Amor fora da lei

4 Capítulo 4- O julgamento


Notas iniciais
Desculpa, desculpa, desculpa!!! A minha vida anda uma loucura e eu acabei deixando a história de lado e acreditem, eu sei o quanto é um saco estar acompanhando uma história que demora a ser postada... :S Infelizmente só vou poder postar o próximo capítulo no sábado, mas prometo que vou escrever um capítulo a mais e deixar programado pra semana que vem! desculpa mesmo! Obrigada a Palavras incertas que novamente alegrou meu dia e me fez escrever um novo capítulo o quanto antes! Bjoohs e espero que gostem! Ps: Comentem! nem que seja pra xingar... as opiniões são bem vindas e com certeza os comentários me incentivam muito :-)

‘Ela tem cabelo de princesa... Para! Ela vai te matar em alguns segundos, é sanguinária e se diverte com isso, parece gostar do desafio de matar alguém da pior forma possível... é isso!’Pensou Perseu nos poucos segundos de silêncio em que o navio esteve.

–Então, não vão me dizer nada? Perguntou a loira de forma raivosa.

–Capitã, reportaram esse invasor a mim esta manhã assim que acordei, não queria incomodá-la e achei que poderia me encarregar da diversão. Respondeu Reyna com certa malícia na voz.

–Tudo bem- disse baixo- Mas da próxima vez quero ser a primeira a saber!- Gritou olhando para a tripulação- Quem o encontrou?

–Fui eu capitã. Disse Hazel de forma envergonhada.

–Depois quero falar em particular com você Levesque — a loira avisou de forma fria, fazendo a menina engolir seco — mas agora eu vou cuidar de você- disse ela olhando para o antigo ladrão como se ele fosse um coelhinho indefeso.

–Ótimo, que tal um chá quente? Perguntou o garoto bem humorado.

–Ah, temos um engraçadinho!

–Digamos que a situação está meio cômica para mim, sendo ameaçado por uma princesinha de calças... Ninguém acreditaria se eu contasse!- Riu Perseu.

A capitã deu um sorriso sarcástico se aproximou do prisioneiro.

–Ora, ora, o que temos aqui? Você não parece ser um idiota, qual é sua estratégia?- Perguntou a garota com certo interesse- quer ganhar tempo em uma discussão ridícula ou me enrolar para ter uma chance de combate corporal?

–Vejo que és astuta como eu pensava milady. Falou em um tom sedutor.

–Oh deuses, não gaste tempo com elogios, só não te matei ainda porque ainda não pensei em algo inovador.

–Pode me soltar, isso seria inovador pelo que percebo.

–Idiota, sabe de uma coisa, vou te dar a chance de se defender. Tragam uma adaga!- Gritou a loira com um sorriso maldoso.

Todos a olharam perplexos e pouco tempo depois a arma chegou. A garota colocou a arma em uma das mãos de Perseu, essas que estavam atadas a viga, e se afastou.

–O desafio a se soltar antes de eu te matar-Sorriu a capitã que no mesmo instante levantou a espada e correu em direção ao seu alvo.

Milímetros antes de chegar ao prisioneiro, algo bateu no barco, fazendo todos serem jogados à direita do navio, inclusive a capitã.

– A escolopendra! Gritou um dos marujos.

Todos foram ao combate, esquecendo seu prisioneiro em segundos. Perseu aproveitou a distração e a adaga em suas mãos para se soltar. Os canhões não pareciam surtir efeito, nem os golpes que alguns tripulantes deferiam nos tentáculos do monstro cara de camarão que os atacava. Olhando em volta o jovem percebeu que tinham alguns caixotes de dinamite semicobertos por uma lona grossa e amarrados a uma parte do navio. Com a dificuldade do barco em constante movimento correu para os caixotes e começou a abrir uma das caixas, pegou algumas bombas e saiu correndo até um dos canhões que estava sem operador, quando ia colocar as bombas lembrou que não tinha fogo para acender o pavio e começou a se desesperar, mas assim que olhou pro lado viu a capitã correndo em sua direção, esta acendeu uma tocha com fósforos, ao mesmo tempo em que se segurava ao navio. A garota acendeu as dinamites e Perseu operou o canhão, em poucos segundos a bomba já havia explodido na boca do monstro e se não o matou, o manteria afastado por um bom tempo.

Quando o navio se estabilizou, a capitã Chase olhou para o garoto como se fosse tirar-lhe a alma e depois apenas disse: Siga-me! Virou as costas e adentrou o navio.