A viagem de lua de mel de Rick e Kate estava maravilhosa. Passeios, compras, brincadeiras e, como não podia deixar de ser, muito carinho, amor, sexo e lindas declarações de amor eterno e, como eles gostavam de frisar: "Alawys".

A química entre eles era poderosa, não só no toque, mas também nos pensamentos, nas palavras, nas ações, nos olhares... Muita emoção envolvida, uma emoção positiva e muita adrenalina... Não se cansavam. Para eles era sempre como se fosse a primeira vez...

Retornaram ao hotel depois de um dia maravilhoso de longas caminhadas de mãos dadas pelas ruas e pelos parques de Paris, belas paisagens, almoço romântico em um belo restaurante e compras nas famosas lojas de grife na Champs Élysées, uma paradinha no meio da tarde para um lanche leve, um passeio romântico de Bateau—mouche no Rio Sena.

À noite, Kate e Rick tiveram um jantar estupendo em um restaurante tradicional parisiense. Para completar a programação daquele dia, encerraram a noite assistindo ao show no famoso Lido de Paris, com um verdadeiro espetáculo de variedades, danças e representações, tudo com muita beleza, criatividade e sensualidade.

Felizes, retornarem ao hotel após as vinte e três horas e assim que entraram no quarto, Kate se dirigiu ao banheiro e, caminhando, falou com voz doce – Amorzinho, eu preciso de você. Que tal fazer uma coisa para sua esposa? – ela girou o corpo um pouquinho o suficiente para sorrir e piscar para ele.

Com olhar safadinho, ele foi em direção a Kate, parando a meio metro dela, já desabotoando a camisa, dizendo. – Ops! Cheguei! Não precisa chamar duas vezes. – ele sorriu — Marido entusiasmado se apresentando.

Ao perceber o que ele fazia, Kate achou engraçado — Hey, mocinho... Não... Não é isso que eu quero... – ela riu divertida do jeito de menino abandonado e rejeitado que ele fez, então concluiu — ... Ainda

— Magoei... – Espirituoso, ele fez bico e fingiu tremer o queixo como se fosse chorar.

Ela foi até Richard, se prendeu nos braços dele, deu um beijo rápido e salientou – Amor... não faça essa carinha... eu não disse “não”... Eu disse, “ainda” não... Então... Nada está perdido, Bonitão... A noite é uma criança... Quem sabe mais tarde se você for um bom menino... – ela estalou um beijinho nos lábios dele e retornou sua caminhada para o banheiro.

— Ok! Agora sim... Fiquei animado... – Ele tinha ótimo humor. Animado com a promessa dela, ele a seguiu – Mas me diga, amor... Então, o que é que você quer que eu faça?

Rapidamente ela informou — Enquanto eu tomo banho, você pode, por favor, pedir algo para eu comer? Pode ser? — ela terminou de dizer e seguiu em direção ao banheiro.

Richard foi novamente ao encontro dela, parando-a e a olhou intrigado. Com a testa franzida em sinal de curiosidade, indagou – Sério!? Kate você ainda quer comer? Melhor dizendo, você ainda ‘aguenta’ comer mais?

Ao ouvi-lo, Kate girou o corpo, ficou de frente pra ele e retrucou. — Eu que te pergunto, Rick... Sério!? Sério que você me perguntou isto?

Com voz carinhosa, Richard tentava justificar sua curiosidade — Ai, amor.... É que nós jantamos... E muito, prá dizer a verdade... – ele não estava irritado, apenas estava pasmo — E depois, lá na casa de espetáculos, você quis mais coisa para comer e me fez pedir nem sei quantas vezes... Eu nem sabia se olhava para o espetáculo ou para você se empanturrando.

— Mas é exagerado este meu marido... – sorriu. Com os olhos apertados, ela o encarou e comentou – na verdade, Rick, eu não percebi você de olho no que eu estava comendo... O que eu vi, moço, foi você olhando aquelas bailarinas charmosas e cheias de brilho... Todas altas, esguias, lindas... – falou fingindo estar com ciúmes.

— Não, querida – com cara de culpado e atrapalhado, Rick tentou emendar – Eu olhava apenas o modo como elas dançavam... Estava conferindo a coreografia... Além do mais, amor, mesmo se eu estivesse com a atenção voltada para elas, o brilho delas está nas roupas, maquiagem purpurina e glitter e o seu brilho, amor, está na sua áurea, no seu olhar, no seu sorriso.

— Sei... Tô sabendo, Richard Rodgers... – Ela o encarou e sorriu percebendo que ele estava tentando embromá-la — Me engane que eu gosto — ironizou. Mas entrando no clima divertido, ela o encarou com os olhos semicerrados como se o estivesse ameaçando – Eu estou de olho no senhor — e depois sorriu.

— Ops! Recado dado, memorizado e anotado. – brincou. – Mas falando sério, Kate, você quer mesmo comer mais alguma coisa? Você aguenta?

— Não sabia que você estava computando, pesando e calculando a quantidade do que eu como... – ela estava magoada.

— Não é isto... Apenas estou preocupado de você passar mal...

— Richard Rodgers! Você está me chamando de gulosa, é? – Kate reparou que ele ficou meio assustado com a reação dela e apenas fez um sinal negativo com a cabeça.

Naquele momento, ela resolveu pegar leve, confessando. — Amorzinho, na verdade, nem eu mesma estou me reconhecendo... – ela torceu a boca em sinal claro de que estava tentando entender o que estava acontecendo – Acho que esta fome não é minha sozinha... – ela acariciou sua barriga já não tão chapada – Sr. Rodgers, seus filhos estão querendo comer. – ela piscou para ele.

— Oh, meu Deus! Bem que eu estava achando estranho... Você não é de comer assim... – ele demonstrou que estava preocupado e que procurava entender.

— Então, homem, já que encontramos a raiz da minha fome, por favor, peça algo para eu comer... Ou melhor, peça algo para nós comermos – ela sorriu.

— Nós!?? Eu não aguento comer mais nada... – Richard esclareceu.

Kate achou engraçado o modo como ele se dirigiu a ela e, ainda sorrindo, ela esclareceu — Rick, eu sei que você não quer comer... Quando eu falei “nós”, querido, eu me referia a mim e a seus filhos.

Visivelmente tenso, ele indagou – Ah, entendi... Mas agora fiquei mais preocupado ainda... Isto está me cheirando a desejo... Desejo de grávida... Ai, meu Deus!!! – ele fez cara de assustado — Será que você vai querer algo que terei que virar Paris de cabeça pra baixo para encontrar?

Kate colocou o dedo no queixo em sinal de que estava pensando, mas daí não conseguiu segurar a brincadeira por muito tempo e, sorrindo, falou – Não, bobinho, não estou com desejo de grávida.... Quer dizer... Eu acho que não...

Visivelmente aliviado, ele comentou baixinho – Seria pecado eu dizer “Graças a Deus!”? – o casal riu por algum tempo do episódio, até que ele se animou — Neste caso, amor... O que você vai querer?... Eu agora nem faço a mínima ideia do que você ainda quer comer...

Com um sorriso preso no canto da boca, Beckett, fingindo estar chateada, avisou — Vou fingir que não ouvi este seu último comentário infeliz, ok, marido? Por isto vou facilitar pra você... Ah, meu Deus! Estou com a boca cheia d’água! Eu estou morrendo de vontade de comer sopa cremosa de cebola com grão de bico. – percebeu que ele a olhou novamente aliviado – Tá vendo, Rick? Não estou querendo nada do outro mundo... Portanto, peça torradas também, pão fresco e...

Ele a olhando com carinho, a abraçou e acariciou a barriga um pouquinho saliente, esperando ela terminar de falar – E... O que mais que estes meus filhos querem comer?

— Acho que só, amor.

Rick pigarreou – Só!!... Só, né...

— Mas peça também chá digestivo... Você tá reclamando tanto que até estou com receio... Mas como vou comer de qualquer jeito, então, que venha o chá digestivo. — ao perceber que ele a olhou retorcendo a boca, como se estivesse se prendendo para não falar nada, ela retrucou sorrindo e, fazendo manha, o advertiu – nem olhe assim pra mim... É isso mesmo... Eu também sei que já comi muito, mas seus três filhos estão me roendo o estômago e pedindo: “Mamãezinha, queremos comer... Queremos sopa. Queremos pão.” – ela sorriu e concluiu – Então, amor, prefiro ter o chá digestivo aqui para o caso de eu extrapolar...

Richard nem deixou Kate terminar de falar e foi logo a abraçando forte e deu um monte de beijinhos no rosto dela, inclusive nos lábios.

Quando ele ia se afastar, perguntou — Querida, não é por nada não... Mas estou curioso... Você detesta grão de bico... Desde que eu te conheci, você detesta até o cheiro...

— Ih, é mesmo... — ela ficou pensativa, mas logo comentou — Mas eu estou aguando, Rick. Eu tenho que tomar esta sopa senão não vou conseguir dormir... Eu já estou sentindo o gosto dela... Uma delícia...

— É, né... — ele franziu a testa e, por fim, se afastou dela e foi em direção ao interfone do quarto e – Amor, vá tomar seu banho e eu, como não quero meus filhos com cara de cebola ou grão de bico, vou logo fazer o pedido.

....................

Após dois minutos Rick entrou no banheiro e constatou que Kate ainda não entrara no chuveiro. Ela ainda estava de vestido. Ela apenas tinha tirado as sandálias. Quando o viu, ela indagou – Já pediu a minha sopa, querido?

— Sim e eles deram um prazo de vinte minutos... Então... – ele a olhou, piscou os olhos e fez um trejeito no rosto que a fez rir. – Acho que estou merecendo uma colher de sopa? Então...

Sabendo exatamente o que ele queria, Kate resolveu entrar na brincadeira e se fingiu de desentendida – Então, o que, Bonitão!? – ela se aproximou dele de forma sensual, encostou seu dedo indicador direito no peito dele deslizando lentamente para baixo até o cós da calça — O que é que o senhor tem em mente?

Eles se entendiam só de se olhar... Gostando da receptividade dela, ele foi se chegando sorrateiro, então explicou — Neste intervalo... Enquanto seu pedido não vem... Eu pensei... – ele a pegou de surpresa, a ergueu e a pôs sentada no espaço vazio da larga bancada de mármore da pia.

— Uauuuwww!!!– Kate murmurou – Gostei disto – ela disse ao enlaçar o pescoço dele, daí declarou. – Que marido forte que eu fui arrumar!

— E todo seu...

— Já que é todinho meu – ela mordiscou a orelha dele sussurrou no seu ouvido – vou tomar posse do que é meu...

— Ao seu dispor... Fique à vontade, Sra. Rodgers... Juro que não vou me queixar...

Muito rapidamente, ela desabotoou e tirou a camisa dele e a jogou longe. Segundos depois ele fez o mesmo com o vestido dela.

Eles se beijavam e se acariciavam como se não houvesse um amanhã... Era um misto de ansiedade, tesão, amor e paixão. Rick acariciava, lambia e mordiscava o pescoço de Kate e seguiu um caminho até alcançar um seio.

— Deus do céu! Você é... demais, Kate – ao dizer isto ele sugava com ferocidade o seio dela e também o lambia como se fosse uma bola de sorvete que se derretia. Rick abaixou as alças do sutiã e tomou posse do outro seio, passando a se ocupar agora dele, saboreando-o, sugando-o e dando leves mordiscadas no bico, o prendendo e o puxando com os dentes, arrancando gemidos de Kate que, segurando a cabeça do marido e acariciando seus cabelos, se deliciava com a habilidade erótica dele.

Enquanto provava e acariciava os seios da mulher, Rick prosseguiu as carícias em direção às coxa dela, interrompendo o trajeto para apalpá-la por cima da calcinha que, àquela altura, já estava umedecida com o sumo, fruto da excitação dela.

Como se estivesse respirando com dificuldade, Kate murmura algo quase inaudível – Rick, eu quero você.

— Eu também te quero, babe.

— Então, me faça sua... Agora, Rick... Agora... – Kate parou de falar e deu um soluço quando ele afastou a parte baixa da calcinha e aprofundou e intensificou as carícias íntimas.

Abrasado e sem interromper as mordiscadas e a sucção do seio da sua parceira, Rick avisa — Ainda não...

— Rick...

Mal terminou de falar, Rick fez com a boca e com a língua o mesmo trajeto anteriormente percorrido com sua mão, parando ao encontrar o fino tecido de seda da calcinha. Sem dificuldade e sem interromper os carinhos, ele tirou a peça íntima de sua mulher e, com a cabeça entre as coxas dela, passou a beijar e sugar aqueles lábios macios e cada vez mais molhados, tendo em vista o grande nível de excitação dela. Rick usava seus dedos e os movimentava com rapidez para aumentar o prazer dela e saboreava o sumo, sem desperdiçar uma única gota até que sentiu que Kate chegara ao orgasmo.

Ele próprio estava se controlando para não chegar ao ápice, então, ao tê-la trêmula de prazer nos seus braços, Rick se ergueu e a abraçou forte.

Com voz fraca, Kate se queixou – Amor, estou em desvantagem... Você está com muita roupa... – Ao dizer isto, ela enfiou sua mão pelo cós da calça dele até alcançar o membro rígido e quente e, apesar do pouco espaço, visto que ele ainda estava com as calças, passou a massageá-lo.

Com voz rouca, ele admitiu – Eu te quero, babe. E estou de um jeito que não tem volta...

— Eu sei – ela manipulou e apertou de leve o membro dele, fazendo-o gemer de prazer. – Então tira a roupa, Rick...

Sem esperar um segundo pedido, Richard, ainda junto à sua mulher, retirou o sapato com a meia, a calça e a cueca boxer preta, momento em que ao ser liberado, seu membro apresentou-se em sua forma poderosa, pronto para o combate.

Registrando cada momento, ao vê-lo pelado, em todo seu vigor, Kate o laçou com os braços e com as pernas, o trazendo para junto de si – Assim você me mata, Rick... – com voz rouca pela excitação, ela pediu — Mas para eu não morrer, babe, preciso de você... Muito... Estou que não me aguento de tesão e preciso de você dentro de mim, agora... Preciso que você continue, Rick... Faça amor comigo...

— Mas é justamente o que eu quero fazer, babe – Rick deu um beijo apaixonado nela.

De forma quase feroz, ela anunciou – Rick, se o serviço de quarto bater na porta agora, eu te mato!

Mesmo excitado, ele riu do jeito que ela falou — Temos tempo, amor... — ainda a mantendo sentada na bancada de mármore, ele a puxou mais para a beirada a fim de facilitar o engate e, entre as pernas dela, se posicionou. Olhos nos olhos, indagou – Pronta pra mim, Kate?

— Desde que nasci.

Ao ouvir tal declaração, ele a penetrou lentamente, com movimentos firmes e cadenciados até preenchê-la completamente.

Kate gemeu de prazer ao se sentir invadida. Mas isto não era nada em comparação ao que se seguiu. Segurando-a pelos quadris para Kate não escorregar para trás, Rick começou a bombear, mantendo o mesmo ritmo.

A acústica peculiar do banheiro potencializava os sons... o choque dos sexos com o encontro violento dos dois corpos, os gemidos, as respirações, as vozes deles com declarações, orientações e pedidos eróticos... Tudo isto servia de estímulo para ambos.

Nestes momentos de total intimidade eles se entregavam plenamente ao sexo e, sem limites, faziam amor de forma visceral e apaixonada. Os beijos molhados, as lambidas, as mordidas, os carinhos, o atritar dos sexos no momento da penetração e os apertos incrementavam o ato, tornando-o incrível e único.

A cada estocada, Kate soluçava e Rick gemia, ambos de prazer até que os sinais do orgasmo anunciaram que alcançaram o ápice do prazer.

Abraçados e ainda conectados, porém, quase imóveis, ambos sentiam seus sexos latejarem, tão intenso foi o prazer que experimentaram.

Kate repousava sua cabeça nos ombros do marido até acalmar a respiração e a pulsação de ambos.

Cansada, porém satisfeita, Kate se afastou um pouquinho de forma a poder olhar para ele — Rick, eu te amo.

Feliz ao ouvir tal declaração após compartilhar com ela um momento tão íntimo e apaixonado, ele sorriu e fez um sinal afirmativo com a cabeça – Eu sei... E, Kate, eu também te amo.

Com um sorriso estampado no rosto ela assentiu – Eu também sei...

Voltaram a se abraçar. Um abraço terno e amoroso.

Após alguns segundos, Rick perguntou carinhoso – Hey, moça, que tal tomarmos banho agora? Ou será que você quer esperar mais um pouco?

— Vamos agora...

....................

Assim que terminaram o banho eles ouviram batidas na porta.

Rick vestiu seu roupão e avisou – Kate, eu vou receber o serviço de quarto. – Deu um selinho nela e se afastou em direção ao quarto.

.....................

No terceiro dia de viagem, Richard programou um passeio ao Palácio de Versalhes. Queriam andar pelo belíssimo Jardim, pois era um passeio imperdível.

Durante a caminhada pelo jardim, de mãos dadas, eles eram só sorrisos e não paravam de conversar. O assunto, como sempre, fluía com muita facilidade. Prestavam atenção a tudo que viam, e a todo momento tiravam fotografias, pois queriam registrar todos os detalhes do jardim, um projeto arquitetônico fantástico.

Em dado momento, Richard percebeu Kate mudar seu comportamento. Ela ficou sem puxar assunto, e isto não era normal, pois sempre conversavam, o que ela sempre fazia naturalmente e com muita espontaneidade.

De forma discreta ele analisava mais detalhadamente aquela nova situação. Assim, ele percebeu que somente ele iniciava o assunto e ela só falava quando provocada e, mesmo assim, respondia com monossílabos...

“- Sim...”

“- Não...”

“- Sei...”

“- É”

“- Vi...”

“- Tá...”

“- Ok...”

... E isto era sinal de que estava melancólica. Ele passou a trata-la com mais carinho, mas não falou nada, pois preferia que ela própria se abrisse...

Prosseguiram o passeio de mãos dadas. Ele mostrava os pontos interessantes e, discretamente, continuou a observá-la. Contudo, quando ele a focalizava para bater uma foto, pode observar nitidamente pela lente da máquina que Kate estava realmente triste e ficou a imaginar o motivo de tal mudança de atitude. Acreditava que a oscilação do humor dela podia ser em razão da alteração dos níveis dos hormônios da gravidez. Então ele decidiu que iria falar com ela. Estava preocupado e queria saber o que se passava na cabeça dela.

Guardou a câmera fotográfica na sua respectiva case e foi pra junto de Kate.

Ao chegar ao lado da esposa, passou os braços em torno da cintura dela, afagou seus cabelos e deu um leve beijinho no topo da sua cabeça. Afastou-se um pouquinho para olhá-la e, como não queria que ela se retraísse, ele usou de cautela para tocar no assunto.

Com voz suave, ele a chamou — Querida...

Recostando a cabeça no peito do marido, ela atendeu — Sim...

— Tudo bem?

Em um tom afirmativo, ela murmurou – Ããhhããã...

Com suavidade, ele arriscou — Não parece, amorzinho. Você ficou meio calada, de repente... Tá triste? Quer conversar?

Kate escutou e continuou recostada no peito dele. Após alguns segundos, ela se afastou um pouco, acariciou o rosto dele e olhando-o nos olhos, sussurrou com um sorriso fraco – Querido, você sabe que eu estou muito feliz. Mas muito feliz mesmo. Acredite. – fez uma pausa — Mas apesar disto, meu peito está apertado. – Neste exato momento, Kate começou a chorar fraquinho e voltou a abrigar seu rosto no peito dele.

— Hey, amor. O que houve? Você está chorando... Fala pra mim, Kate. o que houve, querida?

Com lágrimas escorrendo pela face, ela revelou ao marido — Eu estou morrendo de saudade das minhas filhas... Não me sai da cabeça do jeito que a Alexis ficou quando falamos que iriamos viajar... – Kate olhou bem fundo dos olhos de Rick e indagou com um soluço – E se as três pensarem que a gente não vai voltar mais?

— Não, Kate. – ele deu um beijinho na testa dela – Oh, Deus! Nem pense nisto, meu amor. – ele afagou os cachos dela.

— Eu estou tentando, mas acho que estes hormônios da gravidez... Esta explosão de hormônios está maximizando minhas emoções... Minha saudade... e faz com que eu tenha estes pensamentos horríveis.

— Vamos ali – ele aponta para um banco largo. Chegando lá, ele retirou do bolso seu lenço e limpou as lágrimas, depois o entregou a ela que, com cuidado, terminou de secar o rosto os olhos e evitou que as lágrimas borrassem a maquiagem. – Respire fundo. Tudo está bem.

Ele a viu respirar fundo e aos poucos sua respiração ficou mais regular. – Meu amor, não acho bom ligar para as meninas hoje, porque elas podem chorar e aí você vai ficar pior... Mas nada nos impede de enviar mensagem, via WhatsApp, para minha mãe, porque aí você fica sabendo se tudo está bem com as três meninas. – Richard consultou o relógio de pulso e explicou – Agora está ótimo, porque é cedo lá, mas a mamãe já deve estar acordada.

— Será que a Martha vai ver a mensagem?

— Se ela estiver perto do celular, com certeza ela vai ver e responder na hora.

Animada com a possibilidade de saber notícias das meninas, Kate, muito rapidamente, pegou seu iPhone e passou a escrever.

.....................................................................................................

Katherine Beckett
Oi, Martha.
Estamos em Paris e está tudo perfeito! Rsrsrs

Tudo é lindo e não tinha como ser de outro jeito, né, pois estamos

muito felizes, aliás, SOMOS muito felizes.

E você, tudo bem? Como andam as coisas por aí?

As meninas estão bem? Elas estão te dando trabalho?

Como elas estão se comportando?

Eu já estou morrendo de com saudades. Eu nunca me separei delas

das gêmeas... E estou muito preocupada também com a Alexis...
13:30

Katherine Beckett

fotos da lua de mel

fotos da lua de mel

fotos da lua de mel

fotos da lua de mel

fotos da lua de mel

fotos da lua de mel

13:30


Martha Rodgers

Olá, Katherine.

Amei as fotos. Todas elas... rsrsrs.

Vocês estão lindos!!! Visivelmente felizes!!!

E eu amo ver isto.

Querida, eu estou bem.

As meninas também estão ótimas e se comportando

maravilhosamente bem. Aliás, querida, elas são ótimas!

Você soube criá-las maravilhosamente bem. Parabéns!

❤️❤️❤️❤️

As três têm personalidade forte...

Também, né, filhas de vocês, não tinha como ser diferente... rsrsrs

13:31

Katherine Beckett
Você é um amor, Martha!

❤️❤️❤️❤️

13:31


Martha Rodgers

Katherine, criança, entendo que você esteja morrendo

de saudade das suas filhas... Mas elas estão muito bem aqui.

Na verdade, elas estão ótimas, pode estar certa. Portanto,

no seu lugar, filha, eu iria curtir a lua de mel e me preocuparia

somente com o seu Bonitão aí... rsrsrs... Tire o máximo de

proveito deste momento, pois, por maior e mais forte que seja

o amor de vocês, este momento é especial e não volta mais.

13:31

Katherine Beckett
Ãããnn!!!??
13:32


Martha Rodgers

Minha criança.. Sossegue... rsrsrs. "Não volta mais" porque

é a sua lua de mel. Você pode ter dezenas depois dessa

com o Richard, mas esta é especial porque é a PRIMEIRA,

imediatamente após vocês concretizarem o sonho do casamento.

Mesmo que vocês tenham outra lua de mel depois

do casamento religioso, tenha certeza que vai ser ótima,

assim como todas as outras que vocês resolverem

fazer... 2ª lua de mel, 6ª lua de mel, 20ª lua de mel..., mas

nenhuma se equiparará a esta. Cada uma terá uma

característica diferente, mas esta vai marcar sua vida.

Esta é ímpar. Entendeu, garota? rsrsrs

13:33

Katherine Beckett
Ah, sim... rsrsrs... Alcancei, Martha... rsrsrs

Agora entendi....
13:33


Martha Rodgers

rsrsrs Então...

13:33

Katherine Beckett
Você está certa, Martha... Aliás, você sempre está certa.

Então eu vou me desligar um pouco das pequenas porque

elas estão em boas mãos e focar somente no meu Bonitão...

Tchau, Martha.

Te amo. Bjs.

❤️❤️❤️❤️

13:34


Martha Rodgers

Também te amo, garota.

❤️❤️❤️❤️ Fique tranquila que eu e seu pai

estamos de olho nas crianças. Qualquer coisa eu te ligo...

Mas não vai acontecer nada.

Nos veremos no final da sua lua de mel, Katherine.

Beijos para vocês dois. rsrsrs

13:34

Katherine Beckett
Ok, Martha.

❤️❤️❤️❤️

Obrigada.

Bjs pra você e para o meu pai.

Rick está mandando um beijo pra você.

13:35


Martha Rodgers

Ok, querida.

13:35

.................................................................

No minuto seguinte após Kate enviar a primeira mensagem, ela estampou um lindo sorriso no rosto e vibrou de alegria, anunciando – Rick, Rick, sua mãe viu a mensagem... Ela está escrevendo. – sorriu.

Daí em diante, Richard, mesmo sem se intrometer ou ler o que elas estavam conversando, Richard percebeu que o semblante de Kate já era outro. De início, ela sorria leve e depois passou a rir alto e comentar – Mas sua mãe não existe, amor. Adoro a Martha. – e continuava a escrever e a ler até que se despediram, momento em que ela entregou seu iPhone para Richard ler as mensagens. – Leia aí, amor, veja como sua mãe é demais!

Ao devolver o celular para a esposa, ele, espirituoso, comentou – Eu te disse, as meninas estão bem... – ele percebeu o sorriso de felicidade dela e então prosseguiu – Acho bom você seguir o conselho de dona Martha... – piscou para ela – e se “... preocupar somente com o seu Bonitão...”.

Ambos sorriram com a citação que ele fez.

Após a troca de mensagens via WhatsApp, Kate voltou a ser ela mesma e ficou animada. De um salto, Kate se levantou com a mesma disposição com a qual saíra naquela manhã e o puxou pela mão para que ele também se levantasse e, olhando de um lado para o outro, como que conferindo o ambiente, informou – Como Paris é a cidade do amor, então ninguém pode reclamar, né... – sem aviso prévio, ela enlaçou o pescoço dele com seus braços e o beijou. Um beijo apaixonado, digno de uma mulher feliz, que ama e que é amada.

Correspondendo ao beijo, Rick a pegou de jeito e prendeu pela cintura, apertando-a forte nos braços.

Com relutância, Rick interrompeu o beijo, a afastou um pouquinho e sorrindo travesso, avisou – Querida, mesmo aqui em Paris, Cidade do Amor, devemos ir com calma, senão passaremos o resto da nossa lua de mel no xilindró e em celas separadas.

Ambos sorriram e seguiram adiante.

E assim passam o resto dos dias..., os dois passeando, brincando, rindo à toa, felizes da vida e continuando o roteiro da viagem.

Visitaram vários lugares interessantes.

Para o último dia, Richard sugeriu visitar alguns castelos históricos. Foram de trem e dentre outros castelos, visitaram o Castelo de Chambord, no Vale do Loire e lá viram coisas incríveis.

No última noite em Paris, Kate acordou no meio da madrugada com uma sensação estranha... Estava salivando... Sonhara com seus três meninos. Eles deviam ter por volta de nove, dez ou onze meses e olhavam fixamente para um prato contendo cupcakes. Nem dava para ver os cupcakes direito, mas só em pensar neles, ficou desejando comê-los.

Kate sabia que estavam no meio da madrugada, então fechou os olhos e tentou dormir, mas a salivação e o desejo era maior. Então, ela se levantou com cuidado na cama para não acordar o marido e foi até o interfone. Telefonou para a recepção e eles transferiram a ligação para o setor de alimentos, onde ela poderia fazer o pedido. Para sua surpresa, ela foi informada que naquele horário ainda não tinha cupcakes. Teriam somente a partir das seis horas da manhã.

Após encerrar a ligação, frustrada, Kate retornou à cama para dormir, mas depois de várias tentativas, vira pro lado, para o outro... contou carneirinhos... tentou se desligar dos bolinhos confeitados... mas não conseguia conciliar o sono, pois não parava de pensar nos saborosos cupcakes, chegando até a sentir o cheirinho deles... Então não teve saída...

Ela se encostou no marido, tocou levemente no seu peito e com jeitinho o chamou...

— Rick....

Nada...

— Amorzinho...

Nada...

Após algumas tentativas de acordá-lo, ele finalmente respondeu.

— Sim... – mas continuou dormindo.

— Rick, acorde...

Percebendo que não era um sonho, ele, ainda sonolento, abriu os olhos e olhou para Kate e ficou tenso.

— Kate! – estava aflito. – Deus! O que foi? – preocupado, perguntou – Você está bem?

Meio sem graça ela informou... Babe, eu tive um sonho...

Richard a olhou como se não estivesse acreditando naquilo, contudo, com muita delicadeza, deu um beijinho na sua testa, a abraçou e disse carinhosamente — Babe, você não pode deixar para me contar o sonho amanhã?

Percebendo que ele não entendeu o que ela queria dizer, ela continuou — Não é isto, Rick... — ele a olhava atento – Eu sonhei com nossos trigêmeos...

Ele a interrompeu e com tom carinhoso, disse – Oh, querida – ele acariciou o ventre saliente dela e tentou acalmá-la — Se não foi coisa boa, babe, não se preocupe, eles estão bem. Foi só um sonho...

— Não é isso, Rick... Me escute...

— Tá. O que é então?

Daí ela contou o sonho e sobre a vontade de comer os cupcakes, inclusive comentando da frustrada tentativa de pedir os bolinhos à cozinha do hotel.

Desejando que ela negasse, ele arriscou e fez a pergunta – Então você quer que eu saia agora pelas ruas de Paris e procure cupcakes para você comer? — fez uma pequena pausa e finalizou — É isso, babe?

Rick prendeu a respiração para esperar a resposta, mas, com uma expressão de que estava constrangida com a situação, ela afirmou – Sim, amor... Você faria isto pra mim? — ela fez um carinho nele — Eu sei que estamos no meio da madrugada, mas não consigo dormir só pensando nos cupcakes... Minha boca está salivando...

Morrendo de sono e sem vontade nenhuma de sair àquela hora, mas tentando ao máximo não aparentar isto, ele falou carinhosamente – Eu vou, amor... Mas aonde é que eu encontro?

Meio sem graça, ela sugeriu – Talvez... uma confeitaria? Uma padaria?

— Mas a esta hora? Será que encontrarei alguma aberta?

— Se você perguntar na recepção do hotel, eles podem informar com mais precisão...

Resignado, Rick se sentou na cama e após alguns segundos pegou o interfone e fez a pesquisa.

Anotou alguns endereços de confeitarias que funcionavam vinte e quatro horas, mas nenhuma delas tinha o serviço delivere... Portanto, sem alternativa, ele trocou de roupa e saiu em busca dos cupcakes.

Antes disto, ele perguntou os sabores que ela queria – Traga vários sabores, babe... Estou com água na boca...

Depois de aproximadamente uma hora, ele retornou com uma caixa enorme contendo quinze sabores de cupcakes, sendo dois de cada.

Assim que Rick pôs a caixa sobre a mesa, Kate a abriu e, como criança, foi escolhendo e comendo os bolinhos, sujando os dedos e a boca com as coberturas e recheios cremosos.

Rick ficou admirado com a felicidade dela ao olhar e comer os tais bolinhos. E ao vê-la assim, ficou satisfeito por ter ido às confeitarias, pois, por tão pouco, ela ficou realizada.

Kate comeu cinco cupcakes e deu mordias em vários outros para experimentar o sabor e a cada pedaço que tirava, ela elogiava as guloseimas e agradecia ao marido por ter ido compra-los.

Com as mãos e a boca lambuzadas, Kate se lavou no banheiro e foi até o marido e o abraçou – Obrigada, amor.

Ele correspondeu ao abraço, apertando-a forte acariciando os cabelos dela. — Bote uma coisa nesta sua linda cabeça, Kate: Eu te amo e faço qualquer coisa para ver você feliz e sorrindo.

Logo em seguida a puxou pela mão e foram para cama e assim que se deitaram, ela se acomodou no peito dele e em menos de um minuto ambos já tinham dormido.

Ao deixarem a França, rumo à Itália, partiram com a promessa de retornarem. – Que tal voltarmos à Paris para a nossa segunda lua de mel? – perguntou Kate.

— Ops! Antes disto temos a lua de mel depois do nosso casamento religioso, bebe... – ele piscou para ela.

— Sim... É mesmo... – sorriu – Então poderemos fazer outro roteiro e deixar Paris para depois mesmo...

O resto da viagem de lua de mel foi lindo e tiraram o máximo de proveito dela.

Na quarta noite em que estavam em Florença, acontecera o mesmo episódio de Paris... Kate acordara por volta das duas horas da madrugada, pois mais uma vez sonhara com seus trigêmeos.

Eles eram lindos e estavam sobre uma superfície clara, como se fosse uma mesa imensa, e estavam vestidos de cozinheiros, inclusive com os enormes chapéus de Mestre-Cuca. Tinham à sua frente vasilhas de farinha de trigo, leite, ovos e uma batedeira de bolo. A imagem que veio à mente de Kate fez com que ela quisesse comer pizza. Desta vez ela ficara menos tensa, porque, como estavam na terra das massas, com certeza o hotel teria para entregar.

Ledo engano... Mais uma vez teve frustrado seu pedido. Retornou à cama e, como fizera em Paris, tentara dormir, mas foi em vão e, sem saída, acordou Rick e narrou seu sonho e a tentativa, sem êxito de fazer o pedido na cozinha do hotel.

Novamente com sono, mas sem demonstrar muito, ele conseguiu alguns endereços de onde encontraria pizza vinte e quatro horas.

Depois de uma hora e meia ele retornou com duas caixas de pizza com diversos sabores.

Igual como acontecera com os cupcakes, feito criança, Kate comeu e se lambuzou e após a higiene ela foi para junto do marido e o abraçou – Querido, só você mesmo para fazer isto por mim... – ela sorriu feliz – Obrigada, amor.

Feliz da vida por ter conseguido matar o desejo dela, sem, contudo, conseguir esconder o sono ele a olhou nos olhos e, acariciando seu rosto falou – Eu te amo, Kate e se Deus quiser, nada no mundo vai me impedir da fazê-la feliz... Mesmo que essa felicidade seja uma simples pizza.

..........................

Durante a viagem, eles notaram que a bagagem ia aumentando por conta das compras que eles faziam e assim, tiveram que comprar malas extras.

A cada lugar que iam, eles compravam presentes para as filhas e, como não podia deixar de ser, compraram também muita coisa para o enxoval dos bebês, diferentes das que encontraria em Washington, D.C..

Rick, obviamente, não deixou escapar nenhum brinquedo que era novidade para ele... A desculpa era que eram para os seis filhos... Kate sabia que Rick era a sétima criança do grupo e esta característica era uma das coisas que ela amava nele.

No último dia da viagem, no momento em que eles arrumavam a bagagem para voltar para casa, ela se deparou com a quantidade de malas e ao olhar para todas elas, não se aguentou e começou a rir, pois mesmo que um pouco tarde, percebeu que exageraram.

— Querido, vamos pagar uma grana só com excesso de bagagem. – ela torceu a boca e riu.

— Você está feliz? – ele perguntou.

— Sim. Muito. – ela respondeu.

— O que você comprou, você encontraria lá em Washington, D.C. ou mesmo em Nova York?

— Não...

Ele a abraçou – Então, querida, relaxa! Eu também penso assim e me sinto assim. Vamos pagar este excesso de bagagem com satisfação.

..........................

E assim terminou a maravilhosa viagem da primeira lua de mel.

Continua...

Notas finais
Fico feliz que vocês estão lendo. Obrigada a todos que estão comentando. Mais uma vez eu quero lembrar que todas as imagens que eu utilizo nas minhas fics estão livremente visíveis no site de buscas da internet sem necessidade de login, senha ou de pagamento e, como eu não as publico com fins lucrativos, me sinto inteiramente à vontade em usá-las. Mil beijinhos para todos. Denise Observação: Quem não conseguiu ver as imagens da Kate triste e dos trigêmeos vestidos de mestre-cuca, aqui estão os links: Então é só marcar o bloco, 'copiar e colar' no "endereço de outra página da internet. So, enjoy and have fun. ============== Bateau-mouche - http://www.eutouring.com/paris_city_life_m13_DSC00365_lrg.JPG fotos da lua de mel - 1- http://orig05.deviantart.net/ec73/f/2013/035/7/8/stanathan_manip_2_by_asmarana-d5tt7rs.jpg 2- https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTgGEZPzG7O7teljvC0sd47cWvlUuXZTefCpMPo6zwryweiMiDd 3- http://41.media.tumblr.com/51c08ac0ade1fce8dead8ee7996bdb58/tumblr_miwgxkF8qQ1rfjq4vo1_500.jpg 4- http://images6.fanpop.com/image/photos/33300000/StaNathan-3-nathan-fillion-and-stana-katic-33374530-245-243.jpg 5- https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/36/2e/29/362e29348d7efde0e1efb398cc7ed9c3.jpg 6- http://ic.pics.livejournal.com/button_lip/2414706/56380/56380_900.jpg 7- http://41.media.tumblr.com/886f671b14c187c2608b37688149fd9a/tumblr_miwgxkF8qQ1rfjq4vo3_1280.jpg http://stanakaticalways.yolasite.com/resources/indian%20stana.jpg http://www.renatapineze.com/blog/wp-content/uploads/2014/06/trigemeos_MakeTheCake_Renata_Pineze_021.jpg Castelo de Chambord - http://parisfeliz.com/imagens/pontosturisticos/fotos/castelo-de-chambord02amp.jpg sonho de Kate com 3 bebês - https://n1.picjoke.org/useroutputs/3324/2018-08-23/1-pt-daeabab1c06e4bb03b6d7816ed8f179b.jpg https://trigemeos.files.wordpress.com/2010/01/img_0183.jpg Kate acorda o marido - http://45.media.tumblr.com/93ee351e31ec020ce05a184f4f108d40/tumblr_muphbnW4Wn1soidzoo1_500.gif http://24.media.tumblr.com/e969929b244f459125ae5bd4539279e7/tumblr_mun4h9Ltxm1r4wvwvo3_500.gif sonho com trigêmeos - https://n1.picjoke.org/useroutputs/3324/2018-08-23/1-pt-30fb617cd97c88610b8df0573d799505.jpg