Amor Celestial

23 Um novo Aliado


Notas iniciais
Ham... Perdão? TATATA sei que demorei. Lám embaixo me explico, pode ser? ;) Amo voces, ok? Sem drama, ou ameaças, ou facas, ou mortes '-'

POV Alice.

O desespero estava tomando conta do meu ser. Bella estava desaparecia há quase um mês e minha aflição estava apenas crescendo. O perigo estava cada vez mais próximo e tragédias mais aterrorizantes estavam acontecendo ao nosso redor.

Além de a minha esposa ter sumido, a Terra estava virando um verdadeiro caos. Não somente a natureza estava descontrolada e anormal, mas as pessoas estavam diferentes. Os líderes de países com potencia militar estavam entrando em guerra sem um por que, pessoas estavam matando umas as outras sem explicação e a escuridão estava se alastrando pelo mundo sem que a luz pudesse fazer algo.

– Isso está fora do controle, os anjos nada poderão fazer se Ele não nos ajudar, mas nos vejo sozinhos! – Emmett estava ficando aflito e nervoso, nem mesmo Rose estava conseguindo acalma-lo.

– Emm, meu amor, se acalme. – Mas ela nunca parava de tentar.

– Calma? Como ter calma quando uma guerra está para acontecer? Como ter calma quando se perde seu pai e seu irmão para demônios? Como ter calma quando a vida de quem você ama está em risco? Nossos filhos estão em perigo, nossa família está em perigo! – Gritou com ela. Rose abaixou a cabeça e soluçou. Emm virou as costas e se afastou dela. Tyler se aproximou da mãe e a abraçou forte, já Letícia ficou no seu canto, séria e com seu pai ao lado, conversando alguma coisa que eu não conseguia entender.

– Será que vamos começar a descontar em nós mesmos as frustrações? Não conseguem ver que é isso que aquele monstro quer? Desunir a única coisa que pode realmente ameaçar seu “reinado”? – O anjo Gabriel estava presente na sala, mas quem falava era Anthony. – Lúcifer quer desunir nossa família e fazer cada um seguir para um canto e fazer o mesmo que está fazendo a minha mãe! Sim, não é óbvio que foi ele que a pegou? – Meu coração travou, só a menção da minha amada me deixava assim. – Ela deve estar sendo torturada, mantida como um brinquedinho dele, claro, isso se ele ainda não a matou! – Ele tinha ira em sua voz, mas a dor ao falar a ultima hipótese era mais do que clara. – Nem que seja para ter apenas o corpo sem vida de minha mãe, eu vou acabar com aquele desgraçado! – Socou a mesa e logo Nathalia o abraçou com carinho.

– Calma meu amor. – beijou seu ombro e o mesmo relaxou um pouco, mas não o suficiente para poder se sentar.

– Eu quero que façamos algo, não quero deixar que o lugar onde eu vivo seja escravizado, claro, se não for completamente destruído! – Terminou de falar.

– Ele está certo. – O anjo se manifestou pela primeira vez. – Eu não consigo sentir a presença de Isabella na Terra, mas se algo aconteceu a ela devemos ao menos vingar sua morte. Graças a ela que Metraton está livre. Nós anjos devemos isso a ela, mas vocês, humanos, devem muito mais! – ele suspirou. – Bella desafiou a tudo em nome do amor. – Olhou para mim, que até naquele momento estava de cabeça baixa e controlando minhas lágrimas. – Ela poderia ser expulsa do céu, ela poderia ser condenada a eternidade ao inferno, mas por amor a essa jovem humana ela desafiou os anjos e não ligou para as consequências. Fico pensando, se uma simples anja da guarda pôde ter coragem para desafiar as ordens de um Querubim, por que nós, humanos e anjos, não podemos desafiar as trevas? Somos mais fortes, somos mais unidos. Juntos tudo podemos! – Tentou incentivar a todos, mas nada conseguia fazer a confiança voltar para todos.

– Minha mãe era a minha inspiração, Gabriel, como ter forças sendo que não a tenho mais aqui comigo? – Anthony lamentou e foi amparado por sua namorada.

– Minha irmã parecia inofensiva, mas querendo ou não era ela que tinha as ideias mais sensatas, ou ao menos era a que tinha mais influencia sobre todos. – Jake suspirou e foi abraçado pela filha.

– Infelizmente não podemos ficar lamentando as mortes, temos que fazer jus à morte deles e não nos entregar. – Esme falou cabisbaixa. Minha mãe ainda não conseguiu superar a morte do meu irmão e do meu pai. A entendo, a dor da ausência da pessoa a quem você escolheu entregar seu coração é grande, enorme.

Afastei-me de todos e fiquei do lado de fora da casa, olhando as estrelas e observando a lua. Minha Bella estaria me abraçando por trás, sorrindo e contando alguma coisa a respeito do amor, fazendo suas declarações que me deixariam sem ar e com suas mãos estaria acariciando meu rosto após me virar. Eu fecharia meus olhos e sentiria seus lábios nos meus, no mais singelo e doce dos beijos. Mas não é isso que acontece quando fecho os olhos, em vez dos lábios quentes o que sinto são minhas lágrimas salgadas, aquelas que nasceram do canto do meu olho, deslizaram por minha face e morreram em meus lábios.

As marcas que elas deixavam ao seguir aquele caminho repetidas vezes, mas por lágrimas diferentes, fizeram com que os soluços começassem a surgir e não ser mais possível eu controlar meu choro. A dor estava insuportável. Vivi 12 anos sem ela, não aguentaria ficar mais esse tempo sem tê-la aqui comigo. Sem seus carinhos, sem seus toques, seus beijos, sua voz, seus olhos...

Eu perdi meu irmão, meu pai e agora minha esposa... Tudo por minha culpa. Se eu não existisse, se essa porcaria de sina de ser a chave não estivesse em mim, nada disso aconteceria, essas mortes não seriam em vão!

Nada é sem um propósito!

Uma voz grossa falou. Abri meus olhos rapidamente e olhei ao meu redor, mas nada vi.

– Quem está ai? – perguntei temendo a resposta.

Não tenha medo, criança, não vou lhe machucar.

Sua voz transbordava ternura, amor e muito carinho. Era paz que eu sentia com ela, não tinha porque temê-la.

Isso se acalme, eu não vi aqui para assusta-la.

– Quem é você? – questionei respirando com dificuldade. Senti meu estomago revirar e algo se agitar ali. – Como... – Me assustei ao perceber que era meu filho, em meu ventre, que estava se mexendo. – Ele é muito novo para isso... – Coloquei a mão ali e meu coração acelerou.

Nada é impossível para aquele que crê.

Sorri de lado e os movimentos em meu ventre me acalmaram. Era como se aquele filho me trouxesse a paz que somente a minha Bella tinha sobre mim.

Ela está bem. Não pense no pior. Suspirei de alivio com essa informação.

– Essa paz... Esse amor... – Foi quando o óbvio resolveu surgir em minha mente.

Sim, sou eu.

– Mas por que falar comigo? – Abri os olhos e olhei ao redor, mas não conseguia ver nada, nem uma luz ou algo do tipo.

Porque você é minha escolhida. Porque é você que livrará a Terra do Mal.

– Sem ela eu não posso... – Suspirei e mais lágrimas escorreram por minha face. Uma leve brisa passou por mim, e era como se acariciasse meu rosto. Sorri com isso.

Um novo aliado se juntará a vocês, em pouco tempo ele estará ai. Sua Isabella também...

– Quando? – A euforia estava tomando meu ser. Ouvi sua risada, leve e gostosa de ouvir.

Acalme-se, minha pequena, tenha fé que logo tudo voltará a ser como antes...

Aquela sensação de paz se foi, e com ela eu sabia que Ele partiu.

– Mãe? – Anthony apareceu pouco tempo depois de sua partida. Percebi que ainda estava com minha mão em meu ventre e logo ele se preocupou. – Vocês estão bem? – Me abraçou com cuidado e começou a me levar para dentro de casa.

Ele me sentou no sofá e logo todos estavam ao meu lado. Rose, com seu tom profissional de médica, começou a me examinar, mas logo afastei todos de perto e fechei meus olhos, ainda sorrindo. Ele falou comigo, meu filho se mexeu dentro de mim e minha amada está bem... Três maravilhosas noticias que acalmaram meu ser.

– Mãe, a senhora está me preocupado, o que aconteceu? – Questionou preocupado.

– Bella... Ela está bem. – Sorri comigo mesmo e abri meus olhos, todos me encaram sem entender. – Ele falou comigo... Eu... Não sei explicar, apenas ouvi sua voz em minha mente, Ele disse que ela estava bem!

– Mãe... – Thony sentou-se do meu lado e deitou sua cabeça em meu colo. Lágrimas voltaram a escorrer por meu rosto, mas dessa vez eram lágrimas de felicidade. – A senhora tem certeza? – Perguntou com a voz embargada pelo choro.

– Ele me garantiu. Ela está bem. – Abri meus olhos e vi todos ali. – Ele disse que há mais um aliado. – Me olharam atentos. – Que logo chegariam. Mas não deu um dia exato.

– Ele esteve aqui, a presença da paz está enorme! – Gabriel exalava felicidade e Emm encolheu os olhos.

– Meu irmão. – Levantei-me e o abracei. – Não estamos sozinhos, acredite nisso. – Ele concordou e beijei sua bochecha. – E logo tudo ficará como era antes. – me abraçou de lado e chorou em meu ombro.

POV Bella.

Pai... Por que o senhor me abandonou? Eu sempre fiz tudo o que me pediste. Sempre cumpri com sua ordem... E, acima de tudo, eu segui sempre o meu coração! Por que me deixou aqui, sozinha, na mão desse ser que só vê as trevas?

– Isabella? – Ouvi a voz do Jasper assim que Lúcifer me deixou ali, estirada ao chão e completamente ensanguentada. A dor estava insuportável e a minha fé não estava mais conseguindo me manter de pé. Eu estava fraquejando. – Deus, o que ele fez com você! – Sua voz de horror só comprovava o que eu estava sentindo. O meu estado devia de estar deplorável.

– Jasper... – Sussurrei tão baixo que pensei que o mesmo não havia ouvido.

– Eu vou cuidar de você, eu vou te ajudar... – Ele estava nervoso, nunca ficou assim antes, nesses dias que vivo essa tortura ele nunca perdeu a calma ao cuidar de mim.

– Não... – Eu não conseguia formular uma frase, estava fraca. Minha alimentação não estava nem um pouco boa, minha hidratação então, nem se fala. O que me mantinha viva aqui era Jasper e meu amor pela minha família. Claro, se Ele ainda estiver comigo, o poder de Deus.

– Bella, vamos conseguir sair daqui, de hoje não pode passar! – Falava enquanto me erguia com cuidado do chão e me levava para uma mesa.

– Dor... – Apenas uma palavra, era isso que eu conseguia dizer. As mãos daquele novo amigo, daquele que fez a admiração ocupar o lugar do ódio, estavam fazendo milagres em minhas feridas. O alivio era momentâneo, mas era maravilhoso conseguir respirar por um minuto sem sentir aquela dor aguda.

– Hoje ele vai sair. – Ouviu atentamente o que Jasper falava, apesar de não conseguir falar. – Pode ser loucura, podemos morrer, mas é a única maneira de sairmos daqui! – Olhei de lado e o encarei, queria saber mais. – Ele vai para o meio da guerra, quer mais sangue e mais “soldados” aos seus pés. Ficará fora por pelo menos uma hora. Bella, esse tempo é mais do que suficiente para podermos sair daqui! Aqueles demônios só acatam ordens dele, mas o mesmo os leva para ajuda-lo na guerra.

– Perigoso... Você... Morrer... – Ele riu.

– Eu morrer? Já morri quando trouxe aquele terror aos olhos da pequena Cullen. Meu coração foi destrocado quando minha família foi morta em minha frente. Bella, eu nunca quis fazer aquilo.

– Eu... Sei. – Falava com tanta dificuldade que era necessário fechar os olhos para não gritar de dor.

– Em poucos minutos ele sai. Consegui estancar seu sangue e limpar seus ferimentos. Você disse que Anthony tinha o poder da cura, creio que fará melhor que eu. Não? – Riu e acariciou meu rosto.

– Obrigada. – Agradeci. Ele sorriu triste e beijou minha testa.

– Quando ele sair eu virei lhe buscar. Tudo ou nada, Isabella. Tudo ou nada. – Assenti e o vi sair daquele quarto de tortura.

Eu nunca lhe abandonaria, minha fiel escudeira.

Sorri internamente ao ouvir aquela voz. — O Senhor está comigo?

Nunca esteve só. Logo estará nos braços de quem ama.

– Minha Alice... Como ela está? Nosso Thony? Nosso bebe? Deus, minha família!

Acalme criança, logo estará bem e pronta para cumprir com o seu papel.

– Meu papel não é guardar a Chave e a Cura? O que mais quer que eu faça?

O seu papel é muito mais do que ser uma anja da guarda. Você tem uma missão muito maior do que pensa, minha pequena. Jasper, ele será um ótimo amigo, o leve contigo e não o deixe se perder no caminho.

– Alice, minha família e amigos, eu tenho medo de que façam algo contra ele enquanto eu não estiver sã.

Você confiou, por que eles não?

– O Senhor saber de tudo, por que me complica com perguntas tão complexas? — Sua risada foi longa, mas logo parou e falou com carinho.

Confio em você, minha pequena. Eu estou contigo.

Um sorriso encontrou e ali ficou em meus lábios. Sabendo que Ele está comigo, não há o que temer!

POV. Narrador.

Lúcifer havia dado suas ultimas ordens e logo desapareceu. Destino? A guerra que havia começado entre os países do leste europeu. Com a ausência do ser das trevas, Jasper logo foi de encontro a sua mais nova protegida.

– Ele já foi. – Avisou assim que entrou no quarto. Mas Isabella estava fraca, não conseguia se mover. – Vem, eu vou lhe carregar. – Propôs Jasper ao perceber o estado físico dela.

– Cuidado. – Isabella sussurrou enquanto o mesmo a pegava no colo e saia pela porta. A dor ficou ainda mais intensa no corpo da jovem, mas trincou os dentes e aguentou calada cada segundo de dor.

Jasper não era muito mais alto que Isabella, mas sua força era grande, carregava-a com muita facilidade e logo já estavam fora daquele ambiente frio, escuro e aterrorizante.

– Jasper... – a jovem chamava a atenção do homem. – Fácil demais... Fácil... – E ela havia reparado justamente naquilo que era óbvio e que o rapaz já havia notado.

– Eu sei, Bella, eu sei... – Sua atenção estava voltada completamente para o seu redor. Qualquer movimentação estranha representava um perigo enorme. Mas o que o surpreendeu foi como ambos conseguiram entrar no carro, que Jasper havia preparado antes de ir busca-la, com tanta facilidade.

– Algo errado. – Isabella estranhou. Jasper colocou-a adequadamente no carro e colocou o cinto, deu a volta nele, mas antes mesmo de entrar o mesmo foi surpreendido por um dos demônios de Lúcifer.

– Jasper... Pensa que vai a algum lugar? – Segurou fortemente em seu pescoço e o sufocou. – Traindo nosso líder assim? Que coisa feia... – Um soco foi dado na cara do jovem.

– Me largue! – Tentou se soltar, mas sua força não era comparada a de um demônio. Um humano nunca ganharia de um demônio.

– Deus, o ajude, por favor! – Isabella pediu em sussurro. Mas foi ouvido pelo demônio, que riu e largou o jovem de canto.

– Isabella... Pensou que sairia viva daqui? Essas marcas em seu corpo é apenas o começo. Sua morte já foi traçada. Creio que o meu senhor não se sentiria desacatado se eu lhe matasse aqui e agora! – Abriu a porta de onde ela estava e, com sua mão direita, apertou seu rosto.

– Deus está comigo! – Falou com certa dificuldade devido à dor.

– Está? Cadê ele? Não estou vendo! – debochou da jovem. Com sua unha arranhou o rosto da jovem e sorriu largamente ao ver sua cara de dor. O arranhão foi profundo. Quem olhasse pensaria que foi uma faca e não uma simples unha. – Seu deus de nada serve. O meu senhor vale mais! – arranhou entre seus seios e sorriu safado. – Meu lord nunca pensou em abusar de outra forma dos humanos, mas por que não de você, Isabella?

O pensamento daquele demônio não era bom, nada bom para a jovem Isabella que estava impossibilitada de reagir.

– Como será ter meu corpo junto ao seu? Será que acontece algo? – Sorriu de lado e começou a se despir. – Nunca saberemos se não provarmos, certo? – parou de retirar sua blusa e colou seus lábios nos de Isabella, que gemeu de dor e de nojo. Mas antes que ele pudesse ao menos pensar em fazer algo a mais com ela, Jasper lhe deu uma pancada na cabeça.

O demônio cambaleou para trás e Jasper aproveitou daquilo para joga-lo longe. O tempo que teve para o demônio se recuperar foi exatamente o que Jasper precisou para retirar o carro dali.

– Você me salvou. – Bella estava se sentindo enojada, mas a ardência em sua face era maior. Até mesmo maior que a do corpo inteiro.

– Não fiz nada demais. – Suspirou um pouco mais aliviado quando percebeu que estava longe o suficiente, mas nada que o fizesse tirar o pé do acelerador.

– Jasper... – O chamou com os olhos. – Obrigada.

– Não agradeça. Creio que precisarei de você para pedir perdão a sua família. – Riu com certa dor no coração. Isabella segurou sua mão livre e a apertou com a máxima força que tinha.

– Tudo voltará a ser como antes. – Ele concordou e parou somente quando estava na casa da Swan. – Ajuda, sim? – Ele riu e logo saiu do carro. A retirou dele e a pegou no colo.

Mas antes mesmo de darem um passo a casa, a família estava toda do lado de fora, inclusive Alice.

– Amor? – Ao ouvir essa voz, Isabella pode sentir enfim sua vida voltar a ter sentido. Virou o pescoço levemente e a viu, com lágrimas nos olhos e sorriso nos lábios.

– Alice... – Sussurrou e logo queria correr até ela.

– Calma! Você não pode fazer isso! – Jasper a alertou. Assim que todos saíram do choque de vê-la ali, completamente vermelha de sangue, o ódio pairou sobre todos e Emm saiu em disparada em sua direção. Queria a cabeça de Jasper.

– Emm, NÃO! – A voz suplicante de Isabella fez o mesmo parar. – Um novo aliado... – Foi a ultima coisa que conseguiu dizer antes de cair na inconsciência.

Notas finais
Então, desculpas por tanto tempo sem postar, alguns até pensaram que eu havia abondonado a fic, mas é que aconteceram tantasss coisas, e agora to trabalhando também e isso ta acabando com o meu tempo. Tenho que dividir: Trabalho, escola, casa e a pessoa que mais amo nessa vida. Um tempo maior a ela, claro ;) Mas a maldita da criatividade some, mesmo que eu fique 300h sozinha com o not no colo ela não vem. Mas por sorte ela apareceu hoje e ta ai. Mais um capitulo. Perdão pelos erros, espero que tenham gostado e que não tenham me abandonado. Bsus, Lary >