Amaciante
8 8) Sem querer
Notas iniciais
Sim, estamos avançando velozmente nessa história cheia de reviravolta. Até eu tô me surpreendendo. Bora lá ver mais dessa aventura.
— Vai pro caralho, seu olhudo de merda! — respondeu Pâmela, ainda se tocando e disfarçando a gostosura daquele frenesi.
Bom, xingamentos e pontapés representavam o fulcro da convivência entre irmãos. Iuri, por influência dos outros familiares, atribuía alcunhas nada carinhosas referenciando o aspecto corporal de Pâmela.
À jovem, só restava retrucar. Algo bobo, sem trauma. Somente para atacar de volta.
Numa explosão de luz, a vivência escorre entre os fluidos.
— O que é isso? — pensa a moça, nua, em um não-lugar e em um não-momento.
Repentinamente, a pele enrijece e os olhos arregalam. Este recinto inexiste. Pâmela apenas sabe.
Notas finais
Vou confessar que está tudo saindo feito um tiro. Melhor, pra não me arrepender de escrever. Mas vão me dando o feedback, que o desafio tá ficando bem interessante de realizar. Até a próxima, galera.
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