Amor Celestial
12 Tensão
Notas iniciais
Eu senti muito a falta de voces ><'
Mais enfim, depois de uma semana em SP, curtindo muito e gastando muito kkk, enfim estou de volta ao ES e ao meu amado PC, onde poderei atualizar e ficar em dia com voces. Minha meta é responder a todos voces, os comentários, e dá uma organizada na minha vida. Eu estou vendo que esse trimestre na escola será corrido e eu levarei bomba em pelo menos cinco das 16 matérias que tenho... Enfim,
Lena, mais uma vez obrigada por recomendar uma história minha, fico feliz e honrada com suas palavras. E não me importo em repetir o discurso, o que me importa é saber que parou e me deu essa enorme alegria >
Bom, é isso ae gente. Bom, esse cap ficou não muito bom, mas como, espero eu, estou para finalizar a história, achei melhor não ficar enrolando muito.
Boa leitura a voces e... QUalquer dúvida me perguntem que tentarei responder através do capitulo, ok?
POV. Bella.
Eu estava radiante, como uma simples humana poderia me fazer tão completa e feliz? E como um prazer tão carnal poderia ser tão bom assim?
Provar Alice com certeza foi à coisa mais perfeita que já fiz na vida, ter seu corpo nu ao meu foi algo realmente indescritível. Alice me tornou sua da maneira mais intensa possível.
Vai ficar ai lembrando das coisas boas ou vai faze-las novamente? Assustei-me ao ver meu irmão a minha frente.
- Obrigada pela privacidade! – Riu. Olhei para os quatro cantos do quarto e não vi minha amada em lugar nenhum.
Ela está lá em baixo Jake riu do meu desespero.
Levantei, sem me importar em estar nua, e abri a porta para logo ser invadida por um cheiro maravilhoso de bacon frito e ovos mexidos.
- Minha mulher é prendada. – Voltei sorrindo para o quarto e me enrolei num roupão. – Com licença que agora vou tomar café com a minha esposa. – Jake riu e assentiu.
Desci as escadas e encontrei minha Alice concentrada na beira do fogão e preparando o café. Cheguei por traz e a abracei carinhosamente.
- Bom dia, meu amor. – sussurrei em seu ouvido e sorriu.
- Ótimo dia, minha linda. – Se virou e encarou os meus olhos. – Como você está? Dormiu bem? – Acariciou meu rosto. Beijei sua mão e prendi sua cintura junto a mim.
- Tem como não dormir a tendo ao meu lado? – Questiono beijando seu pescoço e ganhando um gemido em troca.
- Bella... – Aumenta os gemidos enquanto desço minhas mãos e aperto sua bunda. – Vamos... Comer... Ahm... – geme mais alto quando resvalo em sua intimidade.
- Você me viciou em você, sabia? – perguntei beijando seu colo.
- Bells... – Colocou sua mão em meu cabelo e ia os apertando à medida que eu descia para os seus seios. – CÉUS! – Gritou de prazer quando mordisquei por cima do seu pijama.
- Que tal voltarmos para o quarto? – Questionei colocando minha mão em seu seio e o jogando para fora, estava prestes a abocanha-lo um mau pressentimento me tomou. Era forte e fez meu coração doer.
- Bells, você está bem? – Alice perguntou preocupada acariciando meu rosto.
- Um mau pressentimento. – Arfei e coloquei a mão no peito.
- Hey, é melhor você sentar. – Arrumou a roupa. Olhei em volta e vi Gabriel me olhando com pena.
- O que foi? – Perguntei e Alice me olhou sem entender. – Não é você... É...
- Tem alguém aqui? – Questionou. Assenti e a vi tremer.
- Calma, é do bem. – Sorri e fitei Gabriel novamente. – O que foi isso?
Anthony... Ele não está bem e não ficará...
Arfei.
- O que meu filho tem? – Alice ficou rígida e me encarou.
Metatron conversou com um dos Virtudes, ele retirou a força do pequeno Thony, ele está vulnerável e...
- E como Heniel deixa uma coisa dessas acontecer? – Exclamo raivosa.
- O que foi Bella? O que tem meu filho? – Me olhou preocupada. Acariciei seu rosto e beijei seus lábios.
Ele não sabia sobre isso. Bella, Metatron está disposto a acabar com você sem um motivo... Isso não é coisa de um Serafim fazer, ele é o anjo mais perto Dele, sabe disso!
- Ele não está fazendo nada? Está o deixando acabar com uma criança inocente? Um anjo que veio a Terra com uma missão? – Questionei. Desliguei o fogão e subi com Alice para o nosso quarto.
- O que foi, está falando com quem? – Alice ficou com medo.
- Meu amor, por favor, acredite em mim, pode fazer isso? – pedi.
- Sim, sabe que sim. – olhei em seus olhos.
- Então ok. Se arrume, algo aconteceu com Anthony. – Alice ficou rígida. – Eu irei resolver isso, meu amor, disse que confiava em mim. – Assentiu.
Rapidamente nos arrumamos e voltei a ver Gabriel.
Nosso Pai não tem como interferir nisso. Minha jovem, sabe disso.
- Eu sei que ele não pode deixar isso acontecer, Thony acabou de ser mandado por Ele a Terra, sabe que ele tem uma missão e que Ele não deixaria morrer em vão!
- Quem morrer? – Alice perguntou entrando no quarto. – Está me assustando, Bella! – Treme e começa a chorar. – É com nosso menino? O que aconteceu com ele? — Corro até ela e a abraço forte.
- Até agora nada, mas sei que vai. – beijo sua testa. – Mas juro, por minha alma, que não deixarei nada de ruim acontecer a ele, ok? – Assentiu e chorou em meu peito. – Não chore, não tem porque fazer isso.
- Quero vê-lo, vamos logo. – assenti. Peguei as chaves do carro e dirigi até a casa de sua mãe. – Mãe, onde está Anthony? – Alice entrou sem bater e foi logo perguntando.
- Alice... – A olhou assustada e triste. — Rose e Carlisle o levaram agora para o hospital, não queríamos lhe preocupar atoa, afinal de contas vocês se cassaram ontem. – Suspirou.
- O que aconteceu com ele, Esme? – Perguntei.
- Ele começou a ficar com febre e a ter convulsões... Rose logo o levou.
- Vamos então. – Alice se despediu da mãe e logo corremos para o hospital.
[...]
- Rose! – Chamei-a quando a vi no corredor.
- Pelo visto ficaram sabendo... – Suspirou. – Alice, sinto muito. – Meu coração travou e Alice arfou.
- O que aconteceu? – A apertei a mim.
- Anthony foi diagnosticado com uma doença grave. – Ela não quis enrolar. Alice começou a chorar e eu a abracei.
- Calma meu amor, calma. – beijei sua testa. – O que ele tem? Estava tão forte e perfeito quando o deixamos com vocês.
- Um Aneurisma Cerebral . – Suspirei. – Isso pode ter nascido com ele ou se formado ao longe desses meses do seu nascimento... – Com certeza não se formou ao longo dos tempos.
- Mas... Mas tem cura? – Alice perguntou.
- Sim, mas é necessária uma cirurgia. O meu medo é do nosso pequeno não suportar a operação. – Alice me apertou fortemente.
- Como ele está? – Questionei.
- Estável. Ele chorou muito de dor e vi que seu pescoço estava bem rígido, sinais de um Aneurisma. – respirou fundo. – Bella, Alice e Thony precisam de você agora. – falou olhando para mim.
- Eu sei, eu sei. – beijei a mão da minha esposa e me separei dela. Olhei em seus olhos e enxuguei suas lágrimas. – Ele vai siar dessa firme e forte, você vai ver. – beijei seus lábios.
- Estou com medo. – chorou mais. – Eu não queria saber dele, mas você me ensinou a ama-lo de uma forma que já não sei mais viver sem ele e nem você. – sorri de lado.
- Ele ficará bem! – olhei para Rose. – Fique com ela enquanto eu vou vê-lo? – Pedi.
- Claro, vai lá. – Deixei minha vida sobre os cuidados dela e corri para o quarto onde ele estava.
Tão frágil e pequeno, meu menino estava sedado e dormia profundamente.
- Você ficará bem, meu filho. – Beijei sua cabecinha.
Isabella, sinto lhe informar, mas isso não é verdade.
Escuto a voz de Metatron e me viro de imediato e com ira nos olhos.
- O que você fez com ele? Anthony é uma pobre criança inocente! – começo a chorar. – Você me odeia? Claro que sim, então desconte isso em mim e não em quem não pode se defender!
- É mais emocionante ver seu desespero. Sabe, Seria interessante ver Alice nessa maca, não acha? – perguntou pensativo.
- Não ouse chegar perto dela, eu acabo com você! – rosnei.
- Será? – questionou rindo. – Eu sou mais importante que você, e além do mais sou um Serafim, o mais importante na hierarquia dos anjos do Pai. – Se gabou.
- Mas está indo pelo mesmo caminho de Lúcifer, sabe que ele também era um anjo, um anjo muito querido por Deus! – exclamei.
- Eu lhe avisei, Isabella, ficasse longe da menina, mas você resolveu fazer justamente o contrario...
- Eu segui meu coração! – acabei chorando mais.
- E olha o que você fez com o garoto... – apontou para o Anthony.
- Meu filho... – Segurei em sua mãozinha. – Acabe com o sofrimento dele, me dê tudo de ruim que você possa dar, mas somente a mim! – implorei.
- Não... Eu gosto de ver seu desespero. Eu quase consegui levar Alice comigo, mas sua voz irritante a trouxe de volta. Mas saiba que eu ainda lhe provarei que quem tem mais poder entre nós sou eu! – seu sorriso era maligno, não era típico de um anjo, pior ainda sendo um anjo ligado diretamente a Ele.
- Você... Você só pode estar possuído! – ele gargalhou.- Você não manda em nada, somente Ele tem o poder! – cuspi as palavras para ele que perdeu o sorriso.
- Deus pode ser o poderoso, mas não estou o vendo aqui, lhe ajudando e sendo misericordioso como tu tanto fala...
- Você sabe melhor do que eu que Ele é, nos coloco em caminhos difíceis, mas logo nos guia para a luz! – ele riu e zombou de mim.
- Sua fé até que é grande, mas será que ela salvará seu filho da morte inevitável? – e sumiu.
- Mãe... Por amor que você tem ao teu filho, me oriente nesse momento difícil, por favor, não deixe que o mal atinja o meu pobre menino, sabes mais que todos o amor que sinto por ele, sabe também, Mãe, que ele é especial, ele é a cura em pessoa! – me ajoelho diante a maca do meu filho e seguro em suas mãozinhas. – Meu anjinho, meu pequeno Anthony, nosso Pai está contigo e não lhe abandonará. Sei disso. – suspirei. – Por favor, Deus, não demore a se manifestar, não quero ter que ser aquela humana hipócrita, que acredita em uma coisa e diz outra. Sei que o Senhor está comigo em cada dificuldade, mas lhe imploro, dê os enfermos do meu filho a mim... – Só fui perceber que estava chorando quando mãos macias e quentes secaram minhas lágrimas. Abri os olhos e vi Alice me olhando com amor.
- Sua oração é tão comovente, meu amor, Deus lhe escutará. – me abraçou.
- Reze comigo, é nosso filho. – pedi segurando sua mão.
- Perdão, eu não sei rezar. – lamentou.
- Diga tudo que está em seu peito, em seu coração. É apenas uma conversa sua com Ele. – a aconselhei. – Pense em nosso filho nessa maca, entre a vida e a morte, diga a ele tudo que sente. – Ela respirou fundo e fechou os olhos.
- Eu... Eu peço perdão, Pai, pois não sei nem ao menos como começar uma oração. – Sorri para ela. – Mas gostaria que o Senhor ouvisse apenas um pedido meu. Sei que posso estar parecendo mais um daqueles amigos que só lembra-se de você nos momentos mais difíceis ou quando precisa de algo, mas eu sou humana e o Senhor tem que me perdoar, eu não tinha Bella em minha vida antes, nem ela e nem Thony. – Me emocionei. – Senhor, não leve meu filho para longe de mim, ele é apenas um recém-nascido, poucos meses de vida... Eu não pude nem aproveita-lo direito, ama-lo como Bella me ensinou a amar, muito menos a mimar como toda mãe merece. Deus perdoe-me pelos meus pecados, mas se isso for um castigo, peço-lhe que o dirija a mim, somente a mim. Meu pequeno não tem culpa por ter a mãe que tem. – Respirou fundo e abriu os olhos. – Fiz certo? – perguntou com medo.
- Foi intensa... – peguei sua mão e a beijei. – E Deus não castiga seus filhos, lhe garanto isso. – a trouxe para perto de mim. Nos levantei e olhei para o meu filho.
- Tenho certeza que nada de ruim vai acontecer a ele. – Ela assentiu e me abraçou forte.
- Confio em você, meu amor. – beijei sua testa e olhei para frente, onde se encontravam Heniel e Gabriel. Eles sorriram minimamente para nós.
- Anjos estão conosco, meu amor. – ela sorriu.
- Você e Anthony estão aqui, então... – sorri de lado e voltei meu olhar para o meu filho.
[...]
Bella, ouvi sua prece e fiz questão de ajuda-la. Não sei como Metatron conseguiu fazer o que fez com o seu pequeno, mas isso não ficará assim, lhe garanto.
Heniel me tranquilizava enquanto eu estava em pé, perto do meu filho, velando seu solo e o da minha esposa, que dormia desconfortavelmente no sofá.
- Sei que tem algo errado, Metatron não está normal. – Comentei.
Você está certa. Metatron é um dos anjos, ou melhor, Serafins, mais importante. É o ser mais puro e bondoso que existe, depois do nosso Senhor. Gabriel comentava
- Tem algo errado, Gabriel, isso eu já notei. – Suspirei e pequei na pequena mãozinha do meu filho. – Cure logo meu filho, Heniel, quero o ter em casa logo. – Assentiu e sorriu vindo em nossa direção. – Metatron não é o mesmo e ele escolheu atingir a mim, estarei preparada para ele. – Suspirei.
[...] Dois anos depois...
- Anthony! – Alice corria atrás do nosso menino enquanto eu ria.
Thony não teve que passar por nenhuma cirurgia ou algo do tipo. Ficou em observação por uma semana e “do nada” seu aneurisma sumiu. Um milagre para Alice e família, um mistério para os médicos e um alívio para mim.
- Mamãe! – Thony veio e pulou em meu colo.
- Fala meu príncipe! – Thony já estava com seus dois anos e quatro meses. Apesar de já estar confiante de que Metatron não poderia me fazer um mal a ponto de me matar, a data que me foi dada, três anos, estava se aproximando e eu temia por ela...
- Mamãe, mamãe Ali ta braba com eu. – o abracei carinhosamente e beijei sua testa.
- O que você aprontou mocinho? – perguntei e ele riu em meu ombro.
- Anthony Cullen Swan, venha já aqui! – ouvi Alice gritar e Thony se encolher em meus braços.
- Rasquei a brusa dela. – ri levemente.
- Te achei! – Alice apareceu na sala e olhou feio para nosso menino. – Anthony, quantas vezes vou ter que lhe dizer para não mexer nas minhas coisas? – andou até nós e senti-o se encolher.
- Calma meu amor, está assustando nosso menino. – o tranquilizei e tentei acalmar minha esposa.
- Calma? Você está mimando demais esse menino, Isabella! – Ui, disse meu nome completo...
- Meu amor, o que adianta ficar gritando com ele e ganhar o seu medo? – perguntei pegando em sua mão e a puxando para o nosso lado. – Thony me respeita e lhe respeita também, isso já é o bastante. – beijei sua testa.
- Se me respeitasse adequadamente não faria o que fez! – Estava nervosa ainda e Thony a olhou com carinha triste. Dava até dó.
- Desculpa mamãe. – pediu ameaçando chorar. Alice perdeu aquela pose de durona e logo o pegou abraçando forte.
- Tudo bem filho, só não mexa mais nas coisas da mamãe, ok? – pediu e ele assentiu a abraçando mais forte.
- Já está tarde, amanhã você acorda cedo e eu trabalho. Thony precisa dormir. – Comentei ao vê-lo fechar os olhinhos no colo da Alice.
- Ok, vamos deitar. – Subimos as escadas e logo o colocamos na caminha. – Durma bem, meu amor. – Alice beija a cabeça dele e o cobre.
- Fica comigo, mamãe. – pediu agarrando sua mão.
- Ok, só até você dormir. – sorriu e logo se aconchegou no peito da Alice.
- Te amo, mamãe. – sorri para os dois.
- Também te amo, meu filho.
- Amo vocês também, ok? – eles riram.
- Te amamos. – Falaram juntos e assenti.
- Ótimo. – Rimos e fiquei observando-os. Pouco tempo depois Thony adormeceu e Alice se levantou com cuidado, andou e me abraçou. – Vamos para o quarto? – Assenti. Peguei em sua mão e andamos até lá. Abri a porta e a tranquei logo em seguida.
- Eu ainda não consigo esquecer do dia em que quase o perdemos. – Alice tremeu em meus braços.
- Alice, meu amor, nada de ruim vai acontecer com vocês. Garanto-lhe. – beijei seus lábios e ela sorriu.
- Você é nossa anja, não é? – Questionou subindo em meu colo.
- Eu poderia até ser, mas depois que me casei com você... – prendi sua cintura a mim, fazendo nossas intimidades ficarem coladas. – Eu não sou mais a mesma. – sorrimos maliciosa e ela abaixou-se e cochichou em meu ouvido.
- E posso saber o que lhe fez mudar tanto? – mordeu minha orelha.
- Ora, minha perdição. Ou seja, você. – inverti nossa posição e beijei seu pescoço. – Você me fez ficar vidrada em seu corpo, em seu cheiro, em seu gosto... – beijei seus lábios e gemeu em minha boca.
- Eu lhe desejo tanto... – Arfei quando passou sua mão em minha barriga e desceu até o cós do meu moletom.
- Então porque não se sacia? – sorri e assentiu.
- Será exatamente isso que farei...
Notas finais
Bsus, Lary ><'
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