Amor de Dragon Slayer
56 056- A criação de Poluchka
Capítulo 56 – A loucura de Poluchka
Poluchka estava olhando para dois grandes tubos mágicos, sendo que dentro deles haviam duas garotas, Poluchka olhava para as duas ansiosa, pois finalmente poderia ter outra filha no lugar de Edo-Wendy. Seus olhos brilhavam, e a mulher finalmente estava se sentindo feliz por estar certo.
—Eu tive que arrumar alguns DNA, mas isso foi fácil comparado a criar vocês. Logo serão minhas lindas filhas, somente minhas. – Diz ela, olhando os tubos sorrindo. Uma das garotas se moveu, encostando a mão no vidro do tubo, sendo que a mulher, emocionada, colocou a sua mão onde a da garota estava.
Nisso, ficou imaginando como seria ter suas filhas. Estava sonhando com isso, que não notou caudas mexendo nas pequenas.
Mal notou ela, que as duas garotas se movimentaram mais ao ouvirem as vozes dos Dragon Slayer.
…
No piso superior da guilda, Natsu estava caído no chão enquanto Katsu bufava após ter dado um soco nele. Todos olhavam para o Dragon Slayer de cabelos azuis sem entender nada, principalmente Wendy, que estava com sua taça de sorvete de numero cinquenta. Shizuka ria enquanto balançava os bracinhos alegremente no colo de Mira.
—O QUE DEU EM VOCÊ KATSU DRAGNEEL!? – Gritou Natsu, com chamas saindo dos cantos de sua boca. Katsu rosnou para ele, enquanto uma lufada de vento atingiu Natsu o jogando para trás.
—Você… TIROU A INOCENCIA DA MINHA FILHA! – Gritou o azulado, correndo até Natsu e tentando acertar um soco no mesmo, porém Natsu desvia rolando para o lado. Katsu rosna enquanto o rosado fica sem entender, porém, se levanta. Não iria apanhar de graça para o irmão mais novo. O que não esperavam, era que Mavis intervisse, entrando no meio dos dois, e os chutando no estômago, fazendo eles caírem para trás, enquanto ela bufava nervosa.
—Parem de ser tão infantis! – Ralhou ela, mal-humorada, enquanto se sentava em uma cadeira no balcão da guilda, sendo que todos olhavam para a imperatriz das fadas com os olhos arregalados.
—Pode me dizer o que aconteceu, ou vamos apanhar de novo? – Questionou Natsu. Katsu olhou para ele, e suspirou.
—Nós vimos o futuro nessa missão que fomos sozinhos. – Respondeu o azulado, ficando de pé, e limpando a poeira de sua roupa. – O cliente tinha criado uma máquina que era capaz de mostrar o futuro, daí nós vimos o nosso futuro… Minha Shizuka havia crescido e estava linda, daí vi que ela estava com você, e quando olhei para sua cara quando cheguei aqui não me contive e tive que pular em cima de você para partir sua cara ao meio, mas a Mavis-chan ainda está muito furiosa comigo, por não ter ensinado a ela como se fazem filhotes.
Natsu ficou com uma gota ao ouvir sobre os ciúmes de pai de seu otouto, mas suspirou, focando mais na história da viagem temporal que seu irmão fizera. Nisso, olhou para Shizuka, e notou que a pequena estava com os braços esticados para ele, para que ele a pegasse no colo.
—É ela gosta mesmo de mim. – Comentou, pegando a menina do colo de Mira.
—E então, como estamos no futuro? – Questionou Gajeel. Katsu olhou para ele e deu de ombros.
—Nós só conseguimos ver a nós mesmo, e Natsu e Wendy-nee – Explicou ele, apontando para ele e Mavis, que o ignorava, e Wendy que acabava com seu sorvete, enquanto olhava para Natsu. – Quer saber como estavam lá, Wendy-nee?
—Eu gosto de surpresas, Katsu. – Respondeu ela fofa, passando a mão na barriga de forma inconsciente. Natsu notou essa ação dela, e estranhou, mas como sua pequena havia comido mais sorvete que o normal talvez estivesse um pouco mais cheia. – Então prefiro não saber o que vai acontecer.
—Bem, a escolha é sua, embora eu pense de forma parecida. – Respondeu Katsu, dando de ombros. Nisso, Igneel entra com Grandeeney, e uma garotinha pequena ao seu lado. A garotinha tinha cabelos negros, e parecia entristecida. Todos se lembraram do companheiro falecido de Metallicana, e não disseram nada quando viram eles entrarem na guilda, em silêncio.
—Igneel-oniichan? – Chamou Metallicana, com uma voz fofa e meiga, embora tivesse uma pontada de tristeza nela. – Você me dá sorvete?
Ela aponta para Wendy, que comia mais uma taça de sorvete, enquanto Natsu olhava para sua carteira com lagrimas nos olhos. O dragão assentiu. De repente, Grandeeney sentiu um cheiro, e olhou para Wendy, sendo que correu até ela, olhando a filha de perto. Ao olhar para a barriga de Wendy, seus olhos brilharam, sendo que ela juntou as mãos, como se estivesse agradecendo aos céus.
—O que houve, mamãe? – Questionou a pequena Yumi, se sentando ao lado de Katsu, que estava, por sua vez, ao lado de sua amada Mavis. A dragoa olhou para a pequena com os olhos brilhando.
—A Wendy-chan está grávida! – Exclamou ela, em alto e bom som, fazendo toda a Fairy Tail ficar no mais absoluto silêncio. Natsu olhou para a companheira de olhos arregalados, notando que havia uma protuberância em sua barriga. Nisso, Wendy olhou para Natsu e virou a cabeça, de maneira fofa.
—O que significa estar grávida, mamãe? – Questiono ela, inocente, e fazendo todos caírem para trás.
—Wendy-chan, você não queria ter filhotes? – Questionou Natsu pegando ela no colo. A azulada confirma, enquanto olha para ele. – Estar grávida quer dizer que os filhotes vão nascer. Eles estão no seu útero. – Mostra que a barriga da azulada, arregala os olhos, e abraça o pescoço de Natsu com força.
—E-Eu… VOU TER FILHOTES! – Exclamou ela, quase chorando de alegria. Natsu rodou com ela a beijando, quando de repente Grandeeney nota algo, e corre até eles.
—Natsu, coloque sua irmã sentada nessa cadeira depressa! –Exclamou a dragoa, alvoroçada. O rosado obedece sem entender nada. Nisso, Grandeeney encostas as mãos no ventre da garota de quinze anos, sendo que uma luz esverdeada aparece nas mãos da mãe da mesma. Grandeeney arregala os olhos. – A bebê está crescendo rápido… Parece que a aura demoníaca que vocês pegaram de Acnologia está fazendo a gestação ser alterada. A bebê deve nascer em mais ou menos três meses.
Ao contrário de ficar assustada com isso, Wendy sorriu, e acariciou a barriga com ternura.
—Logo eu vou der minha dragoazinha… — Disse ela, sorrindo. Natsu a abraçou. Katsu olhava para a cena com um sorriso, até que sentiu que alguém lhe lançava um olhar mortal pelas costas. Ele olhou para trás, e viu Mavis o encarando com lágrimas nos olhos. Nesse momento, o coração do azulado se apertou, e ele se sentiu um idiota. Estava fazendo sua rainha chora, por ter medo dela virar pervertida. Nisso, olhou para ela, e a beijou, dizendo em seu ouvido:
—Eu vou te ensinar a fazer filhotes hoje, meu amor. Me encontre em casa mais tarde. – Ele se virou e saiu dali, indo em direção à sua casa.
Todos olham, e veem Mavis com os olhos brilhando, enquanto olhava para onde Katsu havia ido. Ela sorria de maneira espontânea, e parecia não estar mais tão furiosa com o azulado quanto estava antes.
Nesse momento, ouviram um rosnado de Grandeeney, e todos ao olharem para onde ela encarava enfurecida, viram a Metalicana, ainda em sua forma Loli beijando Igneel. Todos arregalaram os olhos, e notaram que o rei dos dragões de fogo estava consentindo com o beijo, aceitando, e o retribuindo. Grandeeney bufava furiosa. De repente ela brilhou, e virou uma Wendy de cabelo branco.
Metalicana quebrou o beijo com Igneel, sendo que seguido a isso, foi puxada para o chão, sendo que quando notou quem era rosnou um tanto alto.
—Porque fez isso, sua cópia de Wendy? – Questionou ela, furiosa. – A minha sobrinha é bem mais fofa que você!
—Ninguém te perguntou nada sua lata de sardinha! – As duas ficaram se encarando rosnando, enquanto Igneel apenas olhava de uma para a outra, sendo que logo após isso, deu para cada uma um pote de sorvete, sendo que um era de chocolate, e o outro de morango.
Elas pegaram os potes de sorvetes com os olhos brilhando, sendo que olharam com os mesmos brilhando para Igneel.
—Obrigada, Igneel-Kun! – Elas beijaram as duas bochechas do dragão ao mesmo tempo, enquanto se sentaram na cadeira do balcão para comer o sorvete.
—Eu acho que posso me acostumar com isso. – Disse ele. Nisso, notou que Yumi estava olhando para uma foto de Katsu, sendo que acariciava a foto onde seu irmão mais velho estava.
—Katsu-nii… Porque você não ama a Yumi? – Se questionou ela triste, enquanto Igneel e Mavis ouviam. A loira olhou para irmãzinha, e decidiu. Se a fofa Yumi amava Katsu, ela poderia dividi-lo com sua irmãzinha mais nova.
…
Algumas horas se passaram, e Mavis estava indo para casa sozinha. Katsu não havia mais voltado na guilda aquele dia, o que a deixou um tanto preocupada, por mais que ainda estivesse zangada com ele. Ela suspirou profundamente, sendo que olhou para sua casa, que estava toda apagada.
Ela entrou na casa, e foi direto para seu quarto, tirando a sapatilha que Katsu havia dado de presente para ela. Ela isolou as sapatilhas num canto do quarto, que estava num completo breu. Nisso, andou até sua cama, e se jogou na cama. Nisso, sentiu o cheiro de Katsu e olhou para o banheiro, vendo que ele estava encostado no batente da porta a olhando.
—Katsu-kun? – Questionou ela, olhando para ele, e notou que ele parecia nervoso.
—M-Mavis-nee? – Chamou ele, se enrolando com as palavras. Nisso, ele bateu na própria testa. – Ah droga, eu estou mesmo nervoso.
Ela riu um pouco da reação do jovem.
—O que houve, Kat-kun? – Questionou ela, preocupada. Ele virou o rosto, escondendo o rubor que havia nele.
—E-eu fiquei pensando a tarde toda. E acho que chegou a hora de te ensinar a fazer filhotes. Claro, não foi uma decisão fácil, afinal eu te amo do jeito que você é, e tenho medo que deixe de ser a minha Rainha inocente que fica brava quando eu chamo de pequena. – Ela inflou as bochechas para ele, que riu, e sentou na cama ao lado dela. – Mas eu também quero fazer filhotes com você, Mavis-chan. Mas me prometa não vai ficar igual a Wendy Ketchum.
—Eu sou eu Kat-kun. Não vou ficar igual a ninguém. – Disse ela, sorrindo, enquanto Katsu sorria, e ficava por cima dela, que olhou para ele sem entender nada. – O que está fazendo?
Ele a calou com um beijo ardente, sendo que apoiou as mãos aos lados da cabeça dela.
—Vou te ensinar a fazer filhotes. Você sempre me ensina as coisas, mas dessa vez eu que vou te ensinar. Seja uma boa aluna, ouviu? – Questionou ele. Ela assentiu sorrindo.
—Sim, Kat-Sensei. – O azulado sorriu, ele passou a mão pelas costas de Mavis, afrouxando seu vestido, enquanto a loira olhava para ele, sem entender nada. Depois disso, com ela levantando o corpo um pouco, tirou o vestido dela completamente de seu corpo, o isolando em um canto do quarto. Nisso, notou que a loira não usava sutiã, apenas uma calcinha de renda preta. Katsu sorriu ao notar que os seios delas estavam maiores desde a última vez que os viu.
—É… Parece que minha pequena está crescendo… — Disse ele, acariciando o seio de Mavis.
—K-Kat-kun… Porque está acariciando meu seio? – Questionou ela gemendo. Katsu sorriu. – E porque tirou meu vestido…?
—Filhotes não se fazem de roupas, embora eu consiga fazer com você de vestido. – Disse ele, beijando-a mais uma vez. Nisso, ele beijou e chupou os seios dela, arrancando mais gemidos de Mavis. O azulado arrancou sua camisa, rasgando ela na prótese, o que o fez soltar um palavrão. Depois tirou a calça, ficando apenas de box, enquanto fez uma trilha de beijos até a calcinha de Mavis. Ele rasgou a peça de roupa, ouvindo um “Hey” da loira. Ele sorriu, e olhou embasbacado para a intimidade dela. Era uma entrada rosa, e parecia ser apertada. O membro do azulado deu uma pulsada forte dentro da cueca dele, sendo que ele rosnou. Nisso, ele subiu de novo, e afastando as pernas de Mavis um pouco, sendo que antes disso, tirou a última peça de roupa, ficando nu. Nisso, posicionou seu membro na entrada de Mavis. – Mavis-chan… Eu vou colocar ele dentro de você, nisso, ele vai soltar um liquido dentro de você, que vai ser o que fazem os filhotes.
—M-Mas vai caber? – Questionou ela, vendo o tamanho do membro do azulado, ele a beijou, e assentiu. Colocando o mesmo dentro de Mavis vagarosamente, sendo que ela gemeu um pouco numa mistura de dor e prazer, enquanto o azulado se martirizou por faze-la sentir dor. Nisso, foi até o fundo, e olhou para ela.
—Doeu, não doeu? Eu vou parar e podemos tentar… — Ela o calou com um beijo, e disse, em seu ouvido.
—Eu quero ter filhotes com você, Kat-kun… Então apenas… Me ame. – Disse ela. Katsu, olhou, e viu sangue, vendo que Mavis não era mais virgem. Ele se movimentou vagarosamente dentro dela, sendo que ela gemeu, ainda com um resquício de dor. Nisso ele aumentou a velocidade a um nível que não machucasse a Dragon Slayer das chamas.
Logo o azulado sentiu que iria despejar seu liquido, e sentiu Mavis, num movimento involuntário, o prender ali com as pernas. Nisso, ele ejaculou dentro de Mavis, que ejaculou poucos segundos depois.
Ele saiu de dentro dela, e mesmo que estivesse cansado, a pegou, e a levou para o banho. Deu um banho na pequena, que estava mole e manhosa, não querendo fazer nada sozinha. Ele já estava acostumado com isso. Nisso tomou seu banho. Vestiu sua amada com uma calcinha e uma camisola negra e colocou uma bermuda. Nisso, se deitou ao lado de Mavis, sendo que, como sempre, o cabelo dela estava espalhado na cama. Ela olhou para ele, e disse, antes de dormir:
—Eu vou ter filhotes, Kat-kun? – Questionou sonolenta. Ele acariciou o rosto dela e assentiu. Pouco tempo depois ele dormiu
…
No laboratório de Poluchka, em sua casa, eram por volta de sete da manhã. Ela terminou o processo de criar a duas garotas. Ela suspirou profundamente, ansiosa para ver se tudo havia corrido bem. Nisso, abaixou uma alavanca, sendo que o liquido que as mesmas nadavam dentro saiu de dentro dos tubos, sendo que as pequenas caíram no fundo deles. A mulher olhou para elas, notando que tinham os cabelos rosas, iguais aos seus, o que a decepcionou um pouco. Afinal queria os cabelos azuis como as das outras Wendy.
Nisso, as duas começaram a se mexer, e as duas olharam para a Poluchka, que olhou para elas aterrorizada.
—Ma…Mãe? – Perguntou uma rosada, que tinha os olhos prateados. Nisso a outra ficou de pé.
—Você é a mamãe, né? – Questionou, com uma fala infantil. Poluchka se afastou delas, e jogou um monte de papeis para elas.
—SAIAM DAQUI! VOCÊS NÃO SÃO A MINHA WENDY! – Gritou ela. Entrou em desespero, quando viu as caudas delas. – VÃO EMBORA, SUAS ABERRAÇÕES! SUMAM DAQUI!
—Mamãe? – A rosada de olhos prateados olhou para ela com lagrimas, sendo que a outra pegava todos os papéis e pastas que estavam no chão.
Poluchka empurrou as duas para fora de sua casa, e fechou as portas. As duas se olharam, sendo que tinham lagrimas nos olhos. Elas saíram andando sem rumo.
…
Algum tempo mais tarde, Natsu e Katsu andavam por magnólia, sendo que o azulado parecia cansado.
—Então ensinou a Mavis-nee? – Questionou Natsu, olhando para Katsu, que assentiu.
—Ela é tão fofa… Que deu vontade de continuar, mas ela ficou sonolenta e manhosa, então não quis forçar ela. – Comentou Katsu, olhando para sua prótese. – E eu rasguei minha camisa na prótese na pressa de tirar ela. E a mamãe disse que ela realmente engravidou, não vai ficar tão triste pela Wendy ter uma filha e ela não. A mamãe disse que o tempo de gravidez vai ser igual ao da Wendy.
—Sua prótese. A mamãe ainda não perguntou nada sobre ela?
—Perguntar, perguntou, mas eu não quero falar para ela não se sentir culpada. E a recuperação da Rias?
—Parece que vai bem, ela é inocente, e o Issei é tipo um pai coruja. – Riu Natsu. Katsu sorriu de lado, até que viu uma pizzaria com um urso em sua fechada. Nisso, alguém entregou a ele um folheto falando sobre a mesma. Natsu viu o mesmo, e comentou:
—Podemos trazer aquelas duas aqui mais tarde, estão em promoção. – Disse. Katsu assentiu. Ao olhar para a pizzaria novamente, sentiu uma pontada na cabeça, viu flashes em sua mente.
—Sim, podemos…
…
Na guilda, os dois comentaram sobre a nova Pizzaria, enquanto Mavis anunciava a todos que estava grávida. Todas a parabenizavam, e alguns homens, olhavam para Katsu com inveja. Que os encarava de volta rosnando.
—Viram a pizzaria? Está fazendo uma promoção. Se chama… Fazbear Pizza – Disse Natsu. Makarov olhou para o panfleto, e comentou:
—Lá tem uns robôs chamados animatronics, se não me engano. Laxus gostava de ir brincar com eles quando era criança. – Disse ele, provocando o neto, que rosnou.
—Hey vovó!
—Tem quatro animatronics. Qual ele brincava?
—Chica, a galinha. – Todos riram nesse momento, enquanto Laxus rosnou.
—Porque não vão fazer uma reserva de mesa? – Questionou Cherria, enquanto comia um pudim, fofa. – Podemos ir todos nós para comemorarmos que Wendy e Mavis vão ter filhotes… E quando Kat-kun vai me ensinar.
O azulado olhou para ela, e a beijou.
—Vou fazer a reserva, e depois eu volto, tá? – Disse ele. Natsu foi rindo do irmão.
…
De volta a um local próximo a pizzaria, eles notaram que todos na rua estavam em choque. Quando foram ver o motivo disso, sangue voou dos narizes deles. Eles viram duas garotas de cabelos rosas, um pouco mais baixas que Wendy e Mavis andando nuas pela rua, enquanto olhavam para todos confusas, por estarem encarando elas. Uma segurava uma pasta com vários papéis. Natsu e Katsu se sentiram atraídos por elas, mas logo rosnaram, e foram até elas, tirando seus colete e camisa, e colocando nelas, escondendo a nudez delas. A garota de olhos vermelhos olhou para Natsu:
—Quem são vocês? – Questionou ela, fofa e curiosa. Natsu olhou e disse:
—Eu sou Natsu Dragneel. – Ele fechou o colete tampando o corpo dela. – Como é seu nome? E porque está andando nua?
Ela virou a cabeça de maneira fofa, não entendendo a pergunta dele.
—Eu me chamo Katsu. – Disse o azulado para a rosada de olhos prateados. – Como é o nome de vocês?
—Nós não temos nomes. – Responderam em uníssono, deixando o Dragon Slayer sem entender nada.
—Nossa mãe não nos deu um nome. Só jogou isso no chão e mandou saímos de casa do jeito que estávamos. – Disse a rosada de olhos prateados. Natsu e Katsu se entreolharam, e notaram que elas tinham o cheiro de Kazehana Hyoudou (Wendy de Issei), o de Natsu e o de Ichigo, inclusive viram caldas como a de Shizuka nelas.
—Vocês vão nos dar um nome? – Questionou a de olhos vermelhos, com os mesmos brilhando de maneira fofa. Natsu e Katsu se entreolharam mais uma vez, sem saber o que fazer.
—Nós podemos? – Questionou Katsu, vendo as duas assentirem. Eles pegaram elas no colo e voltaram na direção da guilda. – Deixa eu ver… Que tal Hana? Hana Marvell Dragneel?
A rosada de olhos prateados sorriu, assentindo, enrolando sua cauda em Katsu e apoiando sua cabeça no tórax dele, enquanto se sentia confortável sentindo o cheiro da camiseta dele.
—O seu pode ser… Haru Marvell Dragneel – Disse Natsu pensativo, vendo que a rosada assentiu, enquanto enrolava sua cauda nele, se aninhava no tórax deles.
Nisso, eles chegam na guilda, e entram, sendo que todos olham para eles em silêncio. Nisso, Wendy, Mavis, Cherria, Yumi e Louise aparecem na frente deles rosnando. Até mesmo Shizuka rosnava no colo de Mavis.
—Nós podemos explicar. – Disseram os dois em uníssono. Nisso, explicaram o que aconteceu, acalmando as garotas, sendo que notaram que teriam que dividir eles com elas. Afinal suas caudas estavam enroladas neles.
—Isso é muito estranho. Elas têm os cheiros misturados de amigos nossos. – Disse Gray, com Yukiko tomando sorvete no colo.
—O que isso significa? – Questionou Issei, confuso. – Elas têm o cheiro da minha Kazehana.
—E o seu cheiro, Nat-kun. – Disse Wendy, ciumenta. O rosado riu sem jeito.
—E têm o cheiro do Ichigo, filho do Ash… — Comentou Laxus com a mão no queixo.
Antes que alguém pudesse falar algo, a porta é aberta bruscamente, e uma mulher ruiva entra, sendo que ela sorria. Ao ver Erza, seu sorriso se alargou mais ainda, e disse, contente:
—Erza-chan, minha filha, eu vim ver você. – Todos ficaram em silêncio mais uma vez naquele dia.
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