Amargo Prazer
24 Cap. 24 - Coisas que você deveria saber...
Notas iniciais
Então, demorei um bucadinho a mais do q esperava pra atualizar as fics dessa categoria, não me perguntem porque, se AP era q eu mais estava ansiosa para postar.
Bem, antes q vcs comecem a leitura, eu devo dizer algo importante: O cap. está estranho. É, bem estranho. Vcs vão ver quando estiverem lendo. O motivo disso é: A pessoa aqui inventou de ler o livro "O Abraço" escrito por Lygia Bojunga, um excelente livro. O problema é que o livro não é o tipo de leitura indicada caso você vá escrever logo em seguida. Eu escrevia Dimitri e lembrava o Homem da Água. Escrevia Rose e lembrava da Cristina, e eles não tem nada a ver um com o outro :/ Enfim, é por isso. Eu tentei deixar menos... Dramático (O.o) mas acho q não deu certo.
Então, se quiserem dica de leitura para não conseguir dormir, leiam O Abraço, vcs não vão dormir porque vão ficar se perguntando se já acabou e xingado a maldita Cristina ¬¬' #Oks, chega de desabafo literário aqui.
Espero que... Não tenha ficado confuso.
*Notas finais são de importância extrema ^^
- Eu gosto desta – afirmei, sentindo que minhas pernas iam ceder a qualquer momento se eu não me sentasse em um banco ou qualquer coisa que me deixasse com os pés suspensos no ar.
Dimitri me lançou um olhar cético e ergueu uma sobrancelha.
- Não, não gosta. Você quer ir embora, admita.
Eu revirei meus olhos, cruzando meus braços ao redor de mim e tentando esquecer a dor que sentia. Se eu ficasse parada, quietinha, talvez melhorasse...
- Certo, eu quero ir embora. Então, vou levar esta – mostrei mais uma vez a boneca de cabelos rosa. Honestamente, Dimitri tinha motivos para realmente não gostar da boneca. Quer dizer, o sorriso pintado que ela tinha era realmente assustador, mas, no momento, eu só queria ir de uma vez para casa.
Cansado de discutir, Dimitri tomou a boneca de mim e colocou de volta na prateleira.
- Eu quero ver aquela outra, a maior. – ele disse a atendente.
- Me lembre de nunca mais te chamar para comprar o presente de Carly – eu murmurei, em um tom baixo, mas que desse para ele ouvir.
Dimitri inclinou a cabeça levemente para o lado e deu um pequeno sorriso. Ele caminhou até onde eu estava, praticamente me segurando em uma pilastra para ter certeza de que eu não cairia. Malditos Christian Louboutin de liquidação!
- Você vai me agradecer no final, acredite – ele pegou meu rosto em suas mãos, dando um beijo na ponta do meu nariz e então roçando seus lábios nos meus. Sem hesitar eu coloquei meus dois braços ao redor de seu pescoço.
- Isso depende se vai incluir uma massagem no final – eu perguntei, realmente pensando em uma massagem.
Dimitri fingiu considerar, enquanto dava um pequeno sorriso que fazia leves marquinhas aparecerem no canto de seus olhos. Então ele me deu um rápido selinho, sem realmente responder.
- Aqui está. É a única do estoque, não temos outras opções – a atendente disse, entregando a boneca e parecendo tão ou mais cansada do que eu. Eu diria que se não levássemos aquela, ela provavelmente começaria a surtar ali mesmo.
- Se parece com a Carly – Dimitri disse e então virou para mim, me mostrando – O que você acha? — A boneca, de certo modo, realmente se parecia com Carly. – E o sorriso não é assustador – provocou.
- Aquele era tipo de boneca que eu tinha quando era criança – me defendi, dando de ombros.
- Eu aposto que você arrancava a cabeça delas e pendurava em vários pregos no seu muro – ele sugeriu.
- Hm, quase isso – eu respondi, provocando risos por parte dele — Vou levar essa!
A vendedora sorriu e se dirigiu rapidamente para o caixa, como se temesse que eu voltasse atrás na escolha. Após pagarmos, nós voltamos para o carro, indo em direção ao apartamento de Dimitri para que pudéssemos almoçar juntos.
- O que vai fazer no fim de semana? Depois que trabalhar. – Dimitri perguntou, segurando o volante com uma mão enquanto vasculhava os bolsos da calça atrás de alguma coisa com a outra.
- Nada, eu acho. Syd quer que eu vá com Carly para sua casa no sábado, algo com brincar com a irmã mais nova dela que vai estar lá.
Do bolso da frente de sua calça preta, Dimitri tirou um pequeno papel ligeiramente amassado e me entregou.
- Queria que você fosse comigo. E Carly, é claro.
Eu li o que dizia, me concentrando nas primeiras frases do convite. Levei meus olhos até Dimitri, que alternava olhares entre eu e a rua movimentada.
- Uh, bem, aqui diz que é uma festa para a família – eu falei, e então dobrei o convite de volta, o guardando no porta-luvas. Sabia que seus olhos estavam atentos em mim agora, com uma expressão incomoda. E então, me esforçando para deixá-lo confortável, eu sorri, me virando para ele – Bem, já estava na hora de eu ter um lugar para usar aquele vestido que você me deu. – eu pisquei, mas, no momento seguinte, me sentindo incerta sobre aquilo.
- Não faça essa cara, Roza. Sabe que não precisa ir se não quiser – ele disse, e só então eu percebi que eu deveria estar com uma expressão péssima. Provavelmente, a de quem estava sendo levada para a forca. Às vezes, era um saco Dimitri me conhecer cada vez mais a ponto de saber quando eu estava fingindo. Quero dizer, antes dele, todos acreditavam em minhas mentiras.
Eu balancei minha cabeça para os lados.
- Não, não. Eu quero, é só que... – Por que mesmo eu estava tentando enganá-lo? Realmente, eu não via um sentido enquanto estava claro em seu rosto que ele sabia o que me incomodava.
Dimitri pegou a mão que descansava sobre minha coxa e entrelaçou nossos dedos.
- Não estou te pedindo em casamento – ele murmurou. Ergui meu olhar até o seu e ele estava sério – E muito menos quero que se sinta forçada a passar por uma situação que não quer.
- Tudo bem – assenti com a cabeça – Eu sei que não quer. – eu disse, tentando dizer a mim mesma que não havia mal naquele convite, era só o meu maldito medo em deixar as coisas subirem para outro nível. Não casamento, obviamente. Dimitri e eu estávamos juntos, namorando. Ponto. Final de descrição. Eu queria me envolver mais e estava pronta para aquilo, o que me incomodava era saber o que viria junto com nosso envolvimento. E era aquilo que eu não sabia se estava pronta para enfrentar.
De dentro da minha bolsa, eu ouvi o som do meu celular tocando. Abri-a rapidamente, me sentindo quase aliviada enquanto buscava pelo meu celular. E quando o encontrei, eu apenas o joguei lá dentro de volta e fechei a bolsa, colocando-a em cima das minhas pernas e arrumando a embalagem da boneca em cima dela. Dimitri ainda me olhava. Muito provavelmente ele sabia de quem se tratava, mas não disse nada.
Eu retirei minha sandália, sentindo como se meus pés não fizessem mais parte do meu corpo. Pelo canto dos olhos, vi Dimitri me lançar um olhar preocupada quando emiti um baixo gemido de dor.
- Não ouse dizer nada – eu sibilei, lentamente, impedindo qualquer frase do tipo "eu te avisei" e possíveis derivados.
Eu mexi meus dedos, me certificando de que eles ainda estavam ali. Ponderei sobre jogar os sapatos fora, mas não seria algo considerável já que eu havia gastado uma nota neles, na liquidação ou não. Ok, eu os guardaria. Talvez com o tempo eles parassem de apertar tanto...
Quando chegamos ao seu apartamento, Dimitri ainda permanecia em silêncio, nem mesmo quando eu coloquei de volta os sapatos e manquei para fora do carro ele disse algo. E eu tinha a forte impressão que seu silencio não tinha nada haver com meu pedido de silêncio no carro.
O clima pesado durou até quando eu não consegui mais engolir as almôndegas como se não soubesse que ele tinha algo para me dizer.
- Tudo bem, diga de uma vez – eu incitei, mas não foi preciso mais do que isso.
- Você devia decidir de uma vez o que quer, Rose – ele disse, deixando seus talheres de lado, mas sem olhar diretamente para mim – Você parece certa com relação a algumas coisas, mas quando devia enfrentar o problema você foge.
- Eu não faço isso – disse – Eu quero ir naquele jantar com você, sério. Só temos que resolver algumas coisas antes. – eu disse.
- E você quer começar pelo meu passado, por Malory – não foi uma pergunta, então continuei em silêncio, com a esperança de que ele próprio tocasse na ferida – Do que você tem medo, afinal de contas?
Medo? Não era exatamente isso que eu sentia. Eu não era do tipo que sentia medo de gente morta — a não ser que ela aparecesse para mim. Era apenas receio de que eu entrasse naquilo enquanto ele estava preso ao passado. Era disso que o André também parecia ter medo, já que ele ainda me ligava com a desculpa de "checar se eu estava bem".
- Você ainda a ama – eu murmurei, tempos depois – Não é? – eu sabia que se continuasse, acabaríamos discutindo por algo que Dimitri já disse que havia acabado, mas eu não acreditava naquilo. Se era para realmente assumirmos um compromisso na frente de todos, que não tivesse mais nada entre a gente. Principalmente um fantasma que provavelmente não merecia qualquer honra – Você sabe que há algo de errado nisso. Você sabe que André talvez esteja certo.
- Por que ele estaria? – ele perguntou.
- Por que não? – eu perguntei de volta
- Então você acha que eu realmente fiz algo contra minha ex-mulher? Pior, que tive algo com a morte dela? – a declaração parecia absurda saindo da boca dele, e realmente era, mas não era àquilo que eu havia me referido.
Eu balancei a cabeça, umedecendo meus lábios e colocando uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.
- Não – eu murmurei e então o fitei diretamente – Porque você sabe que ela não pode ser tão perfeita como você diz. Porque você sabe que ela realmente traiu você e que talvez a filha que você perdeu não fosse real-
O barulho da taça que antes Dimitri segurava caindo no chão me assustou. Maldita mania que eu tinha de falar demais! Eu devia ter guardado minha suspeita para mim mesma, e não as jogado em cima de Dimitri como se não fosse sobre sua vida aquilo. O suco de maracujá molhava o tapete cinzento e escorria para a parede. Finalmente eu percebi quem realmente tinha medo ali; Dimitri. Medo de descobrir que havia sofrido tanto tempo por alguém que não merecia. Medo por acabar descobrindo que havia vivido uma ilusão, no final de tudo.
Ele se levantou, indo em direção a sua área de serviço e então voltou com um pano molhado, passando onde havia derrubado o suco. A taça continuava intacta, parecendo que nem havia sofrido com a queda. Eu perdi o apetite e Dimitri não protestou quando eu peguei minhas coisas e fui em direção a porta. Eu também não protestei quando ele me ofereceu carona de volta para casa.
Quando ele me deixou na portaria do meu prédio, eu apenas vi seu carro desaparecer quando dobrou a esquina. Chutei uma lata de lixo reciclável enquanto passava para dentro, com raiva de minha idiotice ao ter jogado aquilo em cima dele. Uma coisa era ele pensar. Outra, bem diferente, era ter sua namorada jogando aquilo em cima de você.
Olhei em meu relógio. Tinha algum tempo até que estivesse na hora de buscar Carly. Talvez estivesse na hora de parar de fugir dos problemas.
Eu subi até meu apartamento rapidamente, guardando a boneca em um lugar que Carly não encontrasse já que seu aniversário seria apenas no dia seguinte e troquei de roupa, jogando os malditos sapatos pelo quarto. Bolhas pareciam que iam se formar em cima de meus dedos, mas eu não me importei com isso quando calcei um tênis confortável. Enfiei dinheiro e celular no bolso da calça jeans e saí do apartamento, trancando a porta atrás de mim e descendo pelas escadas, sem paciência para esperar pelo elevador. Eu tinha exatamente uma hora e meia para fazer aquilo.
Taxi nunca me pareceu ser uma coisa tão difícil, até aquele momento. Um senhor alemão insistia em querer conversar comigo durante o trajeto, enquanto tudo o que eu fazia era balançar a cabeça, não compreendendo tudo o que ele dizia pelo sotaque forte. Ou, talvez, fosse só eu mesma que não conseguia me concentrar em nada exatamente.
No entanto, quando eu finalmente parei em frente à porta branca, eu dei um passo para longe dela, começando a me arrepender de ter ido até lá. Foi quando André abriu a porta. Simples assim. Como se soubesse que eu estava ali, do outro lado, esperando por um estímulo para fazer aquilo.
- Rose? – ele perguntou com a voz meio adormecida. Passou uma mão pelo rosto cansado e então tentou ajeitar as roupas amassadas no corpo – O que faz aqui?
- Posso entrar? — perguntei.
Ele hesitou, e então, depois de alguns segundos, deu espaço na porta para que eu passasse. Tudo lá dentro estava arrumado, impecável e em perfeita ordem, como sempre. Tanto, que André, todo desleixado, parecia não pertencer àquele lugar. Seus pais provavelmente não estavam em casa. Emma jamais deixaria o prodígio Dragomir estar daquele jeito, mesmo que estivesse em casa. Ele caminhou até um sofá, se jogando de qualquer jeito ali.
- O que deseja, senhorita? – perguntou com a voz grave, lenta e meio baixa – Achei que me quisesse longe de você.
- Eu preciso falar com você – falei, focando meus olhos nele, me perguntando por que ele estava sendo tão cordial.
André revirou os olhos, se esticando no sofá para pegar um copo que estava sobre a mesinha. Eu avaliei durante um tempo a substancia avermelhada e então seu rosto, para logo depois constatar que não tinha nada alcoólico ali.
- Uh, suponho que ele não saiba que você está aqui, não é? – perguntou. Não foi preciso perguntar a quem ele se referia. Ele continuou – É engraçado como Dimitri e eu fomos amigos quando não havia nenhuma mulher no meio. – ele disse como se falasse com outra pessoa.
Eu fiquei um tempo em silêncio, começando a me perguntar o quê eu realmente queria ali. E o que eu faria caso minhas suspeitas fossem confirmadas.
- Eu nunca estive entre vocês dois, André – eu disse quando percebi que o silêncio havia durado por tempos demais.
Ele riu, como alguém que acaba de ouvir uma boa piada e então parou, subitamente, como se nunca tivesse começado.
- Não era sobre você que eu falava, Rose. Não desta vez. Sabe, nem tudo é sobre você — Quer dizer, obviamente tudo te envolve agora, mas não é você quem está entre Dimitri e eu.
- Se vocês fossem tão amigos assim, jamais teria tido um caso com Malory! – acusei sem medo – Eu não consigo entender é todo esse ódio que você parece sentir agora. – Ele se levantou, ficando de costas para mim, e eu também me levantei – Seja lá o que você tente fazer para me colocar contra Dimitri, não me importa. Eu não quero saber se você realmente gostava da ex-mulher dele, ou se a filha que Dimitri pensava ser dele na verdade era sua, ou se você pensa que ele é ruim. Não importa, André. Dimitri não merece que mais pessoas entrem em sua vida como se pudéssemos mudar ela. E é por isso que você vai parar de me ligar. Eu estou bem, você vê? Dimitri nunca me faria nenhum mal.
No instante seguinte André tinha se voltado para mim, seus olhos verde jade agora me assustando. Ele ergueu um dedo no ar e então apontou diretamente para o meu rosto, antes de abaixá-lo, parecendo frustrado.
- Você nunca vai entender, sabia? Sempre vai achar que tudo está entre mim e você, quando na verdade envolve apenas você.
Eu balancei minha cabeça, confusa.
- Você acabou de dizer que eu não estava envolvida entre vocês. Que era Malory e-
- Você sempre foi amiga da Megan – ele disse, me interrompendo como se eu nem tivesse dito – Sempre juntas, inseparáveis. Lembra do quanto os garotos achavam ela bonita? Bem, você também era, e continua sendo linda, mas Megan era mais velha. Era exatamente por isso que eu gostava dela. Ela era mais esperta também, manipulava todo mundo da forma que queria. Você confiava cegamente nela – ele riu, amargurado, caindo novamente no sofá.
E cada vez mais, eu me sentia confusa.
- E como Megan entra nessa história? – eu perguntei.
- Ela não entra. Ela sempre foi a história, do começo ao fim, você não vê? — ele se levantou, fazendo um sinal para que eu esperasse e subiu as escadas rapidamente. Ele voltou minutos depois e eu não havia me mexido um centímetro. Começava a pensar se não havia algum remédio naquele copo. André me entregou um envelope amarelado.
- O que tem aqui? – indaguei, não sabendo o que esperar.
Ele simplesmente deu de ombros.
- Algumas recordações. Dimitri acha que são dele, mas, honestamente, acho que nem suas são. Tampouco minhas. Devia queimá-las, eu faria isso.
Eu abri o envelope, enfiando minha mão lá dentro e puxando duas fotos. A que estava na frente, eu reconheci de imediato. Não importa o que digam sobre todos os bebês terem a mesma cara, eu sabia perfeitamente quem ela era. As bochechas dela eram exatamente como as de Meg, assim como o nariz arrebitado. Era Carly, ainda recém-nascida. Na foto, ela parecia estar no leito da maternidade, com uma pulseirinha no braço. Quando a conheci, ela estava um pouco maior, já com algumas semanas e também mais gordin-
Eu o olhei, e então de volta para a foto e seu rosto outra vez.
- Como você conseguiu uma foto dela ainda no hospital? Nem Megan tinha, porque quando eu perguntei a ela, me disse que não havia tirado fotos de Carly e nem de quando estava grávida.
- E realmente não tirou – ele respondeu, novamente dando de ombros, como se aquilo esclarecesse tudo.
- Então como-
- Essa é Samantha Eleonor Belikov.
Eu apenas o fitei, certa de que definitivamente não devia ter vindo . Mas, antes que eu pudesse chamá-lo de louco e indicar que ele fizesse tratamento ele puxou a foto a foto de Carly, deixando apenas a outra. Essa era de Megan, dando um pequeno sorriso e nos braços dela estava Carly. Seria uma foto normal, senão fosse por quem estava nela: Dimitri, abraçado a Megan e com uma das mãos no cobertor que cobria Carly. Seu cabelo estava mais curto, mas seu sorriso era o mesmo que ele costumava ter quando estava puramente feliz. Megan também tinha o cabelo mais curto; exatamente como havia chegado aqui, quando voltou com uma filha nos braços e com uma meia-história.
- A legítima família feliz, você não acha? – ele perguntou, mas sua voz apenas entrava em meus ouvidos, sem tirar qualquer reação de mim – Malory, Samantha e Dimitri. Ou, Megan e Carly, mas eu não sei se é certo se referir a Dimitri como o pai dela quando ele nem ao menos conhecia o passado da mulher que até hoje diz amar.
Notas finais
E, eu vi algumas pessoas pensando que a irmã da Rose tava viva, aproveitando no Caribe... E não, eu não vou responder isso agora. Embora, a teoria de ela estar viva ter algumas dificuldades. Ela teria de enganar mais pessoas ainda. Mas, se ela estiver viva, é porque ela tem uma coisa muito ruim pra esconder. Principalmente, por causa do que ela fez. Quer dizer, teria de ter um motivo pra André ter ficado calado todo esse tempo e só resolver falar agora, certo?. OMG será q ela tah viva e ameaçando ele e por isso ele resolver falar de uma vez? Porque ele ainda gosta da Rose? Ou talvez, porque ela realmente morreu e ele não vê motivos mais para esconder... Ou talvez, porque ele tenha medo de algo acontecer com Rose. Talvez por causa de um certo russo ...
Oks, eu paro com isso asuhaushaushaushauhas De qualquer forma, eu mantenho minha boquinha fechada #Tipo musica do pré, sabem? A do mosquitinho #Oks, esqueçam.
- Bem, é isso, inté a próxima pessoas lindjas ^^
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