Amor ou ódio?

15 Capítulo 15 - Professor


Era de tarde, na casa da família dos Cebolas. Se ouvia um longo desafinanço, do quarto de Cebola. Pois é. Uma das maneiras de reconquistar uma garota era aprender a cantar bem e fazer um concerto na escola dedicado à garota especial. Por tanto, ele tinha contratado um professor.

- Manhê! Pode ir lá ao quarto do Cebola calá-lo? Ele desafina a cantar! – disse Maria Cebolinha, irritada com a voz de Cebola.

- Vou agora! – respondeu Dona Cebola.

Cebola cantava Tell Me Something I Don’t Know, porque o professor lhe mandava fazer isso.

Everybody tells me that It\'s so hard to make it It\'s so hard to break in There\'s no way to fake it Everybody tells me that it\'s wrong what i\'m feeling I shouldn\'t believe in The dreams that I\'m dreaming I hear it everyday I hear it all the time I\'m never gonna amount to much But they\'re never gonna change my mind Oh! Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know How many inches in a mile What it takes to make you smile Getcha not to treat me like a child, baby Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know Tell me, tell me something I don\'t know Tell me, tell me something I don\'t know Everybody tells me I don\'t know what I\'m doing This life I\'m pursuing The odds I\'ll be losing Everybody tells me that It\'s one in a million More like one in billion or one in a zillion I hear it everyday I hear it all the time I\'m never gonna amount to much But they\'re never gonna change my mind, oh Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know How many inches in a mile What it takes to make you smile Getcha not to treat me like a child, baby Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know So here\'s the track Like Catrina makes a wish Medina Make em say \'I\'m ready\' Are you ready for it Yeah I\'m ready for it Really ready for it? Yeah I\'m ready for it Let\'s get ready for it I\'m on my way I know I\'m gonna get there someday It doesn\'t help when you say It won\'t be easy Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know How many inches in a mile What it takes to make you smile Getcha not to treat me like a child, baby Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know How many inches in a mile What it takes to make you smile Getcha not to treat me like a child, baby Tell me, tell me, tell me something I don\'t know Something I don\'t know, something I don\'t know

- Ainda acho que esse negócio de Selena Gomez era para garota. Eu sou um garoto chamado Cebolinh... Cebola! E sou muito macho, para seu conhecimento! Ouviram?

- Éeeh! Eu sou o narrador e não me interrompa, OK? É que eu estou contando uma história e ainda não acabei! Agora, vá lá para o seu lugar!

- Invejosos, eles queriam ser eram iguais a mim, o cara.

Bem, depois dele me ter interrompido, Dona Cebola bateu à porta do quarto de Cebola, mas viu que a porta do quarto dele estava aberta, e viu o professor, de 17 anos, sentado em cima da cama, com Cebola em pé, à frente dele.

- Cebolinha... você é gay? E você já tentou fazer... isso... se me faz entender... com uma garota? – perguntou Maria Cebolinha, que acompanhava a mãe.

- Plimeilo, eu não sou gay! E ainda não fiz... isso! – respondeu Cebola.

- Maria Cebolinha! Onde é que você tem aprendido essas coisas? – perguntou a mãe dela e de Cebola.

- Bem, se quer saber, foi na televisão... – disse a irmã do menino de cabelos espetados.

Dona Cebola mandou Maria Cebolinha se ir embora. Ela foi para seu quarto, ligou o computador, e era hora de ver mais um episódio de “Como Eu Conheci Sua Mãe”.

- Ah, esse Neil Patrick é um colírio... mas é gay! Portanto, eu irei casar com o Justin Bieber quando eu for grande!

Já de volta ao quarto do Cebola, a mãe dele disse:

- Filho... se você é gay, eu não me importo. Mas diga a verdade, faz favor.

- Eu não sou gay! Estou a treinar para reconquistar uma garota...

- A Mônica, né, filho?

- Sim... agora posso treinar?

- Eu sabia que existia um romance entre vocês! Combinam... awwwn! — mas a mãe de Cebola parou quando viu a cara de Cebola, vermelha que nem tomate.

O professor, envergonhado, disse:

- Eu sou gay! Mas não quero nada com alunos!

- Alunos, claro, claro... que macho. – disse Cebola.

- Faz favor de se calar? – falou o professor, irritado com o menino que sempre se vestia de verde.

Dona Cebola pediu desculpa e se direccionou outra vez para a cozinha, para fazer o jantar, mas como não queria chatear mais o filho, fez um bife com batatas fritas, e convidou o professor para jantar. Ele aceitou.

- Do início! Continue cantando! – ordenou o professor a Cebola.

Ele começou a cantar, mas a desafinar imenso. Ele não tinha jeito nenhum para cantar, muito menos para reconquistar garotas. Nunca tinha feito nada disso.

Já às 20:00h, Cebola ficou contente. Porquê? Era hora de parar de cantar, tendo um intervalo de 1 hora.

- Você sabe? É hora de ir jantar! – disse Cebola, ouvindo o longo grito da sua mãe, que dava para ouvir até na casa da Magali, na do Cascão e na da Mônica.

Eles desceram, mas o professor, farto de ouvir desafinanços, sem querer, desiquilibrou-se e caiu das escadas abaixo. Cebola pensou:

- Bem feito, mandão!

Eles foram para a cozinha, e Cebola cheirou logo o bife e as batatas fritas. Ele adorava aquele cheiro.

Cebola e o professor pareciam tartarugas. Andavam calmamente até à cozinha, mas Maria Cebolinha pareceu Magali: veio a correr, e ainda os ultrapassou.

- OBA! Batatas fritas, nham nham! – disse.

Eles se sentaram à mesa. O pai de Cebola, perguntou ao professor de Cebola:

- Tem certeza de que eu não estou a gastar dinheiro indevidamente?

- Sou eu que pago – disse Cebola, vendo dinheiro a ir para as nuvens.

- Pode descansar, Sr. Cebola. Todos os meus alunos são bons cantores. – respondeu o professor.

- Sendo assim, eu acredito! Espero que não seja como os outros dez professores que o meu filho contratou.

FLASHBACK

- Because you had a bad day... professor! Professor!

Cebola tentava gritar com o professor, mas ele não ouvia. Estava ocupado a falar com sua namorada, ao celular.

- É só despachar este miúdo e já vou ter consigo! Adeus, meu amorzinho! Daqui a pouco, sou só e exclusivamente teu!

Ele desligava o celular, enquanto dizia a Cebola:

- Bem, agora é a hora de me ir embora! Gostou da frase?

- Não. Não gostei. Fale lá!

- Bem, são 20 reais!

Fim do Flashback

- Pois, ele ficava 5 minutos ao pé de um professor e depois ele se ia embora! Tinha sempre outra coisa para fazer! – disse Dona Cebola.

- Bem, mas eu não sou assim. E o aluno paga menos do que outro professor!

Todos já tinham jantado, e então, Cebola disse:

- Agora que já sei cantar bem, podemos ir arranjar o concerto!

- Mas eu nã... uaaah! – disse o professor, ou pelo menos, tentou, porque foi puxado por Cebola, por um braço.

Notas finais
No próximo capítulo... Será que Mônica já esquecceu Cebola? Ela diz que não, mas não sabe se sim ou não! E conversa com Magali sobre isso! Isso, no próximo capítulo de Amor ou Ódio?