Amor Celestial
9 Emoções
Notas iniciais
Daqui a pouco vou ter que patentear todas minhas história --'
Mas enfim, enquanto Acaso do Destino não sai, fiquem com um pouco mais da NÃO MAIS short Fic, pois a autora que voces tanto amam é uma pessoa enrolada e q escreve demais kkk.
Boa leitura, meus lindos!
AHHH, To sentindo falta de muitos nos capitulos anteriores, né Lavina? DESAPARECIDA, PROCURA-SE LAVINA!!!
POV. Bella.
Eu não teria como ser mais feliz, eu juro que não! Alice aceitou meu pedido de casamento e me fez a mulher mais completo desse mundo.
- Amor... – Alice chamou meu nome enquanto dormia. Não, eu não estou dormindo com ela. São exatamente 15h da tarde e Alice acabou cochilando em meu colo. – Eu... Eu não quero te perder, por favo, não... – Ela estava tendo um pesadelo, isso era notável.
- Alice, acorda. – A sacudi, estava começando a tremer em meu colo.
- Não... Não a levem de mim, por favor. – implorava com lágrimas já rolando pela face.
- Alice eu estou aqui, abra os olhos. – A sacudi mais até que deu um grito e levantou assustada. – Calma, eu estou aqui. – me apertou forte e quase me deixou sem ar. – O que foi? Um pesadelo?
- Sim, e não é o primeiro. – soluçou.
- Amor, meu amor se acalme. – pedi acariciando seu rosto e beijando seus lábios. – Agora sim. – falei quando parou de soluçar. – O que foi? Como assim não foi o primeiro?
- Já é o terceiro pesadelo só em um dia. – Me ajeitei na cama e a deitei no meio das minhas pernas. – Você sempre estava alegre comigo e com o nosso pequeno nos braços, mas ai aparecia dois anjos, eles eram diferentes, dava até medo. Um deles tinha fogo em volta e seis asas. – Suspirei. Era Metatron. – Eles diziam que sua hora havia chegado, mandava você se despedir de mim e ir com eles. Você não pode me deixar meu amor, não pode. – me apertou forte e eu olhei para o nada. Alice estava tendo premonições agora? Será que esse é o dom dela?
- Meu amor, mais o que você sonhou? – beijei sua testa.
- Eu, você, nosso Thony e mais um anjo, ele era bom e tentava nos ajudar.
- Heniel? – perguntei por acaso.
- Como você...? – me fitou confusa.
- Ele é um cupido, imaginei isso. – sorriu se aconchegando em meus braços.
- Então, ele disse que não teria poder para fazer nada, que restávamos apenas implorar. – tremeu. – Eu implorava para você ficar, dizia que sem você ficaríamos sem rumo, mas nada adiantou. – soluçou. Virou-se e me bateu. – E VOCÊ FOI DE BOA VONTADE! SEM LUTAR PARA FICAR CONOSCO! – a abracei.
- Alice, quanto tempo havia se passado? Com quantos anos o nosso filho estava?
- Não sei, no máximo três. – suspirei.
- Eu não vou ser levada por dois anjos sinistros sem ao menos lutar, pode ter certeza. – beijei seus lábios. – Agora vem, chega de papo sério que você precisa comer.
- Não estou com fome, quero ficar aqui com você. – se pendurou no meu pescoço e eu sorri.
- Podemos ficar juntar lá em baixo enquanto eu preparo algo para você comer, o que acha? – beijei seus lábios e ela se levantou sentando em meu colo. E aquele MALDITO calor começou a subir pelas minhas costas e um outro calor, ainda mais quente, a se concentrar em minha intimidade. Alice beijou meu pescoço e roçou seus dentes ali. – Ali...Ce... – fechei os olhos e apreciei aquilo, era MUITO BOM.
- Meu amor... – Sussurrou em meu ouvido e mordeu minha orelha. – Você é tão linda, sabia? – perguntou passando a mão por meu corpo e raspando, propositalmente, nos meus seios e descendo aquelas mãos. – eu te quero tanto... – revirei os olhos e os abri encarando os seus.
- Alice... – minha voz estava rouca. – Não me provoca, lembra-se do que lhe pedi? – Perguntei respirando ofegante. Ela rebolou no meu colo e eu perdi a linha de raciocínio.
- Hurum, lembro sim, mas eu preciso de você... Meu corpo precisa de você. – Apertou meus seios e eu gemi baixinho.
A consciência de saber que seus pais e irmãos estavam em casa era a única coisa que me fez respirar fundo e a beijar com carinho e amor, tentando acabar com o fogo que ela estava e mostrar que eu não iria quebrar minha promessa feita ao seu pai.
- Me perdoe. – ela pediu escondendo a cabeça no vão do meu pescoço. – Eu... Eu estou com meus desejos à flor da pele, tudo fica tão intenso, qualquer coisa que VOCÊ faça me faz ficar assim... – ela pegou minha mão e a colocou em sua intimidade. Eu gemi ao perceber como estava molhada. – Está vendo? – Ela não estava sendo sincera naquele perdão, ela está me seduzindo. E devo dizer que estava conseguindo.
- Alice, por favor, não me faça quebrar a primeira promessa feita ao seu pai. – olhei em seus olhos, contive todo o desejo que eu estava sentindo e a tirei do meu colo. Ela fez uma pequena careta e começou a chorar. – Alice, por favor, por que está chorando? – a abracei forte.
- Eu... Você não sente desejos por mim, não é? Você só deve estar comigo por alguma caridade ou algo do tipo! – socou meu peito e eu ri daquilo de tão absurdo que era.
- Alice, quantas besteiras em uma única frase. – beijei sua testa e a fiz olhar em meus olhos. – Eu lhe amo, sabe o que é esse sentimento? Você tem noção do que significar amar você para mim? – Ela ficou muda. – Alice eu nunca soube o que era isso, nunca soube que esse sentimento era tão arrematador e viciante. Eu sou dependente de você e não escondo isso, eu respiro você 25h por dia! – ela sorriu em meio às lágrimas. – Desejos e luxurias são coisas que vem com o amor, mas por eu resistir a isso não significa que eu não lhe ame. – a abracei novamente. – Eu quero e vou lhe respeitar, eu vou fazer tudo certo com você, meu amor. – ela suspirou. – Eu lhe desejo tanto que me auto admiro conseguir me controlar tanto com você, EU ESTOU COMPLETAMENTE EXCITADA. – ela riu levemente. – Você sabe me provocar como ninguém.
- E como você...
- Eu resisto, pois sou uma mulher de palavra, eu vou fazer seu pai ter orgulho de estar nos apoiando. – Ela ergueu a cabeça e me beijou com carinho e amor, muito amor.
- Olá meus amores. – Esme falou entrando no quarto. – Oh, me perdoe eu não... – ela logo tampou os olhos e rimos dela. – Atrapalho, não é? – Abracei Alice e se aconchegou em meu peito.
- Não mãe, entra. – entrou e sentou-se na cama olhando sorrindo para nós, um pouco constrangida, mas sorrindo.
- Peço perdão, Esme. – pedi pelo constrangimento.
- Não, eu que deveria ter batido na porta antes de entrar... – respondeu. – Mas não vim aqui para falar isso. – respirou fundo e sorriu para filha. – Meu netinho vai nascer logo e temos que ao menos providenciar um berço para ele. – Só em falar nela que o mesmo chutou a barriga de Alice umas três vezes.
- Calma meu amor, sabemos que você está ai. – rimos e até Esme quis senti-lo.
- Meu netinho será um menino lindo, tenho certeza. – concordei com ela.
- Com uma genética dessas, até eu seria bonita. – me olharam sem entender. – Por favor, gente, olha à senhora, Esme, linda e perfeita mesmo com seus trinta e poucos anos. – riu da idade que a coloquei. – E com uma mãe dessas, a filha só poderia sair ainda mais perfeita, não acham? – Alice sorriu e me beijou.
- Mãe, não acha que a minha noiva é muito galanteadora não? – Sorri para elas.
- Sim, trinca e poucos anos? – me olhou divertida. – Pequena, estou quase com meus quarenta e cinco.
- Mas não parece. – sorriu agradecida. – E você, dona Alice, fica quieta, ok? – rimos.
- Abusada... – a apertei a mim. – Mas o berço é uma coisa que temos mesmo que comprar, e sei que não é barato. – lamentou.
- E quem disse que você vai comprar alguma coisa? – me olharam sem entender.
- Doação? Você acha que conseguimos um? – Esme perguntou. Peguei meu telefone e liguei para minha loira predileta.
- Rose, tudo bem?
- Sim, como vai a minha lésbica predileta. – rimos.
- Querendo saber sobre o que lhe pedi. – me referi a tudo para o meu filho.
- Ah, as coisas do meu sobrinho? Então, tudo mais do que pronto. O berço acho que o que era da Leticia servirá, ele é neutro então...
- Ok, muito obrigada. – agradeci.
- Só quando me apresenta-la formalmente. – rimos.
- Hoje lá em casa, o que acha? Pronta para preparar comida para cinco tirando a gente?
- Sério? Ok, irei para casa agora e espero vocês as 18h! – desligou o telefone na minha cara.
- Ok, também te amo ok? – Alice riu. Ela sabia que quando fazia isso era porque tinham desligado em minha cara.
- O que você falou com ela?
- Eu tenho uma surpresa para você.- beijei seus lábios. – E vou mostra-la hoje. – aumentou o sorriso. – Vocês vão jantar lá em casa, Rose quer conhece-la e aproveitar e apresentar minha família a vocês.
- Ótimo, será um prazer conhece-la. – Esme se levantou. – Que horas é para irmos? – Perguntou.
- Virei busca-los, acho mais prático. – assentiu.
- Então resolvemos as coisas do bebê mais tarde juntamente com o casamento de vocês. – Sorri e Alice também. – Já são 16h, acho melhor você ir se arrumar, Alice. – Assentiu e logo Esme saiu.
- O que é que vai me mostrar? – neguei e beijes seus lábios saindo da cama e a ajudando a levantar.
- Surpresa meu amor. – fez bico.- Mas você vai ama-la, tenho certeza. – respirei fundo. – Vá se arrumar, em duas horas estarei aqui para busca-la. – me abraçou forte e me beijou. Um beijo calmo e sereno, onde nossas línguas se acariciaram e não lutaram por um espaço.
- Ok. – Nos separamos ofegantes. Ajoelhei-me a sua frente e acariciei sua barriga dando um beijo carinhoso nela. – Nunca vou me acostumar com isso. – sorriu boba.
- Não vai mesmo, daqui a alguns dias terei esse pequeno nos braços e mimarei os dois. – sorriu ainda mais. – Vai tomar seu banho, farei o mesmo. – suspirou e foi para o banheiro.
- Rose, já estou indo ir busca-los, ok? – abracei minha cunhada por trás e dei um beijo na sua bochecha.
- Desse jeito eu jogo Alice para longe e te pego. – rimos. – Esses Swan realmente tem pegada, uau. – se abanou. – Desde quando você tem um abraço desses, Bella? – Ri dela e peguei minha Lele no colo.
- Sua mãe está muito fogosa, não acha pequena? – riu e me abraçou.
- Tia Bells, a moça bonita que vem cá hoje? – Assenti e a enchi de beijos.
- Sim, aquela moça super linda. – riu. – E você está uma linda mocinha, sabia? Esse vestido lhe caiu perfeitamente bem. – ficou corada. – Quem olha até pensa que é um anjinho. – Rose riu.
- Mas é, meu anjinho. – beijou a testa da filha. – Você não ia buscar a família da sua mulher? – assenti e coloquei Letícia no colo. – Você poderia leva-la com você? Eu preciso tomar um banho e não quero deixa-la sozinha enquanto me arrumo.
- Ok, sem problemas. Vamos sair com a tia mais gata que você já teve? – riu e voltou para o meu colo.
- É a única... – ouvi Rose comentar e riu da minha cara. A ignorei e sai de casa indo para a do meu amor.
- Bella, quem é essa linda mocinha? – Esme atendeu a porta e foi logo se abaixando.
- Essa é minha sobrinha, veio junto para busca-los. – sorriu tímida para Esme e acenou. – Leticia essa é Esme a mãe da minha noiva, a moça bonita. – assentiu.
- Olá Letícia, você é muito linda, sabia? – se escondeu nas minhas pernas e eu ri. – E tímida também.
- Daqui a pouco perde isso, não é pequena. – sorriu lindamente para mim. Entramos e cumprimentei a todos e apresentei a minha sobrinha. – Onde está Alice? – Perguntei já morrendo de saudades da minha pequena.
- Serve aquela lá? – Emmett perguntou já se interagindo com a Leticia. Olhei para eles e sorri, mas sorri ainda mais quando vi aquela linda mulher descendo as escadas com um lindo vestido vermelho e cabelo solto.
- Uau, serve muito. – Alice ficou um pouco corada e fui até ela. A ajudei a descer os últimos degraus e beijei suas mãos. – Está ainda mais linda, minha princesa. – me abraçou e logo em seguida beijou meus lábios levemente.
- Obrigada, meu amor. Você também está linda. – me analisou. Eu estava simples. Uma calça e camiseta. Algo bem pobre comparada a ela. – Simples, desportivo, mas sem deixar de ser elegante. Você fica linda em qualquer roupa. – Agradeci o elogio e estiquei meu braço. Que logo o pegou.
- Vamos? Rose está somente se arrumando. – Todos assentiram e se dividiram em dois carros.
- Oi Leticia, tudo bem? – Alice perguntou antes de chegar ao carro.
- Oi moça bonita. – Alice riu. – A sua barriga ta grandona! – ficou com receio de acaricia-la. – Tia Bella disse que tem um menininho ai dentro. – Sorri para a conversa das duas.
- Tem, ele já, já vai sair daqui. – acariciou sua barriga.
- Letícia, ele vai ser seu priminho, sabia? – perguntei e ela assentiu. – Ele gosta de carinho, por que não faz um pouco nele? – sorriu e olhou para Alice e recebeu a permissão. Acariciou a barriga da Alice e colocou a cabecinha perto da barriga dela. – O que foi, meu amor? – perguntei a ela.
- Ele não fala não? – perguntou e rimos.
- Sim, mas quando ele sair dai e estiver maiorzinho. – fez uma cara de compreensão e deu um beijo na barriga dela.
- Eu fiz direitinho? – perguntou.
- Sim, aposto que ele ficou feliz. – A coloquei no carro e dei um beijo na sua testa.
Entramos e fomos para minha casa. Segurei na mão de Alice o caminho inteiro e quando chegamos a ajudei a sair do carro.
- Lele, vá à frente e vê se sua mãe já está pronta. – pedi e saiu correndo.
- Sua casa realmente é linda. – Esme elogiou.
- Meu irmão trabalhou muito para dar conforto a mulher e filha, eu o admiro. – Jake apareceu e sorriu para mim. – Tenho certeza que ele sente um pouco de orgulho do que fez. – assentiu.
- Até eu me sentiria. – Emm babau na casa. – Ela é perfeita. Seu irmão com certeza merece admiração. – Jake o analisou por inteiro e sorriu como em aprovação.
Bella, é ele. Olhei sem entender. Mas logo em seguida a ficha caiu e sorri por, pela primeira vez concordar com meu irmão sem uma pequena discussão antes.
Se se é assim que quer, farei ele e Rose se entenderem.
Não precisa, tenho certeza que não Sorriu e desapareceu.
- Amor? – Alice chamou minha atenção e sorri para ela. – Vamos ficar aqui parados? Estou ficando com frio.
- Oh, perdão. – a abracei e entramos na casa. – Sejam bem vindos a minha casa. – sorriram ao ver que por dentro a casa era ainda mais perfeita.
- Que sonho. – Alice a admirou.
- Quando tivermos a nossa será tão perfeita como essa. – sussurrei e beijei sua cabeça.
- Já tendo uma eu serei eternamente feliz. – se virou e me beijou.
- Então é assim, chega à minha casa e já vai agarrando os convidados, Bella?- Sorri em meio aos beijos e olhei par aminha cunhada. Devo dizer que ela estava incrivelmente linda. Aquele vestido preto e curto lhe caiu perfeitamente. – Olá, sou Rosalie Swan. – E o que me admirava nela é que nunca tirava o sobrenome do meu irmão. – E você é a famosa Alice. – sorriu para a minha noiva.
- Alice sim, famosa... – se abraçaram carinhosamente e Rose logo acariciou sua barriga.
- Você realmente está linda com essa barriga. Você ainda é muito nova, mas realmente está linda. – Sorriu agradecida. – Adorará a surpresa da Bella. – Me olhou curiosa.
- Depois do jantar. – pisquei e bufou. – Rose, essa é a família da minha Alice. Carlisle e Esme, os pais dela. – apresentei-os e ela foi educadamente os cumprimentar. – Edward, o irmão mais novo, e esse é Emmett, o mais velho. – Quando enfim pude reparar no Emm, ele estava encantado, olhando quase que hipnotizado para Rose.
Heniel? Chamei pelo meu mais novo amigo.
Sim, Bella, é o que está pensando. Respondeu-me sorrindo.
- Ótimo. – Alice me olhou sem entender e apontei para os dois. Ela sorriu e se apertou a mim.
- Vai querer matar meu irmão?
- Não, eu quero que ele faça minha loirinha feliz, é o que Jake quer. – beijei sua testa e sorri ao confirmar que Rose também o encarava e sorriu um pouco tímida.
- Então, essa é Rose, minha cunhada. – Emmett respirou fundo e a cumprimentou com um beijo na mão, bem cavalheiro e carinhoso.
- Um prazer em conhecê-la. – ela corou.
- Obrigada, o prazer é meu. – ele sorriu ainda mais, mostrando aquelas lindas covinhas que cativavam qualquer um. – Vamos jantar? – Todos assentiram e a seguimos para a sala de Jantar.
O jantar foi bem agradável. A todo instante eu via Emmett laçando olhares carinhosos para Rose. Ele era bom para Lele, bom, pelo menos eles se deram bem...
- Você gosta de criança, Emm? – Rose perguntou. Bom, parece que alguém se interessou no grandão...
- Na verdade eu e Letz nos demos bem, não é pirralha? – bagunçou o cabelo da Leticia e ela riu e deu língua pra ele.
- Letz? – Rose riu. – Bom, menos mal, pelo visto nossas famílias vão ficar juntas bem rápidas. – olharam para nós, eu e Alice.
- Não comento nada. – Olhei sugestivamente para ela que corou. – Alice, você está se sentindo bem? – Perguntei ao vê-la se contorcer um pouco de dor.
- Sim, só uma fisgada no ventre. – A olhei preocupada.
- Qualquer coisa me fale. – pedi a acariciando. Assentiu e voltou a comer.
O jantar já havia acabado e estávamos na sala conversando animadamente. Jake a toda hora aparecia e sorria para esposa, ela estava se divertindo como nunca ao lado do Emm. Sorri para ele e Rose percebeu isso e ficou quieta.
- Rose, algum problema. – Perguntei a ela. Sentou-se do meu lado e a abracei.
- Ele está... – Assenti.
- E sorriu ao vê-la sorrindo. – sussurrei. – Não fique com medo de se apaixonar novamente, Jake quer isso para você. – me olhou e não acreditou.
Diga a ela que meu coração é dela assim como o dela é meu, mas que ela merece ser cuidada por alguém quem ainda tem um corpo. Jake me falou.
- Seus corações pertencem um ao outro, mas você merece ser cuidada por alguém, meu amor, não se prenda a um morto, viva a vida. – me bateu. – Ok, não se prenda ao passado, melhorou? – Sorriu e me deu um beijo voltando para o seu lugar.
- Você vê gente morta? – Alice perguntou assustada.
- Digamos que eles aparecem para mim. – beijei seu pescoço e ela se arrepiou.
- Estranho... – ri dela. – Mas parece ser legal... Sei lá, ver gente que não mais vive conosco...
- Sim, é legal. – eu estava viciada nela, eu não conseguia largar a minha Alice para mais nada.
- Você disse que tinha uma surpresa pra mim. – ficou animada. Sorri e me levantei com ela.
- Rose, vou leva-la no meu presente especial, vocês vem? – assentiram. – Olha, não sei se vai gostar, qualquer coisa podemos decorar do jeito que quiser. – me olhou apreensiva e ansiosa.
- Bella me fez rodar meio mundo e fazer mágica para conseguir o que me pediu. Ela acha o que? Que eu tenho super poderes? Só pode. – Ri dela e a abracei.
- Sei que tem. – pisquei. Andamos duas quadras e logo paramos em frente a uma casa linda, dois andares e bem grande. Tinha, ao todo, 200m² de casa, fora a enorme área que tinha fora.
- Bella, o que fazemos aqui? – Ri dela e Rose também. Vi a família dela babar na casa e sussurrei no ouvido dela.
- Meu presente de casamento a noiva mais perfeita. – Ela arregalou os olhos e olhou para mim.
- Está brincando comigo. – Alice não acreditava. Beijei seus lábios e a virei. A abracei carinhosamente e neguei.
- Não, quero o conforto e bem estar da minha vida e do meu pequeno. – ela chorou emocionada e Esme veio logo abraça-la.
- Oh minha filha, olha que casa linda a sua. – sorri para ela.
- Você realmente está cuidando da minha filha. – Carlisle olhou a casa boquiaberto.
- Eu disse que só quero o bem dela. – sorrimos e logo Alice me abraçou forte e me puxou para um beijo profundo e cheio de carinho.
Um beijo perfeito que me fez querer mais e mais dela.
- Eu te amo. – ela estava chorando.
- Não mais que eu. – a peguei pela mão e a guiei pela grama até a casa. – Tem mais coisas. – arregalou os olhos quando entramos e viu que já estava mobiliada. – A decoração se quiser mudar me fale, eu quero a casa com a sua cara.
- Está perfeita. – me abraçou.
- O quarto do nosso filho está ainda mais. – me olhou chocada e subimos a escada. – Aqui é o nosso. – Apontei, mas não abri a porta e sim outra que ficava em frente. – E esse onde será o do nosso pequeno. – Esse eu abri, revelando um quarto todo azul, cheio de ursos em prateleiras espalhadas pelas paredes do quarto. Um lindo berço com uma cadeira de amamentação do lado. Do lado da cadeira havia um Puff, onde eu ficaria, claro.
- Bella... – Alice tampou a boca.
- Eu queria tudo que uma mãe precisaria, perguntei a Rose e pedi ajuda dela. Ela super me apoiou a comprar a casa e a mobiliá-la por completo. – sorriu para Rose. – Nosso filho merece uma casa grande para correr e se divertir.
- Mas...
- Mas isso será seu e dele, fiz questão de colocar no nome de vocês. – me olhou chorosa. – Eu pedi a um juiz para colocar nossos nomes na certidão, vamos nos casar, então... – me abraçou. – Nossa sorte é que aqui o nosso tipo de união já é legalizado e o juiz com quem conversei é muito bom, uma longa e prazerosa conversar foi suficiente para convencê-lo a liberar essa mudança na certidão.
- Minha vida poderia estar mais completa? – Alice perguntou feliz.
- Não sei, diga-me você. – perguntei a beijando. Mas em meio ao beija ela geme. – Alice? – Olho para baixo e vejo que sua bolsa estourou. Ela sorriu e falou.
- Acho que agora ela fica perfeita. – Sorrimos e Emmett logo a pegou no colo a levando para o carro.
- É Bella, acho que hoje teremos novas mamães em Seattle. – a abracei rapidamente e tomei o lugar de Esme, coloquei o cabeça de Alice na minha perna enquanto Emmett dirigia para o hospital mais próximo.
- Amor, está doendo muito. – Lágrimas escorriam por sua face, eu beijei seus olhos e as enxuguei.
- Estou com você... – Coloquei minhas mãos nas suas e passei paz a ela. Gabriel, por favor, proteja minha mulher, não me faça passar pelo que passei com a mãe dela, por favor, eu lhe imploro pedi proteção logo, não queria perder minha pequena. – Sempre estarei com você. – Sorriu e logo chegamos ao hospital.
- Vamos logo. – Emmett desceu e logo pegou uma cadeira de rodas e a levamos para a maternidade.
Os enfermeiros logo a colocou na maca e a levaram para a sala.
- Alice, pelo visto nosso pequeno está querendo vir antes da hora. – Carmen apareceu.
- Sim, foram tantas emoções hoje que... – Olhou para mim. Sorri e pegue-me sua mão.
- Isabella, você sabe que não pode ficar aqui, certo? – Fiquei rígida, eu não sairia do lado de Alice.
- Bella é mãe do meu filho, ela é minha noiva, a quero comigo. – Carmen arregalou os olhos e sorri mais.
- Sendo assim... Sabe os procedimentos, vá se arrumar. – beijei os lábios da Alice levemente e sussurrei.
- Já volto, me espere. – e sai para colocar minha roupa.
Eu estava ansiosa, hoje eu enfim teria meu filho nos braços, meu pequeno anjinho...
- Vamos, vamos trazer o pequeno Anthony para o mundo. – Carmen comentou enquanto se preparava para ajuda-la a coloca-lo para fora.
Apertei a mão da minha mulher e fitei seus olhos a todo instante, passando-lhe força e segurança...
Notas finais
Bsus, Lary ><'
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