Amor de Dragon Slayer

36 036- A ultima irmã de Katsu!


Notas iniciais
Desculpem a demora, mas agora eu estou mandando os capítulo pelo PC, pois pelo celular estava indo com muitos erros imperdoáveis. Essa é a razão da demora. Mas espero que gostem!

036-A verdade sobre Saito! A ultima irmã de Katsu!

O sol bateu no rosto de Mavis, incomodando a Dragon Slayer, que se deitou contra a luz dele, querendo dormir por mais algum tempo. Ela passou a mão pela cama, a procura de Katsu. Abriu os olhos quando não sentiu o corpo de seu amado, vendo que ele não estava mais ali. Deu um suspiro.

—Parece que dormir demais mais uma vez. – Reclamou, se levantando da cama. Aproveitando que no quarto de Katsu tinha um banheiro. Foi até ele, fazendo sua higiene matinal, colocando um vestido branco simples, que o próprio Katsu tinha dado de presente a ela. Logo após fazer isso, saiu andando pela mansão, a procura do garoto, que dificilmente se levantava antes dela.

Depois que chegaram aquela mansão, tanto Katsu quanto Natsu haviam mudado muitas de ações, sendo que estavam mais sérios do que costume. As brigas costumeiras também tinham sumido, o que causou as duas Dragon Slayer certo espanto, uma vez que Katsu e Natsu viviam discutindo por alguma coisa, ou lutando para ver quem era mais forte.

A loura andava perdida em seus pensamentos, e só acordou, pois sentiu o cheiro de Wendy. Ela seguiu o cheiro, encontrando a azulada em outro corredor, parecendo um tanto perdida. Ela viu Mavis, e correu ao seu encontro.

—Mavis-nee, você viu o Natsu-kun por aí? – Perguntou ela, com ansiedade. Tal pergunta fez Mavis imaginar que Natsu também havia se levantando cedo, e desconfiava que estava junto com Katsu.

—Ainda não, Wendy-chan, estou procurando pelo Katsu-kun, porém ainda não o encontrei. – Respondeu a loura, sendo que ambas começaram a andar, uma do lado da outra. – Mas creio que estão juntos, pois ambos se levantaram cedo.

Wendy concordou com a cabeça. O quarto de Katsu valia a toda a uma casa mediana. Portanto os Dragon Slayer ficaram cada um com uma parte isolada do quarto. Katsu ficava com Mavis em sua cama, enquanto Natsu e Wendy ficaram com uma cama em outra parte, próxima a janela, mas não tão distante dos dois primeiros. Gajeel e Levy ficaram na parte de cima do quarto, onde possuía uma pequena biblioteca.

Wendy suspirou de forma profunda, e Mavis entendeu o motivo. Sabia que a pequena não se sentia bem ali, assim como ela também preferia não estar naquele local, se pudesse escolher. Mas tinha que salvar a irmã de Katsu, Yumi, assim como destruir Ferdinand.

—Vamos encontra-los – Disse Mavis sorrindo. – Acho que podemos usar a ligação para fazer isso.

—Certo! – Exclamou Wendy sorrindo.

Em uma arena de treinamento, haviam três homens, todos com espadas de madeira, usadas especialmente para treino. Um tinha cabelos castanhos escuros, o do outro um tom bem escuro de azul, quase alcançando um tom de preto, sendo que o do terceiro era rosa, puxando para uma tonalidade de salmão.

Os três estavam parados, quando de repente, o de cabelos castanhos começa a mover, na direção do rosado. Ele colocou a espada em posição de ataque, e tentou um corte na transversal, errando o mesmo, pois Natsu conseguiu defende-lo com sua espada.

—Parece que sua defesa está bem melhor que antes, Natsu-nii – Comentou Katsu recuando. Em seguida, teve que se proteger, pois Saito tentou o atingir, sendo que o primeiro desviou pela esquerda.

—E você é bem rápido, Katsu. Só que para mim isso não é nada! – Provocou Saito, mudando de rumo, indo na direção do Dragon Slayer dos céus. Katsu desviou, enquanto Natsu avançou por trás de Saito, e o atingiu nas costas, o que derrubou o garoto.

—Boa, Natsu-nii, porém… NÃO SE DISTRAIA! – Natsu se virou, e antes que pudesse armar uma defesa, Katsu o desarmou, jogando sua espada longe, que caiu fincada no chão. Katsu manteve sua espada apontada para o pescoço de Natsu. – Viu?

—O mesmo eu digo para você, Katsu! – Exclamou Saito se levantando, e tentando dar um golpe em Katsu, que conseguiu, por pouco, defender usando a espada. O moreno tentou uma rasteira no azulado, que pulou, desviando. Nisso Natsu correu, pegando sua espada, e tentando atacar Saito, que estava com as duas mãos ocupadas. Vendo Natsu avançar em sua direção, ele se afastar dos dois Dragon Slayer, que tentam o atacar. – EI! DOIS CONTRA UM NÃO VALE!

—É mesmo? – Perguntou Natsu, se virando para Katsu, o pegando de surpresa, batendo na espada do garoto, e fazendo a mesma voar longe. Após isso, dá uma rasteira no mesmo, que caiu, enquanto Saito avança em Natsu, que se protege usando a espada.

Os dois entram em uma disputa, sendo que logo que encontra uma brecha, Natsu desarma Saito com um chute, sendo que este cai no chão. Natsu aponta a espada para Saito, que ergue as mãos em forma de redenção. O rosado, ofegante sorri, e ajuda o outro a se levantar.

Katsu vem até os dois, dizendo:

—Apesar te ter começado a treinar com espadas há apenas dois dias, o Natsu-nii até que se saiu muito melhor do que eu imaginei. Ganhou de nós dois. – Disse Katsu com um sorriso satisfeito, e com apenas um olho aberto.

—Realmente, foi bem esperto, Natsu-san – Disse Saito sorrindo. – Usou o efeito surpresa em Katsu, usando aquele golpe repentino, sendo que em seguida conseguiu me atacar não só com sua espada, mas usando suas técnicas de luta. De fato, será um grande espadachim.

—Embora não me ache tão incrível assim. Acho que ainda tenho muito a melhorar, portanto continuarei treinando, pois, o nível dos meus adversários parece só aumentar. – Comentou, se lembrando da luta de Ferdinand contra Katsu, sendo que o ultimo ganhou por muito pouco.

Nesse minuto, os três ficaram em silêncio, pensativos, quando ouvem passos. Natsu e Katsu sabiam quem seriam pelo cheiro, porém Saito precisou olhar para saber quem era. Ao ver Mavis e Wendy, se acalmou, e disfarçou seu nervosismo, sendo que Katsu percebeu isso.

—Katsu-kun! – Exclamou Mavis, pulando no mesmo, que teve que se segurar, para não cair no chão com a garota.

Wendy repetiu o gesto com Natsu, sendo que a azulada olhou para o rosado, e disse, inflando as bochechas:

—Porque não me chamou quando levantou? – Perguntou em forma de reclamação.

—Foi mal. – Disse ele com um sorriso sem jeito – Você estava tão fofa enquanto dormia, que eu não tive coragem de te acordar.

A azulada enfiou seu rosto no peito do rosado, que fez um cafuné na cabeça da pequena, que acabou ronronando como uma gata, deixando Natsu bem corado, e se segurando. Katsu olhou para Natsu, sabendo o quanto o rosado se segurava com Wendy. Antes mesmo que percebesse, Mavis, tomada por algum instinto, começou a lamber de leve o pescoço do garoto, que arrepiou.

—Ma-Mavis-chan? – Chamou ele gaguejando. A loura olhou para o jovem e sorriu.

—A Cana-san disse que se eu te atiçasse, você faria filhotes comigo. Temos que cumprir a promessa da mamãe! – Disse, de forma decidida. Katsu xingou Cana de vários nomes em sua mente.

—M-mas eu não tinha prometido que iriamos fazer isso depois? – Perguntou ele, se segurando. Ela sorriu.

—A Kaa-san disse que só conseguiríamos altas chances de fazer filhotes seria durante o tempo de acasalamento! – Exclamou a loura, voltando a sua tarefa.

—Kaa-san! Isso não está facilitando minha vida!

Saito olhou para os dois casais com uma gota, sendo que ambos estavam ocupados. Ele se virou para sair.

—Acho que eu deveria deixá-los sozinhos, né?

Antes que pudesse sair, ouviu passos se aproximando, e quando viu, avistou Ferdinand entrando no cômodo. Ao avistar isso, recuou alguns passos, e murmurou para Katsu:

Katsu, seu pai está vindo — Ao ouvir isso, o Dragon Slayer rapidamente soltou Mavis no chão e fez um sinal para Natsu que fez o mesmo com Wendy. Nenhuma das duas entendeu o porquê de eles terem feito isso, até o momento em que viram o homem andar até eles. As duas Dragon Slayer ficaram com sua guarda alta, assim como os outros três.

—Vejo que tem vindo aqui treinar constantemente. – Disse o homem, olhando para o grupo. Ele olhou para as duas garotas, passando a língua nos lábios. – Venho te avisar que hoje teremos uma visita especial na mansão.

—E o que eu tenho haver com isso? – Perguntou Katsu, disfarçadamente puxando Mavis para si.

—Bom, isso é do seu interesse, pois achamos a herdeira de uma importante família que será sua futura esposa, portanto seu noivado será anunciado hoje.

Todos ficaram em choque ao ouvirem a notícia. O homem ao ver a reação do grupo deu um sorriso satisfeito, e saiu dali, mas não antes de dizer:

—Espero que saiba escolher uma roupa para sua querida amiguinha, afinal creio que ela gostará de conhecer a sua futura esposa. – Dito isso, saiu, com um ar de satisfeito.

Katsu apertou os punhos, e olhou para a porta por onde o homem tinha saído com raiva.

—Como ele pôde…? – Questionou Saito furioso. – Esse maldito não tem limites?

Natsu se virou para Katsu e Mavis, ambos com raiva.

—Katsu, temos que achar o corpo dela. – Disse o rosado. – O mais rápido o possível.

O moreno pegou na mão de Mavis, e se virando para o irmão mais velho, disse:

—Vamos começar as buscas da verdade hoje. – Disse o moreno com um tom sério, sendo que nunca tinha usado esse tom antes. Saito olhou para eles confuso. – Saito, sei que já te pedi sua ajuda antes, mas preciso de você mais uma vez. Porém, também quero falar com você.

O garoto assentiu.

O grupo havia subido até o quarto de Katsu, onde todos se sentaram em uma longa mesa que tinha lá, este que era usada para as refeições dos Dragon Slayer, pois queriam evitar ao máximo contato com Ferdinand Draygin. Katsu olhou para Saito, este que estava sentado na mesa, de fronte com o Dragon Slayer dos céus. Gajeel e Levy, que tinham sidos chamados por Wendy, se mantinham presentes em silêncio, sendo que Levy lia um livro.

—Notei que tem algumas coisas erradas com você, Saito – Disse Katsu sério. – Também notei que nem seus pais, e muito menos a Louise estão aqui. O que aconteceu? Vi que a casa onde vocês moravam também não está mais aqui.

Saito se manteve de cabeça baixa e em silêncio por alguns minutos. Ninguém disse nada, pois, vendo que era um assunto possivelmente delicado, se mantiveram em silêncio, esperando por uma resposta do adolescente.

—Sabia que uma hora ou outra me perguntaria isso. – Respondeu ele. – Depois que ajudei você a fugir, Ferdinand me chamou para uma conversa em particular.

“Eu tinha acabado de ajudar Katsu a pular o muro. Tive certeza que ninguém havia nos vistos, portanto fiquei quieto, e tentei não agir de maneira estranha, ou que chamasse atenção. Estava voltando para minha casa, quando me deparei com uma garota, menor que eu. Quem não conhece ela, diria que ela é uma criança. Porém tem quatorze anos, e longos cabelos rosas em cachos. Ela veio até mim, me abraçando, e me perguntou, numa voz baixa como um sussurro.

—Conseguiu ajudar o Katsu-Niisama? – Perguntou ela. Eu dei um sorriso, e disse:

—Claro que consegui, Louise-sama, mas não teria sido melhor contar a ele sobre as lembranças de sua mãe?

Ela negou com a cabeça.

—Meu irmão ainda corre muito perigo, e aquele bastardo pode tentar arrancar essas informações dele. – Explicou ela. – Queria ter ido com ele, mas no momento é impossível.

—Entendo.

Nesse momento, um dos guardas correu, gritando:

—CHAMEM A EQUIPE DE BUSCA! KATSU FUGIU!

Olhei para Louise, que parecia bastante séria.

—Acho melhor você ir ao seu quarto, senão parecerá suspeito – Disse a ela. Ela assentiu.

—Eu irei, tome cuidado! – Alertou-me ela. Eu assenti.

Corri até onde tinha uma concentração de guarda, atrás do Katsu.

Passaram-se horas, e ninguém tinha encontrado rastro algum dele, principalmente porque eu mandei eles para a direção errada. Logo estávamos de volta ao castelo, onde logo que eu coloquei os pés dentro do mesmo, um serviçal do Ferdinand veio me chamar.

—Ferdinand-sama deseja falar com você, Saito.

Estranhei, pois ele nunca me chamava assim. Mesmo assim, subi até seu escritório, onde ele ficava constantemente. Encontrei-o sentado em sua cadeira, virado de costas para mim. Ao perceber que eu tinha chegado, disse:

—Hiraga Saito. – Disse ele. – Eu soube que meu filho idiota fugiu.

—Fiquei sabendo disso há pouco tempo, senhor, sendo que também participei das buscas, todas em vão – Respondi, rindo por dentro, sabendo que Katsu tinha fugido por debaixo de seu nariz.

—Entendo. – Ele se virou, e ficou me encarando. – Soube que você era muito próximo de meu filho.

—Sou amigo de infância de Katsu-sama e Louise-sama. Ambos são como irmãos que nunca tive.

—Entendo. Meu filho não chegou a contar nada sobre fugir?

—Não para mim. Não estava sabendo de nada. Também fui pego de surpresa. – Expliquei, dando a entender que não soube de nada.

—Entendo. – Repetiu ele. Eu estava começando a me irritar com aquilo. Onde raios ele queria chegar?

Nesse momento, ouvimos uma explosão, algo que fez eu me dirigir correndo a janela mais próxima. Quando olhei, havia uma pequena casa, que ficava em um dos grandes campos dos Draygin pegando fogo. Quando percebi que casa que era, fiquei em choque, pois aquela era a casa de meus pais. Quis sair correndo dali, e me virei para fazer isso, mas antes olhei para Ferdinand, que estranhamente estava sorrindo…

Todos olharam para o adolescente, que parou sua narrativa por alguns segundos, afim de respirar um pouco antes de voltar a falar.

—Quando cheguei lá era tarde demais. Meus pais morreram no incêndio. – Disse ele, olhando para o chão. – Disseram que foi um incêndio criminoso, e que não acharam rastros de quem fez isso. Depois disso, descobri que Ferdinand havia mandado Louise para um tipo de colégio bem longe daqui, no qual ela moraria lá por um tempo.

Katsu fechou seu punho com força, enquanto olhava pela janela. Mais uma vez, sua raiva pelo homem que dizia ser seu pai estava aumentando. Seu autocontrole se esvaindo aos poucos. Saito olhou para Katsu:

—Porém é mentira.

Todos olharam para ele confusos.

—Como pode ter tanta certeza, Saito-san? – Questionou Levy olhando para ele.

—Foi uma carta que sua mãe deixou a ela. Katsu, você sempre ouviu do bastardo que a Louise era sua irmã de criação, certo? – O outro assentiu. – Pois isso é mentira. Louise Draygin era filha de Grandeeney-sama e Ferdinand. Ela, junto com Yumi são suas irmãs de sangue.

—Como sabe da Yumi-chan?! – Perguntou Mavis espantada. Katsu apenas ouvia, em estado de choque.

—Sua mãe deixou uma carta a ela explicando sobre isso. Louise queria apenas te proteger, pois sabia que você não estava sabendo de tudo o que estava acontecendo aqui. – Disse Saito, entregando uma carta a Katsu. – Sua irmã escreveu essa carta, e naquela noite em que fugiu, me pediu para lhe entregar, pois você seria o único que poderia acabar com toda a palhaçada do maldito Ferdinand.

Trêmulo, Katsu pegou a carta, e abrindo-a, leu rapidamente. Apertou a carta em sua mão com força, ficando de pé. Nesse momento a temperatura do quarto baixou mais de vinte graus.

—Eu sei onde estão as duas. Tanto a Louise quanto o corpo da Yumi. – Disse, deixando todos espantados.

Era quase hora do jantar em que seria apresentada a noiva arranjada de Katsu. Todos estavam prontos, estavam esperando Katsu e Saito voltarem do correio, onde o primeiro enviou uma carta para a guilda. Logo ambos chegaram, e Mavis correu até o amado.

—Está feito, expliquei a situação toda aqui, e disse que agiríamos dentro de uma semana, para ter tempo deles se prepararem. – Disse o moreno, num tom de voz sério, que a loura nunca tinha ouvido.

—Entendido. – Respondeu ela. – Tudo vai dar certo.

Ela o beijou calorosamente, sendo retribuída. Logo se separaram, pois Natsu deu um pigarreio, que o moreno o olhar torto.

—Podem parar de se agarrar na minha frente? De repente eu percebi que é estranho ficar vendo minha imouto beijando outro assim na minha frente. – Brincou Natsu, provocando. Katsu lhe mostrou o dedo, que fez o rosado rir. Natsu não se importava com isso. O que ele queria era manter Katsu calmo a todo custo, pois tinha feito uma promessa a Yumi, junto com Wendy.

—Certo, está na hora. – Disse Wendy, agarrando o Natsu, e olhando séria para a porta da sala de jantar. Logo todos entraram, e viram uma loira, conhecida, sentada na mesa, sorrindo para o grupo.

—Yo, minna! – A pessoa se levantou, e se curvou. – Meu nome é Lucy Heartphilia, e eu sou a noiva de Katsu Draygin.

Em outro lugar, numa praia deserta, Juvia estava com uma mulher de cabelos azuis, sendo que a primeira estava deitada na areia, cansada, enquanto a mulher olhava para ela com curiosidade.

—Já está cansada, Juvia-chan? – A azulada assentiu. – Eu te avisei que treinar como uma dragoa adulta treina é loucura. Você treinou dia e noite, com pouquíssimas pausas de descanso, minha filha.

Juvia olhou para ela, e tentou se levantar, porém não conseguiu. A mulher controlou a agua do mar, fazendo que uma parte se dirigisse até a azulada, e a levantasse, sendo que antes desse cair de novo, a mulher a abraçou.

—G-Gomen, Kaa-san, achei que poderia atingir um nível alto assim como Gajeel-san, que é um Dragon Slayer mais forte e experiente que eu. – Disse ela. – Mas ainda falta muito para mim.

A dragoa sorriu.

—Não. Você foi muito bem, apesar que passou dos limites de seu corpo. Eu sei de uma fonte com propriedades magicas, que vai te deixar novinha em folha. Você está num nível de um Dragon Slayer bem experiente. Faltando apenas aprender a controlar bem sua Ougi, e sua Dragon Force, para aperfeiçoa-la, e poder se tornar uma verdadeira dragoa. – Disse ela, num sorriso bondoso.

Juvia assentiu.

Minutos depois, Juvia e mulher estavam numa fonte termal, com aguas brilhando num tom de verde. A azulada mais jovem afundou na agua, deixando apenas sua cabeça para fora, enquanto deu um belo sorriso.

—Essa fonte realmente está me ajudando a recuperar minhas energias Kaa-san. – Disse Juvia satisfeita.

—Eu te tornei minha filha de sangue, portanto já não és mais humana, Juvia-chan. E a água ajuda os Dragões da água a recuperarem suas forças, minha filha. – Juvia assentiu com um sorriso.

—Quem diria que eu, Arashi (— tempestade), teria uma filha, e uma Dragon Slayer. Sempre fui sozinha, e nunca encontrei meu companheiro. Principalmente que aquele maldito Dragão negro destruiu quase todos os Dragões da água em busca de ganância e poder. – Pensou a dragoa olhando para Juvia, que relaxava, sendo que não pode evitar de dar um sorriso. – Obrigado Koorishiro. Você me apresentou ela em uma boa hora.

Notas finais
E então? Alguem arrisca dizer quem foi o culpa por matar a familia do Saito? Caso alguem tenha reconhecido os nomes Louise e Saito, eu tirei eles de um anime chamado Zero no Tsukaima. Recomendo que assistam. Até os comentários!