Amantes.
13 Capítulo 12
Notas iniciais
Mais um capítulo para vocês!
Esse foi betado por Naiara - Obrigada florzinha!
Kiki Cullen, você me faz uma falta viu amiga! Espero que estejas bem! Gbjs!
Ainda enxergava tudo vermelho!
Seu maxilar continuava travado, sua vontade era voltar e acabar com o filho da puta que havia dado em cima da sua mulher. Todos os músculos de seu corpo continuavam rígidos, prontos para lhe aplicar uma boa lição.
Bandeiras... filho de uma puta! Que nunca mais ousasse cruzar seu caminhou, e muito menos o de sua mulher, porque não se responsabilizaria por seus atos! Isabella era sua, e nenhum puto ficaria vivo se ousasse tocar em um único fio de cabelo dela.
Respirou, tentando controlar sua respiração e as batidas aceleradas do seu coração, não queria vê-la assustada novamente. Balançou a cabeça tentando afastar esses pensamentos.
Deveria estar grogue depois do analgésico que havia tomado no hospital? Se deveria, com toda certeza tinha algo errado porque seu corpo ainda estava em alerta. Ou melhor, seu corpo queimava. E continuava fodidamente duro.
E para seu desespero Bella ainda estava no bendito banho!
Voltou a olhar em direção do banheiro, fazendo o possível para continuar onde ela o havia deixado. Sentado, na cama com o corpo apoiado no encosto e a bendita mão imobilizada apoiada sobre um travesseiro. Bella! Só sua Bella para lhe manter quieto naquele momento, onde seu desejo era de estar lá com ela. Ou melhor, estar bem fundo dentro dela, aplacando todo desejo que consumia seu corpo.
Mas, ao invés disso, continuava como ela havia deixado.
A dor que viu refletida em seus olhos, o tinha ferido mais que a porra dos dedos quebrados.
— Isabella?— A voz impaciente de Edward a fez sorrir diante do espelho. — Vai demorar quanto tempo trancada nesse banheiro?
— Cinco minutinhos amor. — Ampliou o sorriso se observando. — Só mais cinco minutinhos.
— Baby, faz meia hora que espero esses malditos cinco minutinhos passar!— Rugiu.
— Amor, não seja impaciente!— Foi até a porta olhando-o, mas escondendo o resto do corpo. — Só mais cinco minutinhos.
— Cinco minutos contando de agora, e nem mais um segundo entendeu! — Embora quisesse demonstrar raiva, devido à espera sua voz saiu rouca, mesclada com o intenso desejo que estava sentindo. — Porra Baby, já fomos a porra do hospital como você queria, estou com essa mão imobilizada que está me enchendo o saco, não sei por que tanta frescura por conta de dois dedos quebrados.— Suspirou.— Sem falar no tesão do caralho que estou, e você ainda tripudia. Termina logo aí amor e vem aqui vem.
— Acho que me esperar cinco minutinhos não é nada demais!— Disse em pé na soleira da porta, com um sorriso travesso nos lábios, fazendo Edward babar, enquanto a devorava com os olhos. — Só estava tomando um banho para poder dormir.
— Isabella, dormir não está nos meus planos para essa noite. — Disse já se levantando, mas parando quando Isabella levantou a mão pedindo que continuasse sentado.
— Se você se levantar dessa cama voltou e me tranco no banheiro. — Sorriu recebendo em troca o sorriso malicioso dele.
— Você é quem manda Baby!— Levantou a mão em rendição voltando à posição que estava antes.
Isabella caminhou lentamente até a cama, fazendo sua minúscula camisola, mostrar mais do que realmente queria.
— Se o propósito é me faze enfartar, quero lhe informar que está “quase” conseguindo. — Falou tentando puxá-la quando estava ao seu lado.
Sorrindo Isabella subiu na cama, engatinhando sobre ele, serpenteou seu corpo de encontro ao dele, fazendo fechar os olhos por breves instantes.
— Bella!
— Estou aqui. — Sussurrou antes de lamber o vão de seu pescoço e morder o lóbulo da orelha dele. — Estou queimando Edward!
— Vem aqui!— Sua mão boa invadiu os cabelos de Isabella, puxando-a de encontro a ele, assaltando sua boca em um beijo apaixonadamente selvagem. — Droga!— Gemeu em frustração quando tentou mover a mão machucada. — Essa porra!
— Shiii.— Mordendo os lábios inferiores, Isabella se aproximou, distribuindo beijos molhados por seu rosto, descendo por sua mandíbula.—Seu gosto é inebriante.— Alisou seu peitoral antes de beijar seus mamilos arrancando mais gemidos de Edward, enquanto suas mãos deslizavam perigosamente por cima da boxe preta.— Humm, o que temos aqui?— Apertou o membro rígido de Edward fazendo-o urrar.
— Um pau extremamente duro de saudade dessa boceta deliciosa. — Gemeu mexendo o quadril. — Louco para estar dentro dela.
Aproximando-se do membro dele, que estava em ponto de arrebentar a boxe, e por cima da mesma, Isabella mordeu-o, antes de acaricia-lo com seus lábios. Torturando-o o quanto podia, antes de refazer o percurso dando beijos e mordida pelo corpo dele até chegar ao seu ouvido.
— Só sentiu saudade da minha boceta Edward. — Sua voz rouca o deixou ainda mais duro se isso pudesse ser possível. — Isso é algo tão lamentável.
— Ô baby! — Gemeu quando Isabella sentou em seu colo deixando suas intimidades bem próximas, mas não tão próxima como Edward desejava. — Bella!
— Ainda mão me respondeu Edward. — Voltou a beijar seu rosto antes de tomar sua boca. — Só sentiu saudade da minha boceta?— Sussurrou ainda em seus lábios, sentindo a mão dele em sua bunda a puxando para cima de seu pau.
— Não Baby, senti saudade do seu cheiro. — Edward passou o nariz pelo vão de seu pescoço. — Uma saudade filha da puta dos seus beijos.— Tomou sua boca em um beijo beirando ao desespero.— Saudade da sua pele.— Sua mão boa, deslizou pela lateral de seu corpo apertando-a, fazendo-a gemer.— Oh céus! Senti uma puta saudade dos seus gemidos.
Com seus olhos conectados, inconscientemente Isabella rebolava sobre seu membro.
— Saudade de seus olhos, do brilho que vejo quando meu pau está enterrado em você, da paz que sinto todas as vezes que me olhas. — Sua mão boa agora vagava por entre as coxas dela, indo de encontro a sua intimidade totalmente encharcada. — Baby!— Urrou, antes de invadir sua calcinha, deslizando seus dedos por sobre sua intimidade antes de penetrá-la, arrancando gemidos de ambos. — Senti sua falta meu amor. — Gemeu, encostando suas faces assaltando seus lábios entre abertos, ainda movimentando seus dedos avidamente dentro dela.
— Edw...ard! — Gemeu rebolando em seus dedos, sentindo as ondas de excitação correndo por todo seu corpo, e em poucos segundos explodia em sua mão.
Hipnotizada por seu olhar de luxuria, observou quando Edward levou seus dedos à boca, lambendo-os, degustando o sabor de seu gozo, sem jamais quebrar o contato do olhar.
— Sou totalmente dependente de você Bella. — Fechou os olhos por segundos em êxtase saboreando de seu liquido, e quando os abriu queimava-a de tanta luxuria. — Você é meu mundo. — Sua mão a agarrou pela nuca trazendo-a para perto de sua boca. — Céus! Não sou nada sem ter você comigo baby!
***
Esme velava o sono de seu marido, sentada ao lado de seu leito. Embora estivesse esgotada física e mentalmente, recusava-se a deixá-lo sozinho. Carlisle era seu universo, sempre o foi. Desde o primeiro olhar.
E, em câmera lenta viu sua vida passar diante de seus olhos. A troca de olhar, o primeiro sorriso, o primeiro beijo. Sua entrega total ao Homem de sua vida, a forma como se amaram desde o primeiro instante.
Os planos, os projetos de vida que foram concluídos juntos. Não ouve facilidade, mas eles sempre permaneceram unidos. A felicidade que compartilharam com a chegada de cada filho. E o orgulho de Carlisle por cada um deles.
Emmett com suas brincadeiras constantes que emanava alegria por toda casa... Edward com seu jeito peculiar de ser, sempre atento a tudo que o pai dizia e que juntamente com Emmett o seguia por toda casa... E Alice, sua princesinha.
Sorriu, todos estavam crescidos e não precisavam mais dos cuidados constates dela, mas não deixavam de serem seus bebês. E por eles, pela felicidade deles, seria capaz de qualquer coisa.
Até romper com seu universo!
Fechou os olhos tentando mais uma vez rever em que ponto havia quebrado o elo de amor que sempre existiu entre eles. Em que parte do caminho aconteceu o desvio que estava afastando-os? O que o fez mudar tanto? Ainda não conseguia entender, o que o levava a agir daquela forma. Seus filhos sempre foram seus bens mais preciosos, o que diabos havia mudado?!
Essas perguntas só ele poderia lhe responder. E não tinha a mínima hipótese de Carlisle escapar.
Fechou os olhos lembrando-se de parte da conversa que escutou, ainda estava estarrecida.
Voltou a olhar seu marido que continuava dormindo tranquilamente e sem mais conseguir controlar permitiu que as lágrimas banhasse seu rosto.
— Por que Carlisle?— Sussurrou baixando a cabeça sobre o leito dando vazão ao choro. — Eu nunca vou lhe perdoar!
***
— Bella! — Gemeu tentando parar seus movimentos. — Não vou conseguir me segurar por mais tempo. — Trincou os dentes, sentindo os lábios dela deslizando por seu pau, antes de voltar a sugá-lo e engoli-lo. — Quero você sentada em mim. — Urrou puxando-a pelos cabelos. — Porra! Não quero gozar em sua boca Isabella, senta na porra desse pau agora!— Gritou puxando-a com mais força conseguindo se objetivo.
Sorrindo maliciosamente Isabella ficou em pé, dando ao seu futuro marido uma visão privilegiada de sua intimidade, antes de descer lentamente, alojando seu membro pulsante em sua entrada escorregadia o permitindo deslizar lentamente para seu interior.
Ambos gemeram.
Curvando seu corpo com as mãos apoiadas nas pernas de Edward, deixando seus seios bem a frente de seu rosto, os quais ele atacou sem demora. Lentamente Isabella se movimentava sobre seu membro.
Edward revezava sua mão boa entre a bunda de Isabella e seus seios. Queria tocá-la, apertá-la a todo instante, mas infelizmente sua outra mão estava fodidamente latejando e a porra da paleta que estava sustentando seus dedos estava incomodando pra caralho.
— Preciso de minhas duas mãos em você! – Urrou frustrado.
— Não!— Sorriu. — Eu preciso de sua boca em mim.
Edward urrou antes de voltar a sugar e a morder seu seio direito apertando o mamilo esquerdo entre seus dedos. Enquanto Isabella cavalgava avidamente sobre ele. Sentindo o fogo correndo por todo seu corpo.
Os gemidos aumentavam ecoando pelo quarto, sem controle Edward segurou os cabelos de Isabella pela nuca, puxando-o, fazendo seu corpo voltar a se curva, levando seus seios diretamente para sua boca, mordendo-a deliciosamente da forma que Isabella gostava.
A resposta foi imediata, seu corpo praticamente quicava sobre o dele, proporcionando a ambos um prazer violento. Esquecendo-se de tudo, rodou com ela sobre a cama, ficando por cima dela, mantendo os ritmos das estocadas.
— O...o...o Deus!— Gritava alucinada sentindo seu corpo ser deliciosamente invadido. As estocadas de Edward cada vez mais rápidas e fundas, religando todos os pontos em seu corpo, fazendo-a explodir, gritando por ele.
Duas estocadas mais fundas e Edward chamava por Isabella, antes de esmagar seus lábios, em um beijo de posse, enquanto se despejava dentro dela.
— Te amo. — Isabella sussurrou enquanto seu corpo era envolvido pelos braços dele. — Nossa única noite em Vegas... nunca vou esquecer.— Sorriu.
— Não precisa ser nossa única noite baby. — Depositou um beijo no vão de seu pescoço. — Você faz questão de um casamento pomposo?
— Lógico que não. — Isabella virou ficando de frente pra ele. — Você sabe que não gosto dessas coisas.
— Então. — Roubou um beijo dela. — Poderíamos aproveitar que estamos aqui, e nos casarmos. — Piscou. — O que acha?
Isabella sorriu, animada com a ideia.
— Perfeito!— Entrelaçou Edward com as pernas. — O que importa pra mim é ter você sempre ao meu lado.
— Estarei ao seu lado sempre baby. — Piscou. — Não se livrará tão fácil de mim.
— E quem disse que quero me livrar?
— Fico feliz em saber Sr.ª Cullen!— Sorriu.
— Já?— Arqueou uma sobrancelha. — Não seria depois do casamento?
— O sobrenome é só para os desavisados de plantão ficarem sabendo que você é minha Isabella.
— Desde sempre!— Sorriu atacando a boca dele.
— Desde sempre!— A mão dele apertou sua bunda mordendo os lábios dela.
— Ô Edward. — Seus lábios voltaram a serem esmagados. — Você é minha vida. — Gemeu em sua boca. — Senti tanto a sua falta.
— Agora estou aqui. — Gemeu quando seus lábios foram separados. — E nada meu amor, nem ninguém, vai nós separar.
***
— Esme?— A voz distante e alarmada de Carlisle a trouxe a realidade. — O que aconteceu carinho?— Esme balançou a cabeça em negação. — Aconteceu alguma coisa?
— Agora não Carlisle. — Se afastou do toque dele. — Agora não.
Ele olhava alarmado a sua mulher, tentando decifra o que se passava com ela. Despertar com seu choro o tinha deixando em alerta.
— Eu quero saber o que está acontecendo. — Pediu tentando se levantar. — Seja o que for carinho, quero que me conte.
Esme olhava ao seu marido, sem saber se deveria abordar o assunto no momento e provavelmente fazê-lo passar mal, ou esperar que se recuperasse realmente e estivesse em casa restabelecido. Mas antes que pudesse chegar a uma decisão a porta do quarto foi aberta dando passagem a uma senhorita Bree Tanner, sorridente que caminhava em direção ao leito.
— Boa noite Esme, — Olhou ao Carlisle sorrindo. — Como se sente Carlisle?
— É ISSO QUE ESTÁ ACONTECENDO!— Explodiu apontando para Bree fazendo a mesma se assustar e Carlisle empalidecer.
— O que está acontecendo Esme?— Indagou Tanner dando um passo em direção a uma Esme fora de si.
— Suma desse quarto!— Apontou para a porta. — E faça o favor de esquecer o caminho de volta.
— Esme...
— Ou você sai por bem, ou eu mesma a colocarei pra fora.
— Esme!— Carlisle tentou repreende-la, mas o olhar que sua esposa o dirigiu o fez se encolher. — Senhorita Tanner vá embora. — Pediu por fim.
Quando enfim estavam a sós no quarto, Esme se dirigiu ao marido.
— Quero saber desde quando os interesses dessa mulher são mais importantes do que a felicidade do seu filho?— Sua voz carregada de fúria surpreendeu seu marido.
— Esme eu...
— Eu sei de tudo Carlisle!— Gritou. — Como pode? Nosso menino estava passando por um momento difícil, como pode ser tão cruel com ele e Isabella?
— Esme, por favor, me escute...
— Não Carlisle, você que tem que me escutar. — Limpou as lágrimas que teimavam em cair. — Se você continuar agindo dessa forma monstruosa com nosso menino e Isabella. — Ergueu o rosto encarando-o com frieza. — Eu vou querer o divórcio.
— O quê?
— Isso mesmo que você escutou, quero o divórcio. — Sustentou seu olhar. — Olho para você e não enxergo o homem com quem me casei. O pai amoroso e preocupado com a felicidade e o bem dos filhos. Onde você se perdeu Carlisle? Onde se corrompeu ao ponto de passar por cima do seu próprio filho?
— Esme...
— Edward sempre deu a vida por você, por aquela empresa, e é assim que você o agradece?
— Por favor, me escute...
— Não Carlisle, não quero escutar suas mentiras, estou farta. — Pegou sua bolsa e caminhou em direção à porta.
— Vai me deixar sozinho carinho?— Sua voz estava arrastada.
— Vou lhe dar uma oportunidade para refletir sobre tudo que andou aprontando nesse meio tempo Carlisle. — Com a mão na maçaneta o fitou. — Se sua ambição for maior que o amor que um dia sentiu por mim e por nossos filhos. — Sorriu melancolicamente. — Então é melhor se acostumar com a solidão... Por que é assim que terminará seus dias.
Respirando fundo, saiu batendo a porta.
Notas finais
Bjs e até breve!
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