invadir minha casa e roubar meu protótipo.― Pedro disse com um sorriso sapeca no rosto.
― Assim que você Rominho entrar com o carro, entregue isso para Wallace.― Karina apontou o dispositivo que estava em cima da mesa. Era pequeno e parecia inofensivo.― Wallace vai ativar e vocês só terão vinte segundos para saírem de lá, por favor quero todos vivos ok?
― Vo-vocês... Não acredito que vocês vão queimar dinheiro. Vocês são loucos ou o que?― Zé perguntou ao ver qual era a intenção deles.
― Dinheiro pra gente é o que menos interessa, temos muito mesmo. Eu quero que o filho da puta que tentou me matar aprenda que com Pedro Ramos não se brinca, e se a coisa que ele mais presa é o dinheiro ele vai ver todas as notas queimadas.― Pedro tinha um olhar maligno e um sorriso sarcástico colado em seu rosto.
― Agora, nós só nos veremos a meia noite, não se atrasem meninos.― Karina pediu antes de deixar a biblioteca.
Depois que saíram da biblioteca Pedro, Karina, Fabi e João seguiram para mansão Duarte, chegaram as quatro da tarde então Karina e sua amiga resolveram descansar enquanto Pedro ficou tomando um Whisky sozinho no jardim. Vez ou outra sua mente o remetia a noite anterior. Tudo estava tão bem entre eles e de repente desandou. Karina não tinha o direito de negar filhos a ele, ela era sua mulher e apesar da mente feminista da loira um filho é o sonho de toda mulher com o casamento estável.
"Será que ela pensa que nosso casamento não é estável?" se perguntou o rapaz que resolveu afugentar as preocupações no momento.
"Não Pedro, ela te ama, só está um pouco confusa. Vocês vão conversar e esclarecer tudo." afirmou para si mesmo antes de entrar na casa e ir dormir um pouco até o horário da invasão.
[...]
A meia noite daquele dia, Karina, Fabi e João estava dentro de uma vã bem próxima ao galpão que pretendiam invadir. Estavam a espera de Pedro enquanto o resto dos garotos estavam perto dali, com o carro forte escondidos em uma mata. Não demorou muito para a ferrari preta de Pedro despontar na visão de todos, com muita cautela eles estacionaram próximos a vã e saíram do carro abrindo a porta da vã onde estavam os "cabeças da operação", era assim que João chamava.
― Seus equipamentos de áudio e vídeo estão funcionando ok?― Fabi afirmou para os meninos que estavam na porta do carro.
― Vamos Duca, tem uma passagem ali.― Pedro chamou o homem e olhou pra Karina que sibilou um "boa sorte" ele apenas sorriu em resposta.
― Nós vamos limpar o lugar em cinco minutos entenderam?― Wallace afirmou para zé e Alan com quem iria invadir o lugar e seguiram para os portões. Como haviam apenas oito seguranças, matar eles foi fácil. Entraram pelos portões e seguiram mansão a dentro.
[...]
Duca e Pedro já estavam nas tubulações e até agora não tiveram problemas, em dois minutos chegaram a uma sala, que deveria ser um cofre mas estava mais para escritório.
― Karina na escuta?― Chamou pela mulher no equipamento de áudio.
― Pode falar.― Pediu ela vendo o roto tenso do marido na tela.
― Aqui não tem nenhum cofre, e agora?
― Como assim não tem?― Perguntou assustada enquanto o marido virava a câmera e varria a sala mostrando o lugar.
― O cofre está aí sim meninos, procurem.― Fabi afirmou sem preocupações.
― Pedro, olha ali naquela estante de livros, procura algum botão ali, sei lá...― João pediu enquanto Pedro bufava irado.
― João caralho, não estamos em um filme de ação, cê ta achando o que?― Disse Pedro enquanto Duca começava a procurar algo que indicasse uma abertura para o cofre.
― Ao em vez de você ficar aí desdenhando do garoto faça alguma coisa Pedro. Procure, se vire, é melhor do que ficar irritadinho e não fazer nada.― Fabi disse autoritária enquanto João a olhava com ternura por tê-lo defendido. Pedro bufou mais uma vez indo procurar alguma coisa e Karina riu da situação toda.
Mais três minutos se passaram e nada de acharem o cofre. Enquanto isso Alan, Zé e Duca limpavam todo o local que tinha seguranças. Os seguranças eram muitos, mas Pedro pegou seus melhores homens para o serviço, não estava sendo difícil para eles.
― Pedro, olha naquela mesa ali, você já procurou? Gente sejam rápidos só temos mais alguns minutos antes do Rominho entrar.― Karina pedia aflita vendo o desespero de Duca e Pedro ao procurarem o cofre.
Pedro sentou na cadeira atrás da mesa e ali começou a procurar por algum botão, ou dispositivo que pudesse abrir o cofre. Abriu uma das gavetas que tinha vários documentos. No meio deles Pedro achou alguma coisa relacionada ao governo do Rio de Janeiro e logo enrolou o papel e colocou dentro das calças. Ao fazer isso outros papeis caíram e uma foto ficou em cima. Uma mulher ao lado de lobão e ele abraçado a um rapaz.
A mesma coisa que Pedro via, Karina também podia ver e quando viu a foto se assustou.
― Cobra?― Sussurrou ao ver que era ele abraçado a Lobão, um pouco mais novo mas o olhar ainda era o mesmo. Os olhos da loira se encheram de lágrimas.
To be continued...
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