Always by your side

11 It’s a heartache


Quando Regina acordou, minutos depois de Swan ter pegado no sono, encontrou Emma dormindo completamente torta, numa cadeira de plástico.

A primeira coisa que Mills pensou foi: “por que raios ela não ficou na poltrona?” Em seguida, olhou ao redor, e ao ver em cima de uma mesinha que tinha perto de sua cama, um copo descartável, com água, não pensou duas vezes e o pegou, jogando o líquido na amiga.

Emma acordou num pulo e acabou caindo da cadeira, sem perceber que Regina a observava, tentando segurar o sorriso. Mas, ao ver a careta da loira, não se aguentou e caiu na gargalhada, chamando então a atenção de Emma para si.

— Regina! — Repreendeu, levantando-se. — Mais criança, impossível.

— Ah! Agora eu sou uma criança... Mas, na hora de...

— Cala a boca, Regina. — Interrompeu-a, encarando-a seriamente.

— Por que você está tão séria? — Indagou franzindo o cenho, parando de sorrir.

— Talvez porque uma louca entrou na sua casa, apontou uma arma para mim, a fim de me matar... — Levantou os dedos na direção da amiga, enumerando as coisas que aconteceram mais cedo. — Machucou a minha boca... — Apontou para a mesma, que agora estava bastante inchada. — E ainda atirou no seu pé... Está bom de motivos, ou quer mais? — Indagou com ironia.

— Emma, eu não tive culpa da Martha ter feito isso. — Tentou se defender. — Eu pensei que ela tinha entendido da última vez que veio atrás de mim. Eu deixei tão claro quanto água.

— Você tem culpa sim. — Acusou, aproximando-se. — Ficou com ela mesmo sabendo que é casada. — Balançou a cabeça negativamente. — Você deu brecha para que a mulher se apaixonasse por você, Regina. — Nesse momento, quem falava pela loira era nada mais, nada menos, que o ciúme, pois, ela sabia bem que Regina não sabia que a mulher era comprometida. Mas, o ciúme estava falando mais alto, e a raiva pelo o que aconteceu era tanta, que queria pôr a culpa nela.

— Emma, essa é aquela mulher casada que falamos naquele dia que saímos com o Graham e os meninos. — Lentamente retirou seu pé de cima de uns travesseiros, que estavam ali com a intenção de deixá-lo suspenso. — Eu não sabia que ela era casada. Eu já disse isso... — Relembra. — E, ela não se apaixonou por mim. — Contorceu seu rosto em uma careta, ao terminar de falar.

— Quantas vezes ela foi atrás de você e onde raios ela arranjou aquela arma? Você sabe? As outras vezes ela estava com ela? — Encheu-a de perguntas, ainda irritada e cheia de ciúmes, dos quais não admitiria nem para si mesmo.

— Essa é a quarta vez que ela vem atrás de mim, e a primeira que vem com uma arma, que... — Interrompeu-se e respirou fundo já se preparando para ouvir poucas e boas quando terminasse de falar. — Que é do marido, que é um sargento de NYC.

— Puta que pariu, Regina. Você é louca ou o que? — Perguntou extremamente nervosa, andando de um lado para o outro. — Tem noção do perigo que você correu ou corre por causa disso? — Balançou a cabeça negativamente. — Deus! — Olhou para cima e depois para a amiga, que agora estava sentada na cama, com as pernas para fora. — Por que você não segura esses seus dedos na... — Pausou-se procurando algum lugar onde poderia falar, já que calça não faria sentindo, mas acabou desistindo. —Ah! Por que você não segura esses dedos, hein? — Indagou irritada. Se o momento não fosse sério, Regina estaria rindo.

— Sua boca está muito inchada. — Franziu o cenho, apontando para o local. — Está tirando minha atenção. — Emma cruzou os braços e a fuzilou com o olhar. — Ok... — Pigarreou. — É... — Coçou a cabeça e se remexeu no lugar. — Sério... Eu já disse que não sabia de nada, senão não teria me metido com ela... Quer dizer, eu que meti nela... Os meus dedos e... — Nesse momento, Emma a encarou com uma carranca, fazendo-a parar com seus devaneios. — É... — Pigarreou. — Como eu estava dizendo, eu não sabia de nada, também deixei bem claro que era sexo sem compromisso, e quando eu soube do marido, nós acabamos. — Emma encarava-a parada perto da cama. — Eu nem sabia que ela sabia atirar e tinha acesso a arma do homem, e muito menos que era louca e ficaria vindo atrás de mim.

— Minha vontade é de matar você. — Falou entredentes, voltando a andar pelo quarto.

— Ah, mas eu quero que você me mate... — Falou maliciosamente, puxando-a pela cintura quando passou perto da cama, e a prendendo entre as pernas, com cuidado para não machucar o pé que estava enfaixado. — Mas, só se for de amor... — Sussurrou, olhando nos olhos esverdeados. — Muito amor... — Sussurrou novamente, dessa vez em seu ouvido, fazendo-a se arrepiar dos pés à cabeça e a raiva começar a querer ir embora. — Todos os dias e horas... — Deu um beijo de leve no pescoço alvo. — Sem parar... — Deu uma mordida de leve, na área. — Sem descanso para ir ao banheiro ou comer, ou dormir, ou ir trabalhar. — Depositou mais um beijo no pescoço da loira. — Será que você aguenta? — Deu um sorrisinho, mordeu de leve a orelha da mesma e lentamente, com a respiração raspando na pele de Swan, chegou até a boca dela e iniciou um beijo lento. Lento, mas quente. Muito quente. Com bastante língua, chupões e mordidas, mas que não continuou por muito tempo, por causa do machucado na boca da loira. — Você tem que ver isso aí. — Comentou após ouvir um resmungo de dor vindo da amiga.

Ignorando totalmente a dor que estava sentindo na boca por causa do machucado que estava bem inchado, Emma puxou Mills para mais um beijo, nada diferente do outro. Mas dessa vez as duas foram interrompidas por uma enfermeira, que adentrou ao quarto para saber sobre a paciente. Regina Mills.

— Desculpe-me atrapalhar. — Falou sem jeito.

— Tudo bem. — Regina respondeu. Emma estava tão excitada que não conseguia nem se mexer direito. Suas pernas estavam bambas.

— Só queria saber se você acordou, se sente alguma dor e dá o seu remédio. — Entregou um copo de água para Mills, junto com um comprimido. — Posso olhar o seu pé? — A morena assentiu. Lentamente Emma se afastou da amiga para dar acesso a enfermeira. Regina levantou a perna e logo a mulher começou a olhá-lo. — Está um pouco inchado, mas nada que um bom repouso não resolva. Sente algo? — Regina negou enquanto engolia o comprimido que a mulher deu. — Bem, era só isso. — Sorriu para a mesma. — Mais tarde o doutor que cuidou de você vem aqui para te dar alta e fazer recomendações. — Regina assentiu e logo a mulher se foi, voltando a deixar as amigas sozinhas.

— A bunda dela é horrivelmente... Horrível. — Mills sussurrou, fazendo uma careta.

— Regina! — Emma a repreendeu completamente desacreditada do que ouviu.

— O que? — Fingiu-se de inocente. Emma arqueou a sobrancelha, cruzando os braços. — Você ouviu? — Indagou realmente surpresa.

— Acho que até a mulher ouviu. — Zombou.

— Mas eu sussurrei... Você que tem uma audição boa... E outra, eu só estava falando a verdade. A bunda dela é horrível. — Apontou para a porta, como se a mulher estivesse ali.

— E você a viu, por acaso?

— Deu para ver através dessa transparente farda que ela está usando. Vi até a calcinha dela... Essa... — Fechou os olhos. — Era maravilhosa. — Sorriu maliciosa. — Por que será que ela vem trabalhar com um fio-dental vermelho? — Emma arregalou os olhos. — Isso deve dá tanto para algum médico... Ou médica. — Divagou, dando de ombros.

— Regina, já chega, por favor. — Deu uma tapa na perna da morena, fazendo-a resmungar. — Eu não acredito que você estava olhando para a bunda da mulher.

— Uma pena que era feia. — Fingiu decepção. No fundo estava louca para rir, pois, sabia perfeitamente bem que pela cara de Swan, ela estava com ciúmes. Adorava provocar.

— Regina! Já chega. — Pediu de forma séria. — Ok?

— Por quê? — Perguntou com fingida inocência. Queria ver se ela se renderia.

— Enquanto estiver comigo, por favor, não faça isso. Ou fique com os pensamentos só para você. — Pediu.

— Por quê? — Insistiu. — Isso é ciúme? — Indagou com um sorrisinho.

— Ciúme? — Deu um sorrisinho forçado. — Não me faça rir. — Regina arqueou a sobrancelha. — É só por respeito a mim. Por favor.

— Respeito é? — Puxou-a novamente para o meio de suas pernas.

— Isso. — Respondeu abraçando-a, fingindo que não estava afetada pela aproximação ou pela história do ciúme.

— Aham... Certo... — Rebateu com ironia, puxando-a para um beijo.

•§•

Devido ao seu pé machucado, Regina, obviamente, não foi trabalhar nos dias seguintes, pois, precisava ficar de repouso. Por isso, Emma mudou-se temporariamente para a casa da morena, para poder cuidar dela.

— Ontem o Mike encontrou mais um corpo sem o coração... — Emma terminava de colocar suas botas. Estava se arrumando para sair. Iria se encontrar com Killian, como foi combinado, dias antes. — Dessa vez o órgão foi encontrado numa lixeira na rua seguinte. — Suspirou. — Quer dizer... O resultado para saber se é realmente do cara, ainda não saiu, mas suspeitamos que seja dele.

— Tem alguma suspeita do que possa estar acontecendo? — Enquanto conversava com Emma, trocava mensagens com Luz.

— Infelizmente não. Graham está atrás das câmeras de segurança dos locais mais próximos dos ocorridos, para ver se encontra algo. — Ao terminar de colocar as botas, levantou-se do sofá, pegou a chave do carro de Mills e seu celular, e se aproximou da morena. — Bem, estou indo agora... Comporte-se, por favor, e cuidado com esse pé.

— Espera! — Pediu, chamando a atenção da amiga. — Eu quero uma carona até a Roscoe’s. — Pediu já se levantando, mas com um pouco de dificuldade.

— Você vai sair? — Regina assentiu rapidamente. — Nem me disse nada... — Murmurou mais para si que para a outra.

— Você também não me disse que iria sair. Estou sabendo agora. — Rebateu, levantando-se finalmente e pegando suas muletas.

— Eu vou sair com... — Hesitou um pouco. — Com o Killian.

— Hum... Com o Killian... — Repetiu pensativa. — Legal... — Comentou com ironia. Emma, obviamente, percebeu. — Eu vou me encontrar com a Luz. Lembra-se dela? Tentou fingir indiferença ao fato da amiga sair com o cara da bochecha rosada.

— Você disse que não tinha interesse nela... — Fez uma pausa, controlando-se para não demonstrar seu ciúme. Até porque ela estaria totalmente errada, já que também estava indo se encontrar com alguém. — Pensei que vocês não mantinham contato.

— Ela me procurou essa semana, me chamando para sair... — Explicou e Emma assentiu. — Então, pode me levar?

— Você não pode beber. — Apontou para o pé da morena. — Os remédios para dor, infecção... Esqueceu? — Ah como ela queria que Regina desistisse de sair e ficasse em casa assistindo algo na TV, tomando seu amigo café, ou escutando música. É verdade que ela estava sendo totalmente hipócrita e egoísta, já que estava indo se encontrar com o Killian, mas não queria que a amiga saísse para se encontrar com alguém. Mas, tem um porém muito grande nessa história... Ela não pretendia e nem pretende, ter algo com Killian. Nem nessa noite e nem noite ou dia algum. Claro que a ideia pode mudar um dia. Nunca se sabe. Mas, no momento é só isso mesmo. Sair para conversarem amigavelmente e ponto. Já Regina... Ela sabe muito bem como a amiga é, e sabe bem onde ela provavelmente acordará dependendo de como a noite for. E é justamente isso que ela não queria que acontecesse.

— Tudo bem, eu tomo só guaraná ou água. — Deu a solução.

— E quem vai te trazer? A Luz provavelmente vai beber e eu não quero ter que prender sua amiga por dirigir alcoolizada. — Regina teve vontade de sorrir, mas se conteve. Ela sabia bem o porquê da amiga estar colocando tanta pedra no caminho. Mas, ela não iria ceder. Se Emma Swan pode sair com o cara da bochecha rosadinha, ela também pode sair com a latina gostosa.

— Qualquer coisa eu venho de táxi. — Andou em direção a porta. — E então? Pode?

— Posso. — Respondeu derrotada. — E eu que pensei que o “só tenho olhos para você” fosse verdadeiro. — Sussurrou para si enquanto caminhava até a saída.

— E é... — Regina sussurrou em resposta. Pois é, ela tinha escutado.

E realmente era. Emma só tinha entendido da forma errada.

•§•

O caminho até a Roscoe’s foi feito totalmente em silêncio. Exceto por Bee Gees, que quebrava o silêncio com “How deep is your Love.”

Quando o carro parou em frente ao estabelecimento, Emma murmurou um “toma cuidado com esse pé” e logo Regina desceu do veículo, murmurando “obrigada e até depois.”

Assim que Emma perdeu Regina de vista por conta das pessoas que estavam em frente ao local, ela foi embora.

Vinte minutos depois e já estava parada em frente ao local marcado com Killian. Um pub que tinha música ao vivo e uma ótima salada com fritas.

Depois de passar quase dez minutos procurando um local para estacionar, recebeu uma ligação do rapaz, querendo saber onde ela se encontrava.

Depois de dizer onde estava e o que fazia, Jones foi ao seu encontro para ajudar. Minutos depois e os dois já se encontravam fazendo seus pedidos, sentados em uma mesa ao fundo, apreciando a banda que tocava “The Beatles” naquela noite.

Enquanto esperavam os pedidos, engataram numa conversa animada sobre trabalho, gostos musicais, hobbies, filmes, livros, séries, fracassos na vida amorosa e futebol, o que foi uma grande surpresa para Killian.

— Então quer dizer que você também gosta dos WhiteCaps? — Emma assentiu. — Mas você é daqui de Chicago. Como gosta de um time de lá?

— Ué, e você é Irlandês e também está aqui em Chicago. — Os dois sorriram. Ao fundo tocava “All you need is Love”

— Ah, mas eu morei um tempo em Vancouver... Tenho essa desculpa. — Fez biquinho, dando um sorrisinho vitorioso logo depois.

— Bem, eu conheci alguém na faculdade que era Canadense e me fez gostar do time.

Logo os pedidos chegaram e entre conversas animadas ao som “The Beatles” muita Coca-Cola, e batata frita, a noite prosseguiu agradavelmente.

•§•

Quando Regina entrou finalmente na balada, piscando várias vezes até a visão se acostumar, encontrou Luz à sua espera.

— É melhor ficarmos sentadas. — Apontou para o pé de Regina. A morena assentiu e as duas seguiram para o bar.

— Eu não vou poder demorar muito, infelizmente, e não poderei beber. — Fez uma carinha de triste.

— Tudo bem. Não tem problema. — Sorriu. — E para não te fazer inveja eu vou te acompanhar na água ou guaraná. — Levantou a mão chamando a atenção de um rapaz, e apontou para uma garrafa de água que tinha em cima do balcão.

— Não faça isso, por favor. — Pediu rapidamente. — Pode beber. — Devolveu a água que a mulher pedira. — Não tem problema algum... Sério... — A contragosto, Luz aceitou e então pediu uma cerveja para o rapaz.

Ao fundo tocava “It’s a heartache – Bonnie Tyler.” Ao ouvir a música, Regina estranhou, pois não toca esse tipo de música, onde elas estão. De repente lembrou-se de Emma. Na semana passada elas estavam fazendo uma ronda e essa música começou a tocar. Emma agoniou-se ao ouvir e pediu para que trocasse. Disse que já estava cansada de ouvi-la. O problema é que fazia muito tempo que não ouviam aquela música. Regina achou estranha a atitude da loira, mas não questionou.

Foi tirada de seu mundo particular pelo rapaz que atendera sua acompanhante, trazendo agora uma Coca-Cola que foi pedida por Luz.

— Adoro essa música, mas, não entendo por que está tocando aqui.

— É que hoje é noite das antigas. — Respondeu. Em seguida tomou um gole de sua bebida. — Então... Que loucura essa mulher ter ido atrás de você, hein... — Mudou de assunto.

— Então... Eu nunca imaginei que ela fosse fazer algo desse tipo. Até porque quando nos envolvemos, ela parecia bem normal.

— Que louco! Mas, agora ela está presa? — Aproximou-se mais da morena.

— Sim, está... Ainda bem... — Suspirou teatralmente. — Vou ficar livre por um tempo. — Sorriu. — Ou para sempre... Não sei. — Dá de ombros e as duas sorrirem. — O que me preocupa é o marido dela. Ele não sabe ainda. Está viajando. — Suspirou. — Não quero ter que matar alguém inocente.

— Wow! — Luz arregalou os olhos teatralmente e sorriu, logo tomando mais um gole de sua bebida. O refrigerante de Regina estava intocável e esquentando. — Adoro. — Sorriu. — Você costuma se envolver com quem já é comprometida? — Indagou em tom malicioso.

— Na verdade, eu gosto de me envolver com quem é livre. — Respondeu no mesmo tom.

— Ah, então eu tenho chance... — Sussurrou sensualmente. Aproximou-se mais da morena, eliminando a distância de ambas, e puxou-a para um beijo erótico.

•§•

Meia noite e meia foi a hora que Regina chegou em casa.

Ao ver seu carro parado na garagem e as luzes da casa, apagadas, constatou que a amiga já tinha chegado e estava dormindo.

Em silêncio para não acordar Emma, Regina entrou em casa, trancou a porta, foi até a cozinha, preparou um café e o tomou, — sempre fazia isso antes de ir dormir, — tomou um banho rápido e foi finalmente para o quarto.

Ao entrar no cômodo, encontrou Emma em sua cama. Estava de costas para a porta e coberta dos pés à cabeça.

Com cuidado, sentou-se na cama, dispensou as muletas, deitou-se da mesma forma que sentou, pegou o lençol que Emma se cobria para usar também, e com cuidado redobrado passou seu braço pela cintura da amiga.

No mesmo instante, Emma, que não estava dormindo, apenas fingia, pois não conseguiu dormir ao chegar em casa e saber que a amiga ainda estava por aí fazendo sabe-se lá o que com a tal da Luz, e queria saber que hora ela chegaria, mas não queria que a amiga soubesse que ela a estava esperando, abriu os olhos e lentamente pegou seu celular debaixo do travesseiro para ver as horas. Uma hora da manhã. Com um suspiro pesado fechou os olhos e tentou finalmente pegar no sono.

Notas finais
Espero que tenham curtido mais um capítulo de ABYS e até o próximo! Playlist: https://open.spotify.com/user/kparrilla_/playlist/0fYkStFF87wiVVR4zoHTFH?si=84cVUGbgSTegvknI49xZmA