Notas iniciais
AMORAS! :3 :3 Olá, amoras. Como está do lado daí? Aqui está tudo bem! Esse cap tá tão fofo... muito fofo! Mexmo! GENTE! SERIO, MUITO OBRIGADA POR TODOS OS COMETÁRIOS! VOCÊS NÃO TEM IDEIA DE COMO EU FICO FELIZ! Tipo... nós estamos além da meta que eu queria! Eu to tão feliz! Muito obrigada gente! Obrigada também á Naomi Jackson Chase e á Gessikk ~Linda. Amo/sou os comentários dessa tia. Humm, sempre me emociono! :3 *-* ~. Beijos para vocês, amoras!!!! :3 Enfim... boa leitura!

Agosto. 17, segunda.

Percy apalpou a cama ao seu lado em busca de Annabeth.

– Annie? — ele se levantou.

Ele olhou para o relógio e pulou da cama

Se Percy queria ir para a escola? Não. Mas ele saberia que se não se arrumasse e descesse em alguns minutos, Annabeth entraria no quarto gritando e o jogando da cama.

Ele desceu as escadas, depois de fazer sua higiene matinal, ainda calçando o tênis.

Annabeth estava sentada á mesa, tomando café calmamente com sua mãe.

– Porque não me acordou?! — ele perguntou para Annabeth, nervoso, comendo seu pão com pressa.

– Na verdade, ainda são 7:30h, eu adiantei seu relógio, pode comer devagar — ela disse rindo.

– Meus deuses, Annie! Você quase me matou! — ele disse.

– Desculpe — ela disse e beijou a bochecha dele — Pelo menos não vamos chegar atrasados hoje, Cabeça de Alga.

Ae, temos que terminar o trabalho de Quiron — ele disse — Que bom que ele adiantou o prazo, eu e Nico mal acabamos a primeira parte.

– Vocês não fazem o trabalho, vocês conversam — Annabeth questionou.

– Você ainda não criou coragem para sequer falar com Thalia, Annie! — Percy rebateu.

– Mas eu já estou quase acabando — Annabeth corou — Depois apenas entrego e digo que fizemos juntas.

– Não — Percy disse pegando a mochila e levantando, sendo seguido por ela — Você vai falar com ela hoje.

Annabeth revirou os olhos e pegou uma maçã.

– Até mais tarde, Sally — Annabeth disse.

– Até, queridos — Sally se despediu.

Percy envolveu a cintura da namorada de leve enquanto eles andavam

– Ainda dói? — ele perguntou baixo.

– Não, tudo bem — ela disse e se acomodou á ele.

Naquele dia, os olhares foram menores. Percy viu Nico andar até eles.

– Oi! — ele disse, Thalia estava do lado dele — Vamos até a biblioteca? Eu achei uma sessão que tem o que precisamos!

– Claro! — ele olhou para Annabeth que olhava para os pés, os mexendo distraidamente — Eu já voltou, tudo bem, Corujinha?

– Okay! — ela disse.

– Thalia — Percy deu um aceno de cabeça para a morena e seguiu Nico até a biblioteca.

– Então... — Annabeth começou

– Tchau — Thalia disse

– Thalia — Annabeth segurou o pulso dela.

– Não me toque! — Thalia quase gritou.

Annabeth a soltou devagar.

– Não se preocupe, eu vou fazer o trabalho sozinha — Thalia disse — Não preciso de sua ajuda.

Annabeth abaixou a cabeça.

– Não entendo porque me odeia... — ela sussurrou.

– Eu não odeio você — Thalia disse e suspirou — Eu tenho medo de você.

Annabeth olhou para ela.

– Mas... — Annabeth começou.

Thalia a pegou pelo braço e a puxou para os fundos da escola.

Ai Deus, ela vai me matar e esconder meu corpo em algum lugar.

– Thalia, por favor — Annabeth disse baixo — Não me machuque.

Thalia olhou para os ombros dela encolhidos.

– Não vou machucar você — ela disse — Lhe trouxe aqui para lhe explicar algumas coisas.

Annabeth assentiu.

– Pode falar.

– Minha mãe era esquizofrênica — Thalia disse — Ela se descontrolava e batia em meu pai, às vezes em mim. Ela gritava coisas sem nexo e tentou matar a gente, alegando que nós estávamos tramando para mata-la... Foi terrível... Eu... Eu só queria manter distancia de você. Não tenha nada contra você, em si.

Annabeth assentiu

– Mamãe nunca me disse que Tia Mary (N/A: Não lembro o nome da velha, okay? Okay) tinha esquizofrenia.

– Não tinha porque, creio eu — Thalia deu de ombros — Desculpe por tudo. Você não é como ela. Percy está fazendo muito bem para você.

Annabeth sorriu e concordou.

– Está sim — ela disse.

– E, eu fiquei sabendo o que Tio Fred fez — ela disse — Sinto muito. Ele merece está lá.

Annabeth confirmou.

– Porque não vai mais tarde até minha casa... Casa de Percy — ela se corrigiu — Para fazermos esse trabalho, juntas?

– Pode ser — Thalia sorriu

Annabeth sorriu de volta.

– Ah! Aqui estão vocês! — Nico disse — Percy!

– Annie! — Percy exclamou quando a viu — Você é louca? Eu estava preocupado.

– Não vou responder sua pergunta, Percy — Annabeth disse.

– Na-Não foi isso que eu quis dizer — ele negou, se enrolando com as palavras.

– Eu sei o que você quis dizer, Cabeça de Alga — ela disse.

– Fizeram o que tinham que fazer? — Thalia perguntou para o namorado.

– Sim! — Nico concordou — Viemos atrás de vocês para a aula. Quiron tem mais algumas dicas e instruções.

– Ah, então vamos! — Annabeth disse.

– Nico vai mais tarde lá para casa, Annie — Percy disse, sussurrando para a menina — Convide Thalia.

– Eu já convidei... — Annabeth disse.

– Ótimo — Percy envolveu a cintura dela e beijou sua testa — Estou orgulhoso, pequena.

– Não fale comigo como se eu fosse um bebê — ela disse, fazendo biquinho.

– Só não mordo esse seu biquinho fofo porque tem pessoas olhando — Percy disse — E você é meu bebê, não discuta.

– Qual o problema das pessoas estarem olhando? — Annabeth perguntou com os olhos semicerrados.

– Não tem problema nenhum — Percy disse rápido.

– Então me beije — ela desafiou.

Percy rolou os olhos e a puxou para si, lhe beijando. Quando se separaram, Annabeth parecia peixe fora d'água tentando respirar.

– Pronto — ele disse — Assim está bom?

– Uhum — Annabeth só conseguiu dizer isso.

Algumas pessoas olhavam para eles curiosos, algumas meninas pareciam bravas e alguns até mesmo alguns sorriam.

– Vamos diminuir os beijos nós corredores, crianças — Quiron brincou.

– Meus deuses, você tem quantos olhos? — Percy perguntou

Quiron apenas riu.

– Ande logo, criança — ele indicou que entrasse — Mais estudos, menos beijos.

oOo

– Annie, o que são essas coisas? — Percy perguntou, desfiando da sacola no chão.

– Eu achei que seria legal "acampar" — Annabeth fez aspas com as mãos — Minha mãe costumava colocar a barraca no quintal e nós ficávamos lá, contando estrelas.

Percy sorriu. Mas esse logo sumiu. Será que ela tinha esquecido?

– Posso ver o que está colocando ai?

– Não! — ela exclamou — Vá embora! Vá atrás de cobertores. Ah, poderia me emprestar um moletom?

Percy riu.

– Tudo bem.

Annabeth colocou tudo na cesta e sorriu. É... Não era quase nada perto de tudo que ela fez por ela, mas era de coração. Ela esperava que ele gostasse.

...

– Pronto — Percy disse — Barraca montada. Edredons no chão. Cobertores em um cantinho. E... O que mais? Ah! A cesta!

– Okay — Annabeth sorriu.

Ela entrou na barraca seguida por ele. Ele devia ter colocado muitos edredons no chão, porque estavam bem macios. Ele abriu o "teto" da barraca para que eles pudessem ver as estrelas.

– Quantas estrelas você vê, Corujinha? — Percy sussurrou.

Annabeth começou a contar, murmurando, mas perdeu a conta e começou novamente.

– Não consigo — ela disse, chateada — Perco a conta.

– Pois é... — Percy sorriu — Esse é o tamanho do amor que eu tenho por você. Não consigo dizer o quanto, é muito grande — ele sussurrou.

Annabeth sorriu, corada.

– Eu amo você assim — ela fez um pouquinho com os deles, quase nada.

Percy pareceu triste, e abaixou os olhos.

– Só isso? — ele murmurou.

Annabeth sorriu.

– Porque, meu amor começa aqui, dá a volta ao mundo, e bom... Não termina — ela riu.

Percy riu junto.

– Minha mãe falava isso pra mim... Sinto falta dela — ela disse.

Percy suspirou e puxou ela para perto.

– Estou aqui, Corujinha — ele disse — E meu amor por você também dar voltas ao mundo, tudo bem?

Annabeth riu baixinho e sentiu seu relógio tremer.

Ela se levantou com pressa.

– O que houve? — Percy perguntou, sentando também — Oh, meia noite, faça um desejo.

Annabeth sorriu e pegou o pequeno bolo azul de dentro da cesta. Percy pareceu surpreso, mas sorriu.

– Desejo que você seja feliz — ela sussurrou — Desejo que consiga tudo que quer. E desejo que esteja comigo sempre, para que eu ame você e que você me ame. Do tamanho de todas as estrelas do céu, das areias do mar e das voltas ao mundo.

Percy pegou o bolo das mãos dela e sorriu ainda mais.

– Pensei que tinha esquecido... — ele sussurrou.

– Que tipo de namorada eu seria se esquecesse? — ela perguntou.

Percy riu e repartiu o bolo com ela. Eles comeram, beberam um pouco de refrigerante que havia na cesta e decidiram dormi.

– Ei, eu sempre vou estar com você — Percy disse no ouvido dela, quando já estavam deitados para dormi, com ela acomodada em seus braços — Sempre vou amar você. Prometo. Para sempre e sempre. Você vai fazer igual?

Annabeth sorriu e beijou a bochecha dele.

– Vou — ela sussurrou — Prometo. Para sempre e sempre.

Percy sorriu e beijou a testa dela.

– Boa noite, Corujinha.

– Boa noite, Cabeça de Alga.

E as estrelas continuavam a brilhar sobre eles, talvez um símbolo do amor deles a parti daquele momento. O símbolo daquela promessa, que não seria quebrada.

Assim Annabeth pensava.

Notas finais
QUERO LOGO AVISAR, QUE CANSEI DA CALMARIA! AGORA AS COISAS VÃO FICAR AGITADAS. Apenas isso. Não esqueçam de comentar! Se eu estou feliz, eu escrevo. E se eu escrevo, o cap sai mais rápido, huum! :3 Então comentem! :3 ~Mesmo com a volta as aulas, eu vou dar um jeito de manter minhas atualizações em dia, não se preocupem!~ Enfim... Tenho um perguntinha pra vocês: Quais BOOKTUBES vocês assistem/acompanham? Vamos ver o gosto de vocês. Huuum :3 *-* Beijos e queijos :3 Até, Maah.