Amor Celestial

10 Não há obstáculos


Notas iniciais
Sem muito o que falar, apenas um SEJA MUITO BEM VINDA, SARASILVA, senti sua falta, gatona!!!

É isso... Espero que voces tenham gostado da fic... e... Claro, ela não acabou --', Sério, desisto de estipular um numero de capitulos, eu sempre escrevo o dobro... DESISTO DESSA VIDA kkk'.

Até o proximo, que não será amanhã, muito menos sábado ou domingo. Ou seja, a lua de mel virá somente semana que vem!

Boa leitura ;)

POV. Bella.

Alice gritava com força, sua dor estava sendo a minha. O parto estava sendo complicado e vi que Gabriel atendeu ao meu pedido e estava ao nosso lado intercedendo pelos dois.

Quase meia hora de pura tortura, sim, pois a dor da minha Alice era a minha dor. Eu estava sofrendo com ela e dando todas as minhas forças a ela.

- Vamos lá Alice, mais força! – Carmen pediu.

- Vai meu amor, estou contigo. – Ela olhou em meus olhos e os fechou com força e fez uma força sobre humana. Um choro invadiu a sala e lágrimas escorreram por meu rosto, o deixando completamente banhado. Olhei para Alice e a vi chorando também.

- Seja bem vindo, Anthony. – Carmen falou e logo o trouxe para nós. Ele era lindo, incrivelmente lindo.

Não era possível ver seus olhos e a cor de seu cabelo devido ao sangue, mas seu rosto era perfeito, muito parecido com a minha princesa.

- Lindo. – Alice sussurrou e beijou sua cabeça, fiz o mesmo, beijando a cabeça dos dois. Mas algo estranho aconteceu e vi que Metatron apareceu e sorriu para logo depois desaparecer. Aquilo não foi um bom sinal...

Alice fechou os olhos e respirou com dificuldade, os médicos olharam para os aparelhos que estavam ligados em seu peito e arregalaram os olhos, eles estavam perdendo a força, era como se Alice estivesse...

- Não... Alice não me deixe. – Implorei desesperada.

- Saia de perto, Bella, saia agora! – Carmen mandou e dei um passo para trás. Os médicos tentaram reanima-la, mas não estavam conseguindo nenhum resultado e minha aflição estava aumentando... — Os batimentos cardíacos estão diminuindo... – Carmen alertou.

Gabriel eu lhe implorei falei com o meu amigo

Eu sei Bella, mas não sou eu, eu juro que fiz minha parte. Lamentou e me olhou com pena.

Não, você não fez tudo! Eu estava desesperada, minha mulher estava morrendo...

- Não há mais nada a ser feito. – Um médico falou quando o aparelho ficou em linha reta e um barulho irritante começou a surgir.

- NÃO, Alice NÃO ESTÁ MORTA! – Eu gritei desesperada e fui até ela. Coloquei minhas mãos em seu peito e iniciei uma massagem cardíaca desesperada. – Alice, não, você não pode e não via me deixar. – Eu não parava de pressionar seu peito para tentar reanimar seu coração.

- Bella, PARE! – Carmen pediu com pesar.

- Parar? EU PARAR? Alice É MINHA VIDA, EU NÃO VOU DESISTIR DELA NUNCA! – Gritei em resposta e comecei a fazer respiração boca a boca e logo em seguida voltar a massagear seu peito. – Alice, por favor, não... – As lágrimas banhavam meu rosto e me deixavam ainda mais desesperada.

Ela se foi, Bella... Gabriel lamentou comigo.

- Não, Alice ainda está aqui! Ela tem uma vida para passar ao meu lado e não vou perdê-la assim... Não vou. – Meus braços já estavam cansados e os médicos me olhavam com pena. – NÃO, O SENHOR NÃO PODE TIRAR ALGO TÃO BOM, A MELHOR COISA QUE ME ACONTECEU EM ANOS, ASSIM... DESSA FORMA! – Gritei com Deus. – EU SEMPRE FIZ TUDO QUE ME PEDISTES, SEMPRE LHE OBEDECI, POR QUE ESTÁS ME ABANDONANDO AGORA? POR QUE ESTÁ ME FAZENDO SOFRER TANTO? – Eu estava desesperada e nada me fazia raciocinar direito e para completar o barulho daqueles aparelhos me enlouquecia.

- Bella, não adianta gritar com Deus, foi uma fatalidade. O parto foi antes da hora e complicado e... – Carmen tentava me afastar de Alice.

- Não, isso não foi uma fatalidade! – olhei para Gabriel. METATRON, SEU DESGRAÇADO, EU SEI QUE FOI VOCÊ, EU SEI QUE É VOCÊ QUE ESTÁ ACABANDO COM A MINHA FELICIDADE. MAS POR FAVOR, ME MATE, MAS NÃO ME TIRE Alice! Chorei no peito da minha pequena. EU A AMO, EU VERDADEIRAMENTE A AMO!

Bella... Gabriel acariciou minhas costas. Ela está com Ele agora, por favor, não tente algo que nunca dará certo.

DEUS É BOM, EU SEI QUE ELE É! E SEI TAMBÉM QUE ELE NÃO FARIA ISSO COMIGO, ele não me mostraria o que era o amor para logo em seguida me privar dele, eu sei que não! – chorei e voltei a fazer massagem nela.

- Alice, por favor, volte! – Beijei seus lábios com carinho e amor. No calor do desespero e sem controle eu soquei, sim, eu soquei seu peito, em cima do coração. – Alice! – soquei mais duas vezes e na terceira eu usei toda a minha força que eu tinha. Foi nessa ultima e terceira vez que vi Alice acordar arregalando os olhos e gritando. – ALICE! – Gritei feliz e com lágrimas nos olhos. A abracei fortemente e vi os médicos nos olharem abismados. – Meu amor. – chorei em seu colo.

- Bella... – Sussurrou e começou a tossir.

- Carmen, cuide dela, por favor. – Implorei e logo todos os médicos começaram a verificar o que aconteceu.

- Saia um pouco, Bella, acho que agora podemos controlar a situação. – Assenti e olhei mais uma vez para minha mulher. Sorri aliviada e sai do quarto.

- Bella, o que aconteceu? – Emmett perguntou a me ver com lágrimas nos olhos.

- Eu a perdi por mais de cinco minutos, esses foram os piores segundos da minha vida. – Rose logo veio me abraçar forte.

- Ela...?

- Sim, teve uma parada cardíaca, mas agora está bem. – A apertei forte e vi Metatron aparecer com cara feia e com Heniel do lado. Esse sorriu docemente e falou.

Para o amor não há obstáculos. E desapareceu.

- Senhor, Deus é muito bom conosco. – Esme foi abraçada pelo marido.

- Eu quase perdi minha mulher e agora filha... – ele suspirou.

- Onde está Anthony? Para onde o levaram? – apontaram para o berçário. Andei até lá e convenci a enfermeira a deixar-me entrar e a pegar meu filho. – Hey meu amor... – Sorri ao pega-lo no colo. Anthony logo se mexeu e abriu a boquinha. Pequei sua mãozinha e a beijei com carinho e amor. – Você é tão lindo, tão a cara da sua mãe... – Sorri besta. – Você será muito bem cuidado meu amor, será mimado muito. – A enfermeira sorriu para nós. – Meu pequeno anjinho, meu e da minha Alice. – ele se mexeu no meu colo e ri. – Da NOSSA Alice, melhorou? – beijei sua testa e logo foi tirado do meu colo.

Sai de lá e vi Carmen conversando com a família.

- Bella, nossa heroína. – sorriu e logo fui abraçada pela Esme.

- Não havia nos contado tudo... Você realmente não desistiu da minha filha, obrigada por ama-la tanto e ser verdadeiro esse amor. – Esme estava emocionada e eu a abracei fortemente.

- Eu disse que iria cuidar dela, Alice é meu tudo. – beijei sua cabeça. – Eu posso vê-la? – Carmen assentiu e me separei de Esme a seguindo.

Entrei no quarto e vi minha pequena olhando para o nada. Ao notar nossa presença sorriu para mim.

- Meu amor... – Sorri ao ouvir isso. Andei até ela e beijei suas mãos e logo em seguida seus lábios.

- Você me assustou, você quase me fez ir com você para o outro lado. – Ela sorriu e apertou minha mão.

- Eu sei, já fiquei sabendo. – Suspirou. – Foi tão assustador, um anjo vinha até mim, me levava até uma ponte e me pedia para atravessa-la, era como minha obrigação fazer aquilo. Mas quando eu estava na metade dela eu escuto sua voz desesperada e algo no meu coração. Ele era movimentos desesperados... – sorri para ela. – Mas logo ele cessou e senti falta dos toques, mas enfim veio mais três, fortes e intensos, eu não conseguia mais respirar lá, sentia que estava sendo puxada e na terceira vez eu estava aqui, com seus olhos me olhando aflita e sorrindo ao mesmo tempo.

- Você teve uma experiência de quase morte, você chegou perto da ponte da passagem, mas ficou. – fiquei surpresa, ninguém nunca voltou de lá.

- Eu só sei que não conseguiria ficar longe de você. – sorri e a beijei.

- Logo estaremos em casa com o nosso filho nos braços.

- E falando nele, cadê? – perguntou ansiosa e logo Carmen entrou com ele no colo.

- Aqui, trouxe para as mamães babarem. – riu e colocou em meu colo. Cheguei bem perto de Alice e deixei a cima do seu rosto.

- Para a palhaçada e me mostra ele. – pediu emburrando e neguei.

- Ele é lindo, sabia? – beijei a testinha dele e ri mais ainda da sua cara.

- Não, não sei, você não deixa eu ver MEU filho. – Abaixei e ela logo deu um sorriso bobo. O coloquei em seus braços e ela o acariciou com carinho. Anthony logo se aconchegou em seu colo e começou a caçar seu peito. – Você é perfeito. – Alice estava encantada.

- E esfomeado. – Rimos e Carmen logo a ajudou a dar-lhe de mamar. – Sua primeira alimentação, como se sente? – perguntei-a.

- É estranho ter alguém sugando seu peito... Quer dizer, nunca senti nada parecido, é tão forte e intenso que... – ficou emocionada.

- Pode deixar que eu ainda vou te mostrar o que é intenso. – Me olhou maliciosa e beijeis seus lábios.

- Você me provoca e depois reclama... – Ri dela e Carmen nos olhou sem entender. – Eu vou poder sair daqui quando? – Perguntou voltando a olhar o nosso pequeno.

- Amanhã. – sorrimos e ela logo saiu.

- Você, quando eu estiver boa e recuperada, vai me pagar pelo que falou aqui. – sorri e acariciei seu rosto.

- Depois disso tudo que você falou vamos nos casar, ai sim a satisfarei de todas as formas. – ela capturou meus lábios num beijo forte e intenso. Nos separamos quando alguém começou a resmungar. – Ciumento. – rimos.

- Ok, vocês não podem ficar sozinhas nessa casa. – Esme falou preocupada e paquerando o neto.

- Sim, podemos. – Rimos. – Mãe fique calma, é a dois minutos da casa da Rose, qualquer coisa é só gritar. – a abracei e concordei.

- Esme, se quiser pode dormir conosco essa semana, a casa é um pouco grande. – rimos.

- Amanhã irei vir para cá! – assentimos e ela logo entrou no carro indo para casa.

- Enfim a sós? – Perguntou se pendurando em meu pescoço.

- Enfim poderei dormir abraçada a você? – perguntei me aproximando e a abraçando com cuidado. Anthony estava no meu colo.

- Sim, oh se vai. – beijou meus lábios com carinho e amor. Nossas línguas se encontraram e acariciaram vagarosamente. Com uma mão segurei o Thony e com a outra agarrei sua cintura. – Bells... – nos separamos ofegantes e sorri para ela. Entramos e logo fomos para o quarto do nosso filho. – Ele está tão lindo. – a abracei por trás quando o coloquei no berço.

- Assim como a mãe, uma genética perfeita. – sorriu e deitou a cabeça no meu ombro. – Tão perfeita que é capaz de fazer anjos se apaixonarem. – fiz um comentário interno e vi Gabriel rindo.

- Você é apaixonada por mim, então acredito. – se virou e pegou em minhas mãos. – Quer mesmo se casar comigo? – perguntou preocupada.

- É o que mais quero, minha princesa. – fomos para cama e a coloquei com carinho e logo se aconchegou em meu peito.

- Eu achando que viveria com meu filho e sozinha, que ninguém iria me querer... – beijei sua testa.

- Hum... Hurum, ok. – riu. – Você é linda e perfeita, meu amor, se não fosse eu outro alguém lhe conquistaria.

- Duvido, você com certeza fez algo que ninguém nunca fez.

- O que?

- Arrematou meu coração. – sorri e a beijei com carinho.

- Eu te amo. – dissemos juntas.

- Eu acho que estou ansiosa... – Eu estava sozinha no meu quarto, sozinha não, com Jake, Heniel e Gabriel.

Ansiosa pelo que? Jake perguntou.

- Jake, eu me caso com Alice hoje, estou há uma semana sem vê-la e sem ver nosso filho! – ele riu.

Calma pequena. Heniel falou. Você se sairá bem e será eternamente feliz.

- Claro, isso até o fodão lá aparecer, daqui três anos, e querer, sei lá, me matar?

Ele não tem poder para isso, sabe disso.

- Eu só sei que amo minha mulher e filho. – Ele sorriu.

Metatron não fará nada, acredite em mim. Gabriel sorriu.

- Bella! – Rose entrou completamente arrumada e sorriu a me ver. – Você está perfeita. – Me analisou. Eu estava com um vestido azul bebe bem comportado. Cabelo solto, uma maquiagem bem leve e quase imperceptível.

- Obrigada. – Suspirei. – Alice está pronta? – Assentiu e me pegou pela mão.

- E você já vai conosco para o cartório, temos que tirar fotos e... – Começou a falar e eu a ignorei ao ver quem estava na casa. Era o Emmett e Leticia juntos. – O que foi? – Questionou. Nesse tempo que se passou Rose e Emm se deram super bem e eu sabia que faltava pouco para ficarem juntos.

- Nada, só pensando. – sorri e a puxei. – Estou ansiosa. – entramos no carro e Lele me deu um beijo. – Oi princesa.

- Oi tia. – sorri para ela.

- Fica calma, Alice não vai desistir. – ri nervosa. – Anda, calma que logo, logo vocês estarão sozinhas em casa, se é que vocês já não... – Arregalei os olhos.

- Eu não fiz nada, eu a respeito! – Jogou as mãos para cima e Emm riu.

- Você é uma ENORME exceção, Bella. Não sei como resistiu a Alice todos esses meses.

É, eu e Alice estávamos juntas há quase seis meses. Resolvemos esperar para que Thony já estivesse grandinho e Alice recuperada. Meu pequeno anjo estava com quase quatro meses.

- Eu prometi, cumpro minhas promessas. – Sorri de lado e sai do carro quando Rose estacionou na garagem do cartório. Vi Esme e Carlisle ao lado de Edward e sua nova namorada, Ângela.

- Ângela, como vai? – Ela era professora da Leticia.

- Bem, e você Bella?

- Ansiosa. – Rimos.

- Pelo que, posso saber? – Ouvi uma voz perfeita sussurrar no meu ouvido. Virei-me e perdi o ar ao vê-la, linda e perfeita. Seu vestido branco, não era de noiva, claro que não, mas era perfeito e a deixava espetacular. Seu cabelo solto em cachos e seus lábios vermelhos me chamaram atenção. – Não me respondeu... – Riu e me abraçou.

- Você... Uau, linda, está linda. – sorriu de lado e me beijou levemente.

- Estou é? – a agarrei na cintura e assenti. – Bom saber. Mas por que está ansiosa?

- Para tê-la como Sra. Swan. – sorriu.

- Srtas., vamos entrar? – Um homem nos chamou antes mesmo dela responder. Assentimos e entramos no cartório. – Bom, será uma coisa bem simples e rápida, ok?

- Ok. – Respondemos.

- Hoje é um dia normal para todos, mas especial para duas exceções. Alice Cullen e Isabella Swan resolveram se unir em uma união estável e declarar para a sociedade o amor que vivem. – sorrimos uma para outra. – Hoje vocês resolveram assumir esse compromisso perante todos de suas famílias e perante também ao Estado. – Ele respirou fundo. – Antes de prosseguir eu quero saber se alguma das duas tem algo a dizer...

- Apenas que sou a pessoa mais realizada por ter Bella em minha vida. Apenas dizer que ela foi a única que me defendeu enquanto todos viravam as costas e me ofendiam. Apenas ela me fez sorrir... Apenas ela fez meu coração se entregar por completo e ser cuidado com carinho. – Sorri para ela.

- E você, Isabella, algo a declarar? – ele sorriu.

- Alice, eu te amo desde a primeira vez que lhe vi. Paixão a primeira vista? Pode ser, mas sei que com o tempo eu fui descobrindo o que era aquele sentimento que arrebentava meu coração e mandava em 99% do meu corpo. Alice, eu a acompanho de longe a muito mais tempo do que me conhece, eu já venho lhe admirando há muito tempo, mas somente tive a oportunidade de me aproximar de você aquele dia no hospital. Nunca vou esquecer quando peguei em sua mão pela primeira vez... – ela riu. – Eu nunca vou esquecer quando toquei em seu rosto pela primeira vez, e mais ainda, nunca sairá da minha memoria o dia em que me deu o primeiro beijo, ele foi intenso e diferente. Eu não deveria lhe amar, mas amar o proibido é sempre mais emocionante e tentador. Mas amar você era tão simples que não tinha a excitação do perigo, apenas o amor e carinho por você. – acariciei seu rosto. – Alice, eu só gostaria de finalizar dizendo o quanto você é importante para mim.

- Bom, acho que depois dessas declarações não a nada a ser dito, certo? – concordamos. – As alianças... – Pediu e Leticia as entregou. – Peguem. – peguei sua aliança e a coloquei delicadamente em seu dedo e o beijei logo em seguida.

- Na saúde e na doença, na alegria e na tristeza... — Ela pegou a minha e colocou em minha mão, a beijou e completou.

- Na pobreza e na riqueza, e por todos os dias de minha vida. – Sorrimos.

- Nem a morte irá nos separar. – falamos juntas.

- Bom, sendo assim, eu, como poder dado a mim, vós declaro... Marida e mulher? – Rimos e logo fiz questão de ignorar o mundo a minha volta e me concentrar somente em uma única pessoa. Ela.

Aproximei-me de seus lábios e ela fez o mesmo. Ficamos a cm de distancia e sorrimos uma para a outra. Encerrei aquela distancia que havia entre nós e colei nossos lábios. A principio foi apenas um selinho, uma coisa sem muito sentimento. Mas logo ela entre abriu os lábios e segui seu exemplo, movíamos nossos lábios como se fosse coreografado, era tanta exatidão que parecia surreal. Alice logo pediu passagem com sua língua e eu prontamente atendi e fiz o mesmo. Nossas línguas se encontraram e uma explosão nova de tesão me preencheu. Eu estava desejando minha mulher como nunca desejei antes, eu estava necessitada de seu corpo junto ao meu.

Alice prendeu minha nuca puxando meus lábios mais para os dela, prendendo bem minha boca a sua.

- Que tal vocês se largarem? – Emmett falou, mas não ligamos para ele. Continuamos a acariciar uma a língua da outra.

O ar se fazia necessário e estávamos ficando sem folego, lentamente fomos nos separando. Colamos nossas testas e olhamos nos olhos uma da outra.

- Eu te amo, Sra. Swan. – falei sem folego e ela sorriu.

- Eu lhe amo, Sra. Swan. – respondeu e me abraçou fortemente.

Notas finais
Eai, comentários? Recomendações?
Bsus, Lary ><'