Amantes.
3 Capítulo 02
Notas iniciais
Como prometido aqui está mais uma atualização...
Esse capitulo vai remeter vocês para o inicio desse relacionamento, bem uma parte, no próximo vai começar a esclarecer algumas duvidas!!!
Dedico esse capítulo a sica que fez a primeira recomendação dessa estória!! Obrigada pela confiança!!!
Boa leitura!
Eu já estava arrependida de ter aceitado esse maldito convite, se eu fosse esperta o suficiente teria dito não! Mas como sempre fraquejei, cedi às vontades dele. Mas sempre foi assim, desde que nos conhecemos, que basta ele me olhar e eu me derreto, ele me toca e meu corpo traiçoeiramente reage a suas caricias.
E bastou ele me pedir com aquela voz rouca sussurrando em meu ouvido, para eu aceitar esse final de semana, sei lá onde, porque até o destino estava oculto para mim. Olhei de relance para ele e meu coração acelerou como se pode amar uma pessoa ao ponto de sentir dor? Como amar-lo dessa forma incondicional, sem medir as proporções de dor e sofrimento que ele já havia me causado?
Eu julgava ser forte o suficiente para suportar tudo, suas viagens de negócios, sua ausência, suas fotos estampada semanalmente ao lado de alguma beldade, as fofocas maliciosas que ocasionalmente eram soltas na mídia.
Mas eu não sou forte, doía-me ler e ver cada matéria que era estampada com noticias dele e de um eventual namoro com alguma celebridade que aparecia ao seu lado. E o que eu fazia? Fechava-me em meu apart. absorvia todo meu tempo no trabalho na inútil tentativa de amenizar a dor e sofria calada e só Deus sabia o quanto isso me custava.
Edward continuava falando ao celular sentado a minha frente enquanto o piloto se preparava para levantar vôo. Encostei a cabeça na poltrona e fechei meus olhos, suspirei vencida, mais uma vez ele havia me vencido... Mas uma vez rendia-me a seus desejos e caprichos... Minha mente vagou para 6 anos atrás onde tudo começou.
Desde que conheci Edward o meu mundo deu um grande giro, foi amor à primeira vista, fomos apresentando por sua irmã Alice, minha melhor amiga. Embora fossemos de meio social diferente isso nunca impediu a nossa aproximação e forte amizade.
Conheci a Alice no período que trabalhei como temporária em uma butique ela era dessas clientes assíduas, e sempre simpática e sorridente diferente de outras clientes que faziam questão de ser esnobe. E de forma natural se construiu uma amizade entre nós.
Aos 16 anos saindo da casa de meus pais e me aventurava no mundo, queria ser independente, e por isso mesmo contra os protesto de minha mãe Renée e o apoio de meu pai Charlie, agarrei a oportunidade de uma bolsa de estudo e vim para Los Angeles estudar artes.
E em um dia na minha hora de folga estava sentada lanchando e folheando os classificados quando Alice se aproximou e começou a conversar comigo e notando que estava a procura de um novo emprego ela sorrido me ofereceu um de meio expediente já que eu precisava continuar com meus estudos. De imediato pensei ser brincadeira, mas quando vi que se tratava de algo realmente serio, fiquei grata e aceitei.
Alice era um ano mais velha que eu e na verdade estagiava na empresa de seu pai, a Cullen Publicity, na parte de criação e não sei como conseguiu me deixar como sua assistente. Na verdade eu fazia mais o serviço de Office boy, mas o que importava era que o salário dava para pagar no final do mês minhas contas.
Tornamo-nos grandes amigas, e foi em seu aniversario, que conheci esse deus grego de seu irmão. Edward acabará de se formar e estava voltando de uma viagem de férias para poder estagiar ao lado de seu pai no intuito de assumir a presidência da empresa.
Sua aproximação foi imediata ele não tirava os olhos de mim e como se existisse um ímã eu não conseguia desviar os meus dele e desde então não nos largamos durante um longo período, trocamos alguns beijinhos e amassos, chegamos perto de uma quase transa que foi interrompida por uma afobada Alice que chegava aos prantos por alguma briga com seu namorado.
Só quando as atribuições que ele tinha na empresa da família, passaram a consumir todo seu tempo foi que Edward parou de andar conosco.
Carlisle não dava trégua e arrastava Edward para as reuniões das Cullen Publicity, e desde cedo ele foi introduzido ao comando da empresa auxiliando seu pai e consecutivamente passou a viver cercado de luxo e glamour, sempre rodeando de lindas mulheres que faziam questão de satisfazer todos os desejos do mais novo Cullen.
Com um ano de estagio ao lado do pai ele assumiu a vice-presidência já sendo preparado pelo próprio Carlisle para ocupar o seu cargo no futuro bem próximo. Eu me corroia de ciúmes, pois nutria por ele uma paixão escondida e tudo piorou quando Alice assumiu o setor de criação e me arrastou com ela e passei a ver de perto o mundo que o cercava.
E a cada dia meu martírio piorava... Ver o amor de sua vida ao lado de belíssimas mulheres não é nada fácil.
Alice não sabia de meus sentimentos por ele ou fingia não saber, mas sempre que notava minha tristeza fazia questão de dizer que elas nunca passariam mais que uma noite na cama dele e eu constava que era a pura verdade quando dias depois ele já estava com outra... e outra.. e outra.
Até que em uma das inúmeras festas que a empresa proporcionava aos seus funcionários fui surpreendida, e esse dia mudou totalmente minha vida de pernas por ar!
O salão de festas do hotel Mr. C Beverly Hills, era utilizado pela empresa para as suas confraternizações, de fim de ano e contava sempre com a presença de todos os Cullen.
Já conhecia a todos devido a minha aproximação com Alice, pois era inúmera as vezes que passávamos os finais de semana na companhia deles... Nesses eventos Edward nunca estava presente. O que eu agradecia silenciosamente por que não suportaria ficar tão perto dele, ele estando acompanhado.
Por que Edward Cullen, nunca estava sozinho.
E nesse dia não seria diferente, ele como sempre chegou impecável na companhia de uma exuberante loira, uma das atuais modelos, que estava em evidencia, e de imediato me senti incomodada, o bichinho do ciúme não me deixava em paz, e sem alternativa tentei sair da mesa dos Cullen, mas Alice não permitiu, e isso foi minha ruína.
Todos os fleches eram direcionados para o casal do momento e a medida que eles se aproximavam de nossa mesa meu mal estar aumentava, minhas mãos suavam eu sentia cada célula de meu corpo gritando de dor e não me restava outra saída a não ser arrumar um jeito de me afastar dali o mas rápido possível ou todo mundo perceberiam os meus sentimentos por ele.
E isso seria o meu fim.
Em mas uma inútil tentativa de fuga Alice me pressionou a ficar. Quando a questionei com o olhar ela sorriu para mim graciosamente e perguntou do que eu estava fugindo. O que eu deveria dizer? Estou fugindo da tentação do seu irmão por que sou incondicionalmente apaixonada por ele?
E antes que eu conseguisse sai dali eles chegaram a nossa mesa e se instalaram. A tal namorada demonstrava confiança ao se dirigir a ele, sempre cochichando e sorrindo, aos olhos de todos demonstravam ser um casal feliz... E isso me matava aos poucos, até que em um ato de desespero levantei-me ignorando o olhar de Alice e me afastei.
Sai andando pelo meio da multidão, o ciúme me cavava e me corroía, já estava me amaldiçoando por ter cedido aos apelos da Alice e ter vindo àquela festa que quase gritei quando senti uma mão forte puxando-me pelo braço.
— Aonde vai com tanta presa Bells?
— Jack, que me matar?
Falei um pouco aliviada, Jack era um dos poucos amigos que eu tinha. Seu porte atlético chamava atenção por onde passava e arrancava suspiro das mulheres que o olhava com cobiça.
— Aonde vai apresada? — Ele sorriu mostrando seus dentes brancos e iluminando ainda mais seu rosto. — Não me diga que já está indo embora?
— Não, estava indo tomar um ar, estou meio sufocada aqui. — Falei, sem querer revelar meus verdadeiros sentimentos.
— Posso lhe fazer companhia?
— E o Paul? — Perguntei referindo-me ao seu namorado secreto. — Não ficará com ciúmes?
Ele bufou antes de responder, me abraçou e caminhamos para uma das portas laterais que levava a área aberta que dava a uma enorme piscina.
— Ele está viajando a trabalho. — Fez um bico. — E ele sabe que você é minha melhor amiga, jamais daria em cima de mim como as desavisadas que pensam que curto... —Ele fez uma cara de nojo — Você sabe ao que estou me referindo.
— Não sei como vocês consegue manter esse relacionamento em segredo Jack.
— É um martírio amiga você nem imagina. — Suspirou — Mas quando o tenho ao meu lado.. .esqueço de tudo!
Ficamos conversando por um tempo até que me senti um pouco aliviada, Jack era um amigo adorável, trabalhava no setor jurídico da empresa Cullen, mais isso não o deixava petulante, ou esnobe.
Seu namorado Paul, também fazia parte do grupo, mas ninguém sabia de seu relacionamento, o Jack havia desabafado comigo a um bom tempo atrás, depois de uma briga entre eles.
Ele vinha de uma família humilde, mas vencera por seus méritos, era um dos melhores advogado que a empresa tinha em seu quadro, morávamos no mesmo prédio, e isso evitava minhas noites de solidão, pois já que o Paul estava constantemente viajando ele se ocupava de me fazer companhia... E eu era muito agradecida por isso.
— E ai como anda esse seu coraçãozinho, Bells, ainda batendo forte quando Cullen está por perto.
— Jack! — Falei olhando ao redor para ver se teria alguém por perto, eu havia confessado meu amor por Edward em uma noite que bebemos alem da conta e ele nunca revelou esse meu pequeno segredo.
— Quem é aquela lambisgoia que chegou pendurada nele?
Suspirei antes de responder.
— É a da vez. — Sorri amarelo. — Você sabe que ele nunca fica sozinho.
— Isso porque nunca encontrou uma mulher que o segure firme. — Ele falou beliscando os olhos e me abraçando. — Quem sabe essa mulher é você.
— Até parece, eu não chego aos pés das mulheres que ele desfila. — Bufei.. — Ele nem sabe que eu existo. Edward mudou muito desde que assumiu a empresa.
Referia-me aos tempos que saiamos para nos divertir em companhia de Alice, Emmett.
— Você é superior a todas elas, já deveria saber disso.
— Ai Jack. — Já conhecia esse discurso dele. E não queria ficar triste novamente por isso cortei o assunto.
— Será que o Paul se importaria se dançássemos? — perguntei sorrindo para ele.
— lógico que não, ele ficará agradecido por você me proteger dessas vadias. — Ele sorriu. — A única mulher que não fede ao meu olfato é você Bells. Por que essas outras me causa náuseas!
Saímos rindo e nos misturamos no meio da multidão que dançavam animados com o andar da festa, no palco uma banda tocava uma musica agitada, mas assim que nós pisamos na pista iniciou uma mais lenta.
— A dama me da à hora dessa dança? — Perguntou o Jack sorrindo e atraindo a atenção das mulheres ao nosso redor.
— Com muito prazer nobre cavalheiro.
Ficamos distraídos conversando e dançando que não vimos o tempo passar, Jack me contava sobre seus planos com o Paul, das aventuras deles nas férias passada e o que estavam planejando para o futuro...
Eles eram felizes e isso era o que importava!
Eu me questionei, será que um dia eu seria feliz? Encontraria minha alma gêmea, conseguiria tira Edward Cullen de minha mente?
— Bells?— Jack me cutucou tirando-me de meus devaneios.
— Oi, que parar de dançar? – Perguntei.
— Você disse que o Cullen nem sabe que você existe correto? — Ele cochichou em meu ouvido e depois olhou para mim e sorriu galanteador, como se estivesse me paquerando e isso foi estranho.
— Jack! Você está bem?
Ele me apertou mais de encontrou a seu corpo e rodopiou comigo no salão sempre sorrindo, e falando qualquer coisa em meu ouvido e me fazendo rir.
— O que você está fazendo? — Perguntei quando ele parou de dançar e me puxou de encontro a seu corpo.
— Vamos tomar uma bebida. — Disse me prendendo pela cintura e caminhando comigo até o bar, fez nossos pedido, sempre agarrado a mim, sorrindo e contando uma piada me fazendo rir de suas estórias.
— Bells, acho que o Cullen sabe sim que você existe. — Cochichou em meu ouvido. — Não olhe, mas ele nos segue desde que estávamos dançando e não para de nos olhar.
— Deixe de brincadeira — Falei dando um tapa em seu peito. — Até parece que ele com aquele mulherão ao seu lado vai me ver aqui. Só em sonho Jack, só em sonho. — Bufei e tomei de um só gole minha bebida, adorava uma nevada e o Jack imediatamente pediu outra para mim, bebemos, mas um pouco e voltamos a dançar.
— Entendo por que você é apaixonada por ele. — Ele voltou a falar quando estávamos dançando. — Ele é um pedaço de mau caminho amiga. — Cochichou. — E não para de olhar para nos.
— Jack... — Eu ia pedir para ele parar com essas mentiras, por que com toda certeza Edward não estaria olhando pra nós, duvido até que ele ainda estivesse no evento, já que estava acompanhando. Mas o Jack me virou e pude ver que de onde ele estava não tirava os olhos de nós.
Edward estava sentado em uma mesa próxima à pista de dança, a tal da Jean, estava pendurada em seu pescoço e ele não desviava os olhos de nós, quando nosso olhar se encontrou, senti meu sangue correr fervendo em minhas veias, ele estreitou o olhar e arqueou uma sobrancelha me encarando por alguns segundo e se levantou, deu dois passou e a vadia o segurou pelos braços e o acompanhou.
Ele caminhou em nossa direção e parando perto de nos começou a dançar com e loira peituda. Eu não suportava está tão peto dele sem poder tocar-lo, e a vadia não perdia a oportunidade de se enroscar nele, isso me dava náuseas.
— Jack, preciso de outra bebida. — Falei em seu ouvido e nos afastamos, mas de onde estávamos podia ver a exibição da vadia ao seu lado, ele não desviava os olhos de nós. — Por que ele não tira os olhos da gente?
— Por que ele sabe que você existe bobinha. — Respondeu ele sorrindo, já havia perdido a conta da quantidade de bebidas que havíamos ingerido.
— Jack, preciso ir ao banheiro — Falei largando a bebida na bancada e saltando ao mesmo tempo do banco, saindo em disparada, sentia uma dor no peito e uma vontade sufocante de chorar, mas não poderia fazer isso ali, na frente e todos... Inclusive dele!
— Te espero aqui. — Escutei Jack gritando e sorrindo.
Entrei as presas no toalete batendo a porta em seguida e graças a Deus estava vazio, respirei fundo no intuito de acalmar meus batimentos e apaziguar minha angustia.
O que se fazer, quando se é impotente diante de uma pessoa? E o pior o que fazer quando se ama uma pessoa sem que ela ao mesmo saiba de sua existência?
Deixe de asneira Isabella_ Gritou uma voz irritante dentro de minha cabeça_ Como não sabe que você existe, talvez falte em você a vontade de lutar pelo que tanto ama.
Ok. Já estava ficando louca? Será que até minha capacidade de discernimento esse Homem tiraria de mim?
Tranquei-me em um dos banheiros e por mais que lutasse contra as lagrimas, elas por fim me venceram e permiti que por breves instantes banhassem meu rosto, aliviando assim a dor que sufocava meu peito.
Deus como eu poderia ser tão apaixonada por ele?
Quando meu breve desabafo cessou limpei o rosto, respirei fundo e sai, caminhando até o enorme balcão que ali existia, olhei-me no espelho e agradeci silenciosamente, que meu pequeno desabafo não fosse notado, lavei meu rosto, estava enxugando-o quando aporta foi aberta e a vadia que estava com ele entrou, parou ao meu lado, ficou se observando e depois usou um dos toaletes.
Aproveitei o momento para retocar rapidamente minha maquiagem, quando estava passando o batom ela saiu e parou de frente ao espelho me encarando.
— Você não é a Isabella?
— Ahh? — Como ela sadia o meu nome. Olhei confusa.
— Reparei que você não tira os olhos de meu namorado. — Sorriu. — Bem, acho que não preciso dizer que seria perca de tempo de sua parte ficar alimentando sonhos com ele...
Quem essa vadia pena que é?
— Eu...
— Poupe-me de seus argumentos, eu vi, enquanto dançávamos que você não desgrudava os olhos de nós, que feio de sua parte. — Ela retocou o batom e voltou a me encara. — Saiba que os Cullen não tolerariam nada que atrapalhe nosso namoro, e bem... Carlisle não negaria um pedido meu...
— O que você que dizer com isso?
— Se preza seu emprego...
Falou isso e saiu deixando-me de boca aberta sem entender que porra estava acontecendo. Eu merecia...
Sair à procura de Jack, pois pediria para ele me lavar para casa, não conseguiria ficar nem mais um minuto ali, vendo aquela... Aquela... Vadia!
Estava caminhando em direção ao Jack quando fui agarrada por uma mão forte, e ser puxada, por um corredor do lado contrário e totalmente escuro, meu corpo foi imprensado contra uma porta e fui sufocada por um beijo.
O medo que eu sentia foi dando lugar ao desejo, minha boca era invadida por uma língua urgente e meu corpo acariciando por mãos atrevidas, meu corpo respondia miseravelmente cada toque dele... Como se estivesse acostumando com tudo isso...
Ele gemeu antes de içar meu corpo e automaticamente minhas pernas se envolveram em sua cintura. Ele era um pecado ambulante... E eu uma miserável pecadora. Ele saiu caminhando comigo em seus braços ainda nos beijando, até que entramos em um elevador, ele apertou um botão e voltou a me prensar contra a parede.
Eu não sabia se gritava de felicidade ou de desespero, está ali, nos braços do Homem que amo era a sétima maravilha, nada importava se era certo ou errado, se ele tinha a tal “namorada” o que me importava era viver esse momento, o que viesse depois eu suportaria.
— Isabella... Isabella...
Ele gemia meu nome levantando meu vestido e tocando-me de maneira que ninguém nunca ousou tocar. O elevador parou as portas se abriram e ele caminhou comigo, ainda agarrada a ele.
— Isabella... — Ele voltou a gemer meu nome com sua voz rouca causando-me arrepios enquanto suas mãos trabalhavam tirando minhas roupas.
Em poucos minutos eu estava só de lingerie deitada em uma enorme cama, enquanto ele se livrava de suas roupas as presas. Deus eu iria enfartar! Só em ver esse deus grego pelado a minha frente. Ele terminou de se despir deixando-me extasiada com a visão.
‘’Ele é perfeito. — Foi meu primeiro pensamento enquanto admirava cada milímetro daquele corpo. — Deus isso vai me matar! — Perdi a respiração quando ele alisou seu membro totalmente ereto me encarando.’’
— Eu quero você! — Ele gemeu vindo em minha direção, no minuto seguinte eu estava totalmente nua e os pedaços de minha lingerie largado ao lado da cama. — Linda! — Ele suspirou enquanto se deitava ao meu lado e sua mão voltava a explorar cada canto de meu corpo.
— Edward... eu...
Eu queria falar, eu necessitava, mas as mãos deles deixavam um rastro de fogo onde me tocava e meu corpo se contorcia de desejo.
— Isso chama meu nome...
Ele gemeu antes de tomar meu seio em sua boca, acariciando-o com sua língua antes de prender meu mamilo entre os dentes e sugá-lo. Sua mão vagou por minha barriga e se alojou entre minhas coxas, apertando-me. Seu pau me cutucava e em um ato de desespero o toquei alisando-o e arrancando dele mais um suspiro.
— Isabella, desse jeito não aguento. — Ele gemeu e desceu distribuindo beijo por meu ventre e se posicionou entre minhas pernas.
Ele não ia fazer o que eu imaginava... Iria? OMG!
Agarrei em seus cabelos quando sua língua invadiu minha fenda, arrastando todo meu mel que escorria, ele me beijava com doçura, me mordendo, mas de forma leve deixando-me ainda mais untada. Gritei quando ele prendeu meu Botão entre seus dentes e o sugou.
Eu me contorcia em sua boca sentindo-me cada vez mais perto as sensações que brotava em meu corpo eram novas para mim, e eu estava em um misto de medo e euforia, medo de não agüentar o que estava por vim e euforia por estar ali, com o Homem que amava e seria dele... Nem que fosse por apenas uma noite.
Meu corpo se contorcia à medida que uma onda de prazer ia tomando-me, até que atingiu níveis alto demais para que eu pudesse suportar e explodi, constrangida por gritar por ele... Que continuava, sugando e lambendo cada parte de minhas entranhas.
— Isso Isabella grite por mim... Deixa-me ainda mais duro.
Eu não sabia onde colocar meu rosto sentia-o pegando fogo, era como se todo meu sangue estivesse concentrado ali. Em um ato de desespero tentei cobri-lo com minhas mãos.
— Não Isabella. — Ele gentilmente afastou minhas mãos, levando-as aos lábios e beijando cada ponta de meus dedos. — Você fica linda corada desse jeito. — Sorriu torto deixando-me sem ar novamente. — E eu quero olhar em seus olhos quando meu pau estiver enterrado em sua buceta.
Definitivamente isso não estava me ajudando, olhei para seu pau e mais uma vez comprovei que ele era grande demais para mim. Acho que ele percebeu e alisando-o sorriu maliciosamente e posicionou-o em minha entrada e me olhou: — E só relaxar princesa.
Lambendo os lábios passou a esfregar sensualmente sua glande entre meus lábios íntimos arrancando gemido de nos dois, aos poucos seu corpo foi cobrindo o meu e seu pau pressionando minha entrada.
— Edward... — Eu queria muito dizer a ele que ele seria o primeiro. — Eu...
— Sim amor...
Ele me chamou de amor? Deus ele me chamou de amor?
Ele me penetrou devagar, me permitindo sentir cada pedaço dele que me invadia, fechei meus olhos quando senti uma pontinha de dor e prendi a respiração. Ele ficou imóvel seu corpo totalmente rígido e sua respiração ficou mais acelerada.
Por favor, não pare... Por favor, não pare!
Fiquei mentalizando à medida que ia abrindo meus olhos. Ele me encarava como se estudasse meu semblante e quando nosso olhar se encontrou uma energia percorreu meu corpo dando-me um choque.
Por favor, não pare... Meu momento de felicidade estava chegando ao seu fim... Não Edward, por favor, não pare!
Continuei intuindo meu mantra enquanto ele permanecia imóvel. Fechei meus olhos já esperando pelo pior, ele sairia de dentro de mim e nunca mais olharia em meu rosto e a chance de passar uma única noite com o Homem que amava estava indo por água a baixo.
Sua mão voltou a vagar por meu corpo.
— Abra os olhos Isabella. — Ordenou e obedeci, seus olhos estavam em um verde tão vivo que me perdi ali e inconscientemente enrosquei minhas pernas ao redor dele, como se isso fosse impedi-lo de sair. — Isabela... — Ele voltou a respirar e seu pau pulsou dentro de mim fazendo-me gemer. — Tem certeza que é isso que você quer?
— Sim — Gemi sentido seu membro rígido pulsando. — Quero que seja você.
— Não tem volta Isabella. — Ele gemeu. — Não tem porra de volta se eu romper com essa barreira. — Ele estava tremendo e seus olhos cada vez mais escuros. — Não vou tolerar macho nenhum lhe tocando como aconteceu essa noite.
Ele falava e avançava aos poucos o espaço que nos separava a dor foi se intensificando, mordi os lábios para não gritar ele encostou nossas testas e me beijou terminando de alojar seu membro dentro de mim.
Perdi-me em seu doce beijo, e ele voltou a se movimentar de forma lenta, deixando-me sentir todos os centímetros dele que deixava e voltava a invadir meu corpo e a medida que ia aumentando seus movimentos voltava a falar.
— Não gostei de ver você com aquele Jacob. — Ele estocava forte agora. — Não gostei de vê-la dançando com ele... Sorrindo para ele... — Minhas mãos foram presas à cima de minha cabeça e meu seio foi tomado por sua boca à medida que ele estocava fortemente dentro de mim.
— Deus! — Eu estava vendo pontos brilhantes. Meu corpo estava flutuando, e os gemidos que saiam de minha boca se transformavam em gritos, e por mais que eu quisesse não estava conseguindo me segurar, meu corpo todo já estava tremulo.
— Isso princesa, deixa vim, quero que goze gritando por mim Isabella. — Ele falava e sua voz causava arrepio por todo meu corpo. — Grite pelo nome de seu Homem, grite Isabella.
Ele estocava cada vez mais forte deixando-me alucinada diante das emoções que assaltava meu corpo, nossos corpos totalmente suados e movimentando-se juntos, como se já fossem acostumado a pratica desse ritual.
— Vem Isabella, lambuza meu pau, goza comigo! — Ele gritou e estocou freneticamente dentro de mim.
Eu queria pode falar, mas só saia gemidos de prazer e à medida que ele estocava nosso corpo convulsionavam-se.
— Minha! Isabella você é minha! — Ele gritava à medida que seu liquido quente era derramado dentro de mim. — Minha! — Falou antes de tomar minha boca e beijar-me com violência até deixar-me sem ar.
Seu corpo desabou ao meu lado, com nossas respirações ainda acelerada e nossos corações batendo de forma rítmica. Ele puxou-me de encontro a ele prendendo-me pela cintura... Em forma de conchinha.
Aos poucos a sonolência foi me vencendo, eu não queria dormir, queria aproveitar a única noite que teria ao lado dele, mas meu corpo estava cansado e dolorido. Edward se prensou ainda mais a mim, roçando seu membro duro em meu traseiro.
Como isso era possível?
Gemi.
— Descanse um pouco, princesa, teremos a noite toda.
— Uma única noite. – Gemi aquecida pelo calor de seu corpo, sentindo os braços dele ao redor de minha cintura antes de apagar totalmente.
Há duas tragédias na vida: uma a de não satisfazermos os nossos desejos, a outra a de os satisfazermos.
Oscar Wilde
Notas finais
Bem espero que aos poucos as coisas vão se esclarecendo.
Como a Bella pode resistir a esse Homem?
Sei que vocês ficaram com algumas duvidas e muitas perguntas na cabeça, então vamos aos comentários, indicações??
Beijão no coração Travessos de todas vocês.
P.S:
Próxima atualização será em A Outra!!!
Fortes emoções!!!
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