Amor Reprimido
7 Decisão
Notas iniciais
Rose aquela noite havia acordado umas três vezes por causa dos gritos de Andie. A menina tivera pesadelos o tempo todo, hora alguém correndo trás dela, outra matando sua família. A ruiva tentou acalmá-la, mas a menina tinha medo em sua voz, ela tremia, mas nada com nexo dizia, logo então sem ao menos falar algo coerente, voltava a dormir.
Quando acordou aquela manhã, Rose tentou melhorar um pouco sua aparência, e logo desceu para fazer seu desjejum, afinal tinha que viver agora mais do que nunca sua filha precisava dela. Assim que entrou na cozinha, encontrou sua mãe preparando o café, enquanto seu pai lia o profeta diário.
_Bom dia – ela disse forçando um sorriso.
_Oi filha – Hermione disse olhando-a preocupada.
_Bom dia Rose – Ron disse tirando os olhos por um instante, do jornal, e encarando a filha.
Então o silêncio tomou conta do local por longos minutos, só o barulho de pratos, xícaras e talheres, era presente ali.
_Então filha, como está Andie? – Hermione perguntou cortado o silêncio – Ouvimos ela gritar durante a noite...
_Ela teve pesadelos a noite toda, mas todas as vezes que eu perguntava sobre o que era o pesadelo, ela não conseguia falar. Eu não sei o que vou fazer daqui em diante...
_Nos vamos te ajudar filha, vai dar tudo certo. – a morena disse.
_Eu tenho medo mãe, medo que Andie não consiga superar, ela é tão jovem e perder o pai assim... O que vai ser de nós duas agora? – ela perguntou e lágrimas jaziam por seu rosto.
_Rose acho melhor você ler isto – Ron disse entregando-lhe o jornal, seu rosto mostrava preocupação.
Em letras grandes e bem destacadas, logo na primeira página, se encontrava escrito: “Auror Morto. Quem Será O Culpado?”
Logo abaixo havia uma foto de Rose abraçando corpo imóvel de John e bem ao lado uma foto dos dois sorrindo, no dia do casamento. Abaixo das fotos havia um pequeno relato sobre o ocorrido na noite anterior:
“O famoso auror, John, ontem por volta das dez, da noite, foi assassinado. Não se sabe o real motivo de tal ato, apenas que foi utilizada a pior de todas as maldições, a maldição da morte. Testemunhas afirmam terem visto o assassino, mas nada foi comprovado. A esposa dele, Rose Weasley, estava relativamente abalada com a morte do marido, e a filha do casal, de apenas cinco anos, está sofrendo algum transtorno, pelo que parece ela não irá suportar a perda do pai. Mas quem suportaria perder o pai quanto se é tão jovem? Qual será o próximo passo que Rose Weasley dará para suportar a morte do jovem auror?”
A ruiva olhou quem escrevera aquelas barbaridades, um tal de Alex Wole, nunca ouvira falar dele.
_Andie não tem cinco anos... – a púnica coisa que ela conseguiu pronunciar.
_Filha eu vou deixar Andie na casa da sua avó, não vejo motivos para levá-la ao enterro, só vai faze-lá sofrer mais. – Hermione disse tentando não dizer nada sobre o profeta, aquele assunto já tinha dado o que falar, não queria fazer sua filha sofrer mais.
_Não tem problema mãe, e eu quero agradecer por tudo, tudo o que você está fazendo por nós duas. – ela então abraçou a mãe, que retribuiu o abraço.
A tarde se passou lentamente para Rose. O enterro de John foi pego por uma tempestade, o que deixou o dia, mais triste do que estava. A ruiva não aguentou ficar por muito tempo no local, assim que enterrou ele, a ruiva saiu apressadamente, mesmo não querendo, ela estava chorando.
Duas semanas depois...
_Vai ficar tudo bem pequena – Rose disse passando as mãos pelos cabelos ruivos da filha.
_Mãe eu quero voltar pra nossa casa, só quero voltar pra lá. – pela primeira vez, em duas semanas Andie havia falado.
_Vou ver o que posso fazer querida, mas não sei se será seguro. – ela forçou um sorriso.
_Por favor, mãe. Eu não quero mais ficar aqui – ela disse com uma expressão de tristeza.
_Vou ver o que posso fazer filha, ok? – ela perguntou – Agora durma, já está tarde.
A menina então fechou os olhos e logo caiu em um sono profundo.
Rose desceu as escadas e logo estava na sala de visitas, ela se sentou no sofá e ligou a TV, ficou passando canal por canal, sem ao menos ver o que estava passando, as palavras de sua filha ainda estavam em sua cabeça: “Mãe eu quero voltar pra nossa casa”. Como ela ia fazer isso? Tinha medo, medo de que se voltasse pra lá, algo de ruim acontecesse com ela e com sua pequena. Estava tão pensativa que não ouviu quando sua mãe e seu pai sentaram no outro sofá.
_Achei que já estivesse dormindo querida. – Hermione disse.
_Eu também mãe, mas Andie acabou de me pedir uma coisa que eu não sei se eu poso fazer, mas não quero desaponta-lá. – ela disse e abaixou a cabeça.
_O que ela pediu? – Ron perguntou.
_Ela quer voltar para a nossa casa – Rose disse.
_Ela só pode estar louca – a morena disse – Vocês não podem voltar pra lá, é perigoso demais...
_Eu sei mãe, mas eu a entendo. Andie está com saudades da nossa casa, do nosso canto, de tudo. Eu só tenho medo de quando voltarmos pra lá, algo aconteça. – Rose disse triste, por mais que gostasse de estar na casa de seus pais, aquela não era sua casa, não era seu canto. – Já tiramos todas as coisas de John, da casa, acho que podemos voltar pra lá...
_Rose... É perigoso. – Hermione disse – Fale pra ela que é perigoso Ronald, não fique calado – ela ralhou com o marido.
_Eu não acho...
_Ronald – a morena disse brava.
_Sabe ela poderia pedir para um auror tomar conta da casa, assim teria sempre alguém por perto, caso acontecesse alguma coisa...
_Papai eu te amo, muito, mesmo. E eu vou fazer isso mesmo que o senhor está falando. Se não for muito incômodo, você poderia pedir para alguém do seu quartel? Assim você o conhecerá melhor...
_Escolherei o melhor, pois você Rose é minha pedra preciosa, se um dia eu te perder, eu não vou me perdoar nunca – ele disse olhando nos lindos olhos azuis da sua “garotinha”.
_Pai... – Rose então se levantou e correu para abraçá-lo, ele retribuiu – Eu te amo tantos, tanto. Obrigada, por tudo. – ela chorou.
_Também te amo pequena. – ele sorriu e Hermione olhava a cena maravilhada, era tão bom ver os dois daquele jeito.
Assim que se separaram Rose olhou para o pai e disse:
_Avise para esse auror, que ele poderá dormir lá em casa, tenho um quarto de hospedes, ele pode ficar lá. E ele terá comida, menos roupa lavada, pois não sou empregada de ninguém – ela riu.
_Pode deixar filha, farei o possível para escolher o melhor. – ele sorriu.
_Obrigada a vocês por tudo, vocês são os melhores pais do mundo – ela os abraçou, pela primeira vez, em semanas Rose tinha sorrido verdadeiramente, estar com seus pais a fazia se sentir bem.
_Eu acho melhor nós irmos dormir, prometo Rosinha que irei falar com a pessoa amanhã pela manhã...
_Sem problemas pai. Eu acho que também vou dormir – ela disse sorrindo fraco. – Boa noite para os dois. – ela disse e subiu para o seu quarto.
Olhou para sua filha que dormia em um profundo sono. Ela era tão parecida com ele...
_Iremos pra casa logo pequena – ela sorriu e se deitou. – Durma bem, mamãe te ama muito.
Assim ela dormiu, tentando não pensar no dia de amanhã...
Notas finais
E AI QUEM DEIXARÁ UM REVIEW LINDO??? PARA ALEGRAR ESSA "ESCRITORA". OLHA ESTOU TÃO FELIZ QUE ESTOU POSTANDO HOJE... É CÊS PODERIAM ME ANIMAR KK
AHHHHH THE PERKS ENTREIA NA SEXTA, EU ESTOU TÃO FELIZ, EMMA E LOGAN NO CINEMAS OUTRA VEZ, VOU MORRER KKK
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KKK AMO VOCÊS MEUS CUPCAKES DE AMORA (sim amora kk )
BEM É ISSO, COMENTEM, OPINEM, DIVULGUEM, MAS NÃO DEIXEM DE COMENTAR KKK AMO VOCÊS LEITORES FANTASMAS, MAS VOCÊS PODERIAM APARECER DE VEZ EM QUANDO SABE KKK BEM CHEGA DE LADAINHA, ATÉ LOGO KK
Kisses Luna :P
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