Notas iniciais
Palavra do dia: marupiara (bom na pesca e na caça)

Eu não podia acreditar na minha sorte. De verdade! Passar seis horas com Max no avião deu-nos tempo de conhecer uma a outra e descobrirmos gostos em comum.

Ao chegarmos em Santa Mônica, eu a deixei no aeroporto, achando que nunca mais a veria; mas ali estava ela, abrindo a porta do quarto de hotel que ficava bem ao meu lado.

— Ei! Neta do marupiara. — Chamei. Ela olhou e riu, balançando o rabo de cavalo em seu cabelo.

— Amanhã, oito da manhã no restaurante.

Ela entrou em seguida. Senti meu rosto corar; tranquei a porta.

Acho que tínhamos um encontro.