Amnesia 1° Temporada

2 O corpo no corredor.


Notas iniciais
Eu sei que os capítulos estão curtos. Irei alonga-los a parti do 3 capítulo.

Estávamos presos em uma sala. A porta está emperrada e não tem por onde a gente sair. Minha cabeça está doendo, parece que alguém meteu um pé de cabra em minha cabeça. Fiquei andando de um lado para o outro enquanto os outros estavam sentados.

–O que nós vamos fazer?- Falei e continuei andando de um lado para o outro.

–Primeiro vamos vasculhar a sala para ver se tem outra saída e se não tiver todos nós podemos empurrar a porta para tentar abrir.

–É melhor nós empurramos a porta mesmo.- Falou a menina.

–Mais primeiro vamos colocar letras até nós lembramos dos nosso nomes. Loirinha nós iremos te chamar de L a dos cabelos vermelhos ira se chamar de O, o garoto ira se chamar de K e eu vou me chamar I. Então irá ficar assim L, O, K e I.– Falei

Eles concordaram com a cabeça e se levantaram. Fomos até a porta e começamos a empurrar. Tinha algo prendendo a porta pelo outro lado.

–Não dá pessoal, temos que achar outra saída.- Falou L

Nos afastamos da porta e começamos a procurar outra saída e então eu vi um tubo de ventilação.

–Olhem lá... Um tubo de ventilação.

Apontei e todos olharam.

–Nós podemos passar alguém por ai e essa pessoa pode ir para fora dessa sala e abrir a porta para a gente.

–Mais quem vai?- Perguntou o K

–Podemos mandar a L ou a O.- Falei

–Eu vou...- Falou a L

Tiramos a tampa do tubo de ventilação e colocamos ela para passar. Ela foi engatinhando até fora do tubo. Ela chutou a porta do tubo e desceu. Olhou os corredores escuros e olhou para trás para ver o que estava emperrando a porta. E então ela viu um corpo de alguma pessoa toda de preto. Ele estava com a barriga aberta e com as tripas de fora.

–AHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!

Nós estávamos esperando ela tirar o que emperrava e então escutamos o grito dela.

–O que foi L? Você está bem?!!

–Sim... Eu estou bem mais é um corpo que emperra a porta!!

–Tire-o dai para nós passamos.

Ela tirou e abriu a porta. Ela estava tremula e chorando.

–Calma... Está tudo bem.-

Abracei ela e fiquei olhando a pessoa para ver se eu a conhecia.