Amantes.
4 Capítulo 03 - PDV Edward
Notas iniciais
Mais um cap para vcs.
obs: Ele não foi betado por isso sorry!!
kkkkkk
Dedico esse capítulo a Sica, que fez a primeira indicação da fanfic! Beijão flor e brigadinha pela confiança!
Boa leitura!
Esse é o Video que fiz para a Fanfic Amantes!!!
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xvQ7zXBDBtE
Não sou boa com essas coisas mais tentei!
Pov. Edward.
Eu estava ao celular falando com Alice sobre uma nova campanha a um bom tempo, queria passar para ela tudo que o cliente havia decidido para poder em fim desligar esse maldito aparelho e poder ter esse final de semana tranquilo com Isabella.
O piloto havia acabado de informar que estava pronto para levantar vôo, despedi-me de Alice e desliguei o celular, trocando de acento, sentando-me ao lado de Isabella, ela estava ressonando tranquilamente, puxei-a para meus braços e um sorriso brotou em meus lábios quando ela gemeu chamando meu nome.
Isabella era uma mulher incrível, sempre me atraiu, desde o dia que a vim conversando com a transloucada de minha irmã Alice, nossa aproximação foi instantânea, sempre inventava uma balada e convidava a Alice, pois sabia que Isabella viria junto.
Chegamos a ter um namorico, e sempre que tínhamos uma oportunidade estávamos nos agarrando e por pouco não a fiz minha ainda naquela época.
As lembranças vieram à tona...
Isabella estava à espera de Alice em seu quarto, lendo um de seus livros, tão concentrada que quando perguntei por minha irmã ela se assustou, levantando-se as presas quando me viu aproximando-me, e tratou logo de inventar uma desculpa qualquer para ir embora.
_ Diga a Alice que tive que ir._ Falou passando por mim.
_ Por que não há espera._ Indaguei sorrindo._ Ela não deve demorar, ela sabe que você está aqui?
_ Sim chegamos juntas, mas ela foi falar com o...
_ Com o namorado?
Ela tentou disfarçar constrangida por ter entregue a Alice como se fosse segredo a mim que ela andava de namoro com o James.
_ Não.
_ Deixa a Alice pra lá._ Falei puxando-a pela mão._ Vamos assistir a um filme enquanto você a espera eu te faço companhia.
_ Não precisa Edward, eu volto outra hora, não quero lhe incomodar.
_ Não é incomodo nenhum, me conta sobre teu curso de artes, já está perto de terminar?
_ Só falta esse semestre graças a deus._ Ela falou um pouco mais a vontade.
_ E o que pretende fazer?_ Indaguei realmente interessado._ Pensa em voltar para casa de seus pais?
_ Não!
Escolhi um filme e a puxei para o tapete perto de mim, ela aceitou.
_ Como anda seu estagio com seu pai?_ perguntou timidamente.
_ Horrível!
_ Por que, você não gosta de está aprendendo com ele?
_ Ele não me deixa respirar._ Falei contrariado._ Não tenho um tempo livre para mim, só estou aqui hoje porque amanheci com um pouco de febre.
_ Você está doente?_ ela inquiriu toda preocupada._ Não deveria ta deitado?
_ Passei a manhã toda na cama, mas já estou me sentindo melhor._ Comentei sorrindo e olhei em seu rosto lindo e sem conseguir manter minhas mãos longe dele, toquei-a._ Seus olhos são lindo Isabella._ Falei me aproximando e no momento seguinte estávamos nos beijando.
Ela correspondia avidamente aos meus beijos, minha mão escorreu pela lateral de seu corpo.
_ Não devemos Edward._ Ela gemia, mas continuava respondendo aos meus toques.
_ Isabella.
Minhas mãos atrevidamente vagavam pelo corpo dela, enfiei-a por dentro de sua blusa e alisei um de seus seios gemendo de prazer quando os senti rígidos. No instante seguinte estava com ele em minha boca enquanto os gemidos ela se tornavam cada vez mais alto, levei minha mão a sua boca no intuito de abafá-los.
_ Shhiu, ou a governanta vai escutar._ Fali sorrindo._ E me apossei de sua boca.
Isabella ajudou-me a tirar a camisa. Meu pau estava a ponto de arrebentar minha calça moletom. E atrevidamente levantei sua mine saia jeans deixando a mostra sua pequena calcinha.
_ Precisava ser tão minúscula Isabella_ Gemi fazendo-a Sorri.
Levei meus dedos a sua entrada e passei a roçar seu centro. Isabella rebolava e gemia, deixando-me ainda mais afoito. Baixei minha calça arrastando junto minha box e sem demora pressionei seu clitóris com meu pau, levando nós dois aos limites.
Não demorou muito para que Isabella chegasse ao ápice chamando meu nome. Fascinava-me a entrega dela. Pressionei meu membro dolorido em sua entrada e olhei em seus olhos.
Ela me olhou apreensiva, mordendo os lábios.
_ Você vai ser minha? _ Perguntei agoniado pela quentura que vinha de sua buceta, que me deixava ainda mais duro._ Minha Isabella?
_ Sua._ Ela sorriu e vim consentimento sem seus olhos._ Sempre sua Edward.
Estávamos tão envolvidos que não percebemos quando a porta foi aberta, só quando o grito de Alice encheu o ambiente e que percebemos sua presença.
_ Edward!
_ Porra, Alice não poderia bater primeiro?_ Perguntei angustiado, puxando minha calça e ficando na frente de Isabella enquanto ela agitada procurava sua blusa.
_ Você está em meu quarto seu cachorro._ Ela gritou. — Saia!
_ Alice, desculpe-me._Isabella falava desnorteada._ Não..
_ Não é com você Belinha._ Ela olhou pra mim._ O problema é ele, Saia Edward.
_ Não, eu tenho que ir. _ Isabella saiu correndo tentei segura-la, mas ela se desviou e saiu às presas. Fiquei encarando uma Alice enraivecida.
_ Qual o seu problema?_ Retruquei sentando-me na cama dela.
_ Você é o problema! _ Ela apontou o dedo em minha direção._ Você acabou seu lance com sua atual ficante?_ Perguntou firme.
_ Alice eu...
_ Isabella é minha amiga._ Ela pontuou cada palavra._ Minha única amiga verdadeira, e você não vai estragar nossa amizade.
_ E por que eu estragaria a amizade de vocês, ficou louca?
_ Por que você irá fazê-la sofre. Seu cachorro._ Ela esbravejou.
_ Como você sabe?
_ Por que você só vai usá-la e depois descartar como faz com essas vadias que você anda.
_Você não sabe de nada Alice!!
_ Você sabe que estou falando a verdade Edward, você por acaso largou a vadia que estava semana passada? Ou pensa que Bella é desse tipo de garota?
_ Eu não penso nada disso...
_ Lógico que não._ Ela falou com sarcasmo._ Você só pensa em levá-la para cama. Você nem deve gostar dela, só esta tentando se aproveitar.
_O que eu sinto por Isabella não é de sua conta!
_ Saia!_ Ela voltou a gritar._ Saia de meu quarto e nunca mais entre aqui seu estúpido. E fique sabendo, que se você fizer algum mal a Bella, eu vou contar para mamãe, e tenho certeza que seus dias de filhinho mimado irão passar rapidinho.
Depois daquele dia não mais encontrei com Isabella, as tentativas de aproximação sempre eram frustrada, ela passou a me evitar. Não me restou outra saída a não ser me afundar no trabalho dando orgulho ao meu pai, e quando completei 20 anos assumi a vice-presidência.
Como conseqüência vivia viajando ou em alguma reunião. Passei a ter casos passageiros não queria me amarrar a ninguém, prezava minha liberdade ou a pouca que ainda me restava. Não me faltava companhia feminina, mas nunca me envolvi afetivamente com alguém.
Mas sabe quando você tem tudo, mas sempre te falta algo? Era assim que eu me sentia, só não sabia o que causava esse vazio.
Minha família sempre fora importante para mim, e quando dava estávamos reunidos, nessas ocasiões vinham às cobranças de minha mãe, dizia que eu já estava em tempo de me sossegar. Encontrar uma boa moça ter um relacionamento serio e posteriormente constituir família, ela temia morrer sem conhecer seus netos. _Dramática dona Esme!
Como se fosse fácil. Eu me apegar a alguém. Eu sentia desejo, ate carinho, mais amor? Não, esse sentimento não habitava em meu coração.
Conheci a Margareth Jean uma modelo que trabalhou para um de nossos clientes e no final das fotos, saímos para jantar, sua companhia era agradável e não demorou muito para que acabássemos na cama, e lá dávamos bem, mas evitava envolve-la com minha família, para não dá falsas esperanças.
A companhia podia ser agradável, mais não me sentia ligado a ela.
Confesso que logo o interesse foi esfriando, como acontecia com todas e quando as cobranças, as ligações a cada segundo passaram a ser freqüentes demais e para piorar as ceninhas de ciúmes que nuca suportei, fazia-me repensar se valeria à pena, algum dia me envolver afetivamente com alguém.
O mundo em que vivia não dava espaço para essas coisas, ciúmes, brigas, fofocas, e a mulher que aceitasse ficar ao meu lado deveria saber conviver com minha ausência por conta das viagens de negócios, as noites até tarde trabalhando e suportar a ideia de me ver cercado de belas mulheres, afinal fazia parte de meu trabalho. E ocasionalmente uma ou outra era fotografada ao meu lado. Embora isso não significasse que estivesse tendo algum caso, mas sabe como é a impressa sensacionalista.
Na noite da confraternização que a empresa ofereceria aos funcionários, estava exausto meu corpo pedia cama e minha mente gritava por sossego e tranqüilidade, embora fosse véspera de feriado, passei o dia trabalhando, queria aproveitar os dias seguintes para descansar.
Eu realmente estava precisando.
Embora exausto não poderia deixar de comparecer, mesmo que fosse uma rápida passagem, afinal nesses eventos era costume que toda nossa família estivesse presente e como vice-presidente não poderia faltar.
Passei o dia evitando as ligações da Jean, não queria ir acompanhado, queria um pouco de paz. Chegaria, ficaria um pouco com minha família, cumprimentaria alguns de nossos funcionários e depois sairia à francesa para uma suíte que já estava reservada para mim.
Teria uma boa noite de sono, como a muito não tinha.
Toquei-me na empresa e segui para o local, quando estava na entrada fui surpreendido pela Jean, que chegavam, coincidentemente no mesmo instante.
_ Querido._ Ela sorriu para mim, pousando para as primeiras fotos da noite._ Não queria te deixar esperando.
_ O que você faz aqui? _ Inquiri.
_ Sua secretaria não avisou?_ Ela cumprimentou alguns dos jornalistas._ Eu liguei avisando que não precisaria ir me pegar, já que trabalharia a te tarde.
Não tive tempo de retrucar, já que vários reportes estavam dirigindo uma avalanche de perguntas a nós. As quais tratei de ignorar entrando as presas, com ela ao meu lado.
Não preciso falar que minha mãe ficou eufórica, quando me viu chegando, e mais ainda acompanhado. Cumprimentamos a todos, não foi surpresa para mim perceber que Isabella estava sentada a nossa mesa, o estranho foi sentir um aperto em meu peito quando deparei com seus olhos. Eles estavam tristes, e por mais que ela tentasse ocultar eu poderia jurar que estava sentindo algum tipo de dor. Mas não pude avaliar por muito tempo, porque Isabella saiu de nossa mesa e não voltou mais.
Nesse meio tempo a Jean se apresentou como minha namorada deixando minha mãe eufórica, dando inicio a uma conversação que não tinha fim, sentei-me próximo ao meu pai e tocamos algumas palavras, Emmett estava entretido em uma conversa animada com sua atual namorada e Alice olhava o salão como se procurasse por alguém.
O clima ficou insustentável para mim, que não conseguia prestar atenção em nenhuma conversa, sentia-me sufocado e na tentativa de fugir dali inventei uma desculpa qualquer, e sai cumprimentando alguns funcionários.
Passei a vagar pelo salão sem saber o que me impulsionava a isso, ate que há avistei, e o que vi, fez meu sangue ferver e os músculos de meu corpo se retesar. Jacob Black um de nossos advogados estava rodopiando com Isabella pelo salão.
Eles pareciam tão íntimos, cúmplices, ela sorria para ele, que não perdia tempo e a apertava contar seu corpo. Perdi a noção do tempo os observando paralisado de onde estava. Procurei uma mesa e fiquei sentando observando o casal que se exibia.
Estava a ponto de ir ate eles, e perguntar se não e envergonhavam de esta chamando tanto a atenção, quando Jean chegou a minha mesa e começou a conversar.
Ela falava e nada chegava aos meus ouvidos, eu estava hipnotizado, meus olhos não se desviavam deles, que acabara de voltar do bar e estava mais uma vez dançando. Será que ele estava querendo embriagá-la para levá-la para cama?
Esse pensamento fez meu corpo ficar ainda mais rígido. Continuei olhando-os ate que ela me olhou, e a onda de eletricidade que me percorreu quando nosso olhar se cursou, enviou uma rajada de eletricidade direto para meu pau, fazendo-o ficar duro no mesmo instante.
Levante-me iria ate eles e a chamaria para dançar só para senti-la em meus braços e livrar aquelas mãos de sua cintura. Porém quando caminhei cego pelo desejo, senti as mãos de Jean sobre meus braços, lembrando-me de sua existência.
_ Vamos dançar Edward.
_ Não estou a fim._ falei entre os dentes.
_ Por favor, amor._ Ela alisou meu peito e um Flesch foi disparado em nossa direção._ Uma dança iria lhe deixar mais relaxado.
Olhei para o meio do salão onde eles continuavam rodopiando, peguei-a pelos braços arrastando-a para perto deles.
Fiquei observando eles, sem prestar atenção em nada, nem nos resmungos de minha parceira quando eu pisava em seu pé.
_ O que deu em você Edward?
_ Nada!
Falei olhando Isabella se afastar, e deixando aquele babaca sorrindo bobo para ela.
_ Amor, quando vamos subir para sua suíte?
Eu havia reservado uma para aquela noite, não no intuito de subir acompanhado, mas naquele exato momento umas imagens passavam em minha mente, olhos cor de chocolates me fitavam cheio de desejos no momento que nossos corpos se fundiam.
_ Não fiz reserva._ Menti.
_ Ô. _ Ela me olhou avaliativamente._ Então vamos para sua casa?
_ Não!_ Respondi com brusquidão sem tirar os olhos do local que Isabella havia entrado e já traçando uma rota._ Vou pegar uma bebida para mim, por que não aproveita e retoca a sua maquiagem, depois me encontra na mesa de meus pais.
_ Farei isso._ Ela saiu rebolando e fiquei perto do bar, pedi uma dose pura de uísque e fiquei olhando o merdinha que estava esperando por Isabella. Ele iria esperar a noite toda se dependesse de mim.
Fui me aproximando e percebi quando a Jean voltou, desfilando como se estivesse em uma passarela, fiquei a espreita e quando vim que Isabella vinha não tive demora, segurei-a pelos braços e arrastei-a pelo corredor que dava acesso aos elevadores privativos para os hospedes.
Prensei-a contra porta e esmaguei sua boca, queria sentir o sabor de seu beijo e foi com regozijo que senti Isabella correspondendo aos meus carinhos. Seu corpo totalmente familiarizado aos meus toques demonstrava o quanto ela me desejava.
O gemido saiu levianamente de meus lábios quando ergui seu corpo e senti suas pernas me rodeando. Isabella seria meu inferno, disso eu tinha completa certeza. Sai caminhando as presas ainda a beijando, e rogando que não encontrasse ninguém pelo caminho, que pudesse nos atrasar, o desejo pulsando em meu corpo estava me matando.
Entramos no elevador, e voltei a tomar sua boca._ Como senti falta desses beijos!_Pensei enquanto prensava seu corpo contra a parede. Nesse momento soube o que sempre faltou em minha vida.
E eu estava condenado se a perdesse novamente.
Não importava se ela já esteve com outro Homem, para mim não tinha importância alguma, por que hoje eu tiraria qualquer rastro que ele ousou deixar em seu corpo. Apartir dessa noite Isabella iria conhecer o seu verdadeiro Homem.
_ Isabella... Isabella._ Queria falar tantas coisas pra ela, mas a urgência de nossos corpos não permitia que nada além de gemidos saísse de minha boca. Levantei seu vestido tocando-a levemente por cima de sua calcinha.
Queria arrancar aquela barreira, não via a hora de me perder nela, sentindo-a de todas as formas. As portas em fim foram abertas e pude caminhar em direção ao quarto.
_ Isabella. _ minha voz rouca pelo desejo, saiu estranha para meus ouvidos, nunca havia sentindo tamanho desejo, meu corpo todo estava como se uma descarga elétrica estivesse percorrendo-o a todo vapor. Minhas mãos como se ganhasse vida, agia rapidamente arrancando as suas roupas.
Em minutos ela estava só de peças intimas deitada no meio da cama, deixando-me cego pela luxuria, fui me livrando das minhas roupas, hipnotizado, pela bela mulher que estava a minha frente.
As lembranças que guardavam em minha mente, não faziam jus à maravilhosa mulher que Isabella havia se tornado, seus pés eram delicados, suas pernas e coxas torneadas, e embora estivesse com uma minúscula calcinha era possível ver sua púbis totalmente lizinha, sua barriga plana e seus seios mais cheios, uma perfeição.
Meu corpo estava em chamas escutando o dela chamando-me, convidando-me a tomar-lo, deixando marcado ali, que ela me pertencia. Lavando quaisquer, lembranças que outro houvesse deixando, nele.
E o simples pensamento que outro houvesse tocado-a me deixava em um escuro que não conhecia, e me assustava esse sentimento, essa dor.
Levei minha mão ao meu dolorido membro. Minhas bolas estavam doendo tanto que trincava os dentes e tentava desviar minha visão dela, mas o que nos ligava era mais forte, por que apesar da dor, eu queria continuar admirando-a.
_ Eu quero você._ Gemi indo ao seu encontro, as minúsculas persas foram arrancadas e perdi a respiração quando contemplei seu maravilhoso corpo totalmente despido._ Linda!_ sentia a urgência por ela gritando em mim, mas não queria e nem poderia tomá-la sem antes sentir cada parte de seu corpo, não antes de sentir seu sabor.
_ Edward... Eu...
Isabella gemeu meu nome e isso enviou uma nova recarga de eletricidade para minhas bolas e precisei fazer um esforço sobre humano para não me enterra nela, e estocar fortemente ate nossos corpos perderem todas as forças.
_ Isso chama meu nome.
Urrei antes de tomar um de seus seios em minha boca, precisava senti-la de todas as formas, minha língua acariciava seu túrgido seio antes de prender seu mamilo entre meus dentes e sugá-lo.
Minha mão trilhou por sua barriga sentindo-a contorcer pelo simples toque, apertei-a na parte interna de sua coxa, sentindo meu pau pulsando. Prendi inutilmente um gemido quando senti as mãos dela em meu membro.
Ela queria me levar a loucura? Por que estava conseguindo!
_ Isabella desse jeito não agüento.
Gemi já descendo pelo seu corpo com beijos e me posicionando entre suas pernas, eu queria, não, eu necessitava sentir seu gosto. Esse pensamento me assombrou. Eu que nunca em hipótese alguma havia cogitado a ideia de fazer um oral em uma mulher, estava ali salivando, por sentir o sabor dela.
Abrir suas pernas e a visão deixou-me alucinado, e como se um magnetismo existisse ali, que me puxasse para seu centro, eu não resisti e invadi sua buceta, explorando com minha língua cada centímetro, colhendo o necta que seu centro me mandava.
Eu tentava manter-me controlado, sugando-a de forma leve, beijando-a e degustando seu sabor, mordendo-a com leveza, mas quando senti as mãos dela em meus cabelos e seus gemidos que a cada instante estavam mais altos não resisti e prendi seu clitóris entre meus dentes sugando vorazmente.
Isabella contorcia sobre minha boca e não demorou muito para que seu primeiro orgasmo da noite explodisse, no momento que prensei seu clitóris entre os dentes fortemente levando-a a chamar por mim e presenteando-me ainda mais com seu necta.
O que eu não pude desperdiçar!
_ Isso Isabella, grite por mim... Deixe-me ainda mais duro.
Olhei, admirando-a, ela poderia ate ter estado com outro, mas duvido que ele alguma vez a deixou dessa forma, lindamente corada, com seus olhos chocolates em um brilho que envergonharia qualquer jóia preciosa.
E eu era o responsável, eu que a deixei assim, com esse rostinho lindo de satisfação. Ela envergonhada tentou cobrir seu rosto.
_ Não Isabella._ Carinhosamente afastei suas mãos, e levei-a a meus labioas, beijando as pontas de seus dedos. _ Você fica linda corada desse jeito._ Sorri._ E eu quero olhar em seus olhos quando meu pau estiver enterrado em você.
Eu seria um Homem fudido se esse momento se prolongasse por muito tempo.
Isabella olhou para meu pau e ele reagiu pulsando, Toquei-o na inútil tentativa de aliviar um pouco a dor, mas com ela me olhando daquela forma, era humanamente impossível.
_ É só relaxar princesa.
Ela devorava meu pau com o olhar, lambi meus lábios ainda sentindo seu gosto e fui me aproximando alisando meu membro _ como se esse ato fosse reprimir o desejo ardente que estava sentindo naquele instante_ e passei a esfregar a cabecinha entre seus lábios íntimos, fazendo-nos gemer, meu corpo foi engolindo o espaço que nos separava, e meu membro pressionando sua entrada.
_ Edward..._ Isabella falou meu nome e meu pau cutucou-a. – Eu...
_ Sim amor?
Meu corpo foi invadindo o dela aos poucos, e eu estava fodidamente dolorido, sua buceta estava tão apertada que esmagava meu pau. E à medida que avançava mais um pouco, ela se contraia ainda mais, ate parecia uma...
A constatação caiu como uma bomba em minha mente. Não, não poderia ser?
Fiquei imóvel quando senti. Meu corpo todo ficou rígido e minha respiração acelerada de acordo com as batidas de meu coração. Isabella era virgem, eu seria seu primeiro? Olhei-a de olhos fechados e fechei os meus por um instante na intenção de acalmar meu desejo. Eu não poderia machucá-la.
Quando por fim os abrir ela ainda estava com o dela fechado, mas no minuto seguinte foi abrindo-os lentamente e quando nosso olhar se encontrou, uma força gigantesca chocou contra meu peito.
Fiquei paralisado, sentindo e tentando entender a confusão de sentimentos que me invadia.
Medo...
Desejo...
Receio...
Angustia...
Euforia...
Ciúmes...
Raiva...
Possessividade...
Entre tantos outros desconhecidos ate então para mim. Como se tivesse vida própria minha mão vagou pelo seu corpo. Como se quisesse marcar cada cantinho. Isabella voltou a fechar os olhos.
_ Abra os olhos Isabella._ A ordem saiu automaticamente. E ela obedeceu, meu pau vibrou e ela enroscou suas pernas ao meu redor. _ Isabella._ Mesmo temendo sua resposta, eu teria que perguntar._ Tem certeza que é isso que você quer?
_ Sim._ Meu pau pulsou e ela gemeu._ Quero que seja você.
A montanha russa de sentimentos estava lá novamente, deixando-me consciente de sua existência.
Medo... De machucá-la.
Desejo... De sentir a maceis de sua buceta ao redor de meu membro.
Receio... De não ser o bastante... Para ela.
Angustia... Por algo que eu não sabia ainda o que era, mas ela estava lá impregnada em meu peito.
Euforia... Por ser seu primeiro. Machista eu sei, mas não vou negar que me sentia assim eufórico.
Ciúmes... Por ter presenciado a noite toda, aquele merdinha com ela.
Raiva... De mim, por não saber reconhecer meus verdadeiros sentimentos em relação a Isabella.
Possessividade... Esse queria marcá-la como minha, fazê-la gritar por mim a cada estocada, não deixando duvidas a quem ela pertencia.
_ Não tem volta Isabella._ Urrei. _ Não tem porra de volta se eu romper com essa barreira._ Meu corpo todo já estava tremendo, e o ciúme corroia-me por dentro, com as lembranças dela nos braços daquele filho da puta. _ Não vou tolerar macho nenhum lhe tocando como aconteceu essa noite.
À medida que meu pau invadia sua apertada buceta, fundindo nossos corpos, Isabella mordia os lábios e ficava tensa. Encostei nossas faces e tomei sua boca alojando os últimos centímetros de meu pau eu sua quente e apertada gruta.
Nosso beijo foi se intensificando e nossos corpos começaram a dançar lentamente, eu abandonava seu corpo e o tomava em seguida, sentindo todos os músculos de sua buceta apertando meu pau.
_ Não gostei de ver você com aquele Jacob! – Gritei o que angustiava meu peito._ Não gostei de vê-la dançando com ele... Sorrindo pra ele._ Agarrei suas mãos e as prendi a cima se sua cabeça e ataquei seu seio e estoquei fortemente escutando os gritos de prazer que saiam dos lábios dela.
_ Isso princesa, deixa vim, quero que goze gritado por mim Isabella._ O animal que eu não sabia que existia dentro de mim estava a solta agora, e ele estava faminto, ansiava pelo corpo, dela, pelo sorriso dela, pela voz dela, principalmente gritando o meu nome._ Grite pelo nome de seu Homem, grite Isabella.
Eu estocava fortemente e meu corpo queria mais, nosso corpo pedia por mais, Isabella me engolia, sugando-me fortemente todas as vezes que deixava seu corpo, e me esmagando quando o invadia, tornando esse ato dolorosamente prazeroso.
_ Vem Isabella, lambuza meu pau, goza comigo! _ Gritei estocando freneticamente, não agüentava mais segurar, estava fodidamente doloroso sustentar esse momento por um segundo que fosse. Meu corpo já estava em mil pedaços, em minha mente ecoava os gritos de êxtase dela, nossos corpos banhados de suor movimentando-se juntos, acostumados no embalo do outro e esperando o momento de explosão, que não tardou, e chegamos ao ápice juntos!
— Minha! Isabella você é minha! — Gritava descontroladamente sentindo meu liquido ser derramado dentro dela, marcando-a como minha. — Minha! — Pontuei bruscamente antes de tomar sua boca com urgência e certa violência.
Só quando nosso corpo reclamou por ar, que interrompemos o beijo e pude então desabar ao seu lado. Negando-me a ficar sem ela por muito tempo, mesmo com nossos corpos cansados, eu sentia um desejo avassalador, mas sabia que Isabella precisa de alguns minutos de descanso.
Controle-se Edward, essa foi a primeira vez dela e você já foi longe demais._ Minha mente tentava acalmar meu desejo... Inutilmente.
Com nossas respirações e as batidas de nossos corações batendo descompasadamente, levaríamos um tempo para nos acalmar. Puxei Isabella de encontro ao meu corpo e a prendi pela cintura se por acaso o cansaço me vencesse dormiria abraçado a ela, sentindo o cheiro embriagador que emanava de seu corpo.
Aos poucos a respiração dela foi se normalizando, enquanto meu pau a cada segundo ficava mais duro, deixando-me mais esperto, empresei meu corpo de encontro ao dela, roçando meu membro rígido em seu traseiro e ela gemeu.
— Descanse um pouco, princesa, teremos a noite toda._ Sussurrei sem eu ouvido, mas dizendo para mim mesmo. Por mais que meu desejo fosse nesse momento voltar para dentro dela, sentir meu membro sendo engolido por sua bucetinha, eu teria que me acalmar e deixar-la descansar.
Calma, Edward, vocês terão muito tempo pela frente._ Minha mente tentava me chamar a razão.
— Uma única noite. – Isabella gemeu e fiquei em alerta.
Como assim, uma única noite? Por acaso ela pensava que a deixaria sair de minha vida simplesmente? Passava por sua mente que a deixaria voltar para aquele merdinha que deveria ser seu namorado?
Não Isabella. Eu avisei que não teria uma porra de volta se eu rompesse aquela barreira. Pendi-a mais contra meu corpo. Não pense Isabella que vou tolerar aquele filho de uma puta lhe tocando.
O ciúme já ganhava grandes proporções dentro de mim, e em minha mente ia se formando imagens que eu não estava gostando. O animal que estava liberto dentro de mim queria acordá-la e fazê-la sua varias e varias vezes antes que os primeiros raios do sol aparecessem, queria vê-la gritado por mim, a cada segundo que meu pau estivesse dentro dela levando-a ao limite de suas resistências, para que ficasse claro a quem ela pertencia.
Mas não era o momento, eu não poderia deixar ele na dianteira, por que isso poderia ter conseqüências dolorosas para ela, não eu teria que usar a cabeça, teria que ser exato, e jogar com as armas que me dispunha no momento.
E rogava aos céus que estivesse fazendo a coisa certa!
*****
Isabella dormia em meus braços tranquilamente, depois de varias vezes ter sido minha, durante a madrugada, e grande parte do dia e todas às vezes ela se entregou sem medos ou reservas, e pude constatar que nada me faltava, eu não me sentia vazio. Pelo contrario sentia-me completo com Isabella.
Já passava um pouco mais que às dezoitos horas, e eu não queria acordá-la, continuei admirando-a nunca me cansaria de olhá-la, um som baixo começou a tocar no quarto, e fiquei tentando encontrar, ate que meus olhos se depararam com um pequeno aparelho que estava ao chão perto do vestido dela.
Pensei em levantar e ver quem estaria ligando para ela, mas o som cessou e volte a admirá-la alisando seu rosto, contornando sua boca com a ponta de meu dedo. Estava cansado, meu corpo deveria está cansado. — embora vergonhosamente estivesse duro por ela. — mas não sentia sono, queria aproveitar cada segundo ao seu lado.
Mesmo querendo ficar ali, deitado sentindo seu corpo aquecido colado ao meu, resolvi levantar e pedir uma maravilhosa janta para nos dois, só havíamos beliscado no café da manha e lanchado pela tarde dispensando o almoço. Isabella com toda certeza despertaria com fome.
Depois do pedido feito, voltei para a cama para desperta-la. Tirei o lençol que ocultava parte de seu corpo e distribui beijos por sua barriga, subindo ate chegar a seus seios e lambe-los um a um, e continuei fazendo carinho com a ponta do nariz ate chegar a sua face.
Beijei seus olhos, seu nariz as maças de sua face e percebi o sorriso em seus lábios antes de tomá-los em um beijo calmo.
_ Boa noite princesa._ Sussurrei ainda em seus lábios._ Hora de despertar.
Isabella rodeou meu pescoço com suas mãos e aprofundamos nosso beijo, meu corpo já acesso, querendo o dela.
_ Se continuamos assim, não deixarei você sair dessa cama Isabella._ Gemi em sua boca.
_ Não seria má ideia._ Ela sorriu separado nossos lábios, mas continuávamos de face grudada._ Boa noite?_ Ela indagou olhando pela janela constatando que a noite já havia chegado.
_ Boa noite minha princesa._ Isabella se espreguiçou e gemeu._ Cansada?
_ Um pouco._ Ela sorriu._ Mais com fome que cansaço.
_ Já pedi nossa janta._ Roubei um beijo de seus lábios._ Que tal uma ducha antes?
_ Uma ótima ideia.
Levante e a puxei para meus braços a fazendo gritar de susto.
_ Edward! Coloque-me no chão._ Falou sorrindo.
_ Não bebê. _ Caminhei com ela para o banheiro._ Eu quero cuidar de você Isabella.
_ Eu... Você... Nós... _ Ela indagava confusa e toda coradinha.
_ Sim, nós dois vamos tomar outro banho delicioso junto _ Belisquei o olho e ela corou mais ainda.
_ Eu...
_ Shiiu...Eu não descuido do que é meu.
Entramos no banho e precisei fazer um esforço sobre-humano para não atacá-la nos primeiros segundo, como logo cedo aconteceu.
_ Edward, pode deixar que tomo meu banho._ Ela falou quando me viu despejando o sabonete líquido na esponja._ Eu...
_ Eu quero dá o seu banho._ Falei com segundas intenções.
_ Okay._ Ela respondeu entregue, já sentindo minhas mãos em seu corpo._ Eu..._ Sua voz falhou quando me ajoelhei a sua frente e passei a ensaboar seus pés, subindo por sua perna direita repetindo o gesto na outra lentamente.
_ Vire-se Isabella_ Falei já com minha voz rouca. Ela se virou deixando-me contemplado aquele traseiro divino.
Com as mãos tremulas consegui dá atenção a todo seu corpo, sendo mais lento nas partes intima deixando-a sem fôlego. Quando enfim, terminei seu banho ela retribuiu a tortura comigo, deixando-me ainda mais rígido. E sempre se esquivando de meus toques.
_ Edward!_ Ela gritou quando a prensei conta a parede da ducha e rocei meu pau em sua bunda.
_ Você acha que vai me torturar e sair assim?_ Sem aviso penetrei-a com meu dedo fazendo-a gritar._ Safada!_ Gemi._ Prontinha pra mim. _ Dei um tapa em sua bunda a fazendo gritar._ Incline-se e abre bem essas pernas, que vou estocar tão forte até você gritar meu nome e lambuzar meu pau
_ Edward..._ Ela gritou quando a penetrei alojando todo meu membro de uma única vez.
_ Assim Isabella, quero você gritando por mim, assim.
Isabella se apoiou nas paredes, vindo de encontro a mim, enquanto seu corpo era invadido pelo meu. Dei outro tapa em sua bunda arrancando outro grito dela.
_ Edward!
_ Assim!
Segurei em seus quadris movendo-me rapidamente, sentindo os músculos internos dela me imprensando.
_ Eu...
_ Inferno! Não vou agüentar por muito tempo._ Gemi.
Continuei estocando fortemente fazendo nossos corpos se chocarem, e logo estávamos gritando, um chamando pelo outro em perfeita sintonia.
*****
Já estávamos terminando nosso jantar quando o som voltou a invadir o quarto, Isabella demorou um tempo a perceber o que era, mas quando percebeu deu um pulo da cadeira e foi em busca do pequeno aparelho, mas antes que ela o alcançasse parou de tocar.
Ela voltava para a mesa com ele nas mãos, quando o maldito aparelho voltou a tocar, ela olhou para mim.
_ Tenho que atender.
_ Fique a vontade princesa. — Tentei aparentar naturalidade, mas em meu peito batia um coração acelerado. Levantei-me e fui ao banheiro deixando-a a vontade, mas deixei a porta aberta para escutar sua conversa e poder observá-la.
_ Oi? _ Ela falou timidamente. Fiquei atento para tentar saber com quem ela falava._ Não vi que você havia ligado._ Ela mordia os lábios. — Não está tudo bem sim._ Ela olhou para mim antes de se virar e falar baixinho._ Estou com uma amiga.
Amiga?
Voltei para o quarto caminhando lentamente em sua direção questionando-a com o olhar.
_ Não aconteceu nada demais, quando chegar conversaremos melhor. _ Ela falava as presas, enquanto encurtava a distancia entre nós._ Jack preciso desligar._ Falou rápido e desligou.
Jack? O que esse merda queria com ela? E o pior por que ela mentiu para ele?
_ Eu sou sua amiga?_ Indaguei, já vendo tudo vermelho.
_ Edward...
_ Quem era ao aparelho, e por que você mentiu? _ Ela ficou muda encarando-me._ Eu fiz uma pergunta Isabella, quem era na porra desse telefone?
E o maldito voltou a tocar, ela ficou olhando para mim e para o aparelho.
_ Atenda!
_ Não preciso...
_ EU MANDEI ATENDER ESSA MERDA!_ Gritei.
_ PARE DE GRITAR COMIGO!
_ ATENDA OU ATENDO EU.
_ O QUE FAZ VOCÊ PENSAR QUE TEM ESSE DIREITO?
Ficamos em um duelo mudo, nos encarando e a porra do celular tocando.
_ Me dê essa merda! – Falei tomando o aparelho de sua mão e olhando em seu visor._ Jacob! _A raiva me dominou e cego, joguei-o na parede quebrando-o em vários pedaços.
Isabella gritou assustada.
_ Eu não quero você falando com ele._ Falei caminhando em sua direção e a cada passo que eu dava, ela se afastava._ Não quero! Fui claro?
_ O Jack...
Ela tentou falar, mas sua voz saia falha.
_ Não quero saber desse filho de uma puta perto de você. _ Me alterei._ PORRA! VOCÊ É MINHA ISABELLA... MINHA._ Tentei me aproximar e ela se afastou, passou as presas pegando suas roupas e se trancando no banheiro.
Caminhava pelo quarto feito um animal enjaulado, os músculos de meu corpo todos tensos. E a mente a mil. Porra por que ela havia mentido? Será que ela o amava tanto assim? Não! Ela se entregou a mim sem reservas, eu não poderia está enganado, ou poderia? Será que ela havia se arrependido, e por isso mentiu para ele, com medo de perdê-lo?
Uma única noite!
Será que era a isso que ela se referia? Passaria a noite comigo e depois voltaria para aquele bosta?
Caminhei ate a porta e bati.
_ Isabella abre essa porta._ Ela ficou calada. Porra ela me deixaria louco! _ Isabella abre, precisamos conversar._ Continuou calada. Será que ela cometeria alguma loucura? Será que seu arrependimento por ter passado a noite comigo, traindo seu namorado a levaria a cometer alguma loucura?_ Isabella_ Chamei mais calmo._ Por favor, abre estou ficando preocupado.
Encostei-me à porta e fiquei em silêncio e entrei em desespero quando escutei seu choro baixo.
_ Isabella?
_ Vai embora!
_ Não vou._ Falei mais calmo._ Vamos conversar.
_ Não temos nada a conversar Edward.
_ Temos sim._ Suspirei._ Você acha que depois do que tivemos...
_ NÃO TIVEMOS NADA!_ Gritou.
_ Okay, não tivemos nada, mas abra essa porta e vamos conversar.
_ VOCÊ É UM ESTUPIDO._ Gritou.
_ Tudo bem, não quer abrir?_ Perguntei em uma calma que não sentia no momento._ Espero que esteja longe da porta por que vou arrombar essa porra agora!
Afastei-me dando a primeira pesada contra a porta, já estava me preparando para a segunda quando ela abriu encarando-me.
_ Você é um louco!
_ Você que me deixa neste estado._ Tentei segura-la, mas ela se afastou._ Vamos conversar.
_ Não temos o que conversar Edward.
Uma única noite! _ Martelava em minha mente.
Respirei fundo, tentado me manter calmo.
Uma única noite!_ Eu não poderia deixá-la ir.
_ Isabella, o que você quer?
_ Como?
_ E só falar, que eu dou, compro um apartamento para você, um carro, lhe dou um cartão de credito sem limites, dou qualquer coisa, mas quero que largue aquele merdinha. _ Respirei fundo._ Fique comigo, você sabe que não tenho muito tempo livre, mas podemos arrumar um jeito, te dou qualquer coisa...
À medida que eu falava Isabella se afastava e seus olhos se tornavam um chocolate escuro.
_ VOCÊ É UM CACHORRO! _ Ela gritou e veio em minha direção e antes que eu entendesse o que ela iria fazer, senti o peso de sua mão em meu rosto._ VOCÊ NÃO VALE NADA!
Saiu correndo, deixando-me estático sentindo meu rosto queimando.
Que merda eu tinha acabado de fazer?
****
Sabe quando você que se esbofetear?
Era assim que eu me sentia como fui agir daquela forma com Isabella? Eu deveria saber que ela jamais aceitaria tais coisas, mas cego como estava, não pensei nas conseqüências e agora estava aqui feito um louco. Não adiantou trocar-me as presas e sair feito um furação atrás dela, por que não a encontrei.
E como se isso não bastasse, não sabia o endereço dela, e não tinha como conseguir a não ser através da Alice, que negou essa informação. Só me restando uma saída, esperar o feriado passar e tentar falar com ela, quando ela retornasse ao trabalho.
Os dois dias pareciam eternidade, e como se esse meu tormento não fosse o suficiente ainda existia ouro... Jean, que apareceu na casa de meus pais na manha do domingo. Eu estava saindo do banho quando a mesma entrou em meu quarto;
_ Que diabos você ta fazendo aqui? _ Perguntei com raiva.
_ Que modos são esse Edward?_ indagou. _ Por que tanta ignorância?
_ Por que não suporto que me cerquem que fiquem no meu pé._ Falei jogando a toalha e me vestindo rapidamente._ O que você está fazendo aqui?
_ Sua mãe me convidou para passar o dia aqui.
_ O quer? _ Só era o que me faltava._ Olha Jean, você não é nenhuma ingênua que eu sei, e já entendeu que nosso lance acabou então não tente se aproveitar da situação, por que não vai colar, fui claro?_ falei ríspido.
_ Amor...
_ Amor um caralho! _ Retruquei._ ACABOU! NÃO ROLA MAIS.
_ Porque está me tratando assim? _ Ela se aproximou tocando em meu peito_ Sempre nos demos tão bem._ Ela deslizou a mão descendo e esse gesto me deu um choque e repudio. _Sorriu e olhou para cama._ Sei do que você está precisando._ Desceu sua mão e antes que ela concluísse o processo segure-a impedindo-a.
_ Não estou precisando de nada.
_ Edward!
_ Saia!
_ Filho?_ Minha mãe estava à porta._ O que acontece aqui?
Fiquei olhando para Jean que soluçava e correu para os braços de minha mãe. Porra de um teatrinho eu não iria agüentar!
_ Não conheceu nada mamãe.
_ Como não._ Ela consolava a Jean em seu braço._ Sua namorada esta chorando.
_ Ela não é minha namorada._ Tentei manter a calma, não poderia gritar com minha mãe.
_ Edward, filho não estou lhe reconhecendo.
Caminhei ate minha mãe que consolava a outra, em seu falso choro.
_ Licença mamãe._ Falei puxando a Jean pelos braços._ Deixe desse fingimento do caralho, que você sabe que não suporto, e suma de uma vez.
_ Filho!
_ Fique fora disso, mamãe, por favor.
Sai pela casa, arrastando-a pelo braço deixando minha mãe apavorada e Alice de olhos arregalado.
_ ACABOU! ENTENDEU? _ Esbravejei._ NÃO ADIANTE TENTAR SE INFILTAR EM MINHA CASA... E NEM SE APROXIMAR DE MINHA FAMILIA POR QUE EU NÃO QUERO MAIS, EU ESTOU EM OUTRA!
_ VOCÊ NÃO PODE ME TRATAR ASSIM EDWARD.
_ ENTÃO SUMA, PORRA! CAIA FORA, ESTOU DE SACO CHEIO DE TUDO, SUA VOZ ME DÁ NOJO, SINTO REPUDIO QUANDO VOCÊ ME TOCA.
_ NÃO ERA BEM ASSIM ANTES.
_ POIS É, EU NÃO SABIA O QUE RA BOM!
_ VOCÊ NÃO PODE ME USAR E DEPOIS DESCARTAR ASSIM DESSE JEITO.
_ DO QUE VOCÊ ESTAR RECLAMANDO? _ Retruquei._ EU LHE USSEI? BEM VOCÊ TAMBÉM ME USOU, E SAIU EM VANTAGEM, PORTANTO NÃO DEVEMOS NADA UM AO OUTRO, AGORA PASSE BEM.
Levei-a ate a porta, tendo o cuidado de trancá-la depois e quando me virei deparei com minha mãe e Alice me olhando assustadas.
_ Filho, o que está acontecendo com você._ Indagou._ Nunca lhe vi sair do serio dessa forma. Tratar uma moça desse jeito.
_ Mamãe, por favor._ Pedi calmo._ Agora não, só é o que lhe peso, agora não.
Voltei para meu quarto e fiquei trancado o resto do dia, minha mente torturando-me com imagens de Isabella nos braços do Jacob, sorrindo pra ele enquanto ele falava alguma coisa ao seu ouvido.
_ Deus! Vou enlouquecer ate amanhã!
Uma batida suave na porta e depois Alice entrou.
_ Mamãe está perguntando se não vai descer?_ Ela me olhou avaliando-me._ A janta já vai sair.
_ Estou sem fome._ Retruquei.
_ Sabe._ Começou ela._ Não sei o que esta acontecendo com você, e embora não gostasse muito daquela outra, acho que você foi arrogante demais.
_ Alice, por favor, não estou com animo algum para conversas.
_ Você já é grandinho o suficiente para saber o que é certo ou errado.
Alice saiu e volte para minha tortura mental, e a cada segundo olhava ao relógio, só para constatar que tudo estava contra mim. Que até o tempo resolveu para, justamente quando eu precisava que ele corresse.
Diferentemente do que pensei, terminei apagando depois das três da manhã, e já as seis estava pronto para ir a empresa, desci as presas e encontrei meu pai já arrumado lendo seu jornal matinal.
_ Onde é o incêndio? _ Indagou quando me viu as presas.
_ Boa dia pai?
_ Temos alguma reunião tão cedo?
_ Não!_ Respondi já com as chaves na mão.
_ Então se sente que temos algo a conversar.
_ Pai...
_ Sua mãe me contou o episódio, que aconteceu aqui ontem, e não fiquei satisfeito.
_ Pai...
_ Nunca me meti em sua vida Edward, por que julguei que você saberia administrar, esses seus casinho, mais deixando chegar a essas proporções, demonstra que estava equivocado. Um Homem na sua posição filho deve saber ser discreto.
_ Eu procuro ser.
_ Não foi isso que aconteceu._ Recebi um olhar de reprovação._ Sua mãe está magoada procure se desculpar com ela. Você sabe que nada me desagrada mais que vê-la assim.
_ Okay, Falarei com ela.
Já estava saindo quando ele voltou a falar.
_ E a próxima mulher que arrumar se não tiver a intenção de ter algo serio, evite trazer para o seio de nossa família.
Sai às presas, mais tarde procuraria minha mãe e me desculparia afinal ela nunca havia presenciado tal comportamento e deveria realmente está muito magoada comigo. Mas esperar ela acordar significaria que chegaria tarde a empresa e não conseguiria falar com Isabella antes que a Alice chegasse, por esse motivo sai a todo vapor. Mas quem disse que as coisas acontecem como desejamos.
Como se não bastasse a confusão que minha vida já estava, um louco avançou o sinal e bateu em meu carro. Por sorte ninguém se feriu, mas tivemos que esperar a policia chegar e fazer todo o procedimento. Resultado? Quando cheguei a empresa já passava das nove horas.
E mesmo sem medi as conseqüências, fui direto a sala de Alice, se fosse preciso levaria Isabella no ombro ate minha sala, e ela só sairia de lá quando me escutasse. Porém quando entrei só encontrei Alice, entretida com algumas fotos.
_ Isabella não veio? _ Perguntei sem esconder minha frustração.
_ Oi?_ Ela olhou pra mim, aparentemente sem entender minha pergunta.
_ Isabella ainda é sua assistente correto?
_ Sim.
_ Ela não veio?
_ Não_ Ela respondeu e voltou a avalizar as fotos._ O que você acha dessas duas aqui para fazer aquele...
_ Alice, não quero saber disso agora._ Falei tentando manter a calma._ Passei um final de semana dos infernos, acabei de sair de um acidente..
_ Acidente?_ Ela se levantou e veio até mim._ Você está bem?
_ Estou, não me machuquei só o carro._ Segurei em seu rosto fazendo-a me encarar._ Minha irmã, por favor, responda-me._ Respirei._ Por que Isabella não veio e onde está?
Ela ficou me olhando.
_ Por que o interesse?
_ Alice!
_ Você aprontou alguma coisa._ Ela falou arregalando os olhos._ O que você fez?Deus! Por isso ela tava com aquela voz.
_ Que voz?
_ Edward o que você andou aprontando?
_ Eu preciso falar com Isabella, por favor, me diga onde posso encontrá-la.
Alice com brusquidão tirou minhas mãos de seu rosto e voltou para sua mesa.
_ Ela não veio trabalhar.
_ Isso eu já sei!_ Retruquei._ Preciso saber onde ela mora.
_ E o que te faz pensar que vou lhe dizer?
_ Por que eu posso descobrir através de você ou pelo DP.
_ E por que eu facilitaria sua vida?
_ Você é uma peste!
_ Não é a toa que sou sua irmã.
Sai da sala dela feito um furacão e fui direto ao DP, 30minutos depois já estava com o endereço dela em mão e segui pra lá. O prédio onde ela morava não ficava muito perto, da empresa o que me deu tempo para me acalmar.
Estacionei em frente ao seu prédio e fiquei dentro do carro tentando organizar as idéias, chegaria lá, pediria desculpas e conversaria com ela. Já estava mais calmo ela deveria ta magoada, mas já deveria ta mais tranquila.
Passei pelo porteiro que nem perguntou para onde estava indo, demonstrando como era falha a segurança do local, e para melhorar, o elevador estava com uma placa de quebrado.
Olhei frustrado para os lances de escadas a minha frente, Isabella morava no quarto andar, respirei fundo e subi de dois e dois degraus, parando só quando cheguei ao seu andar para recuperar o fôlego.
Olhando os números constatei que o dela seria a ultima porta a direita e caminhei em sua direção parando a uns deis passos de distancias, quando sua porta abriu e a cena que vi, deixou-me cego de raiva.
Isabella vestida apenas com uma blusa que grudava em seu corpo e mal cobria sua coxa estava abraçada ao cachorro filho de uma puta.
_ Carinho, tenho que ir, mais qualquer coisa me ligue._ Falou ele.
_ Eu ficarei bem_ Ela falou e sua voz dizia o contrario._ Pode ir sossegado Jack.
_ Mas me ligue se precisar de qualquer coisa, okay? Eu largo tudo e venho ficar com você.
Quem esse bosta pensava que era?
Eles estavam tão íntimos, tão perdidos entres os carinhos que não perceberam minha presença. O merdinha alisou seu cabelo descendo a mão pelo seu rosto. Meu sangue ferveu, eu já via tudo vermelho. Ele se aproximou do rosto dela... O que... O que... Não agüentei ficar calado.
_ QUE PORRA É ESSA QUE ESTAR ACONTECENDO AQUI!
"O ciúme quando é furioso produz mais crimes do que o interesse e ambição.”
( Voltaire )
Notas finais
Gostaram... Odiaram???
Essa foi à primeira lembrança do Edward... Só para vocês ficarem mais intima dele... kkkk
E quem sabe começar a entender essa cabeça!
Eita porque Homem é tão estúpido às vezes???
P.s:
Amanha teremos atualização em A Outra!
Capitulo quentinho... Acabei de terminar-lo!!!
Bjs e até amanha!
Kiki minha florzinha linda eu te amoooooooooooooooooooo!!!!!!
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