Amor Desiludido
12 Capítulo 12- F I N A L
Notas iniciais
Ele ficou estatico enquanto ela falava "Eu te amo e sempre te amei"
Ficou calado por exatos 5 segundos até que percebeu o que realmente estava acontecendo. Mas quando percebeu que sua amiga de infância, treinadora e colega de classe estava se declarando já era tarde de mais e ela havia corrido para algum lugar.
Fechou os olhos e começou a pensar em uma vida sem Riko e uma vida com Riko.
Sim, ele admite que ficou com ciúmes de Riko com Kei. Sim, ele admite que já se pegou sonhando acordado com Riko e sim ele admite que a alguns dias atrás pensou na opição de estar completamente apaixonada pela treinadora.
Ele estava mesmo apaixonada por Riko? Aida Riko? Isso é serio mesmo?
– Você deviria falar com ela — falou Kagami que estava passando no corredor na hora que a menina se declarou — Mas eu acho melhor falar amanhã já que com certeza ela não vai te ouvir hoje — falou e seguiu Kuroko que estava logo em frente — Kuroko eu posso explicar, não é nada do que hoje imaginou.
– Calado — falou sem se virar para o amigo — Hyuga-senpai a Riko-senpai foi para casa e eu concordo com o Kagami-kun com o fato de você falar com ela amanhã — falou isso e se virou entrando na sala de aula ainda aborrecido com o amigo.
Kuroko ciumento ?
Duranto todas as aulas ele não prestou atenção, não fazia ideia do que os professores estavam falando, não sabia nem que materia era aquela.
O caminho para casa também foi estranho, quase se perdeu do caminho uma ou duas vezes. E na cabeça dele só tinha um pensamento:
Riko. . .
No final das contas foi dormir para tentar esquece-la por algum tempo, mas a em vez de esquecer teve mais uma lembrança:
– Eu acho que isso não vai dar certo — falou a menininha olhando o amigo de óculos que estava tentando arremessar uma bola de basquete na sexta.
Mas pelo jeito aquilo não seria rapido.
– Eu. . . Consigo — falou o menino ofegante, já fazia quanto tempo que estava ali mesmo ?
Depois de muitas e muitas tentativas falhas ambas crianças foram para suas casas. Iriam tentar na manhã seguinte.
Na manhã seguinte Riko não apareceu mas mesmo assim Hyuga tentava acertar aquela maldita sexta, mas depois de um certo tempo a menina apareceu:
– Eu já sei o que você está fazendo de errado — falou a menina que tinha uma marca roxa nos olhos. Ela não tinha dormido quase nada — Arremesse com mais calma, como se fosse apenas uma diversão e não um jogo que dependesse da sua vida. Fiquei a noite toda pesquisando.
Acordou suado.
Ela sempre cuidava dele.
Ela sempre estava lá para ajudar mesmo ele falando que não.
Ela sempre estava lá ao lado dele.
Ela . . .
Ela . . .
Ela . . . Ela era pessoa que ele amava
Botou uma roupa qualquer e saiu de casa felizmente sem ninguém ver, já era quase de madrugada mas mesmo assim ele estava indo na casa de sua treinado.
Sua ? Acho que sim.
Chegando lá jogou duas pedrinhas na janela para avisa-la que ele estava ali.
– Hyuga ? — perguntou a menina esfregando as mãos nos olhos, um ato infantil ams que fez o coração do maior bater mais forte.
– Hoje quando você falou que me amava eu fiquei estatico. Eu naquela hora não sabia se te amava ou não pois sempre pensei em você como amiga, apenas como amiga. Mas deis de que você conheceu o Kei eu fiquei com ciúmes e . . . — se enrolava todo e decidiu ir para o assunto principal — Eu também te amo.
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