Amor de Dragon Slayer
44 044- Deus Maldito
044- Um Deus Maldito
Yukino olhou para Minerva surpresa, enquanto a morena lutava para segurar as lagrimas, que queriam descer pelos seus olhos a todo custo. A albina se abaixou na altura de Minerva, e passando a mão por seu rosto de forma carinhosa, disse:
—Por que me pede perdão Minerva-sama? – Questionou Yukino, olhando para ela com um sorriso leve.
—Eu fiquei ao lado do bastardo de meu pai que te humilhou. Eu deveria ter deixado Natsu-san soca-lo até que ele não pudesse mais se levantar. Mas não fiz isso. Protegi a quem não merecia proteção. – As lagrimas de Minerva começaram a descer sem controle agora, sendo que a mulher dava alguns soluços em meio ao choro intenso. – Eu considerava você minha melhor amiga, e mesmo assim não fiz nada quando meu pai te humilhou na frente de todos, sendo que só fiquei observando você ser humilhada. Eu não mereço seu perdão.
—Eu te perdoo, Minerva-san. – Disse Yukino, passando as mãos na cabeça de Minerva, enquanto sorria. – Todos nós cometemos erros, pois não somos perfeitos. Eu quero voltar a ser sua amiga, Minerva-sama.
A morena olhou para ela incrédula, enquanto Sting deu um meio sorriso, se sentindo culpado. Ele tinha visto sua amada ser humilhada, e não fez nada para impedir. Aquilo feria o coração do Dragon Slayer, que na época estava obcecado por uma vitória contra Natsu, sendo esta vitória que nunca ocorreu.
—Assim como ela nos perdoo, ela também perdoou a Minerva. – Disse Rogue, que assistiu à cena em silêncio. – A Yukino é alguém admirável.
Sting assentiu, com um fraco sorriso. Mais tarde, iria conversar com sua amada.
Ophis observava tudo em silêncio. Serafall se recusava a sair de perto de Issei, que continuava se recuperando de seus vários ferimentos, sendo muitos graves, mas que por sorte, foram curados por Grandeeney. Nisso, ela viu a dragoa se sentar em sua frente, e olhar para ela com curiosidade.
—Pode me responder uma pergunta, Ophis-chan? – Questionou a albina, olhando para Ophis, que assentiu com a cabeça, apesar de seus pensamentos estarem na enfermaria da Fairy Tail.
—O que seria, Grandeeney-sama?
—Acho que uma dragoa de seu porte me chamar assim é algo irônico. – Retrucou Grandeeney, dando um sorriso pequeno. Ophis olhou para ela. – Posso ser a mais nova de todos aqui, mas ainda sim sou uma dragoa adulta, assim como você. Mas porque está com essa aparência de filhote?
Ophis suspirou, enquanto começou a encarar o tampo de madeira polida da mesa. Sua voz saiu baixa.
—Eu tinha que tentar salvar a todos, mas sabia que se fosse para qualquer lugar daquele mundo, aquela desgraçada iria atrás de nós. – Disse Ophis olhando para a mesa. – Tudo aconteceu tão rápido, que não pudemos fazer nada. Eu abri o portal, mas elas não conseguiram vir a tempo. Aquela desgraçada as pegou antes que pudessem entrar no portal e vir com a gente. Eu prefiro explicar essa história mais tarde, mas ainda assim, antes do Issei-kun acordar. Eu estou nessa forma, porque usei muito poder magico para abrir aquele portal. Mas mesmo depois de recuperar todas minhas forças, continuarei assim. Eu fiz uma magia perdida, não usada a muito tempo para abrir o portal com velocidade. E não posso mais envelhecer.
Grandeeney olhou para ela surpresa, enquanto viu Ophis dar um sorriso para baixo.
—Eu não sei como irei explicar o que aconteceu a ele. Serafall está acabada. Ela, Wendy-chan e Mavis-chan eram muito unidas. Foi um choque para ela. – Disse Ophis, olhando para as próprias mãos.
—Será que… — Grandeeney se lembrou das imagens que foram mostradas para toda a guilda.
…
Na entrada de Magnólia, Gildartz andava bufando, enquanto mais dois estavam atrás. Um parecia Issei, porém tinha os cabelos e olhos negros, usava uma camisa branca, por baixo de uma jaqueta de couro. Calças pretas, com sapatos. O outro, cabelos brancos, uma camisa polo por baixo de um suéter cinza, calça creme, e sapa-tênis. Tinha olhos cinza claros.
—Como vocês ousaram me deixar sem aparecer por mais de trinta capítulos?! – Exclamou Gildartz, indignado. Eu olhei para ele, e em seguida para Red, que revirou os olhos.
—Do que está reclamando? Ainda está aqui, não é? Não me livrei de você – Disse a ele, que rosnou.
—Nos lembramos de você cara, e é assim que nos trata? – Questionou Red num divertido, enquanto eu segurava o riso.
—Calem a boca vocês dois! Eu fiquei na merda de uma missão por meses, por que você se esqueceu de mim, Koorishiro! – Gritou ele, me fazendo sorrir sem jeito.
—Olha, você não tem do que reclamar. – Disse para ele, começando a me sentir culpado. – Nós vamos te recompensar. Eu prometo.
Gildartz olhou para mim e para Red, erguendo uma sobrancelha.
—Não irão me deixar mais trinta capítulos esquecido, não é? – Questionou ele, quase se convencendo.
—Claro que não, pode ficar despreocupado. – Completou Red, dando um sorriso. – Se eu fosse você, iria logo para a guilda. Vai perder as partes interessantes.
Gildartz olhou para frente, vendo a guilda, em sua frente. Nisso eu e Red aproveitamos e o deixamos sozinho, e quando ele olhou para trás, não estávamos mais lá.
…
Gildartz começou a caminhar na direção da porta guilda, porém parou antes de chegar na mesma. Uma forte luz brilhou acima de si, e um tipo de portal se abriu. O homem, vendo isso, percebeu que algo sairia dali, e logo pulou para trás, dando espaço para o que quer que fosse cair caísse. Logo cinco pessoas caíram de dentro do portal, sendo que um dos dois homens, o albino caísse de forma planejada no chão.
Ele olhou para Gildartz, sendo que vomitou um pouco de sangue. Após isso, se ergueu, e olhou para o ruivo que estava em posição de batalha.
—Você… Conhece… Issei Hyoudou? – Questionou com uma voz cansada, enquanto ele ofegava.
—Não, mas… Eu acho que posso te ajudar. Afinal você realmente precisa. — Disse Gildartz, aparando o adolescente antes que este viesse ao chão. O homem loiro, não tão ferido quanto ele, mas com alguns ferimentos olhou para o homem.
—Como pode nos ajudar? – Questionou, desconfiado. Gildartz deu um meio sorriso.
—Talvez eu não possa ajuda-lo, mas conheço alguém que pode. – Disse, ao se lembrar de Wendy.
Nisso ele entra apoiando Vali em seu ombro, com o pequeno grupo do mesmo vindo atrás. Todos olharam para o ruivo, e viram o grupo e Vali, sendo que Ophis correu até eles, demonstrando preocupação em seu rosto.
—Finalmente chegaram! Ryouko, o que aconteceu? – Questionou ela, confusa.
A mulher era albina, e usava um quimono, sendo que estava com algumas avarias. Ela bufou.
—Os desgraçados nos atacaram com tudo depois que vocês conseguiram fugir. – Disse ela com raiva. – Mas eu tenho uma boa notícia. Irina e Asia sobreviveram.
Ophis olhou para ela descrente. Porém antes que ela falasse alguma coisa, uma voz masculina disse, em tom surpreso.
—E-elas estão vivas? – Todos olharam, e viram Issei, sendo que ele tinha grande parte do corpo enfaixado. Seus olhos tinham um fraco brilho de esperança.
Kuroka olhou para Issei, e logo desviou o olhar. O moreno tinha um olhar quebrado, salvo pelo pequeno brilho de esperança em seus olhos. A morena tinha se acostumado a vê-lo sempre com um sorriso no rosto, e feliz com suas companheiras. E o vendo agora, completamente desanimado, ferido, e possivelmente depressivo não ajudava ela.
—Sim, mas a desgraçada da Rias as mantem como prisioneiras. Ficamos nessa situação por tentar salva-las, mas foi em vão. – Disse Ryouko, olhando para o chão, enquanto apertava os punhos. Lagrimas começaram a descer de seus olhos. – Aquele mundo viro um verdadeiro inferno depois de tudo isso.
(Koorishiro: Ryouko seria o Albion)
O sorriso de esperança de Issei sumiu, e o mesmo caiu de joelhos. Natsu foi até ele, e o ajudou a levantar, com Katsu trazendo agua para o mesmo. Nesse momento, uma Serafall desesperada apareceu correndo, procurando por algo. Seus olhos estavam sem vida, e quando viram Issei, ela pulou no moreno.
—ISE-KUN! – Gritou ela, o abraçando com força. Issei retribuiu o abraço. – Achei que você tinha… Por favor, não saia de perto de mim de novo. Por favor…
Nisso Issei começou a chorar. Ophis se juntou a eles naquele abraço, enquanto segurava suas lagrimas. Vali olhava para o teto com raiva, se culpando com raiva por ter deixado as coisas chegarem aquele ponto.
—Bem, agora pensei em algo aqui. – Natsu atraiu a atenção de todos. – Quais são as chances de a tal de Rias vir atrás de vocês?
Ophis olho para ele pensativa.
—Não existem muitas formas de mudar de dimensão. – Explicou ela. – Eu sou uma dragoa do vácuo, portanto tenho esse poder, apesar que existe apenas mais uma forma disso ser feito.
—Que forma, Ophis-chan? – Questionou Wendy. A morena olhou para ela, e disse, num tom de voz descontente.
—Sacrificando um dragão. Porém, eu duvido que a Rias vá conseguir um para vir atrás da gente. – Disse ela. – Apesar que precisamos de um jeito para salvar a Asia e a Irina. Talvez, quando o Issei recupere pelo menos 50% dos poderes, nós poderemos ir atrás da desgraçada, antes disso, não sei.
—Entendo – Comentou Katsu, que estava próximo ao Sekiryuutei. – Nós vamos ajudar vocês.
—Com certeza. Afinal ele sofreu bastante. – Comentou Mavis, que sorria gentilmente. – E também por que eu quero socar a cara dessa vaca.
Ophis sorriu fracamente, já que não conseguia sorrir como antes. Ela se curvou, como se quisesse agradecer pela ajuda de todos.
—Eu só posso agradecer pela ajuda. Vocês não sabem o quanto isso significa para a gente. – Disse ela. Ela olhou para Issei, que tinha os olhos vermelhos, mas havia parado de chorar. Serafall não soltou ele momento algum, sendo que escondia seu rosto no tórax do mesmo. – Está melhor, Ise-kun?
—Mais ou menos. Saber que pelo menos a Asia-chan e a Irina-chan estão vivas, já me alegra muito. Eu queria poder salva-las logo, pois aquela Rias maldita pode fazer alguma crueldade com elas. – Disse Issei, fechando os punhos. – Ddraig!
—Pelo visto está voltando aos poucos, parceiro. – A voz saiu da manopla, para surpresa de todos. Nisso, a mesma brilhou, e um homem ruivo saiu da mesma, sendo que tinha olhos verdes, e usava um terno vermelho. – Nessa dimensão meus poderes estão num nível mais alto que antes.
—Nessa dimensão, os dragões são os seres mais poderosos que temos aqui. Aqui um dragão é mais forte que um Deus. – Explicou Yumi, com seu sorriso infantil fofo. O dragão galês olhou para ela um tanto surpreso, vendo uma criança com tamanho conhecimento.
—Quantos anos você tem? – Questionou ele, vendo a garota sorrir.
—Tenho 10! – Exclamou, orgulhosa.
Nisso, os Exceed entram pela guilda, com alguns ovos dentro de uma grande cesta. Os Dragon Slayer correram para ver onde eles estavam, e viram os ovos. Charle parecia desgostosa.
—Ovos? – Questionou Mavis. – Como conseguiram eles?
—Alguns Exceed, que por estarem insatisfeitos por estarem em mundo que não são mais considerados deuses, se revoltaram. Abandonaram seus ovos e partiram numa tentativa de voltar para Edolas. – Explicou Charle, com um olhar para baixo. Os Dragon Slayer olharam para ela estarrecidos.
—Como podem? – Questionou Natsu com raiva.
—Sabíamos que não iriam ficar contentes com isso. – Disse Happy, um tanto sério. – Por isso trouxemos esses, que ainda não tinham sido adotados. Por sorte, vários Dragon Slayer aqui não tem um Exceed como companheiro. Por que não escolhem os seus?
Nisso, Katsu, Cherria, Yumi, Louise e Levy escolhem um ovo. Um fica na cesta, sendo que Happy olha para Saito.
—Porque não escolhe um, Saito-san? Acho que em breve vai querer um. – Disse ele dando o ovo na mão do garoto. O garoto aceita.
—Arigatou. – Diz ele com alegria.
…
Um mês se passou, desde quando receberam os ovos. Como alguns haviam sido abandonados muito novos não haviam chocado. Os únicos a chocarem foram os de Katsu e Yumi. Os dos outros estavam prestes a chocar, pelo que Charle disse. A de Katsu, batizada de Yuna, era marrom, e tinha olhos verdes, ela era fofa, e por ter visto Katsu primeiro, achou que ele era seu pai, o chamando assim. Assim como chamava Mavis de “Mamãe”. Já a de Yumi, de nome estelar, era pequena e fofa, como a dona. Era branca, com olhos roxos.
Todos estavam na guilda, quando, de repente, antes que alguém falasse alguma coisa, um estrondo ocorreu. Todos na guilda, surpresos com isso, correram para fora, na intenção de ver o que havia acontecido. Na entrada da guilda eles encontram, uma ruiva, com cabelos longos, e olhos verdes. Ao seu lado, um homem de cabelos brancos, sendo que este era para cima. E ao lado da ruiva, amarradas, haviam duas garotas, ambas com vários ferimentos, sendo uma com cabelos castanhos claros, e a outra, um pouco menor, sendo loira. A loira, todos reconheceram como Asia, e a morena como Irina. Ambas estavam com vários cortes pelo corpo, e o uniforme quase destruído, mas nada mostrando suas intimidades. Ophis rosnou alto ao vê-los.
—Rias Gremory… Como conseguiu atravessar as dimensões, sua maldita?
—Vai me dizer que você não sabe como? – Questionou Rias, num tom irônico. – Usando o sangue de um dragão logico.
Todos os dragões rosnaram alto ao ouvirem isso, além de aumentarem seus poderes de propósito. Nisso Issei olhou para Rias com raiva.
—O dragãozinho da Asia… Foi ele que você usou, não foi?
Rias riu alto, somente aumentando a raiva de Issei. Ele ativou sua manopla, sendo que uma voz gravada de Ddraig gritou:
“BOOST! ”
Nisso, o albino deu uma risada.
—Vai tentar a sorte de novo Sekiryuutei? Já não te mostramos que somos bem mais fortes que você? Quer matar o resto de suas garotinhas? – Questionou ele, segurando o rosto de Irina com força. A castanha rosnou para ele.
—Cale a boca, Loki! – Exclamou ele com raiva. Issei correu até o albino, tentando lhe acertar com um soco, porém o mesmo desviou, e Issei parou na frente de Irina, fazendo Rias bufar.
—Viu o que você fez? Agora ele está com nossas reféns. – Disse ela. Loki sorriu.
—Se seguirmos meu plano, não iremos precisar delas. – Disse ele, sorrindo convencido. Issei se virou e abraçou as duas, que choravam.
—Ise… Achávamos que nunca mais veríamos você… — Disse Irina, com a voz fraca. – Quando Ophis abriu o portal e a Rias atacou, tentamos correr, porém ela nos segurou. Nisso a Xenovia gritou para vocês entrarem e ela e Akane tentou nos ajudar… Mas foram atacadas antes de conseguirem fazer algo…
—Não precisa se preocupar. EU vou proteger vocês. – Disse o moreno se virando para Rias. Aumentou seu poder, porém logo percebeu que não conseguiria usar sua força total. Ainda não havia se recuperado. Ele olhou para Fairy Tail. – Se puderem me ajudar, só dessa vez…
Nisso, Natsu, Katsu, Gajeel e Gray pularam ao lado dele com um sorriso.
—Achávamos que não iria pedir – Disse Natsu, fazendo chamas surgirem em suas mãos. – Wendy-chan, Mavis-nee, e as outras ajudem elas.
As garotas assentiram, enquanto Wendy, usando uma pequena lamina de vento, cortou as cordas que prendiam as garotas. Elas levaram as garotas para junto dos outros, enquanto a Guilda fez um cerco à frente delas.
Issei correu, e usando seu impulso, tentou acertar Loki, porém, o albino desviou, e chutando para longe, fazendo ele cair próximo onde todos da guilda estavam. Katsu vendo isso, disse:
—Sei que quer lutar Issei, mas não está com o corpo preparado para tal esforço. – Disse o azulado sério. – Descanse um pouco, que nós vamos dar um jeito nesses filhos da puta aqui.
Issei apertou o punho com força, e tentou se levantar para voltar para a luta, porém deu um passo em falso, e caiu de joelhos. Asia abraçou ele por trás.
—Por favor… Fique aqui… — Chorou ela, enquanto os poderes dela, mesmo reduzidos curavam ele aos poucos.
—Confie nos amigos, Issei. Nós cuidamos desses aqui. – Disse Gray, sorrindo de lado, enquanto o ar esfriou em volta dele.
—Oh, então vão tentar derrotar um deus, dragões? Tentem a sorte – Disse o albino. Natsu correu até ele, tentando um Karyuu no Tekken, sendo que para a surpresa de todos, foi segurado com uma mão, enquanto que Natsu foi atingido no abdômen por uma forte joelhada do homem. O rosado caiu pouco atrás de Gajeel, que vinha velozmente, com seu braço transformado em uma clava. Ele conseguiu atingir o rosto de Loki, sendo que o mesmo cuspiu um pouco de sangue. O albino, irritado, avançou contra Gajeel, dando um chute alto em seu rosto, seguido de uma martelada nas costas, sendo que o mesmo bateu fortemente contra o chão, que trincou o local onde bateu. Avançou velozmente.
— KOORIRYUU NO KRISTEN – Sua mão ficou lotada por uma grossa camada de energia branco-azulada. Ele atingiu Loki, que foi jogado para trás. Antes que o moreno pudesse o golpear de novo, ele mandou uma rajada de energia negra contra o moreno, o jogando longe.
—Você não é tão lixo quanto parece, não é deus de merda? – Questionou Katsu avançando velozmente na direção dele, com uma grossa camada de vento o cercando. – Vamos ver como um deus lixo lida com um dragão!
Loki franziu as sobrancelhas.
—Então acha realmente que pode me derrotar, seu maldito? – Loki riu escandalosamente. Nisso, chamas negras surgiram em suas mãos. – Vou te ensinar a respeitar os mais velhos e mais fortes.
Ele estalou os dedos, e Katsu foi paralisado, enquanto vários símbolos mágicos surgiram por seu corpo. Ele rosnou.
—O que pretende, desgraçado?!
—Você tem uma magia muito fraquinha. Vou colocar algo mais forte em você. – Disse ele sorrindo. Nisso várias labaredas negras começaram a rodear Katsu, que apenas movimentava os olhos para vê-las. De repente, as labaredas começaram a atingir os círculos mágicos, sendo que fazia com que entrassem dentro do corpo de Katsu, que gritou de dor.
—KATSU! – Gritaram Cherria, Mavis, Grandeeney, Natsu, Wendy, Louise e Yumi. Nesse ponto, os círculos mágicos já haviam recebido mais de cem golpes das chamas, sendo que triplicavam o valor que o azulado recebia. Nisso Loki se aproximou do garoto, que estava com a boca aberta por estar gritando, e fez ele comer, a força uma lavareda. Nisso os olhos do azulado ficaram completamente brancos, e ele caiu ao chão nocauteado. Loki riu alto ao ver isso.
—Pelo visto esse já era. – Se curvou para a guilda. – Se preparem, pois vamos voltar mil vezes mais fortes.
Ele e Rias sumiram, num brilho luminoso. Mavis correu até Katsu, e ficou sem ação ao ver o Dragon Slayer caído ali. Uma gatinha, marrom, se aproximou do mesmo, e empurrou ele com a patinha.
—Papai? Acorda papai – Disse Yuna, sem saber o que estava, de fato, acontecendo. Tudo o que puderam ouvir, foi um grito de desespero de Mavis.
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