Notas iniciais
Olha eu aqui novemente....kkkk Espero que gostem. Boa leitura.

Duas semanas haviam se passado e Emma já está muito melhor de seu ferimento. Sendo assim, ela decide voltar ao trabalho para desespero de Regina. Porém, sem Ruby para comandar tudo no seu lugar, ela se vê obrigada a voltar.

Percebendo que não vai convencer a esposa, Regina a faz prometer que não irá se esforçar e que voltará cedo para casa. Emma encantada com todo cuidado da esposa confirma que irá respeitar todas as recomendações de Regina.

Assim que Emma sai de casa rumo ao seu galpão, Regina decide ir falar com Margareth. Ao entra no quarto da senhora ela fica confusa por perceber que a mulher está arrumando seus pertences em uma trouxa.

— O que está fazendo Margareth? – pergunta fechando a porta.

— Estou voltando para o meu barraco. – diz sem graça.

— Nada disso! Você não pode ir embora.

— Eu agradeço por todo conforto que me deram, mas é melhor deixar vocês mais a vontade. E a Emma já está melhor.

— Por favor! Fique. Agora que você pode estar ao lado de sua filha, não se afaste. – pede Regina sentando a seu lado e segurando sua mão.

— Eu estou muito feliz que a Emma encontrou uma mulher tão bondosa como você, que a ama de verdade. E fiquei muito feliz em passar esse tempo com ela, mas....

— Sem mais, Margareth! Por favor. Eu ainda acho que você deve conversar com Emma e contar toda a verdade. – pediu sorrindo. – Tenho certeza de que ela irá ficar muito feliz em saber que você é a mãe dela e com certeza não vai deixar você ir embora nunca mais.

— Eu queria muito acreditar nisso menina. Mas acho que ela vai me odiar quando souber que eu a abandonei e ainda forjei a minha morte. – falou Margareth com os olhos marejados.

— Não pense assim. Emma é uma mulher maravilhosa. Ela pode ficar chateada no início, mas nunca irá destratá-la ou pôr você para fora dessa casa.

— Eu não sei...

— Façamos assim. Se você me permitir eu converso com ela e conto tudo o que você me disse. E se depois se você achar que deve ir embora eu lhe ajudo com o que precisar. – pediu Regina.

— E se ela não quiser mais me ver? – perguntou com os olhos marejados.

— Não pense nisso. Hoje mesmo eu falarei com ela, mas por enquanto devolva essas coisas para o armário e vamos tomar um chá com pedaço de bolo. – pediu Regina sorrindo.

E após tudo organizado elas seguiram para a cozinha em uma conversa animada. Margareth adorou conhecer Regina, ela era uma mulher incrível e agradecia aos céus por fazer parte da vida da sua filha.

[A.S]

Lily está andando pela casa grande entediada. Ela detestava aquele lugar, detestava Sofia e suas insinuações e principalmente detestava Neal, um homem mimado e cheio de si. E agora estava carregando um filho desse idiota. Só continuava na fazenda pelo conforto que tinha e deixava os idiotas achando que era por causa desse bastardo que carregava no ventre.

Ela não conseguia aceitar que Emma preferiu a sem sal da sua irmã. Emma era dela, mesmo se casando com Neal a queria também. Ela tinha um plano de após um tempo de casadas roubar o idiota e depois fugir com Emma, mas aquela idiota é muito certinha e não aguentou vê-la com outro. Mas sabia que isso era culpa de Regina, se a mosca morta não tivesse se insinuado para Emma a loira ainda estaria correndo atrás dela. Mas agora só restava ela esperar essa criança nascer para conseguir uma boa quantia e tentar reconquistar Emma.

— Será que você pode fazer o favor de não ficar no mesmo ambiente que eu? – disse Neal ao passar por ela.

— Eu estava aqui primeiro. Se estiver achando ruim é só sair. – falou com desprezo.

— Essa fazenda é minha! – disse ele parando em frente a ela.

— O problema é seu, idiota. – falou e se virou para sair, mas Neal a segurou pelo braço.

— Escuta aqui vadia, é melhor me respeitar! – falou ele com raiva.

Ele não aceitava ter sido traído per ela e ainda ter que conviver com essa mulher baixa.

— Se está me chamando de vadia é porque já aceitou que é corno. – disse ela sorrindo e recebeu um tapa na cara.

— Sua vadia dos infernos! Eu deveria ter acabado com sua raça. – falou ele levantando a mão para bater novamente em seu rosto.

— NEAL, POR DEUS! ELA ESTÁ GRÁVIDA! – gritou Sofia assim que entrou na sala.

— E EU COM ISSO! – gritou ele soltando Lily.

— É seu filho. Vai querer prejudicá-lo por causa dela? – continuou Sofia se aproximando.

— Que se dane os dois! – disse Neal e seguiu para o escritório para começar a esvaziar sua garrafa de uísque.

[A.S]

Rodolfo está em seu escritório quando um dos seus empregados o informa que há um senhor querendo falar com ele. Com a arrogância de sempre ele manda o criado chamar o tal senhor.

— Bom dia, senhor Rodolfo. – diz o homem de aproximadamente 40 anos.

— Espero que tenha notícias dessa vez. – falou ele tomando uma doze de uísque.

— Claro que tenho, mas acho que o senhor não irá gostar do que descobri.

— Fale logo!

— Bem, a senhorita Zelena se casou a poucos dias, agora ela se chama Mancera. – afirmou o detetive e viu Rodolfo o olhar irritado.

— Ela se casou com o advogado? Aquele velho! – falou jogando o copo na parede.

— Não. Ela casou-se com a filha dele.

— Não sabia que ele tinha filhos.

— Bem, na certidão de casamento estava informando que ela se casou com Ruby Mancera, que segundo o documento tem como pai o Advogado Noel Mancera. – concluiu o detetive assustado com o comportamento do homem a sua frente que jogava coisa pelo chão do escritório.

— Eu vou acabar com essas duas! Por me envergonhar perante a sociedade... Como ela pôde me trocar por uma mulher! MALDITA! – Gritou e sentou-se em sua cadeira.

[A.S]

Regina estava em sua sala conversando com Margareth quando Mary entra cabisbaixa e pede para falar com ela a sós. Margareth sente certo receio em deixar a “nora” sozinha com a jovem, mas Regina diz que ficará bem e a senhora vai para a cozinha.

— Sente-se Mary. – pede Regina e a garota, mesmo, desconfiada o faz.

Elas ficam em silencio por alguns minutos deixando Regina inquieta. Ela não imagina o que a garota quer lhe falar, mas desde os últimos acontecimentos fica receosa, não quer discutir com Mary ou tê-la que mandar embora, pois, sabe o apreço de sua esposa tem por ela e isso deixaria Emma triste.

— Eu... – começa Mary, mas para e respira fundo. – Eu quero lhe pedir perdão por tudo Regina. – continua e Regina fica calada para que ela conclua. – Sei que me comportei muito mal e talvez você não me queira mais aqui e aceitarei o que você decidir, mas, mesmo assim quero me desculpar.

— Mary...

— Deixa eu terminar, por favor. – pediu e Regina assentiu. – Eu amo a Emma, de verdade. – continuou e Regina se moveu inquieta na poltrona. – Mas ela nunca me viu assim e isso me machucou muito e por isso fiz o que fiz para tentar separá-las. Mas eu vi o mal que estava fazendo a ela por deixá-la longe de você. – disse e fitou os olhos de Regina.

— Mary, o que você quer me dizendo tudo isso?

— Eu achava que você só estava com ela para afastá-la de sua irmã. Que não a amava, mas eu estava errada. Você a ama de verdade e vejo como a Emma está feliz contigo. E eu prometo não atrapalhar mais o amor de vocês. – disse a garota e baixou a cabeça. Ela estava realmente arrependida.

— Mary, essas palavras são verdadeiras?

— Sim, Regina. Estou sendo sincera com você.

— Eu não quero que vá embora. Emma gosta muito de você e ficaria triste se você partisse. Eu permitirei que fique se aceitar minhas condições. – disse e Mary a olhou sem entender.

— Que condições?

— Você voltará a estudar com as freiras. Falarei com a Emma para que fique com o quarto de hóspedes. Você é como uma irmã para ela e por isso, se você quiser, eu a ensinarei como se portar, a tornarei em uma dama e viverá conosco fazendo parte da família e terá que nos obedecer. – concluiu a morena e viu Mary ficar inquieta.

— Obedecer? E se eu não aceitar?

— Então infelizmente terá que sair dessa casa. – falou firme, mesmo, não querendo que ela vá, pois, Regina sabe como a vida foi difícil para essa garota e queria muito ajudá-la.

— Ok. Eu aceito.

— Certo... – ia concluir seu raciocínio, mas foi impedida com a porta sendo aberta bruscamente.

Regina e Mary levantaram assustadas com Neal entrando atordoado na residência.

— O que faz aqui? – perguntou Mary irritada.

— Eu vim buscar a Regina! – falou indo em direção a dona da casa segurando forte seu braço.

— Me solta! Você está louco! – falou Regina tentando se soltar do agarre do homem.

— Me desculpa por tudo isso, mas eu não consigo esquecer você. Eu deveria ter me casado com você, mas fiquei cego por aquela puta. – falou ele perturbado.

Regina estava assustada. Pensou que Neal já havia esquecido essa ideia. Ela já havia deixado claro que amava a esposa.

— Me larga Neal. Eu estou casada e feliz! – falou ela sentindo o braço doer.

— MAS EU NÃO ESTOU! E ISSO POR CULPA DAQUELA BASTARDA! – gritou ele assustando Regina e fazendo Mary sair de seu transe.

— Já falamos sobre isso. Pensei que tivesse entendido. – falou Regina com os olhos úmidos.

— Eu tentei Regina. Tentei te esquecer, mas não dá. Eu preciso ser feliz e será com você. – falou próximo ao rosto da morena que sentiu o cheiro forte de álcool.

— Você está bêbado. – afirmou assustada. – E está me machucando.

Ele continuou tentando puxar Regina para a porta, mas a morena resistia. Ela estava assustada com tudo, mas principalmente com a possibilidade de Emma chegar e acabar fazendo uma besteira.

Mary vendo o desespero nos olhos de Regina resolveu intervir e sem dificuldade se jogou nas costas de Neal batendo em sua cabeça repetidas vezes. O rapaz soltou Regina e tentava com dificuldade se livrar do ataque de Mary, pois, a garota era bastante arisca.

— MARY! – gritou Regina quando viu Neal derrubar a garota no chão.

Em poucos minutos a sala estava cheia de gente que não estavam entendendo nada do que estava acontecendo.

Margareth correu para Regina que estava chorando, enquanto Harry e um outro funcionário de Emma foram em direção a Neal que olhava tudo irritado.

— Tire-o daqui! – falou Margareth e os dois rapazes arrastaram Neal para fora da casa que gritava que Regina ainda seria dele.

Assim que estavam sozinhas na sala, Regina foi até Mary que estava se levantando do chão.

— Você está bem? – perguntou preocupada.

— Estou, esse engomadinho não é páreo para mim. – disse sorrindo, mas o sorriso se desfez ao olhar para o braço de Regina. – Você é quem deveria estar preocupada, quando Emma ver seu braço as coisas irão ficar feias. – concluiu olhando para o local muito vermelho.

— Meu Deus! Será que não teremos paz? – disse Regina chorando.

— Vamos para o quarto, você precisa se acalmar. – disse Margareth a guiando para os aposentos.

Margareth deixou Regina no quarto dizendo que iria pegar um chá para acalmá-la e quando chegou na cozinha pediu a Henry que fosse chamar Emma, mas que não contasse nada do que havia acontecido na sala.

Assim que o chá ficou pronto a senhora foi levar para Regina que estava sentada na cama preocupada. Ela entregou o chá e esperou até que terminasse todo.

— Você precisa contar a Emma o que aconteceu. – afirmou Margareth.

— Ela vai atrás dele e eu não quero nem imaginar o que poderá acontecer. – falou pondo a xícara na mesinha ao lado da cama.

— Converse com ela e a faça prometer que não fará nada. Emma te ama e sempre faz o que você pede. – disse Margareth.

Antes de Regina poder responder, Emma entra apressada no quarto. Regina olha para Margareth sabendo que foi ela quem mandou chamá-la.

— O que aconteceu? – perguntou Emma preocupada.

— Vou deixar vocês conversarem. – disse Margareth e saiu.

Assim que a senhora saiu Emma fechou a porta e foi em direção a amada. Ela a olhava preocupada tentando identificar algo de errado com a esposa.

— Não houve nada. – disse Regina decidindo se contava ou não.

— Henry não iria me chamar dizendo para vir com urgência se não fosse nada Regina! – falou ela séria.

A morena baixou o olhar e respirou fundo se preparando para o rompante de sua esposa e tentando pensar em uma maneira de segurar Emma em casa para que não fizesse nada sem pensar direito. E quando vou a olhar para ela, percebeu que ela tinha os olhos fixos em seu pulso que já começava a ficar roxo.

— Quem fez isso com você? – perguntou trincando os dentes.

— Emma...

— QUEM FOI? – gritou Emma assustando a esposa que se encolheu.

Emma passou as mãos nos cabelos e respirou fundo tentando se acalmar. Em seguida se sentou ao lado de Regina e delicadamente pegou a mão da amada e depositou um beijo suave sobre a marca.

— Desculpa por gritar. – pediu de olhos fechados passando os lábios no pulso de Regina. – É que... eu não suporto a ideia de alguém te machucando. – falou olhando para os olhos da amada.

— Eu vou contar, mas quero que me prometa que não fará nada que te prejudique. – pediu com os olhos marejados.

Regina sabe que Emma havia mudado muito desde que se entenderam. Ela estava mais paciente, mas amorosa, menos explosiva. Porém, sabia que ela se transformava em uma fera quando o assunto era ela e isso a estava assustando.

— Meu amor...

— Me prometa Emma!

— Tudo bem.

— Prometa! – insistiu Regina.

— Eu prometo. Agora vai me contar o que aconteceu em minha casa? – perguntou respirando fundo.

— O Neal veio aqui...

— Aquele desgraçado teve a ousadia de te tocar!? Eu vou acabar com ele. – falou Emma nervosa.

— Amor, você prometeu.

— Ele veio em minha casa, machucou você e não quer que eu não faça nada? – disse tentando se levantar, mas Regina segurou sua mão.

— Amor, por favor, deixa isso para lá. Eu não quero que você faça nada que te afaste de mim. Não outra vez, por favor. – pediu Regina chorando.

Emma percebendo o estado da esposa se acalmou um pouco e a abraçou carinhosamente. A vontade que ela tinha era de ir agora mesmo acabar com aquele desgraçado, mas ao ouvir as palavras de Regina ela decidiu que não valeria a pena sujar as mãos com ele e fazer sua esposa sofrer ainda mais, mas iria dar um jeito de não permitir que ele se aproximasse de Regina novamente.

Ela ainda abraçada a amada se deitou na cama e trouxe o corpo esguio para cima do seu. Ficou acariciando os cabelos negros até que a morena se acalmar. Após algum tempo ela percebeu que sua morena havia dormido e decidiu ir até a cozinha.

— Como ela está? – perguntou Mary preocupada assim que Emma entrou na cozinha.

— Está dormindo. Como permitiram que ele fizesse aquilo com minha mulher?

— Ele entrou de repente e foi para cima dela. Eu tentei ajudar e ele me jogou para longe. Só conseguimos tirar ele daqui por que Henry e Tiago chegaram. – contou Mary que estava sentada ao lado de Margareth.

— Minha vontade é de ir lá e dar uma surra naquele desgraçado. Mas como Regina me pediu para não fazer irei esperar, por enquanto. – falou irritada. – mas isso não ficará assim.

— Emma, não faça nenhuma besteira. – pediu Margareth.

— Não farei. – disse. – Henry, vá até a taverna e peça para Tiago e Lúcio virem falar comigo imediatamente. – disse ao rapaz. – estarei no quarto assim que chegarem mandem me chamar.

Falou e se retirou voltando ao seu quarto. Olhou mais uma vez para a esposa que dormia tranquila e foi tomar um banho. Ela não voltaria mais para o galpão hoje, sua amada precisava dela e ela ficaria a seu lado.

Assim que terminou o banho voltou para o quarto encontrando Príncipe deitado ao lado de Regina. Emma sorriu e se sentou ao lado do peludo.

— Onde você estava que não protegeu sua mãe? – disse ela acariciando os pelos do cachorro que balançava o rabo. – Eu deveria demitir você por não cuidar dela como ela merece. – brincou.

— Então foi por isso que você me deu ele? Para ficar de olho em mim? – perguntou Regina abrindo os olhos fazendo Emma sorrir.

— Era o mínimo que ele poderia fazer, afinal, eu dei tudo a ele. – disse Emma se deitando ao lado da amada e lhe beijando carinhosamente.

— Você é uma boba sabia. – disse Regina ao fim do beijo.

— Uma boba que te ama. Como foi sua manhã longe de mim? – perguntou Emma não querendo falar do acontecido.

— Foi chata, você não estava comigo. – disse manhosa ganhando um abraço apertado da loira.

— Sentiu muito minha falta foi? – perguntou Emma beijando o pescoço da morena que se arrepiou.

— Muito. – sorriu. – Mas também conversei com Mary. – disse e Emma se afastou.

— Sobre o que? Não me diga que lhe faltou com respeito novamente?

— Não amor. Ela veio pedir desculpas por tudo que fez antes.

— Sério? Estamos falando da mesma pessoa? – perguntou Emma desconfiada.

— Sim. E eu disse a ela que estava tudo bem e que se ela aceitasse iria continuar com as aulas com as freiras e eu irei ensinar a se tornar uma dama. – falou e Emma começou a rir. – O que foi?

— Mary se tornando uma dama? Do jeito que é bravinha. – continuou ela sorrindo.

— Pois, saiba que ela aceitou. – disse e viu Emma parar de sorrir. – E disse que se você permitir ela será tratada como da família e iria dormir em um dos quartos de hóspedes. – concluiu e Emma sorriu emocionada.

— Você é incrível, minha rainha. – deu um selinho na amada. – Depois de tudo o que ela te fez, ainda se importa assim com ela. Obrigada.

— Ela teve uma vida difícil, como você mesma me contou. Só quero lhe dar a oportunidade de mudar, evoluir.

Emma não aguentando tanta bondade e tanta doçura, abraçou a amada e deu inicio a um beijo apaixonado. Ela estava morrendo de saudades de sentir sua amada. Estava sendo uma tortura ter Regina em seus braços toda noite e não poder tocá-la, amá-la.

A loira se pôs por cima de Regina e começou a beijar seu pescoço sentindo o cheio e maciez que sempre a enlouquecia. Estava tão tomada pelo desejo que teve que se segurar para não apertá-la ou mordê-la forte demais, mas não se privou de fazê-lo.

— Emm... – gemeu Regina ao sentir os dentes da loira raspar sua pele.

— Eu quero você, amor. Eu preciso de você. – sussurrou Emma enlouquecida.

Regina gemeu em resposta, deixando Emma ainda mais enlouquecida. A loira desceu seus beijos pelo colo de Regina sempre mordendo e deslizando a língua pela pele macia.

— Amor a... porta... hummm – gemeu Regina.

— Tira esse vestido, senão irei rasgá-lo. – ordenou Emma indo fechar a porta.

Regina sorriu e levantou-se da cama se livrando de suas roupas. Ela também estava morrendo de saudades de sentir sua amada.

Emma ao ver sua morena totalmente nua a sua frente sentiu o corpo esquentar e sem demora se livrou de toda sua roupa ficando igualmente despida.

Com um sorriso no rosto, Emma foi em direção a Regina e parou a poucos centímetros a sua frente. Ela amava admirar o corpo magro e delicado de sua esposa, não conseguia entender como alguém pode ser tão bonita daquela forma.

— Você é tão linda meu amor. – confessou puxando Regina para um beijo ardente.

O contato dos corpos despidos era perfeito, parecia que foram feitos para se encaixarem perfeitamente. Regina pôs os braços em volta do pescoço de Emma aprofundando o beijo, enquanto a loira rodeou a cintura da amada a puxando ainda mais contra seu corpo.

— Como eu senti falta disso. – sussurrou Emma deslizando os lábios pelo pescoço de Regina.

— Eu também senti tanto a sua falta. – sussurrou Regina jogando a cabeça para trás totalmente entregue.

Ainda de pé, Emma deslizou os lábios pelos seios de Regina se deliciando com os montes firmes. Eles já estavam ouriçados e Emma sorriu ao notar. Sem conseguir se conter a loira sugou o mamilo rijo e gemeu ao reconhecer o sabor que tanto lhe fez falta.

Regina gemeu alto e segurou os cabelos da loira na tentativa de se firmar, pois, ela já tinha o corpo trêmulo de tanto desejo.

Emma saboreou um e depois o outro enlouquecida. Sua morena era sua vida e tê-la assim a deixava realizada. Como era bom ter Regina tão entregue e demonstrando tanto desejo. Ao se sentir saciada a loira voltou a subir pelo colo da amada e capturou os lábios carnudos que estavam entreabertos. Enquanto se beijavam, Emma desceu uma das mãos pelo corpo de Regina lentamente.

— Você já está molhada para mim, minha rainha? – sussurrou Emma quando deslizou os dedos pelo sexo encharcado da amada.

Regina apenas gemeu entregue ao toque da amada. Se agarrou ao corpo de Emma quando ela a penetrou com dois dedos entrando e saindo lentamente. Estava tão entregue que poderia cair a qualquer momento e percebendo isso, Emma a deitou na cama sem sair de dentro dela e capturou mais uma vez um dos seios de Regina aumentando a intensidade das suas estocadas.

— Amor.... ahhh... -gemeu Regina enlouquecida sentindo seu sexo contrair.

— Você é tão gostosa meu amor. – sussurrou Emma descendo pelo corpo da morena.

A loira retirou seus dedos de Regina e sorriu ao ouvir um resmungo de reprovação. Em seguida ela levou sua língua sedenta as dobras encharcadas da morena. E não pode deixar de gemer. Como ela sentia falta desse gosto, o gosto único que lhe fez tantas vezes sonhar em voltar a senti-lo.

Ela deslizava lentamente a língua por toda extensão do sexo de Regina que se agarrava aos lençóis e mordia o lábio inferior na tentativa de conter os gemidos.

— Não faça isso. Não me prive de seus gemidos... eles me enlouquecem. – pediu Emma e capturou o clítoris da amada o chupando com vontade.

E Regina fez o que a amada pediu. Deixou seus gemidos tomarem conta do quarto e cada vez mais alto enlouquecendo a loira que agora a estocava forte enquanto castigava o clítoris da amada.

— Amor.... ohhh. Emmaaa ... Emmaaa... – e assim praticamente gritando o nome da amada, Regina chegou ao orgasmo tão desejado.

Emma sugou todo o líquido da amada que tinha alguns espasmos pelo corpo. Em seguida deitou-se por cima dela beijando-a apaixonadamente.

— Como senti falta de ter você assim, minha rainha. – confessou Emma acariciando o rosto da amada que tinha os olhos fechados. – Eu te amo tanto, Regina. Tanto que não existem palavras para descrever. – disse Emma apaixonada e deitou a cabeça no peito da amada que ainda subia e descia rápido.

Ficaram algum tempo apreciando as carícias apaixonadas, mas logo voltaram a se amar e ficaram assim uma se entregando a outra por toda a tarde, até que a exaustão as derrubou.

Notas finais
Falem comigo kkkkk Até o proximo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.