Dave então toma uma decisão, vai falar com Kurt e se assumir se for preciso, ele é gay e não vai conseguir mudar isso.

Ele sai do banheiro e sai procurando Kurt, mas não o encontra. Dave vê Mercedes conversando sobre ele com Rachel.

-Ele não devia ter feito isso, ele ainda não está pronto...

-Shh... Olha ele aí. – Diz Rachel

-Cadê o Kurt? – Pergunta Dave

-Pra que você quer saber? Saiba que eu não vou deixar você machucar o Kurt mais! – diz Mercedes

-Calma, Mercedes... – Diz Rachel

Dave responde:

-Eu queria conversar com ele... Olha, posso confessar uma coisa pra vocês? Eu realmente gosto do Kurt, mas eu nunca tinha percebido antes, eu nunca fui a favor de dois homens se beijando, mas não percebi que eu tinha nojo de mim mesmo. É sério, acreditem em mim...

Mercedes para por um momento.

-Tá, vamos supor que seja verdade, o que você vai dizer ao Kurt? – Pergunta Rachel

-O que? É sério? – Pergunta Mercedes

-Bom, eu não sei... Mas eu tenho que dizer que eu não sou quem ele pensa. E pensar que todo esse tempo eu fui um idiota que só... O rejeitou... Me diz, onde ele está?

-Ele ficou muito abalado com o que você disse e ligou para o pai vir buscá-lo... – Responde Mercedes

-Droga... Droga! Me desculpem, mas eu... Eu...

-Dave, esquece, deixa pra lá, outro dia você fala com ele. – Diz Rachel

-É, talvez seja melhor...

Kurt chega em casa com o pai e os dois estão em silêncio, até que Burt pergunta:

-Então, o que aconteceu na escola?

-Nada, pai.

-Como nada, você está tão abatido e você é meu filho, eu te conheço.

-Não foi nada, pai.

Kurt entra e vai direto para o quarto. Burt grita:

-Se precisar de alguma coisa, me chama!

Kurt só deita em sua cama e começa a chorar no seu travesseiro, que naquele momento, era seu único amigo.