Amigos, ou inimigos ??
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Notas iniciais
Pov Diego
Depois da nossa digamos "declaração" ficamos conversando sobre nos mesmos, sentados no sofá, até anoitecer, ela já havia mandado uma mensagem para Andrea, garantindo a ela de que não demoraria muito, e que estava comigo.
– se quiser pode ir não tem problema _ falei.
– três motivos, adoro conversar com você, ainda são oito dá noite e eu não quero te deixar sozinho.
– o que foi tem medo de que eu seja sequestrado ou qualquer coisa do tipo?? Eu acho que eu sei me cuidar sozinho.
– Diego não percebe que estou dando uma desculpa, prefiro ficar mais um pouco aqui com você do que ficar em casa, meu pai tá viajando e só volta domindo, e a Andrea que vai dormir la em casa dorme muito cedo e eu não quero ficar muito tempo sozinha.
– entendo, minha mãe só chega amanhã de manhã _ conversamos mais um pouco sobre o campeonato que iria ter, mais não havia realmente muito o que se falar, nos só queríamos ficar um pouco juntos.
– e aí, me conta de onde vem esse sotaque ? _ ela perguntou mexendo no meu cabelo.
– ahn ?
– você sabe esse negócio com o "S".
– aaaaa, meu sotaque espanhol?
– já tinha percebido, mais não entendi, por que sei que é argentino.
– é sou, só que meu pai é espanhol, e eu peguei esse jeito de falar com a convivência na infância _ falei mais percebi que não estava prestando atenção, parecia que o meu cabelo era mais interessante ou ela estava pensando em alguma coisa em outro lugar _ tudo pelo que está pensando agora.
– ahn _ ela voltou do lugar que ela estava _ só pensando mesmo.
– em que ?
– em tudo _ fiz um sinal com as mãos para que ela fosse mais específica _ Diego, isso é vergonhoso, bom, não pra mim, só que falando pra você é _ fiz uma cara de quem não tinha entendido nada, e não havia mesmo.
– fala logo Francesca.
– tem certeza _ fiz uma cara de " tá falando sério?" _ tá bem, eu to pensando em hoje, sabe na competição _ deu uma pausa _ em você mais especificamente _ falou em um susurro que quase não ouvi.
– aaaaa _ então cai na risada.
– não ri de mim Diego.
– não to rindo de você, só que é um pouco engraçado você ter vergonha de admitir que eu sou um gato _ ela riu.
– convencido _ se aproximei mais dela, segurando seu rosto de forma que só olhasse para mim.
– vamos lá, é fácil, é só dizer, meu namorado é muito gato _ ela revira os olhos _ to falando sério, vai, tenta _ ela deu um suspiro, como quem dizia "está bem, você venceu"
– o meu namorado é muito gato _ ela falou, mais não foi de um jeito normal, foi sensual, abrindo e fechando a boca como se na verdade estivesse dizendo que me queria, ou só seria eu delirando? mais não liguei, ataquei a boca dela faminto, a beijava forte fazendo com que nossas línguas entrassem em uma dança sensual, ela sentou no meu colo fazendo com que eu tenha certeza que eu não havia delirádo, pensar que ela estava em cima do meu "amiguinho" e a única coisa que separava ele da intimidade dela era as minhas calças e a calcinha dela , já que ela estava de vestido, enlouqueci, de repente ela começa a arranhar o meu pescoço e logo em seguida sinto o meu pal duro, deito ela e subo em cima da mesma de forma que não perceba o acontecido, paro o beijo por falta de ar, e a vejo de olhos fechados, respirando alto e ainda se segurando em minha nuca.
– Francesca? _ ela abre os olhos, e eu me levando _ se eu continuar te beijando desse jeito, isso vai acabar diferente _ falo de modo que ela entenda do que eu estou falando, a mesma se levantou ajeitando o vestido que antes estava quase amostrando a sua calcinha, então entendo que aquilo foi de alguma forma como se tivesse dito um não, me decepciono pois eu ainda a desejava, tanto que o que estava dentro da minha calça poderia provar.
– Diego eu...
– olha Francesca não se preocupa...
– não me interrompa, se não não vou conseguir falar_ ela falou autoritário, segurando minha mão e abaixando a cabeça envergonhada _ bom eu... eu... _ ela deu um suspiro _ eu sou virgem _ falou rápido como se estivesse com vergonha, levantei a cabeça dela.
– meu amor, isso não é motivo para ter vergonha _ falei dando um sorriso, eu realmente estava feliz com a notícia que acabo de receber.
– você tá feliz ? _ ela me perguntou confusa _ por que ?
– por que eu fico feliz de saber que ninguém pois um dedo em você dessa forma, e tenho a esperança de que um dia possa ser eu o seu primeiro _ falo acariciando o rosto dela, ela sorri, e logo me espanto com a mesma me dando um beijo apaixonante, que logo virou um erótico, tirei a jaqueta dela jogando em cima do sofá, comecei a dar chupões no pescoço.
– Diego _ ela fala praticamente gemendo, e com isso não aguento e a levando fazendo com a mesma atravesse as pernas em torno da minha cintura, subo as escadas com minhas mãos uma na bunda e outra na coxa dela as apertando sem piedade _ ahn _ ela geme de novo, e eu praticamente corro para o meu quarto a jogando na cama de um jeito cuidadoso, não queria que ela achaesse que era uma qualquer, joguei toda a minha agressividade fora, e comecei a levantar o vestido dela com cuidado e devagar, do mesmo modo ela fez tirando a minha blusa.
Sem perceber já estávamos somente de peças íntimas, não fazia idéia de onde estava minhas roupas e sapatos e sabia que ela também não, o motivo, só conseguia olhar o quanto ela fica bonita com aquela langerri vermelha, percebo que ela está dá mesma cor.
– você é a garota mais bonita que eu já vi em toda a minha vida, eu sou o mais sortudo entre qualquer homem em todo o universo por ter você aqui comigo _ ela sorri, e logo me beija, e passa as unhas por toda a extensão das minhas costas, e eu cuidadosamente desço a mão adentrando em sua calcinha massagenado o seu clitóris, ela surpresa dá um espasmo, com a outra mão desabotôo o seu sutiã, aumento o ritmo, e vejo o rosto dela delirando com o prazer.
– ahn _ tiro a calcinha dela, em seguida minha boxer, ela arregala os olhos, coloco a camisinha que se encontrava dentro do criado mudo e ela tenta não encarar o meu membro totalmente éreto, abro as pernas dela ficando entre elas e começo a beija-la, paro e me coloco em sua entrada que com a mão percebo que está encharcada, coloco a cabeça do meu membro dentro sem forçar o ímem, ela faz uma careta.
– tá tudo bem? _ falo sem me retirar dela.
– tá, continua, quero você agora Diego _ ela fala e eu não resisto, com cuidado vou adentrando mais e quando estou perto de romper o ímem ela cola os lábios nos meus de forma com que o gemido de dor saia abafado, estando totalmente dentro dela fico parado por que sei que ela deve estar colorida e começo a beija-la.
– posso? _ pergunto depois de um tempo.
– Diego po...por favor con...continua_ comecei em um vai e vem calmo e suave, retirando e colocando o meu pênis, logo depois beijando o pescoço e depois descendo com beijos até os seu mamilos rígidos e rosados _ mais rápido _ ela gemeu colocando as pernas em minha cintura fazendo com que eu vá mais fundo e rápido _ aaaaa.
– você é tão gostosa _ falo involuntariamente, depois de um tempo ouvindo palavras indecifraveis, começo a diminuir o ritmo.
– para de me torturar _ ela fala logo dando um gemido por eu ter entrado mais forte e rápido _ eu acho que eu vou ... _ não conseguiu completar a frase que eu já sabia do que se tratava _ Diego _ ela gemeu meu nome de forma que eu não conseguir suportar e dou outro gemido em troca, sabia que ela havia gozádo e não foi quatro estocadas depois eu se juntei a ela, caindo do outro lado da cama, na mesma hora ela se aconchega em meu peito _ Diego _ ela olha para cima como se esperace algo, mais eu não consigo fazer nada além de acariciar os cabelos lisos dela _ meu amor você tá bem ? _ foi então que eu acordei do mundo da lua em que eu estava.
– fala de novo.
– o que ?
– você sabe.
– que você é meu amor? Sabe que amo você, eu amo muito Diego.
– você também é meu amor, só meu, e de mais ninguém, entendeu ?! _ ela da um sorriso.
– adoro esse seu jeito possessivo.
– não é possessivo, é cuidadoso, gosto de cuidar do que é meu _ falo beijando o topo da cabeça dela.
– não precisa, cuidando ou não eu sempre serei sua _ ela se levanta um pouco e me da um beijo suave e longo _ só sua _ ao ouvir aquilo não resisti, segurei ela e a coloquei em cima de mim.
– fala de novo.
– só sua _ ela fala sensualmente _ não acredito Diego você só deve ser tárado_ ela fala se referindo a meu membro que já está éreto novamente _ olha seu estado _ fala dando um sorriso _ não imaginava que causava tanto efeito assim em você _ com aquilo a coloquei de volta deitada logo ficando em cima de novo.
– pois causa _ dei um rápido beijo _ não tenha dúvidas _ dou outro beijo no final dando uma mordida nos lábios dela e descendo com beijos no pescoço, nos seios, na barriga e em fim na vagina.
– Diego...
– calma _ falo me levantando dando um beijo nela e a penetrando novamente, depois disso e outra rodada de palavras sem nexo saindo de nossos lábios, até que nos chegamos ao orgasmo final.
Logo depois nos deitamos de forma que as costas dela se encontrem com o meu peito, passando um tempo ali percebo que ela pegou no sono, procuro a minha cueca logo a achando do lado dá minha cama e colocando de forma que ela não se acorde, depois de um tempo durmo também.
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