Amor de Ontem, Hoje e… Sempre⏳⌛⏳
62 Como escolher os nomes dos bebês?
Notas iniciais
AINDA EM WASHINGTON, D.C....
Ao chegarem ao loft o silêncio reinava, sinal de que as crianças ainda não tinham chegado da escola.
Richard se dirigiu à estante e pôs um CD de música instrumental com o volume suave e foi logo perguntando — Onde estão as meninas? — consultou seu relógio de pulso e, franzindo a testa meio que chateado, se dirigiu à Kate e quis se informar — Elas já deviam estar aqui... Elas estão com quem, assim, que estão demorando de chegar?
Kate também consultou seu relógio de pulso — Eita que pai ciumento... e possessivo... — ela falou baixinho em tom divertido, pois achou fofa a expressão que ele fazia — Elas devem estar entrando a qualquer hora, homem. Mas agora...- ela sussurrou diretamente no ouvido dele — estamos nós dois aqui... sozinhos — Sapeca, ela foi se chegando sorrateira, passeou com uma mão lentamente pelo peito dele..., ajeitando a gola da camisa..., depois o primeiro botão, como se ela fosse abrir a camisa dele... Foi arrastando sensualmente a mão até alcançar o rosto do noivo, fazendo uma carícia sensual, seduzindo-o, depois acariciou o lóbulo de uma orelha, fazendo um carinho que se estendia da nuca à face e aí, ela foi se aconchegando, provocando e, olhando fixamente para os lábios dele, roçou seus lábios no dele e faz de conta que ia beijá-lo, mas sem o fazê-lo, realmente..., deixando-o aceso e atordoado.

Respirando com dificuldade, tendo em vista a sua excitação, Richard murmura — Kate... Você está brincando com fogo... — ele a advertiu ao mesmo tempo em que a pegou de jeito pela cintura e, com uma pegada firme, a trouxe para ficar colada ao seu corpo e, juntinhos, se olharam e se desejaram. Com um forte apelo erótico, ele, agora no comando, a tinha colada a si, mordiscando o parte inferior dos lindos lábios carnudos, ainda com vestígios de batom nude, prendeu levemente com os dentes e puxou suavemente, sugou e depois, a olhou apaixonado e a beijou. Um beijo de pequenas e suaves mordidas que, aos poucos, foi se transformando em um beijo guloso e apaixonado.
O beijo foi longo e de forma crescente, com jogo de corpo, usando lábios..., mãos..., do tipo que, com certeza tem todos os ingredientes necessários para um sexo quente e apaixonado. Todavia, como se fossem personagens de um livro ou de um filme..., como se estivessem representando uma cena bem ensaiada, ambos, lentamente, deram uma pausa e, respirando com dificuldade..., afastam seus rostos e, com corações acelerados, olhos ainda fechados, como se estivessem em transe... como se estivessem realmente num sonho...
Lentamente os olhos vão se abrindo, se olham e sorriem um para o outro. Não um sorriso voluptuoso, mas um sorriso doce, leve e carregado de amor.
Quebrando o silêncio, mas ainda dentro deste clima suave, Rick, com um sorriso estampado no rosto, sussurra — Eu já te falei que há exatas nove semanas você transformou minha vida? — deu um selinho na ponta do nariz dela e antes mesmo dela pensar em responder, ele continuou a flertar com ela — Eu já te falei hoje, que te amo?
Na mesma sintonia de ternura que Rick estava, Kate dá um sorrisinho expressando sua felicidade, contudo, revira os olhos e, de forma exagerada para demonstrar que estava brincando, ela faz um bico de quem está pensando — Eu acho que já, mas... Faz assim, Rick... Vamos combinar... Eu juro que não me importo se você ficar repetindo, repetindo, repetindo... — ela deu um sorriso amplo e passou seus braços pelo pescoço dele e o apertou como se não quisesse nunca mais soltar e aí, ela disse como se fosse um segredo — Eu também te amo. E não é pouco, não... Te amo muito.
Richard faz carinho nos cabelos dela, pega algumas mechas e, sem habilidade, tenta arrumá-las, então, como se estivesse "obedecendo" a noiva, ele começa a falar, repetida e vagarosamente, quase entoando um mantra, deixando claro, cada palavra que dizia — Eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo...
Ouvindo e se deliciando com o que ele, apaixonadamente, 'recitava', Kate trava suas mãos no pescoço dele e, sem receio, pois sentia-se realmente segura, em todos os sentidos da palavra, literal e figurado, joga o tórax para trás, juntamente com a cabeça, olhos fechados, em completo deleite, situação que durou apenas alguns segundos, pois, retornou para juntinho dele, afrouxou o 'aperto' no pescoço e voltou manter fixos os olhos e falou toda meiga — Ah, como eu estou feliz! Acho que só você para entender o que eu estou sentindo... Ou só quem ama e é amado... ou quem já viveu uma linda história de amor ou ainda vive esta história. — Afastando-se dele, respirando fundo e soltando o ar pela boca ela o pega pela mão, vão andando lentamente em direção à varanda, quando ela sugere — Vamos tomar uma taça de vinho?
Imediatamente ele para de andar e, a puxa levemente pela mão para que ela também parasse e frente à frente com ela, ele indaga — Como é, moça? — ele pergunta delicadamente — Ou eu "não ouvi" ou "não entendi" direito o que você falou...
Naquele exato momento, a 'ficha' dela cai e, divertida, se corrige — Ops! Ato falho! (risos)
— Sim... Estou entendendo... — ele finge que está chateado e que também está duvidando dela, mas depois ri junto.
Kate fala novamente de forma bem pedagógica, o fazendo rir — Retificando, amor... Vamos fazer assim: VOCÊ toma uma taça de vinho e EU tomo uma taça de suco de uva... — ela pisca o olho para ele como que pedindo desculpas.
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Estavam confortavelmente relaxados em um dos largos sofás da varanda. Ele sentado e recostado no encosto e nas almofadas do sofá e ela sentada, à vontade, recostada no espaço entre o peitoral e o braço dele... ele com o vinho e ela o suco de uva, até que Kate puxa um assunto — Querido, eu sei que temos ainda muitos meses pela frente...
— Sim... — Ele fala num tom de quem quer saber mais do que ela está querendo falar.
—O que eu estou estou querendo dizer, amor... — Kate faz uma pausa e pensa um pouquinho para arrumar as ideias, em seguida se afasta um pouco dele para olhá-lo enquanto falava. Depois continua — Eu queria que a gente resolvesse... que a gente escolhesse logo os nomes dos meninos... — Kate explica.
— Mas assim, tão cedo? Ainda temos tempo para pensar bastante nos outros dois nomes... — ele ri sabendo que ela iria contestar.
— Vou fingir que nem ouvi o que você quis dizer..... — Kate se diverte ao falar isto, pois preferia pensar que ele estava apenas querendo zoar, então iria pelo mesmo caminho — Pode 'tirar seu cavalinho da chuva', Sr. Rodgers, que filho meu... nosso, não vai se chamar Cosmo...
— Tudo bem! Tudo bem! Tudo bem! — ele fala de forma muito divertida — Imagina! Quem sou eu para contrariar uma mulher grávida, ainda mais quando esta mulher é a minha?
Ao ouvir tal declaração ela se estica um pouco e deposita na mesinha lateral, a sua taça de suco e, logo em seguida, se achega, não mais como estava antes. Desta vez ela se senta realmente no colo dele, passando os braços pelo pescoço e dá um selinho — Que homem mais fofo, mô Deusssxxx!!!
Ambos ficam sorrindo.
Richard deposita sua taça de vinho ao lado da taça de suco de Kate e, de repente, com habilidade e muita delicadeza, ele movimenta seu corpo e o dela, pondo-a deitada no sofá, passando, ele, a ficar ajoelhado no chão rigorosamente de frente a ela, então, apaixonado e feliz, passa a dar vários e pequenos beijos na barriga plana dela — Meus amores! Papai ama vocês! Papai não ia colocar esse nome feio em nenhum dos meus garotões. Papai estava brincando com a mamãe. Vão se acostumando, viu, o papai adora zoar com a mamãe porque... vocês vão conhecê-la, ela fica ainda mais linda quando fica braba... E se vocês três puxarem ao papai e for, digamos, levados... danadinhos e traquinas, vocês vão ver bem essa carinha de braba dela — e voltou a dar mais um monte de beijinhos no ventre da noiva.
Pega de surpresa com aquela situação, Kate se emociona e sua garganta fica travada e seus olhos se enchem d'água ao ver, ouvir e sentir aquela cena. Ela acaricia os cabelos dele e, em poucos segundos, os beijos vão subindo até os lábios dela. Ele volta a falar — Hoje o nosso dia foi agitado e muito emocionante, né amor? — dando um suave selinho nos lábios e fazendo um carinho na barriga dela, ele fala — Obrigada!
— Estamos juntos nessa, babe! — ela se ajeitou para se sentar e o puxou do chão para ficar ali, juntinho dela e, fingiu-se de durona — Mas quanto aos seus conselhos para os meninos, mocinho, sobre eles serem parecidos com você quanto a sua traquinagem... Querido! Você já fica incitando-os desde agora, é? Se você continuar assim... Já pensou, três mini-Ricks? — ela riu e concluiu — Eu vou penar, né, mas por outro lado — fez um jeito sonhador com o rosto e, com um sorriso lindo nos lábios, ela concluiu — Eu vou adorar!
— Eu também!
— Tô sabendo! — Kate falou pisando o olho para ele.
Sorriram.
Ainda curioso sobre a sugestão dela em já nominar os meninos desde agora, ele quer saber — Mas, falando nos nomes dos bebês, porque escolher os nomes assim tão cedo?
— Bem... repare bem... Todo pai, toda mãe e todos irmãos, tios, avós, amigos dos pais... enfim, todos eles quando se dirigem ao bebê ainda durante a gestação, sempre falam de forma genérica... "Bebê", "criançinha", "bebezinho", "fofura" e outros termos lindos... Mas eu acho melhor que, além destes termos, nós também falássemos com eles já usando os seus nomes. Eu acho isso muito mais pessoal e faz com que eles já se sintam amados e, por outro lado, a gente se sentiria mais próximos deles... Eu fiz assim com Bia e Annie e foi ótimo! Tenho certeza que elas também gostaram. — ela riu feliz. — Mas veja bem, amor, não é que a gente parasse de chamar os meninos de "Bebê", "criançinha", "bebezinho", "fofura" ou os outros termos lindos e fofos.... Não é isso. Nós os chamaríamos assim, mas também usaríamos seus nomes... Nada assim, formal, pomposo ou coisa do tipo... tudo muito leve e natural. Entendeu?
Com olhar preocupado, Richard franze a boca e fala carinhosamente — Babe, não sei se isto é assim tão bom... Gravidez gemelar... Não sei... Não é assim tão fácil quanto uma gravidez mais tradicional... com somente um bebê... — olhando fixamente para ela, Rick indaga — Kate, e se...
Ela o interrompe imediatamente e, com carinho põe sua própria mão nos lábios dele, como forma de impedir que ele continuasse falando e imediatamente o abraça forte, como para afastar todo e qualquer pensamento ruim que estivesse rondando na cabeça dos dois. Em seguida, amorosa, quase sussurrando e demonstrando tensão, diz com a convicção de que estava falando certo — Babe, por favor, nem fale o que passou rápido pela sua cabeça... Vamos deixar bem longe estes pensamentos... Eu já me recuperei do susto inicial... É..., não vou mentir... Levei um baita susto... Porque primeiro eu enfrentei uma gravidez de dois bebês e agora... de três!!?? Nossa Senhora! Essas coisas diferentes sempre acontecem comigo — sorriu — Eu nunca vou saber como é ficar grávida de um único bebê... — e gracejando, ela disse — Deve ser sem graça...- e continuou sorrindo.
Brincalhão como sempre, Richard fala — Ops! Minha oferta ainda está de pé. Depois destes três garotões, vamos tentar com mais empenho e, quem sabe, pode ser apenas um bebê....
Ambos caem na risada — Só você mesmo, Rick. Imagina! — continuam rindo muito — Se sem tanto empenho assim eu engravidei de dois bebês e agora de três... Imagina se a gente se empenhar mais.... Nem quero pensar....
O clima estava leve e animado, de repente ela para e comenta — Retornando ao assunto que você aventou, amor... Vamos pensar somente nas coisas boas... nas coisas positivas.
— Você está certa. Beleza!
De re pente, ela olha para ele como se um raio a tivesse atingido — Hey, eu tive uma ideia... — ela fala e lança um olhar alegre.
— Manda! — ele brinca.
— Tive uma ideia... Tive uma ideia singular de como contar a novidade para as meninas e de como também podemos fazer com que elas participem ativamente deste momento...
— Estou tentando acompanhar seu raciocínio, mas não estou conseguindo... Diz, aí, babe... — Richard indaga com fisionomia de quem estava realmente curioso.
— Fácil! Bem, no próximo sábado nós vamos contar para elas sobre a gravidez, não é isso? — ele faz uma expressão de quem concordou com o que ela falou e Kate prossegue — Vamos contar sobre os três irmãozinhos que elas vão ganhar, etc, etc, etc... Com certeza esta notícia vai agitar o imaginário delas, pois é uma situação diferente para as três... — Kate faz uma pausa teatral e divertida — Então... Que tal se nós dois pedíssemos a cada uma delas para ficar encarregada de escolher um nome para cada um dos meninos... Ou seja, cada uma escolhe um nome... Elas vão se ver envolvidas neste projeto e, assim, não vão se sentir excuídas, muito pelo contrário, vão se sentir totalmente incluídas... Vão se sentir partes integrantes e importantes, pois vão escolher os nomes dos irmãozinhos... Olha, eu não sou psicóloga, mas acho que assim, elas não vão sentir ciúmes.... Bem, pelo menos é o que eu acho. Mas, de qualquer forma, é como diz o sábio ditado "é melhor prevenir do que remediar", então temos que propor isto a elas de forma leve e divertida para que o tiro não saia pela culatra, ou seja, para elas não encararem isto como "um peso" ou "uma obrigação"... Vamos, sim, transformar esta tarefa em algo lúdico.
Voltando a fazer uma fisionomia preocupada, ele a alerta — Querida, sendo prático e sem querer ser do contra... Mas se um dos nomes não puder ser usado porque um dos bebês... bem...- ele estava sem graça de terminar aquela frase, mas foi em frente — pois é.... Se um dos bebês não conseguir ir adiante? Então, dos três nomes escolhidos, somente dois seriam usados... Teríamos que lidar não só com a nossa dor, mas também com a tristeza daquela que escolheu o nome excluído. Qualquer uma delas iria ficar muito mal...
— Bebe, vá por mim... Não vamos sofrer por antecipação. Vamos deixar para pensar numa solução se precisar... Somente "se" precisar. Querido, eu te disse, não vamos pensar no pior.... Vamos pensar somente no melhor... Vamos nos concentrar apenas na excelente saúde destes três pimpolhos, pensar na perfeição deles, na inteligência deles, na excelente formação e desenvolvimento deles aqui dentro da minha barriga — ela afaga sua própria barriga com as duas mãos -, vamos pensar na minha gestação que vai ser ótima... — ela agora fez um carinho nele e lança um olhar de súplica — Por favor, amorzinho. Não vamos mais pensar em coisas ruim, ok?
Para tentar por fim no clima meio pesado, ele, com cara sapeca, fala — É mesmo, amor... Vou ficar pensando nos meninos, lindos, cheios de saúde, fazendo arte, correndo de pique-esconde pela casa, passando por cima dos sofás, por baixo da mesa, derrubando cadeiras, quebrando um vaso ou outro... — ele sorriu e piscou para ela.
Devolvendo a piscada de olho e fazendo uma cara de quem está pensando, ela fala — Eu prefiro... Mas eles não precisam ser assim tão peraltas... — mesmo rindo, ela demonstra estar amedrontada diante do vendaval que aqueles meninos vão aprontar.
— Menino é assim, Kate. E ainda mais três juntinhos, da mesma idade, cabeças fervilhando com mil coisas para aprontar, loucos de ansiedade para o pai chegar em casa e entrar na brincadeira...
Não teve jeito, Kate riu muito com a cara de sapeca que ele fez.
— Então tá, amor... Tudo bem. Que venham saudáveis e sapecas, eu vou adorar. Mas e quanto a minha proposta?
— Então tá. Você conseguiu vender seu produto... Comprei sua ideia. — sorriram.
Estavam sorrindo quando ouvem vozes vindas da sala... especificamente duas vozes lindas, fininhas e animadíssimas.
— Mamãe, cadê você?
— Mamãe, nós chegamos!
Imediatamente os dois se levantam e vão até a porta da varanda a tempo de verem as duas indo em direção à escada na intenção de subir, e ainda continuavam chamando — Mamãe! Mamãe!
— Beth, cadê a mamãe? — Annie pergunta para a moça.
— Talvez ela ainda não tenha chegado, minhas lindas. — Beth tenta amenizar a ansiedade das pequenas.
Esperta, Annie aponta na direção da mesa de jantar — Ela chegou sim... Olha a bolsa dela... — Annie olha para Beth e para a irmã.
Resolvida, Bia se posiciona — Vamos subir, Annie. — e continua chamando a mãe — Mamãe!
Sussurrando para Richard, Kate fala... — imagina isto multiplicado por seis?
Ele sorri de volta ao ver a animação dela.
Com alegria, ela conclui — É muita felicidade para uma mulher só. — e depois fez beicinho, fingindo-se ciumenta, e completa — Entretanto, neste exato momento, assim que virem você, elas nem vão olhar prá mim...
— Menos, Kate, Menos....- ele sorri e dá um rápido beijo no pescoço dela — Que drama! Até parece...
Após alguns segundos, Kate toma a frente e chama as filhas — Princesas! Eu estou aqui, meus amores.
Ao ouvir a voz de Kate, as duas, imediatamente, param e falam felizes — Mamãe! — giram o corpo e procuram pela mãe e assim que as encontram e olham na direção da porta de acesso à varanda, não deu outra... aconteceu exatamente o que Kate previra — Papai! Papai! Papai! você veio...
Com o coração cheio de amor e sentindo-se a mulher mais feliz do mundo por ver que seus sonhos se tornaram realidade, Kate, emocionada, assiste suas filhas correrem na direção do pai e se jogarem sobre ele, que naquele momento já estava agachado sobre o tapete felpudo e, como ela calculou, Richard perdeu o equilíbrio e caiu com as duas meninas sobre si, protegendo-as, parecendo um goleiro que agarra uma bola na decisão do campeonato, situação esta que foi muito divertida, levando todos a rir muito, inclusive e principalmente o "goleiro" e as "bolas".
Depois de constatado que ninguém se machucara e depois também de muita risada por conta do esbarrão, as meninas, totalmente enfeitiçadas pelo pai, permaneceram sentados com ele no tapete entre risos e conversas, sob o olhar atento, feliz e apaixonado de Kate que, após alguns segundos, juntou-se ao grupo a pedidos das filhas. — Mamãe, mamãe, venha...
E assim, terminava a tarde e iniciava a noite daquela quarta-feira. Uma quarta-feira maravilhosa, recheada de notícias e situações delicadas, deliciosas, divertidas, emocionantes e, com certeza, inesquecíveis... e a sequência natural seria multiplicar cada vez mais, visto que ainda tinha o finalzinho da tarde e toda a noite.
Continua...
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