Amargo Prazer
6 Cap. 6 - Ex-Amigos Não São Exceções!
Notas iniciais
Eu estou beeeem *-*
Agradeço por todos os reviews, amei cada um e vou responde-los até amanhã ^-^
Eu tentei fazer um cap. sem hentai, mas ele ficou meio.. Normal '-'
Bom, vamos lá: Capítulo super hiper mega dedicado a Juliana Oliveira, uai! Que me deixou uma recomendação lindaaaaa *----* A primeira da fic e muito, muito, muito perfeita!!!!
Oks, vou parar com o ataque aqui. Estou postando algumas horas antes do prometido e espero que gostem ;)
Nos vemos lá em baixo '-'
P.S.: Eu juro que paro com o suspense, pke quase td mundo acertou no cap. passado. E as torturas ficam como? uhauahusahs
– Atrasado? – ele perguntou me dando um belo sorriso.
Eu continuei encarando ele. Incapaz de dizer alguma coisa que não fosse todos os palavrões que rondavam minha cabeça.
– Não vai me convidar para entrar?- ele perguntou com o sorriso diminuindo.
– O que está fazendo aqui? – perguntei praticamente gritando, feliz por não ter dito todas as palavras consideradas impróprias que eu conhecia.
– Você costumava ser mais gentil, Rose, principalmente quando namorávamos. – André me lembrou parecendo ter se magoado com minha recepção.
– O que você quer comigo? – perguntei sabendo que aquilo era um mau sinal.
Ele olhou para os lados no corredor que tinha agora poucas pessoas. Nenhuma delas se importando ou prestando atenção no que estava acontecendo.
–Primeiro, eu gostaria de poder entrar e então...
–Daqui você não passa André! E é melhor nem tentar. – ameacei. Claro, eu tinha essa certeza até pensar em algo que não me agradou nenhum pouco. – Espera, foi você quem...
–Quem está pagando uma fortuna pra ficar com você, então, o mínimo que você poderia fazer Hathaway é me deixar entrar e conversarmos – falou me olhando com o sorriso no canto da boca.
Se ele continuasse o mesmo de tempos atrás ele realmente não iria apenas conversar.
–Eu odeio você André Dragomir! – falei desistindo dando espaço para que ele entrasse e assim o fez.
Eu nunca vou saber ao certo qual foi minha relação com André. Amizade era perto disso, mas amigos não transam, não é? Nos dávamos bem e tínhamos o mesmo circulo de amigos, o que nos levava a sempre estarmos juntos. Nosso relacionamento nunca evoluiu para algo mais sério devido à dupla personalidade dele. Em minha frente ele era ele mesmo, sem forçar qualquer atitude, mas bastava alguém de sua família estar perto para que ele se tornasse completamente o inverso. Eu ainda o achava fofo e também um mulherengo e não o via há quase dois anos, quando ele descobriu o que eu fazia e terminou tudo. Ao contrário do que se espera, eu não fiquei mal por isso. André era algo meio que... Proibido para mim.
– Sabe que eu realmente não acreditei quando me disseram que você ainda trabalhava aqui? – ele se sentou na ponta da cama e eu não fiz o mínimo movimento para me aproximar dele. André não era um cliente meu e eu não senti nenhuma vontade em agradá-lo.
– Não me diga que você ainda anda com aqueles mesmos amigos que vivem como se fossem adolescentes por aí. – falei torcendo o nariz, me lembrando que eu também costumava andar com eles.
–Não, na verdade eu ouvi um amigo comentar que esteve aqui outra noite e sobre como a tal Amanda era perfeita – ele riu no final da sua frase, como se fosse uma piada interna. O que realmente era, já que eu sempre agia diferente quando estava com André, nem de longe fazendo as mesmas coisas que eu fazia aqui. – Na verdade, eu senti muito a sua falta, Rose.
Eu percebi que ele estava apenas me enrolado e não gostei nada daquilo.
–André, porque não corta logo o papo furado e diz logo o que veio fazer aqui? – falei com a minha paciência começando a se esgotar.
– Educação mandou lembranças, Rose. – ele falou despretensiosamente.
–Engraçado, porque ela também mandou você ir se foder. – quando falei isso, André me ignorou e se levantou se aproximando de mim, que continuava parada perto da porta.
–Você ficou ainda mais bonita, sabia? – ele disse quando colou seu corpo ao meu – Queria saber por que nunca se vestiu assim quando estávamos juntos... – comentou apoiando uma de suas mãos em minha cintura e apertando ela ligeiramente.
– Porque você sempre foi o menininho do papai. – eu falei tentando empurrá-lo para longe e falhando quando ele colou ainda mais seu corpo ao meu. Eu me senti ser prensada entre ele e a parede.
– E você nunca me contou que era uma menina malvada, Rose. Mas se quiser também posso te chamar de Amanda. – sua mão desceu um pouco mais, fazendo o contorno da minha bunda enquanto sentia sua outra mão desfazer o nó do robe que eu usava. O tecido transparente caiu no chão se amontoando perto de nossos pés. Ele afastou sua cabeça do meu pescoço e então me olhou. Seus olhos verdes-jade com aquele brilho único que um dia eu tinha amado tanto. – E só pra constar, você fica muito sexy com essa peruca ruiva. – ele disse e sorriu, antes de me beijar.
E era exatamente como eu me lembrava. Embrenhei minhas mãos em seus cabelos louros e o puxei mais para mim. Eu estava quase me deixando levar quando percebi o que fazia e então afastei, virando meu rosto para o outro lado.
– O que foi agora? – ele perguntou. Seu hálito quente bateu em meu pescoço enquanto ele mordiscava minha pele.
–Nada de beijos, Andy. – eu disse e instantaneamente ele se afastou e me olhou.
André era realmente bem mais alto do que eu, de forma que eu tive que olhar um pouco para cima para poder ver sua expressão descrente.
– Eu não sou como qualquer um dos caras que você atende aqui.
–Claro que não! – eu disse concordando e passando as mãos entre o cabelo ruivo, como se desembaraçasse nós que não existiam ali. – Afinal, não é todo cliente meu que paga pra passar a noite toda comigo.
André suspirou exacerbado e eu fiquei confusa com sua atitude. O que estava acontecendo com ele? Aliás, porque ele havia vindo atrás de mim depois da forma como ele sumiu da minha vida?
– Então eu sou um cliente pra você, é isso Rose?
– Claro. – falei dando de ombros, tentando parecer indiferente. – E também seria bom se você parasse de me chamar pelo meu nome.
Okay. É certo que eu não estava gostando da forma como ele estava me tratando, como se estivéssemos no passado e tudo fosse normal, mas eu desejei que ele voltasse a ser como antes quando ele segurou um dos meus braços com força e me puxou pra ele.
–Muito bem Amanda. – ele falou parecendo ter se irritado com algo que eu disse, mas seja lá o que for, eu senti raiva de mim mesma por ter dito apenas pela forma como ele me olhava. – Se você quer assim, vai ser assim. Eu paguei, não foi?
– O que você quer dizer com...
Eu não pude continuar quando ele apertou fortemente minha cintura de encontro a sua. A próxima coisa que eu senti foi o impacto do meu corpo na cama quando ele me empurrou em cima dela.
E então eu sabia o que ele ia fazer. André tinha a péssima — ou excelente, dependendo de como você vê — mania de descontar todas as suas frustrações em sexo.
– Responda-me uma coisa, Rose. – falou tirando a gravata que ele usava e se aproximando de mim que estava no meio da cama – Você ainda é recatada como antes, cheia de restrições, ou está tudo liberado?
Eu entendi o que ele disse enquanto ele sorria malicioso para mim.
– Você sabe que eu nunca libero essa parte. — falei quando eu senti seu toque em minha perna, a puxando com força para baixo. André ficou por cima de mim. Uma de suas mãos serpenteou para dentro do sutiã que eu estava usando quando a outra desceu para minha bunda e a apertou. Minhas pernas circundaram sua cintura e eu mordi meu lábio inferior deixando um meio gemido escapar quando senti seu membro ligeiramente duro encostar-se a minha intimidade.
– Você sabe que uma puta que não faz anal não é puta, não é?
Eu o olhei seriamente, controlando por breves segundos a excitação que estava sentindo.
– E você sabe que se tentar fazer isso nunca mais enfia isso que você tem no meio das pernas em lugar algum.
Ele revirou os olhos, parecendo estar mais controlado, o que eu lamentei.
– Eu odeio como você faz parecer como se seguisse as regras, não mudou em nada. – falou sorrindo.
Eu poderia ter tido um bom futuro com André, claro, tirando o fato de sua família me odiar e me achar uma vadia por, segundo eles, desviarem seu filho do caminho de Deus, o que era totalmente mentira. Bem, exceto pela primeira parte.
Por mais que eu tenha me esforçado e que já conhecesse André por um bom tempo, enquanto eu estava ali com ele, testando as mais diversas posições, eu ainda sentia que ele era apenas um cliente como qualquer outro. O que estava me intrigando foi o fato de Damon ter parecido tão nervoso por causa de André.
Mas, obviamente, eu deixei essa dúvida de lado quando eu senti meu orgasmo se aproximando enquanto André se controlava ao máximo para prolongar aquela sensação. Logo, pensar logicamente não era algo que eu estava em condições de fazer. Os gemidos e sons que nossos corpos produziam quando se chocavam era a única língua que eu estava entendendo naquele momento.
Notas finais
Bem, prestem bem atenção no André e na Rose, principalmente, no próximo cap. quando o Dimitri aparecer hihihi
#Ops, sem spoilers ^-^
Seguinte, leitores fantasminhas da tia Lyla (adoro o apelido que a Fran me deu hehehe) Vamos todos comentar pra me deixar big feliz e postar bem rapidão?
~ deixem-se ser seduzidos pela caixinha grande e branca '-'~
Recomendações são tão válidas quanto reviews *-*
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