Always and Forever
8 7°Capitulo
Notas iniciais

7°Capitulo
Hope Mikaelson
Me sentei no sofá e levitei uma cadeira um pouco a minha frente para Caroline poder sentar, ela estava paralisada com a surpresa, respirei fundo.
– Sente-se eu vou te explicar tudo – ela se sentou ainda com a mesma expressão de surpresa
– Quem é você? – ela disse me olhando nos olhos
–Hope Mikaelson – a cara de Caroline ficou ainda mais chocada – sou a filha de Klaus e Hayley!
– Eles estão juntos? A quanto tempo? – Caroline não conseguiu esconder a curiosidade, principalmente com o fato dela gostar do meu pai, e não ir com da minha mãe
– Eu fui um fruto de um caso de uma noite só! – ela deu um sorriso extremamente fraco, acho que eu sabia porque eu aparentava uns 18 ou 19 anos, e ela deveria estar pensando no tanto que foi enganada, o que ela pensava errado – eu tenho um ano, minha parte vampira me faz eu crescer rápido – ela pareceu mais confornada
– Mas, o Klaus não pode ter...
–filhos? Sim ele pode – eu a interrompi – pelo lado vampiro ele não poderia mas pelo lado lobisomem sim
– Por que você esta aqui? – perguntou ela
Então eu contei tudo para ela, sobre o que ouve antes de mim nascer e o que aconteceu depois, falei tudo o que sabia para ela, e sinceramente eu já esperava que fosse ela a primeira a descobrir quem eu sou de verdade, e eu estava certa.
– E é isso, agora você já sabe! – eu disse depois de terminar de contar – Olha Caroline eu podia ter apagado sua memória, e poderia não ter te contado nada mas eu não fiz isso eu confio em você, eu sei que você ama meu pai e por isso tenho certeza que você é de confiança.
– Fica sossegada eu não vou contar nada a ninguém, pode confiar – ela se aproximou de mim e me abraçou carinhosamente – pode confiar – murmurou ela no meu ouvido
– Pera ai o que você estava fazendo aqui?– eu afastei ela e perguntei curiosa
– Bem, você ta sabendo do baile de caridade que eu estou organizando? – concordei com a cabeça – então eu precisava ter uma idéia de como eram os vestidos da época tema e ai como eu sabia que seu pai guardava tudo isso eu vim dar uma olhada! – rimos e ela voltou a me abraçar – vai ser bom ter você por perto!
*** ***
Rebekah Mikaelson
Meus olhos se encheram de lagrimas, assim que nossos olhos se cruzaram ele não pode esconder tamanha surpresa, como ele poderia estar vivo? Fui até ele e o abracei fortemente, ele retribuiu ao abraço
–Kol! – eu disse no pé do ouvido dele tentando parar o choro – como você está vivo? – ele me empurrou levemente pela cintura me fazendo olhar nos olhos dele
–Nossa mãe me ressuscitou, então eu a trai e fiquei ao lado dos meus irmãos. Ei o que você ta fazendo aqui a Hope veio com você? – ele disse serio, neguei com a cabeça
– Ela fugiu de casa! – ele pareceu surpreso
– Kol? Achei que só voltaria daqui uma semana? – Ouvi a voz de Klaus atrás de mim me virei e limpei minhas lagrimas bruscamente
– Por que você não me contou que o Kol estava vivo? – gritei para Klaus, o que fez ele sorrir
–Calma bravinha, só queríamos que você descansa-se um pouco depois da viagem e também achei que teria tempo para lhe contar mas tem gente que resolveu vir mais cedo – disse Klaus
– Ei não coloca a culpa em mim! – disse Kol rindo
– Olha maninha vai descansar, você precisa disso! – disse Klaus
– Okay, mas se mais algum irmão meu voltar dos mortos quero se informada! – Sorri e abracei novamente Kol e depois Klaus – boa noite — entrei no meu quarto e fechei a porta, peguei um livro e me deitei na cama. Li um pouco e depois me entreguei ao sono
*** ***
Hope Mikaelson
Já fazia uma semana que eu estava em Mystic Falls e tudo andava as mil maravilhas, Caroline cumprira a promessa, eu e Damon nós encontrávamos todo dia, a paz reinava em Mystic Falls. Tentei poupar Damon de mentiras, sempre quando ele perguntava da minha vida eu tentava ser a mais verdadeira possível, e se não desce apenas desconversava. Caroline estava enchendo todo mundo com o baile que está organizando, e graça a esse baile me aproximei mais de Bonnie e Elena. Eu estava sentada na varanda de casa lendo o livro Como eu era antes de você da Jojo Moyes, quando meu celular tocou
–Alo? – eu disse no telefone
–Você vai vir em casa hoje? – perguntou a voz do outro lado da linha, reconheci como a do Damon
– Pode ser! – eu disse em meio a uma fungada
– O que você está fazendo? – perguntou Damon curioso – parece que está chorando, o que aconteceu?
– Nada, eu só lendo um livro e eu estou no momento triste – ouvi o riso de Damon do outro lado da linha – ei da uma trégua o cara vai se matar! É uma parte triste! – Damon começou a gargalha e me rendi rindo junto
– Okay menina emocional, venha aqui em casa! – disse ele
– Agora? – perguntei
–Sim! – respondeu
– Okay te vejo em 10 minutos – desliguei o telefone mas antes olhei as horas eram 19:34, deixei o livro em cima de uma mesinha, fui rapidamente para meu quarto e troquei o pijama por uma calça jeans e um tomara que cai preto de couro, soltei o coque e baguncei de leve os cachos e fui para meu carro
Cheguei na casa do Damon em menos de cinco minutos, entrei e vi Damon sentado no sofá bebendo Whisky, assim que ele olhou para mim sorriu e eu retribui ao sorriso, me aproximei dele e o abracei ainda em pé, depois me joguei ao lado dele jogando minhas pernas em cima das dele. Aquilo fazia parte do nosso dia-a-dia, parecia que nós conhecíamos a séculos.
– Servida? – disse ele mostrando o Whisky, concordei com a cabeça e ele se esticou até a mesinha onde colocou meio copo da bebida para mim e me entregou
– Achei que você e Stefan iam passar a tarde toda experimentando ternos para a festa
– E nós íamos, mas a Caroline achou melhor irmos amanhã bem cedo para ela poder organizar alguns outro detalhes! – ele suspirou – serio se eu não tivesse te convidado para ir comigo eu desistiria de ir a esse baile de caridade, maldita xerife Forbes, será que ela não poderia ter escolhido outra pessoa ao invés da filha controladora dela?
– Damon Salvatore – eu olhei para ele e franzi o cenho – não fale assim da Caroline ela é como se fosse minha irmã mais velha! – Damon revirou os olhos – olha nem sei por que você está estressado não é bem mais fácil você pegar um terno seu ao invés de encomendar outro?
– É claro que seria, mas a Caroline disse que se pelo menos os amigos dela ela poderia controlar para não ir com a roupa errada ela faria de tudo para que nós estejamos perfeitos!
– Olha primeiro Caroline está super certa, você é o um representante do conselho de famílias fundadoras e tem que se vestir como tal – ergui o pescoço sorrindo demonstrando classe, Damon não agüentou e caiu no riso e eu fui no embalo dele – segundo – eu disse contendo os risos – Caroline é a única que pode controlar as coisas e sair bem ainda ela tem o dom nato de controle
– Infelizmente você está certa, Caroline é expert em organizar eventos – ele disse sorrindo, era tão bom ver ele sorrindo, Stefan me disse a alguns dias atrás que ele não sorria por nada e quando sorria era muito raro e agora sempre quando estava comigo ele sorria de olheira a olheira.
– Fato, ela deveria trabalhar com isso! – der repente o sorriso dele sumiu do rosto e ele me encarou
– Você pretende ir embora? – concordei com a cabeça, Damon olhou para o outro lado da sala, ele pareceu não gostar da idéia de eu ir embora – Quando?
–Não sei pode ser hoje, amanhã e quem sabe nunca, mas isso depende se uma coisa impossível – ele olhou para mim ainda com uma cara seria
– O que deveria acontecer para você ficar? – perguntou ele
– Minha família, mas é impossível demais eles vierem para cá – uma lagrima quis escorrer do meu rosto mas eu a limpei antes
– E para você ficar um bom tempo o que deveria acontecer? – perguntou ele
– Sei lá – eu sorri com meus pensamentos – uma grande amizade ou um grande amor!
– Mas você tem uma grande amizade – ele disse um pouco apreensivo
– Claro, Caroline é a melhor amiga que eu podia ter mas ainda não seria o bastante – minhas palavras pareceram machucá-lo – mas acho que se alguém disse-se eu “te amo” com certeza tudo mudaria de figura
– Eu te amo – ele me encarava sorrindo
– É tipo isso, tudo mudaria – respondi a pergunta dele sorrindo
– Eu te amo Hope – ele disse serio
– Não brinque com isso Damon – eu sorri
– Eu não to brincando, eu te amo, eu aprendi a te amar a cada dia, a cada hora, segundo ou minuto que eu passei com você eu me apaixonei – ele disse me olhando nos olhos
– Damon...
– Olha eu sei que você pode não gostar de mim, mas eu só quero que saiba que eu te amo e você virou minha vida de ponta cabeça, você me fez viver novamente, sorrir, amar... quer disser você é a primeira pessoa que eu amei de verdade, Elena e Katherine não foram feitas para mim, mas você, você sim. O que eu senti por elas não chega nem aos pés do que eu sinto por você agora – ele segurava meu rosto com as mãos delicadamente, ele ficou quieto e o silencio era triste – Desculpa – disse ele depois de longos minutos de silencio – eu não deveria ter falado nada – ele estava com uma cara de arrependido que cortava o coração
– Damon – eu respirei fundo e olhei dento dos lindos olhos azuis dele – você não tem que pedir desculpas por nada, é só que eu... eu... – as palavras não saiam – é que... dês que eu nasci fui acostumada em ser amada de uma forma na qual eu tinha tudo para ser uma menina mimada de tanto amor, mas meu pai é o tipo de cara que demora para entender os sentimentos e eu puxei ele nisso e por isso acabei tendo dificuldades em disser as pessoas coisas sentimentais mas.. mas... – me irritei com a falta de palavras, retirei minhas pernas de cima de Damon que me olhava como se tentasse descobrir o que eu iria fazer, coloquei minhas pernas em baixo do meu corpo e o beijei, um beijo lento, suave e apaixonante, me levantei de leve e o fiz deitar no sofá quando o Damon começou a aumentar o ritmo e então eu me afastei
– O que exatamente esse beijo significa? – ele disse com aquela carinha fofa e irônica dele que era apaixonante
– Que eu te amo! Eu me apaixonei por você de pouquinho em pouquinho, que você é meu primeiro e único amor! Te amo! – ele sorria de olheira a olheira
Ele voltou a me beijar mas dessa vez o beijo foi mais forte e rápido, Damon a levantou fazendo com que nós senta cimos, eu arrumei as pernas para que ficassem em volta da cintura dele, então ele colocou a mão na minha bunda e me levantou, em segundos estávamos no quarto dele, ele me sentou em cima de uma cômoda e eu retirei a camiseta dele revelando o seu peito nu, ele beijou de leve minha boca depois começou a beijar meu pescoço até chegar onde minha camiseta estava, ele a retirou revelando meu sutiã branco rendado depois me jogou na cama, a calça dele e a minha foi parar do outro lado do quarto em segundos, Damon voltou a beijar meu pescoço e quando chegou no meu peito retirou o sutiã e começou a beijá-lo delicadamente, dependendo onde ele me beijava pequenos ruídos de prazer saiam pela minha boca. Depois de um tempo no meu seio ele começou a beijar minha barriga e quando chegou na causinha ele beijou minha intimidade por cima do fino tecido, ele a retirou com certa agilidade e começou a beijar minha intimidade, minhas mãos quase rasgavam o lençol com cada toque dele, eu tinha que controlar minha força o que era infinitamente difícil. Com os toques de Damon ficava ainda mais difícil me controlar
–Damon... – eu disse com uma voz fraca e rouca
Damon olhou para mim e sorriu, depois tirou a única peça de roupa que tinha no corpo e me penetrou, senti uma dor de leve, mas fez com que eu franzisse o cenho, Damon me olhou um pouco surpreso, então se movimentou lentamente, depois aumentou um o ritmo e me beijou, nossas línguas se encontravam e dançavam uma dança única assim como nossos corpos. Damon levantou nossos corpos fazendo com que nós sentássemos, os movimentos continuaram até que uma lagrima escorreu pelo meu rosto e Damon começou a murmurar eu te amo no meu ouvido varias vezes e enfim depois de um tempo nós dois gozamos juntos. Deitamos na cama e eu apoiei minha cabeça no peito nu dele.
– Eu te amo – eu disse olhando nós olhos dele que brilhavam
– Eu também te amo – então ele me beijou lentamente e depois me soltou um sorriso malicioso, eu ri e mordi meu lábio inferior
– Esse sorriso é tentador! – então voltei a beijá-lo só que dessa vez quem comandou fui eu!
*** ***
Caroline Forbes
– Hope Mikaelson! Atende esse telefone logo, você deveria ter ido em casa as 9 horas da manhã e agora são 10:30, por favor me liga eu estou preocupada, eu já estou a caminho da sua casa! Me liga! – desesperada é pouco para expressar o que eu sentia, Hope não era o tipo de pessoa que se esquecia de um compromisso principalmente quando me envolvia, eu já estava chegando na casa dela e mesmo sabendo que logo saberia o que estava acontecendo me tentava a ligar para ela novamente, certamente a caixa de mensagens dela já deveriam ter se lotado de tantas mensagens que a mandei
Assim que cheguei na enorme mansão Mikaelson, parei o carro de qualquer jeito e entrei no lugar sem nem bater, ouvi um choro forte e sentido vindo lá de cima, subi correndo e entrei no quarto de Hope, e a encontrei sentada no chão chorando feito uma criança, me aproximei e agachei para tentar falar com ela
– Hope o que ouve? – perguntei afrita
– Im 'monstrum, Είμαι ένα τέρας, Én vagyok a szörnyeteg... – ela começou a falar varias línguas na qual eu não entendia nada
– Hope fale minha língua por favor – ela ainda chorava muito
– Eu... – o choro a em pedia de completar a frase
– Hope olha para mim – ela abraçava a própria perna e escondia o rosto com o cabelo – Hope...
Me levantei depressa e fui para a cozinha onde peguei um copo de água e uma bolsa de sangue, voltei para o quarto e coloquei o copo e a bolsa de sangue em cima da cômoda e a ajudei a levantar e a sentei na cama, ela abraçou a perna mas dessa vez chorava olhando para o vazio, a entreguei o copo com água que ela bebeu rapidamente e depois parou de chorar, como chorava antes para apenas deixar as lagrimas caírem sem soltarem sons, eu enchi o copo de água, antes vazio, com sangue e a entreguei, ela bebeu um gole e depois olhou para mim
– O que ouve? – perguntei novamente
– Eu... sou um monstro
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