Estávamos ao meio do corredor escuro. O corpo do homem morto está a minha frente.

-Esse lugar me da arrepios.- Falou a O

-É da a todos nós.

-Vamos... temos que procurar a saída.- Falei.

Começamos a andar pelos corredores escuros do hospicio iluminado só por nossas lanternas. Os risos começaram novamente. Apertei os punhos no canivete. Eu avistei uma porta do lado direito.

-Vamos ver se tem algumas coisa lá.- Falei apontando para a porta. -K e O ficam aqui fora. Eu e a L vamos entrar na sala.

Falei e abrir a porta olhando para trás e então cair, mais a L me segurou e quando o K viu ele me segurou e me puxou. Olhei para ver o buraco em que eu tinha caído e vi que era o inferno em pessoa. Tinha chamas e morros. Pessoas acorrentadas levando chicotadas. Lagrimas escorriam pelo meu rosto violentamente. Um dos caras que estavam chicoteando me viu ali naquele lugar e apontou para mim. Todos os demônios olharam para nós e começaram a correr em nossa direção. Eu estava imóvel, alguém me puxou e eu cair no chão e então a L fechou a porta.

-Como você caiu?- Falou L

-Vocês não viram? Tinha pessoas acorrentadas e sendo chicoteadas... Vocês não viram aquilo?

-Nós só vimos uma sala normal.- Falou K

-O que está acontecendo comigo?? O que está acontecendo com a gente?

Eu vi pequenos fachos de luz no fim do corredor. Alguém estava vindo.

-Vamos entrar nessa sala.- Falou K

Ele abriu a mesma porta onde tinha o inferno e estava normal novamente. Entramos e fechamos a porta.

-Vamos procurar armas... É melhor que todos nós ande armado por aqui.- Sussurrei para todos.

Começamos a vasculhar a sala. Eu encontrei um pequeno machado. A L encontrou um pedaço de cano de ferro, o K encontrou arames para colocar no bastão que ele tem e a O encontrou uma faca de caça. Abri um pouco a porta e vi que as pessoas já tinham passado. Saímos da sala.

-Oque vamos fazer I?

-Vamos sair daqui custe o que custar.

Sorrir ironicamente e então uma voz soou pelos corredores.

-Vocês acham mesmo que irão sair daqui vivos? hahahahahahahaha.

Cair de joelhos pois minha cabeça começou a queimar. Os outros também caíram.

-Vocês nunca irão sair seus filhos de uma puta. Vocês terão uma morte trágica e ninguém nunca irá achar vocês.

A dor de cabeça passou. Comecei a rir ironicamente e me levantei.

-Filha de uma puta é você e nós iremos acabar com a sua raça.

-Eu acho que não.

Pessoas de preto começaram a vir de frente. Preparei o machado e esperei eles chegarem mais perto. Quando eles se aproximaram, meti o machado na cabeça de um e o outro atacou. Eu me desviei do golpe dele e corte a cabeça do mesmo.

-Pessoal levantem. Temos que sair daqui... Talvez teja mais atrás da gente.