Notas iniciais
Espero que gostem dessa fic... Boa Leitura!

Zeo é um garoto de dezesseis anos, famoso entre todos os alunos do colégio e disputado entre as garotas. Tobi era um menino tímido em excesso, muito bonito, mas não tinha coragem de fazer tantas aparições como Zeo. Um dia, esses dois meninos tão diferentes passaram a dividir uma casa paga por seus pais, e sem perceber, o ruivo foi se apaixonando pelo colega.

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Certa noite de sábado, o ruivo estava irado, uma festa que ocorreria naquela noite havia sido cancelada. Enquanto jogava videogame furioso, o mais novo apenas lia um livro no sofá. Ele notou que Tobi estava tão entediado quanto ele e teve uma ideia:

- Tobi.

- Sim?

- Você tá afim de jogar um joguinho...?

- Que joguinho?

- Striper Poker.

- Não! – as bochechas do garoto logo tomaram uma coloração vermelha – Primeiramente por que você sabe jogar poker melhor que eu, e segundo é um jogo muito imoral.

- Você tá é com medo de perder...

- Claro que não.

- Então jogue...

- Não...

- Vamos lá Tobi!

- Por favor, não insista. – o rapaz tinha imaginado a cena de Zeo apenas de cueca e corou violentamente

- Você quer jogar...

- N-não q-quero.

- Vamos, por favor, por favor, por favor!

- Só uma partida.

- Ok. – “Isso será o suficiente”

- Então pegue o baralho.

- Dexá comigo! – o rapaz começou a vasculhar as gavetas a procura das cartas, depois de alguns minutos ele retornou – Vamos lá.

- Regras?

- Vamos ter varias rodadas, perde o que ficar pelado primeiro.

- P-p-pelado?

- Sim.

- Não pode ser de cueca?

- Não. Peladinho, assim como veio ao mundo.

- Se você gravar ou tirar fotos eu te mato Zeo!

- Eu não vou, relaxa.

- É melhor mesmo...

- Então, podemos começar?

- Claro.

A primeira rodada demorou alguns curtos minutos, Tobi saiu vencedor e Zeo teve que retirar a camiseta.

Na segunda rodada do jogo, o ruivo saiu vitorioso. O albino ficou extremamente envergonhado ao tirar a primeira peça de roupa. “Ele é tão lindo.” O mais velho o ficou admirando por instantes e depois voltou ao jogo.

Mais duas rodadas se seguiram, ambos agora trajavam apenas suas peças intimas, e dessa vez o mais novo havia vencido, Zeo levantou-se para retirar a ultima peça.

- Z-Zeo...

- Sim? – o ruivo já colocava as mãos na extremidade da roupa

- N-não p-precisa tirar. – o rapaz baixou o rosto

- Preciso sim. Faz parte do jogo.- com isso a peça foi atirada sobre as pernas do albino

- Você tá...?

- Tô sim. – com isso, Tobi teve o rosto levantado e viu o colega totalmente nu.

- Z-Zeo... Nã-não fa-faz i-isso.

- Por que? Não quer dar uma espiadinha?

- Não, é errado. – o garoto então abaixou novamente o rosto e fechou os olhos

- Ah vai Tobi... Você nunca teve curiosidades? – o ruivo se ajoelhou na frente do outro rapaz que estava tímido.

- Que curiosidades? – perguntou ainda de olhos fechados

- Ah... tipo com isso. – Sem mais um minuto de demora, Zeo puxou Tobi em um beijo carinhoso, de inicio o mais novo não retribuiu, mas em seguida o beijava com a mesma vontade.

- Vo-vo-você n-nã-não de-de-devia fa-fa-fazer i-i-isso... – Tobi estava ofegante e rubro, sacudia a cabeça com os olhos cerrados

- E por que? Você também queria... e você beija muito bem.

- Não fique dizendo isso!

- Tobi, abre os olhos. Olha pra mim.

- V-você tá nu. Não posso olhar.

- Claro que pode, é só abrir os olhos.

- Mas...

- Se você não abrir esses olhos agora eu juro que vou sair correndo, pelado, por aquela porta dizendo que você me molestou...

- Tá, eu abro... – os olhos lilases foram então vistos por Zeo que sorriu – Feliz?

- Sim... É um inicio.

- Inicio do que?

- Você já aceitou meu beijo, abriu os olhos pra me ver peladão. Então eu acho que você poderia dormir comigo.

- Hein?

- Vamo lá Tobi. Você sabe que eu faço tudo direito.

- Mas você não é gay.

- Agora sou.

- Co-como?

- Eu vou assumir minha sexualidade.

- Ma-ma-mas...

- Sem “Mas...” Só me dê uma oportunidade de te provar que posso te dar muito prazer.

- Aí é que tá... Eu não quero uma pessoa só por prazer, Zeo.

- Eu também não te quero só por prazer. Se depois dessa noite você quiser outra vez vou pedir que case comigo.

- Ca-ca-casar?

- Sim, quando estivermos mais velhos, é claro.

- Meu pai me mataria. Eu só tenho dezesseis anos, é cedo pra falar em casamento.

- Eu tenho dezesseis também.

- Mas você é louco...

- E você também, só não se mostra.

- Isso não é verdade.

- Vamos descobrir.

Num movimento rápido Tobi foi levado até o quarto do companheiro e foi deitado cuidadosamente na cama macia. O ruivo tirou a ultima peça de roupa que o cobria e ficou o observando por alguns minutos.

- Você é tão lindo. Eu vou provar de cada parte desse corpinho lindo.

- Você tá me deixando sem-graça.

- Você nunca perde a graça. – Zeo aproximou seus rostos – Você é a pessoa mais graciosa que eu conheci na vida. – ele então selou sua frase com um beijo.

Durante o beijo suas mãos afoitas passeavam por todas as regiões do corpo abaixo de si. Não era um corpo totalmente musculoso como o seu, mas também não era fraco, possuía músculos numa medida certa. Tobi apenas se deliciava com os toques e Zeo cuidava para não machuca-lo ou perder qualquer detalhe.

Zeo beijou e marcou toda a pele albina desde o pescoço até o umbigo. Chegando lá ele desceu os lábios e os colocou no membro já ereto do mais novo que abafava vários gemidos enquanto puxava alguns fios ruivos.

- Z-Zeo... – o albino gemia descontroladamente

Nesse momento, o menor já sugava os dedos que lhe foram dados e Zeo apenas o dava mais prazer, quando viu que os dedos estavam prontos os retirou da boca úmida do garoto e parou sua felação.

- Por que você parou?

- Você acha que só você vai se divertir, é?

- Não.

- Então, eu vou... Foder você.

- Como é?

- Desculpe o palavreado. Eu quis dizer que irei possuir o seu corpo, irei nos unir. – com isso um digito foi introduzido no interior do mais novo

- Então seja mais educado... – o albino apertou com força as cobertas e logo sentiu-se ser invadido por outro dedo

- Desculpe-me.

- Tudo bem.

- Tobi...

- Sim? – o ultimo digito foi introduzido

- Você é virgem, não é?

- Depende do virgem...

- Você sabe... – os dedos moviam-se no interior do menor

- Não, meu signo não é virgem.

- Bobo. Eu estou perguntando se você já transou antes.

- N-Não com um cara...

- Então já tiraram sua inocência? – os três dedos foram retirados

- ahh! Mais ou menos...

- Depois você vai me explicar isso direitinho. – Zeo se posicionou na entrada do colega – Posso?

- Sim. Mas... e o preservativo?

- Eu nunca fiz sem usar com ninguém, e você é virgem. Quero te dar a melhor noite...

- Tem certeza?

- Absoluta.

- Então vo-vo-você po-po-pode...

- Me abraça que fica melhor.

- Ok. – obedecendo ao mais velho, Tobi enlaçou sua cintura com as pernas e o abraçou

Com todo o cuidado, o ruivo começou a penetração, o albino arranhou suas costas brutalmente, após ter introduzido a glande ele parou e esperou o menor se acostumar.

-Isso dói... – o rapaz disse tímido e em um tom baixo.

- Eu sei. Desculpe-me.

- Você não tem culpa seu bobo.

- Tenho... eu tô te fazendo sentir dor.

- Não seja bobo. – Zeo sentiu o menor apertá-lo – Pode continuar.

Logo Zeo estava totalmente no interior de Tobi. Ele deitou o amigo, colocou um travesseiro sob suas costas e começou a estocá-lo. O menor havia fechado os olhos e gemia a cada estocada nova,o ruivo passou a estocá-lo sobre a próstata fazendo-o gritar.

- Abre os olhos... Quero... Ver... Sua... Expressão... Completa. – Tobi apenas obedeceu e abriu os olhos cor violeta novamente

- Des... Culpa.

- Tobi...

- S-sim?

- Promete... Que... Ninguém... Além... De Mim... Vai te ver desse modo?

- Eu... Prometo. – após dizer isso o rapaz derramou-se entre os dois. Zeo gozou em seguida deixando seu sêmen no interior do companheiro.

- Você é meu, tá ouvindo?

- C-como a-assim?

- Você é meu. Ninguém poderá tocá-lo, jamais. Só meu, entendeu?

- P-por que tá dizendo isso, Zeo?

- Eu te amo, Tobi-Kun.

- Você...

- Sim. Você quer namorar comigo?

- Claro! – o garoto abraçou o namorado – Eu também te amo.

- Eu sei disso.

- Zeo, diz denovo que me ama?

- Te amo, te amo, te amo, te amo, te amo, te amo... – entre cada declaração e outra o mais velho beijava o outro rapaz.

- Obrigado por me amar essa noite. Me deu coragem...

- Coragem?

- Sim. Eu não tinha coragem de declarar meus sentimentos... Mas agora tenho.

- Fico feliz por ajudar. Mas agora você precisa dormir um pouco...

- Sim. – Tobi se aconchegou no peitoral definido do ruivo e fechou os olhos sonolento.

- Boa noite...

- Boa... Zeo? E seus pais?

- Eu vou contar pra eles logo, mesmo que não aceitem eu vou ficar com você, Ok?

- Ok.

- Durma bem...

- Você também.

- Te amo. – o sussurro de Zeo foi a ultima coisa ouvida antes de ambos caírem no sono.

###FIM###

Notas finais
Espero que tenham gostado... Beijos!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!