Amor de Verão
25 Capítulo 25 - Últimos capítulos
Narrador
León seguia em frente com o projeto do telescópio para Violetta, a mesma estava desconfiada de algo, afinal León estava muito diferente, mais alegre, mais apaixonado.
Em uma manhã de sexta feira, Violetta acordou com uns barulhos no quintal, levantou e foi até a janela, vendo Arthur fazendo algumas coisas, ela apenas sorriu. Mais logo depois teve um desmaio. Como era uma das reações da Leucemia, o pai de Violetta á levou para o hospital que costumava ir.
2 dias depois
–Vilu, meu amor… fala comigo… — León pedia.
–León, deixa que eu fico essa noite com ela.
–Não senhor Germán, eu fico..
–León, você já esta aqui a dois dias
–Ok, mais amanhã cedo eu volto.
–Obrigado meu rapaz.
León saiu do hospital e foi correndo para a casa de seu pai, isso mesmo, de seu tão odiado pai.
–Pai — Arthur bate na porta e grita.
–León?
–Pai, eu preciso de sua ajuda.
–O que aconteceu ?
–Pai, a Violetta…
–Violetta?
–Sim, a minha namorada,a mulher da minha vida pai, ela tem Leucemia, e o médico dela disse que não tem cura.
–Mais meu filho…
–Pai, ela está no hospital que você trabalha, me ajuda pai, ela está desmaiada a 2 dias.
–Mais León, eu sou cardiologista. Não tem …
–EU NUNCA TE PEDI NADA, NA MINHA VIDA TODA, E QUANDO TE PEÇO, PARA VER SE TEM COMO A GAROTA DA MINHA VIDA SOBREVIVER OU ALGO ASSIM, VOCÊ NÃO FAZ NADA, NA-DA…
–León, não é bem assim…
–ESQUECE, passe bem senhor.
–León? filho, espere…
León entrou no carro e saiu em disparada
Pelo León
Estava chegando no quarto de Violetta, quando vejo a mesma saindo em uma cadeira de rodas sendo guiada pelo seu pai e o médico
–Amor? você melhor ?
–Sim. — Ela sorriu fraca — Acordei de madrugada.
–E já está indo embora?
–Bom, agradeça seu pai por mim.
–Meu pai ? — franzi o cenho.
–Sim, ele pagou todo meu tratamento em casa, assim posso ficar mais perto de você, e de meu pai.
–Sério? Ele fez isso ?
–Fez,ele foi um anjo, até pagou um remédio muito caro que eu tenho que tomar.
–Oh meu Deus, não acredito — Sorri.
–Agradece ele amor.
–Pode deixar — Abaixei e lhe dei um selinho
–Bom, vou indo embora, posso te esperar em casa ?
–Pode sim princesa, daqui a pouco eu chego lá.
Germán sorriu e foi guiando a cadeira de Violetta, até a saída, sai correndo pelo hospital até o sala de meu pai.
–Filho? — Ele arregalou os olhos.
–Pai.. Muito obrigado.
–Que isso filho, era minha obrigação.
–Obrigado pai. — Lhe abracei, como nunca antes.
–Está tudo bem filho, vamos cuidar dela…
–Você é demais.
–Desculpa por todos esses anos…
–Está tudo bem pai, eu só não aceitava você ter largado a minha mãe por outra
–Eu sei, e essa outra, foi quem pagou os remédio da sua namorada.
–Sério ? — Sorri.
–Sim, ela me convenceu para ajudar.
–Pai, obrigado, muito obrigado,você não sabe o quanto isso é importante para mim.
–Eu sei, para você pedir a minha ajuda, eu percebi que essa garota é a sua vida.
–Sim, ela é.
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