046- Ero-Wendy

Lucy caiu com estrepito no chão após ter sido golpeada por sua mãe. Meio desnorteada, olhou confusa para Layla, que tinha em seu rosto, uma expressão de fúria, para o temor de Lucy, que tentou falar algo. A Heartphilia se levantou, apenas para receber um chute, no rosto, sendo jogada novamente no chão. Lucy olhou com raiva para sua mãe, enquanto sentia que seu sangue escorria pela sua boca.

—POR QUE TA FAZENDO ISSO? – Questionou Lucy em um alto grito, apenas para levar um soco na face, voltando a cair no chão.

—Eu descobri o que você tem feito durante esses últimos tempos… — Disse Layla, num sussurro baixo e mortal, enquanto Lucy tremeu. – Traiu as pessoas que te acolheram, sendo que foi salva de ser uma provável escrava sexual.

—D-Do que está falando? Eu não me lembro disso! – Exclamou Lucy com lagrimas nos olhos. Layla se irritou, e mais uma vez, chutou a face de Lucy, deixando a loira jogada no chão, enquanto chorava.

—Então não se lembra? Mas eu descobri tudo. Me contaram detalhe por detalhe. – Nisso, a guilda toda olhou para Issei, que desviou o olhar para o teto, enquanto dava um leve assobio, disfarçando. – Não criei minha filha para ser assassina, ou algo assim. Se puxou ao bastardo de seu pai, deve merecer o nome Heartphilia.

Lucy levantou a face, e tentou retrucar com certa raiva na voz.

—Você também é uma… — Disse a loira. Nisso, Issei deu uma tossida falsa.

—Ouvi falar que seu pai está morto, o que torna Layla uma mulher livre. E como ela provavelmente não tem um sobrenome, se ela quiser, como se tornou alguém de minha nobreza pode usar o meu. – Disse o moreno, com um leve sorriso, mesmo que estivesse um pouco corado. Layla sorriu, e corou. – Se quiser, é claro.

—Eu posso, Issei-sama? – Questionou Layla fofa, com um brilho nos olhos. Issei assentiu. Nisso Layla voltou-se para a filha mais velha, que tinha uma expressão de choque em seu rosto. – Eu não sou uma Heartphilia, nem que não tivesse mais um sobrenome. Espero que abra seus olhos antes que seja tarde demais.

Lucy se levantou, e com raiva saiu da guilda, batendo a porta atrás de si com força, fazendo a loira suspirar.

—Acho que não tem mais salvação para ela. – Disse Layla, bufando um pouco. Nisso, ela viu uma albina se aproximar devagar, como se não acreditasse que estava vendo a mulher ali.

—Okaa-san? – Chamou Yukino, com lágrimas nos olhos. Com um sorriso maternal, Layla se virou para ela, e estendeu os braços sem falar nada. – OKAA-SAN!

A garota se jogou nos braços da mãe, que a abraçou com força, sendo que as duas caíram ajoelhadas no chão. Yukino sempre sonhou com esse momento, achando que nunca seria possível ter sua mãe em seus braços, achando que ela estava morta. Agora, graças a Issei, ela poderia ter isso. O moreno deu um sorriso mínimo ao ver a cena, mas o sorriso não durou. A cada piscada de olho, via suas amadas morrendo em sua frente. Fechou os punhos com força. E nesse momento, sentiu uma energia estranha dentro de si. Era como se quisesse se libertar.

Nesse momento, as luzes da guilda piscaram, e onde Issei estava algo parecido com o vento começou a soprar em volta dele. Natsu olhou para o moreno com interesse.

—Isso não é magia… O que será que é? – Questionou o rosado curioso.

De repente, da porta da enfermaria, um tornado de chamas negras saiu do mesmo, assustando a todos. Isso fez que Issei voltasse ao normal, sendo que Serafall e Ophis corressem até ele. Pela porta da enfermaria Katsu caiu, sendo que Mavis e os Exceed apareceram depois dele. Cherria, Wendy, Yumi e Louise correram até onde o azulado estava caído.

—Onii-chan, o que aconteceu? – Questionou quase caindo aos prantos.

O azulado abriu a boca, e em vez de falar alguma coisa, uma outra rajada de chamas negras saiu, explodindo a porta de entrada da Fairy tail. Todos olharam assustados. Katsu olhou para todos. Dessa vez conseguiu falar algo.

—Quem entende um pouco mais… EXPLICA QUE PORRA TA ACONTECENDO! – Exclamou, para logo depois fechar a boca, sendo que puderam algumas fagulhas negras saírem de sua boca.

—Depois que acordou ele está “vomitando” esse fogo negro. – Disse Mavis, o abraçando, enquanto as outras irmãs olhavam preocupadas para o mesmo. Ophis colocou a mão no queixo.

—Temo que o maldito Loki tenha injetado essa magia nele. – Disse a pequena morena. – Ela impede que se use a sua magia natural enquanto não tiver dominado a mesma completamente.

—E como fazê-lo voltar ao normal? – Questionou Natsu, ajudando o irmão a se levantar. Grandeeney foi até o filho, vendo que não podia fazer nada, baixou a cabeça.

Ophis logo respondeu em um tom sombrio.

—Não tem como retirar a magia negra do corpo dele. Terá que conviver o resto da vida com ela. – Disse a morena, fazendo todos os Dragon Slayer ficarem com ódio. Logo Grandeeney disse, com os olhos sem brilho algum.

—Vou matar aquele deus maldito. Vou matar qualquer deus que ouse ficar na minha frente. – Disse.

Nesse momento, vários deuses estremeceram, aparentemente sem motivo.

Algumas horas depois, Katsu havia saído com Ophis, com essa dizendo que ia o ajudar a controlar mais seus poderes mágicos. Issei estava dormindo tranquilamente, depois de dias. Serafall ainda se questionava o que havia acontecido com seu amado Sekiryuutei. Asia e Irina ainda não haviam acordado, apesar que Grandeeney ter afirmado que elas estavam fora de risco de vida.

Natsu ajudava Gajeel e Gray a consertarem a porta, destruída por Katsu.

—Será que ele vai ficar bem? – Questionou o moreno, depois de conseguirem finalmente colocar as portas no lugar.

—Não sei. Mas admito que esse rugido foi ridículo de forte. Se tivesse pego em algum ser vivo… -Disse Gray olhando para a porta. – Teria sido queimado.

—Aquelas chamas são tão quentes quanto a do papai. – Disse Natsu.

—Apesar disso, ele não é tão forte quanto você, Natsu – Disse Koorishiro, que passava por ali com um copo de cerveja na mão. – Ele ainda precisa de um treinamento para chegar ao seu nível, mas de fraco aquele garoto não tem nada.

Natsu deu um meio sorriso ao ouvir isso. Olhou para Wendy, que vinha em sua direção junto com Mavis. Ambas pareciam preocupadas.

—Acha que o Katsu vai ficar bem? – Questionou Wendy, preocupada. – Meu otouto não parece bem…

—Quero meu dragãozinho de volta. – Resmungou Mavis.

—A Ophis-sama disse que ia cuidar deles, então acho que sim – Disse o rosado, fazendo carinho nas duas. – Como a Yuna está, Mavis-nee?


A loura apontou para a pequena Exceed, que dormia enrolada no colete de Katsu.

—Foi o único jeito de fazê-la dormir. Eu achei que não conseguiria, afinal, ela estava muito preocupada com o pai dela. – Disse a loura. – Ela é apegada demais a ele.

A loura abraçou o próprio corpo, com um sorriso entristecido. Natsu abraçou a irmã mais velha, enquanto deu um sorriso na tentativa de reconfortar ela.

—Não finja que também não é. Eu te conheço, Mavis Vermilion Dragneel. – Disse Natsu, enquanto a loura chorava baixinho em seu tórax. Wendy olhava para a cena sorrindo, mesmo que estivesse com um pouco de ciúmes da irmã mais velha.

Nesse momento, a porta da guilda é aberta, e eles veem um entregador com várias flores na mão. Natsu e os outros deram passagem para ele. O mesmo não disse nada apenas andou para dentro da guilda, indo até Cherria, que estava sentada na mesa de Arashi, junto com Juvia e a mãe da mesma.

Ele entregou as flores, e após isso, disse saindo:

—Entrega para Wendy Blendy feita. – Saiu da guilda, deixando Cherria confusa.

—Ele confundiu meu nome com o da Wendy? – Questionou, olhando para as flores, deixadas pelo mesmo. Eram rosas. Havia um cartão, que tinha escrito:

“Para a flor mais linda das fadas”

A garota olhou para o mesmo apaixonada. Logo pensou que fosse de seu amado.

—O Saito-san é tão romântico… — Disse ela sorrindo. Arashi olhou para a rosada com curiosidade.

—Como sabe que é dele, Cherria-chan? – Questionou a dragoa. Cherria piscou para ela e disse:

—Quando ele saiu de missão disse que mandaria presentes para mim durante sua viagem – Disse ela sorrindo.

—Ele é muito romântico. – Comentou Juvia, com um sorriso fofo. – Eu queria ter um companheiro assim.

Nisso Arashi olhou para ela, que estava corada, enquanto olhava ansiosa para Vali, sendo que era de uma forma disfarçada, a mãe da Dragon Slayer sorriu, pensando que logo sua filha não estaria mais tão sozinha.

Era de noite, e Katsu e Ophis chegaram na guilda. O azulado trazia a dragoa em suas costas, o que deixou Issei com certos ciúmes. Antes que o moreno pudesse dizer algo, o azulado a colocou no chão, e disse para ele.

—A Ophi-nee conseguiu me ajudar a controlar meus poderes… E prometi que faria o que ela quisesse se fizesse isso. Agora ela é minha irmã mais velha. – Disse um cansado Katsu. Ele olhou para o balcão da guilda, vendo Natsu e os outros bebendo cerveja. – Preciso de uma daquela.

Ele andou até o balcão, onde antes mesmo que pudesse falar alguma coisa, Natsu jogou um copo de cerveja para ele. O azulado ergueu uma sobrancelha curioso.

—Você merece – Disse o rosado. O azulado revirou os olhos, e começou a beber sua cerveja.

Ophis se sentou na mesa onde Wendy e Mavis estavam. As duas tinham três copos com um liquido dourado borbulhante, com uma grossa camada de espuma em cima. A morena desconfiava do que se tratava, porém não disse nada. A morena olhou para as duas, que a olhavam ansiosamente.

—O que foi, Wendy-chan, Mavis-chan? – Questionou a morena com um sorriso fofo. Ela era apaixonada por coisas fofas, e Wendy e Mavis se encaixavam perfeitamente nessa característica.

—Nem Natsu, nem Katsu-kun nos deixam beber, então pegamos essas cervejas com a Mira escondidas. – Disse a loura, com um sorriso travesso. Ophis sorriu ao ouvir isso. – Quer uma?

—Por favor, Ophis-chan, beba com a gente – Pediu Wendy, fazendo um olhar fofo para Ophis.

—Eeeh? Esse é um pedido que eu não devo recusar. – Disse ela, sorrindo de maneira fofa.

(Koorishiro: Será que ela tem noção de como é fofa?)

(Red: Provavelmente não.)

Era por volta de duas horas da manhã. Natsu, Katsu e Issei voltavam para casa sozinhos, sendo que concordaram para o fato do último morar com eles. Os três estavam preocupados com um fato curioso. Depois de algum tempo, Mavis, Wendy e Ophis haviam sumido. Irina, Grandeeney e Igneel alegaram não saber onde elas estavam, embora as duas primeiras estivessem com um sorriso malicioso no rosto. Mas disseram que já deveriam estar em casa. Ao ouvirem isso, os três dragões foram para a residência, atrás de suas companheiras. Se ainda estivessem acordadas, poderiam conversar um pouco.

—Eu não entendo – Disse Natsu, com certa desconfiança – Wendy-hime nunca viria embora sem mim. Isso está me cheirando estranho.

—Digo o mesmo sobre Mavis – Comentou Katsu. – Ela é muito apegada a mim, e a essa hora, já deve estar morrendo de sono, então fica bem manhosa, normalmente, eu carrego ela até em casa.

—Depois do que aconteceu, Ophis-chan não fica muito distante de mim, assim como Irina. – Disse Issei, olhando para o caminho que eles pegavam. – Elas ficaram bem amigas.

Logo chegaram a casa, notando que estava completamente ás escuras. Eles entraram, se deparando com uma casa gigantesca por dentro, sendo que não aparentava ser grande por fora. Isso era possível graças a um feitiço que Grandeeney havia feito para poderem morar todos na casa.

—Se está tudo apagado, então elas estão dormindo? – Questionou Issei, olhando para os outros dois, que assentiram. – Então vou para meu quarto. Boa noite.

—Noite. – Murmuraram os outros dois, sendo que cada um se dirigiu para seu quarto.

Issei adentrou o quarto, completamente escuro. Ele ainda se perguntava que energia era aquela que emitiu mais cedo, sabendo que era algo forte. Logo ele ouviu um estalar de dedos, e várias velas se acenderam, com ele percebendo que era mágica. Ele viu uma silhueta pequena sentada na cama. Pelo cheiro logo percebeu quem era.

—Ophis-chan? – Questionou ele. Ouviu uma risada provocativa e sensual. E um tanto embargada. Issei pode sentir o cheiro de cerveja vindo da pequena. – Você bebeu?

Sem dizer nada, Ophis apenas se levantou, e puxou Issei, o jogando na cama, caindo por cima dele. Quando ele se deu por si, correntes prenderam ele na cama, sendo que se amarraram nos braços e pernas do moreno. Ophis engatinhou por cima de seu corpo, enquanto tirava lentamente a camisa que o Sekiryuutei usava.

—Hoje você é meu, Issei, todo meu… — Disse a morena, bem próxima ao ouvido de Issei, que sentiu seu sangue subir ao ouvir aquele tom de voz. Ela desceu pelo tórax de Issei, lambendo todo, deixando um caminho por onde passava.

O moreno mal se aguentava. Sentir as coxas quentes de Ophis em seu corpo o enlouquecia. Ele agradeceu a Kami por estar amarrado, pois senão já havia atacado a Deusa Dragão. Quando ela parou de lamber o abdômen e tórax do moreno, ela foi para sua orelha, onde mordeu com alguma força, sendo que suas presas apertaram a mesma, fazendo um pouco de sangue sair, e ele gemer… De prazer.

Logo Ophis tirou o próprio vestido negro, o isolando em um canto do quarto. Isso não importava para Issei. Ele mal conseguia falar. Ophis, olhou para ele. Ele viu que ela estava mais corada pela embriaguez do que de vergonha.

—Issei-sama… Gosta dos meus seios? – Questionou ela. Issei sentiu que estava próximo ao seu limite. O moreno assentiu.

Ela sorriu, e se abaixou, com os mesmo na direção do rosto de Issei. Deixou que um de seus mamilos entrasse na boca do mesmo, que acabou sugando um pouco, fazendo Ophis gemer. Ele passou a língua, inconscientemente, enquanto ela gemia um pouco. Depois ela tirou seu mamilo da boca de Issei, e o beijo, de maneira quente, sendo o ápice para o moreno. Depois que o beijo foi quebrado, uma grande quantidade de sangue desceu pelo nariz do mesmo. Após isso, Issei desmaiou por causa do sangramento nasal.

Katsu entrou em seu quarto, e como era seu costume, trancou a porta. De repente, mais uma vez espirrou chamas negras, sendo que xingou mentalmente por causa disso. Olhou pelo quarto, vendo que estava iluminado pela fraca luz da lua. Olhou em sua cama, mas não a Vermilion Dragneel ali, o que o deixou desconfiado, e preocupado. Sentiu o cheiro dela no quarto, porém não a via. Olhou para o banheiro, percebendo somente agora, a porta fechada e a luz acesa.

Deu um sorriso sem jeito, se achando um tolo por não ter percebido a porta fechada e a luz acesa antes. Resolveu se deitar, e esperar Mavis para que pudesse tomar um banho. Nesse momento, porta se abriu, e ele viu o braço de sua amada para fora, com ela o chamando com o dedo indicador. Deu de ombros e se levantou, sem notar as roupas de Mavis jogadas pelo chão quarto. Inclusive as peças intimas.

Entrou no banheiro, e ao ver Mavis, o sangue desceu de seu nariz, e ele se virou de costas para ela, enquanto tinha a face completamente vermelha. Mavis estava completamente nua, e de braços abertos para ele, enquanto sua face, corada pela embriaguez, e os lábios entreabertos não ajudavam no alto controle do azulado.

—M-M-M-Mavis-chan?! Por que está sem… Roupa? – Questionou, segurando se u nariz com a mão.

—Ahn? – Questionou Mavis, com uma voz estranha, mas suave e sensual que o normal. – Katsu está doente… Com frio… A Mavis esquentar ele com seu corpo e um banho quente…

Katsu tremeu quando sentiu ela o abraçando por trás, sendo que sentiu os seios de Mavis apertarem suas costas. Ela, usando as mãos, conseguiu rasgar a camisa que ele usava, com facilidade. O azulado olhou atônito para isso, mas não pode fazer nada. Mavis o puxou para dentro da banheira, com calça e tudo. Ele deitou na banheira, ficando com a cabeça e parte do tronco para fora d’agua. Mavis montou em cima do abdome do garoto, enquanto o olhava com os olhos semicerrados, causados pela embriaguez.

—Mavis-chan… Eu estou bem… Eu… — Ela colocou o dedo indicador nos lábios dele, impedindo que ele falasse alguma coisa.

—A Mavis vai cuidar do Katsu-kun – Disse ela. Ela olhou para o corpo do azulado. – O corpo do Katsu-sama…

Começou a lamber o tórax do mesmo, sendo que o sangue voltou a escorrer pelo nariz de Katsu. A garota foi subindo o local das lambidas lentamente, sempre forçando seu corpo ao de Katsu, que estava em seu limite. A jovem o beijou, num beijo de língua, de forma voraz. Depois que quebrou o beijo, disse, na orelha do azulado.

—Agora vamos fazer filhotes, Katsu-sama. – Disse ela. Katsu não aguentou, e desmaiou com isso. – Ele dormiu… — Disse ela, com os olhos brilhando. Tirou a agua da banheira, e pegando a camisa e blusa do companheiro, se enrolou nelas, e dormiu por cima do tórax dele.

Assim que entrou no quarto, Natsu foi atacado, sendo jogado na cama. Ele olhou para quem o atacou, mas recebeu um golpe na face, e logo sentiu seus braços e pernas serem amarrados.

—Quem é? – Rosnou. – O que fez com a Wendy?

—Fufufufufufu – Ouviu uma risada feminina debochada. Ele sentiu o perfume floral que conhecia muito bem. A voz também não lhe era estranha. Quando viu quem era, teve um forte sangramento nasal. Wendy estava vestindo um ousado vestido negro curto, que mostrava a calcinha negra que a jovem usava. Os cabelos soltos, e uma tiara com orelhas de gato em sua cabeça. Usava também uma máscara negra, que tinham detalhes parecidos aos de um rosto de um gato, e que ainda lhe davam grande destaque no par de orbes chocolate que tinha. Natsu viu que ela tinha um chicote nas mãos, e que para completar a fantasia, um rabo de gato. O rosado sentiu o leve odor de cerveja, e entendeu tudo.

—W-Wendy?! – Questionou Natsu espantado. – O que deu em você amor?

—Eu vou punir o meu servo malvado. – Disse ela, lambendo o chicote, enquanto o rosado suava frio. – Sabe… Ultimamente você não tem me dado a atenção que eu queria.

“Da última vez que ela ficou assim… Ela não estava nem um pouco sádica. “

Q-Que tipo de atenção, Wendy-chan? – Questionou ele, tentando inutilmente se soltar.

—Essa aqui. – Disse ela, subindo em cima dele, e se sentando sobre seu rosto, deixando sua intimidade a milímetro do nariz de Natsu. O rosado ficou extremamente corado com tal cena. Ele respirava de maneira pesada. – S-Sua respiração faz cocegas.

Nisso, ela apertou tal parte do corpo no rosto de Natsu. O rosado, por puro instinto, lambeu aquela área, por cima do tecido negro que ali havia. Wendy gemeu, um tanto alto, e Natsu ficou mais excitado. Ele lambeu por mais algum tempo, até sentir que a calcinha da mesma havia ficado úmida. Nisso, Wendy se levantou de cima dele corada.

Nisso, um sorriso maldoso surgiu no rosto dela.

—Por sua culpa, minha calcinha está molhada. – Ela, tirou o colete de Natsu, e o vendo com o próprio cachecol.

Nisso, chicoteou o rosado com força, sendo que ele rosnou de dor. Ela olhou para ele, prazerosa, mas se surpreendeu, quando ouviu-o dizer:

—De… Novo – Disse. Ela sorriu de maneira fofa e sádica.

—Se é o seu pedido… — Disse ela, o chicoteando mais uma vez.

Depois de mais de vinte chicotadas, e ela sentiu sono, devido ao álcool. Subiu por cima de Natsu, que tinha um forte sangramento nasal, e o beijou, para depois sussurrar sem seu ouvido.

—Vamos fazer de novo… Natsu-sama. – Disse. Natsu desmaiou depois de tanta fofura e sensualidade.

Antes de dormir, uma voz disse na cabeça da pequena.

—Irei te ajudar a tê-lo ainda mais para si, Wendy.

A voz, era igual a sua.

Na manhã seguinte, todos haviam chegado na guilda. Issei, Natsu e Katsu estavam corados, e mal conseguiam olhar para Wendy e as outras. Nisso se separaram, enquanto Issei foi com Ophis para uma mesa, Katsu e Mavis foram se sentar junto com Arashi e Juvia, e Natsu se sentou no banco do balcão, e Wendy em seu colo.

Antes que falassem alguma coisa, uma forte luz os cegou por alguns minutos. Quando voltou, viram que tudo estava normal, e se perguntaram o que aconteceu.

Nisso Natsu olhou para os lados, e vendo onde estava se acalmou. Quando viu Wendy em seu colo, questionou:

—W-Wendy? O que está fazendo sentada aí? E porque sinto meu cheiro em você, mesmo que fraco?

Todos olharam para ele sem entender. Wendy corou.

—Não se lembra do que fizemos ontem? – O rosado negou com a cabeça, sem entender nada. – E-Eu bebi um pouco, e… Depois… Em casa, você lambeu… Aquele lugar em mim… E…

O rosto de Natsu ficou sem expressão. Wendy se levantou, corada, e envergonhada, enquanto começou a beber seu suco rapidamente. Natsu caiu da cadeira desmaiado. Antes disso acontecer, ele diz:

—Ash e Yukino-hime vão me matar. – Cai com estrépito no chão.

—NATSU! – Gritou as irmãs do mesmo. (Inclusive Wendy, que não deixa de ser irmã dele)