Notas iniciais
OIIIII AMORESSSSSS!!!!! Quanto tempo neh kkk Desculpe a demora, mas a minha vida não está andando como eu queria mas mesmo assim aqui estou eu com o penultimo capitulo da primeira temporada de AAF e para compensar tem mais de 4 mil palavras U.U O proximo capitulo já está em desenvolvimento e para vcs saberem a segunda temporada vai chegar logo e com muitaa sofrenciaaaaa kkk O trailer da segunda tempo esta nas notas finais e espero que gostem, mas sei que não vão gostar HAHAHAHA Não deu para colocar o Josh na capa por motivos graficos e tambem pq eu queria uma coisa mais familia e tudo, e nem venham com "mas o Marcel não é um Mikaelson" pq ele é sim kkkk Curtem bastante esse capitulo pq provavelmente esse é o unico capitulo "familiar" da fic! Espero que gostem! Boa Leitura!

27° Capitulo

Hope Mikaelson

Senti meus olhos ficarem mais pesados com cada toque, mas ignorei ainda focando meus olhos em meu pai, suas mão rápidas faziam movimentos delicados em cima da tela me fazendo ficar hipnotizada. Fechei meus olhos por alguns segundos e quando voltei a abri-los, comecei a piscar meus olhos afastando a vontade incontrolável de dormir agora mesmo

– Esta com sono? – minha mãe perguntou ainda fazendo um carinho em minha cabeça

– Preciso responder? – disse brincalhona fazendo ela rir

– Quer que eu pare? – perguntou ela tirando a mão do meu coro cabeludo

– Nana nina não mocinha, pode continuar – respondi fazendo minha mãe dar uma risada gostosa antes de continuar – pai – o chamei – você ainda não disse o que desenha – ele olhou para mim e sorriu

– A perfeição – sorri tentada a me levantar para ver, mas se levantasse perderia o carinho da minha mãe. Decisões, decisões...

– Onde está Caroline? Não a vi desde que acordei – perguntou minha mãe

– Ela disse alguma coisa sobre – ele parou de pintar para pensar melhor – “eu vou matar a Hope” e “eu trouxe uma camiseta de quando eu tinha 10 anos!” – ri pelo nariz

– Pelo visto foi fazer compras – eu disse revirando os olhos, meu pai deu um risinho e voltou a pintar

– E Damon? – perguntou minha mãe – onde se enfiou?

– Foi procurar uma garganta para pregar os dentes – respondi da forma mais natural possível

– E você não quis ir junto? – perguntou meu pai, levando um fuzilamento de minha mãe

– Não, estava com preguiça – eu disse me esticando um pouco e arrumando minha cabeça no colo de minha mãe – matar a loba vadia cansa...

– Com licença – disse Marcel parado na porta, meu pai assentiu e ele entrou indo até ele – está tudo feito, os lobos que não estavam presentes já foram mortos

– Ótimo – disse meu pai sorrindo

– Oi para você também Marcel – disse fazendo ele me olhar e sorrir – não achei que você fosse mais um macaquinho do meu pai que pede licença entes de entrar e fala como se estivesse em outro século – provoquei

– Não me faça tomar medidas drásticas Hope Mikaelson – disse ele fingindo uma cara de mal

– Pode vim garanhão – levantei uma sobrancelha o desafiando e o mesmo veio ate mim fazendo cócegas em minha barriga enquanto eu gargalhava – Mar-Mar – as risadas não me deixavam terminar a frase – Mar-mar-cel, pa-pa-ra — ele apenas me ignorou até que estivesse satisfeito, então quando finalmente parou e suspirei aliviada – isso é tortura e terá volta – ameacei fazendo Marcel rir

– Ameaça vindo de você baixinha? Vai nessa – ele disse e eu o fuzilei com os olhos

– Não mecha com a fera Marcel – disse meu pai – ela é pequena, mas briga como gente grande

– Pequena por fora... – levantei uma sobrancelha o desafiando – grande por dentro!

– Isso não tenho o que discordar – Damon se encontrava encostado na parede com os braços cruzados e um sorriso travesso na face

– Olá Damon – cumprimentou Marcel sorrindo

– Olá – respondeu ele se aproximando de mim. Ele foi até os pés do sofá, ergueu minha perna e se sentou deixando a mesma no seu colo

– Assim eu fico desacostumada – murmurei

– Não reclame, se não paramos – ameaçou minha mãe e eu assenti fazendo uma careta de desgosto

– Vocês são chatos viu – reclamei fazendo Damon e ela rirem

– Bem, já vou indo, Cami me espera – disse Marcel e eu sorri

– Manda uma beijo na bunda para a Cami ta – Damon caiu na gargalhada já meus pais me olharam como se eu tivesse citado a palavra proibida

– Mandarei – respondeu Marcel rindo e logo se retirando Damon se recompôs e suspirou

– Você é maluquinha neh? – ri e assenti

– Certamente – confirmei, olhei ao longe e um quadro encostado na parede me chamou a atenção, era um campo de tulipas holandesas, era lindo demais – aquele quadro – apontei para o mesmo fazendo meu pai olhar – foi você quem fez? – ele assentiu

– Esse campo fica na Holanda, nunca tirei a beleza daquele lugar da cabeça – sorri

– Queira eu um dia poder conhecer um lugar tão lindo assim – comentei

– Mas você vai – disse Damon sorrindo – Alaric me passou o mapa de viagem dele e a Holanda esta inclusa na nossa viagem pelo mundo – franzi o cenho e olhei para ele

– Viagem pelo mundo? Do que esta falando Damon? – perguntei

– Lembra quando te prometi que viajaríamos o mundo juntos, vou cumprir minha promessa – puxei todo o ar que pude e me levantei assustando minha mãe

– Eu não posso sair de Nova Orleans Damon, eu sinto muito – eu disse me virando contra ele

– Como assim? – perguntou se levantando

– Eu tenho uma prioridade atual, e essa idéia de viajar o mundo acabaria com ela – respirei fundo antes de continuar – Desculpe Damon, mas não posso ir!

– E qual é a sua prioridade? – a pergunta saiu com certa raiva

–Minha família – olhei de realce para meus pais que se mantinham com uma expressão seria – passei uma no longe dele, não agüentaria passar mais! Um dia, quem sabe, a gente não faz essa viagem!

– Mas daqui um, dois, três anos tudo vai estar diferente – tentou ele

– Damon, não insista! É caso perdido! – me virei e sai pela porta rapidamente, logo me vi fora de casa e comecei a andar sem rumo pelas ruas de Nova Orleans, minha cabeça começou a girar. Qual é Hope, desde quando você é uma fresca assim?

Dei de cara com alguma figura alta e musculosa

– Temos que parar de nos encontrar assim – disse Josh rindo

– Josh! – cumprimentei dando uma passo para trás envergonhada – desculpe, minha cabeça esta em outra galáxia – ele sorriu solidário

– Entendo – sorri – mas então onde ia com tanta presa?

– Não sei! – ele riu

– Como assim?

– Sai correndo ainda não fiz meu planejamento – ele assentiu

– Então eu faço para você! – sorri – tem uma praça perto daqui, estaria interessada em conhecer senhorita? – perguntou ele fazendo uma reverencia

– Com todo o prazer – ele sorriu e moveu o braço ficando de uma forma que me mandasse enganchar nele e assim eu fiz rindo

Logo estávamos na tal praça, Josh sorriu para mim sorri de volta e rapidamente ele se sentou em uma banco de frente para a rua e, juro, meu coração parou, eu conhecia aquele lugar, infelizmente. O desespero tomou conta da minha alma às lagrimas vieram com uma força absurda. Quando você ficou tão fraca assim Hope?

Você é uma Mikaelson!

A esperança deles!

Você matou para ficar forte e age como um bebe chorão?

Eu estou esperando, você é o erro, é esse lugar esfrega isso em sua cara!

Eu sou sua ruína!

Não se esqueça disso!

Entrei em desespero e deixei meus joelhos caírem contra o chão, logo Josh veio ate mim tentando me dar apoio o que não deu certo

– Me... – comecei, mas o choro não me deixou terminar

– Calma Hope, respira – Josh estava nervoso

– Tira daqui – consegui finalizar – me tira daqui, eu imploro! – não precisei dizer nada e antes que eu voltasse a chorar Josh me pegou no colo me levando para longe

*** ***

Joshua “Josh” Rosza

Hope estava acabada e eu não sabia o que fazer, enquanto eu ia o mais rápido possível com ela no meu colo tentei manter contato com ela, mas ela simplesmente se aconchegou no meu colo e deixou seu choro a dominar, parecia que ela não me ouvia. Logo estava de volta a casa dos Mikaelson

– KLAUS! – gritei o mais alto que pude – HAYLEY ME AJUDEM COM HOPE! – como se o nome da morena fosse uma invocação, em instantes Klaus, Hayley e Damon chegaram ao pátio

– Josh, o que aconteceu? – perguntou Hayley desesperada chegando ate Hope, Klaus pegou ela no colo, eu sei que Hope é pequena, mas naquele momento ela parecia uma criança, seu tamanho parecia ter diminuido, e levando em consideração a força daquela menina aquilo era preocupante

– Eu não sei – senti uma mão me erguer pelo colarinho e dei de cara com os olhos azuis de Damon

– O que você fez com ela? – ele perguntou com raiva

– Nada, eu realmente não sei o que aconteceu só fomos a uma praça e ela ficou assim – o moreno me soltou e foi mais perto de Klaus

– Hope, por favor filha acalmasse – disse Hayley passando a mão no cabelo de Hope

– Parem de falar! Eu já sei! Me tirem daqui! – Hope não parecia estar falando aquilo para alguém presente, o que me deixou mais preocupado

– Filha – a voz de Klaus saiu calculista – abra seu olhos, somos nos, seus pais! – Hope matinha os olhos bem fechados enquanto murmura algo enquanto chorava

– Não, eu sou a maldição e meu fim esta próximo – entre os murmúrios de Hope apenas consegui identificar isso

– Não você não é – disse Damon se aproximando de Hope e segurando a mão dela – hey Hope, abra os olhos e veja, não é real, o que esta acontecendo na sua cabeça não é real, mas nos somos reais – ela negou com a cabeça ainda chorando, Hayley abraçou a filha tentando acalma — lá, parecia que o elo delas não estava surgindo o efeito desejado

– Eu sou a morte! Acredite em mim! – murmurou ela

– Hope, acalma-se, como é aquela musica de ninar que você murmura sempre – Damon pareceu pensar – “Bem no fundo da campina – Damon não era um cantor nato, mas dava para o gasto – em baixo do salgueiro, um leito de grama, um macio e verde travesseiro – Hope começou a relaxar e suavizou a pressão nos olhos

Deite a cabeça e feche esse olhos cansados – Hope começou a murmurar a musica

Aqui é seguro, aqui é tranqüilo aqui as margaridas, te protegem de todo o perigo – Damon continuou

– Aqui seus cantos são doces e amanha serão lei

– Aqui é o lugar onde eu sempre lhe amarei! – finalizaram os dois juntos, então Hope abriu os olhos já vermelhos por culpa do choro

– Onde eu estou? Cadê ela? – perguntou Hope desorientada

– Ela quem? – perguntei, Hope franziu o cenho e pulou saindo do colo de Klaus, como ela parou de chorar tão rápido? Nem Hayley que tem a ligação com a Hope conseguiu fazer com que ela se acalmasse. Ela se virou contra nos e levou a mão ao coro cabeludo

– Esqueça – murmurou ela

– O que aconteceu com você filha? – perguntou Hayley

– Josh me levou em uma praça e... – ela deu uma pausa – e eu pirei – ela riu pelo nariz e se virou para nos e deu um sorriso sem graça

– Acha que isso é coisa da Freya? – perguntou Damon e Hope negou

– É coisa de Hope! – respondeu a mesma e depois sorriu com mais humor – eu só tive um ataque de a pânico por que conheci o lugar onde minha mãe resolveu me deixar viver, é normal algo do gênero acontecer – a culpa foi imediata, ela havia ficado daquele jeito por que eu a levei para aquele lugar

– Hope me desculpa, se eu soubesse... – ela me cortou

– Não tinha como você saber meu panda – ela andou em minha direção e abraçou meu tronco

– Panda? – perguntou Hayley

– Obvio, você já abraçou o Josh? É como abraçar um urso, é delicioso – ri do jeito que ela falou – bem já vou indo – ela soltou do abraço e suspirou antes de dar meia volta

– Onde pensa que vai mocinha? – perguntou Hayley

– Fazer os anéis da lua para me concentrar em alguma coisa para me recuperar totalmente – e antes que Hayley pudesse dizer alguma coisa, ela já havia ido embora

*** ***

Hope Mikaelson

Eu estava esgotada. Me joguei a cama e encarei o teto por um longo tempo. Quando minha vida ficou tão cansativa?

Eu havia acabado de terminar o feitiço dos anéis e isso havia me esgotado. Ouvi a porta abrir e logo Damon se jogou ao me lado de bruços e me encarou por um longo tempo. Não respondi ao olhar, o ignorei ainda fitando o teto, mas quando aquilo começou a me irritar finalmente olhei para ele

– Por que me olha tanto? – perguntei

– Não sei – ele disse sereno – talvez seja porque estou apaixonado por você – ri pelo nariz

– E com essa cantada de bêbedo, senhoras e senhores – fiz uma imitação broxante de voz de locutor de radio – ele comeu a cidade inteira – ele riu

– Haha, muito engraçado senhorita Mikaelson – ele ironizou e eu me virei jogando os braços em cima das costas dele, minha expressão se tornou triste rapidamente

– Novamente, desculpa por não querer viajar – ele assentiu e sorriu fraco – Eu te entendo Hope, sempre entenderei!

4 dias depois...

– Eu to dizendo foi necessário – opinei

– Não foi – ele repreendeu

– Foi sim

– Foi não

– Foi sim

–Foi não

– FOI SIM – gritei

– FOI NÃO – gritou

– FOI NÃO PORRA – gritei

– FOI SIM MERDA – ele gritou

– Concordo com você – sorri vitoriosa e ele me empurrou de leve no ombro me fazendo rir, a cena era perfeita, estávamos em um sofá pequeno que tinha no meu quarto, eu vestia apenas a camiseta de botão de Damon que se mantinha com os 3 primeiros botões abertos e ele apenas a calça, ele estava sentado confortavelmente e eu estava sentada com as pernas em cima das dele e mantinha uma mão passada pelo pescoço dele e com a outra eu segurava a mão dele firmemente, e estávamos em uma discução literária

– HAHA muito engraçadinha você – ele disse e eu ri

– Mas serio Love eu to dizendo, a mãe deles tinha total razão, ela salvou o Nicho — disse manhosa

– Não justifica – Damon disse com marra

– Mas o Nicho ama as assas de vidro dele – fiz uma careta fofa

– Mesmo assim, não justifica – Damon não achava certo isso e eu não tinha nada que fazer para mudar

– Olha ele pode voar com a Sol e tudo, e as assas ajudaram em varias missões – Damon revirou os olhos e suspirou cansado

– Ta... Mudando de assunto – ele disse – já são 10 da manhã e teu pai não ta nem ai para nos dois sozinhos no quarto

– Anjo, a Care ta aqui lembra – eu o lembrei – numa hora dessas eles devem estar transando no chuveiro ou sei lá – Damon olhou para mim e fez uma careta de nojo

– Eca Hope, eu acabei de comer – ele disse colocando a mão na boca, eu ri

– D. sem buchesa, eu que sou filha dele falo como se fosse à coisa mais normal do mundo você deveria fazer a mesma coisa – eu disse sorrindo

– Mas é estranho, seu pai transando com a sua melhor amiga – Damon fez uma careta

– Ah e não se esqueça que minha mãe está ai pelos corredores dando uns pegas no meu tio – o lembrei

– Familia complicada – ele murmurou

– Se a minha é complicada imagina a sua – silencio – viu – eu cai na gargalhada e ele sorriu olhando para mim

– Fazer o que – ele me olhou e passou o dedo indicador pela fresta dos meus seios fazendo um carinho que fez cócegas e eu ri de leve, grande erro! Ele notou isso e sorriu maroto e depois começou a fazer cosquinhas na minha barriga me fazendo gargalhar bastante, quando ele ficou satisfeito parou e riu junto comigo – Hope definitivamente, eu amo sua gargalhada – eu ri pelo nariz

– Serio? Eu acho ela fina demais sei lá... – ele me puxou para mais perto

– É perfeita para mim – sorri e ele selou meus lábios, sua língua pediu passagem e eu cedi de boa vontade, nossas línguas dançavam em uma sintonia linda, quando o nosso ar faltou nos afastamos ofegantes e eu sorri, fiz uma careta e sai do colo de Damon – onde vai?

–Colocar uma roupa e se fosse você colocaria uma camiseta, vou descer tenho que arrumar alguma coisa para fazer – eu disse parada na frente dele e depois me virei e andei na direção da porta do closet com grande rapidez, peguei uma camiseta de manga longa escrita “I Hate You” cinza e uma calça preta lisa, retirei a camiseta de Damon e vesti a roupa escolhida rapidamente. Coloquei um sapato de salto alto fechado preto e passei um lápis de leve e duas camadas reforçadas de rimel, peguei um óculos de sol coloquei no meu cabelo, quando sai do quarto Damon já me esperava com um sorriso no rosto e com uma camiseta

– Onde você vai tão linda assim? – perguntou ele?

– Hey, sou a herdeira lembra, tenho que me portar como tal – ele riu e assentiu, se aproximou de mim e colocou as mãos em minha cintura e me deu um selinho e me encarou com um sorriso bobo na face, sorri junto com ele – vamos descer? – ele assentiu e me abraçou pelo lado e caminhamos até fora do quarto seguindo para a escada, no meio do caminho eu e Damon começamos a debater sobre o meu cabelo – serio to enjoada do meu corte, tenho que dar um up nisso

– Seu cabelo ta perfeito amor – Damon disse sorrindo

– Pode até estar, mas esse meu jeito de corte mostra que eu sou uma menina mimada – Damon me olhou sem entender – tipo aquelas meninas que falam assim “eca, aquela menina tem uma cabelo ridículo!” – eu disse imitando uma voz enjoada e fazendo Damon rir

– A Hope, o que ouve com você? – ele disse em um tom de brincadeira – achei que não se importava com isso

– Não me importo – eu disse rindo e dando de ombros – mas quando eu radicalizar, não diga que não avisei – Damon assentiu rindo e continuamos nosso trajeto. Encontramos meus pais, Elijah, Bex e Marcel conversando no pátio principal, fui até eles e cumprimentei cada um, mas não me sentei, fiquei com Damon em pé

– Então Hope o que pretende fazer hoje? – perguntou meu pai com um sorriso lindo no rosto

– Só tenho duas coisas marcadas, curtir a família e meu namorado e arrumar algo para fazer – meu pai assentiu

– Onde esta Caroline? – perguntou Damon

– Ela pirou quando, segundo ela, notou que não tinha nenhuma roupa certa para vestir e ai vou fazer compras, ela disse que até trouxe uma camiseta de quando ela tinha 10 anos por que colocou errado na bolsa – ri de leve

– Essa Caroline... – murmurei de leve, ouvi o toque do meu celular e o retirei do bolso o atendendo – Oi amor

Oi Hope, então o que faz? – perguntou Josh, estava fazendo bastante barulho do outro lado da linha

– Nada, só pensando no que fazer nesse exato minuto – respondi

Então traz seu namorado naquele bar que a gente veio, daqui a pouco Caroline e seu pai aparecem aqui – disse ele

– Okay logo estamos ai – então desliguei o celular – Bem até amores da minha vida – abaixei meus óculos escuros e dando a mão para Damon nos retiramos do pátio rapidamente, Damon e eu andamos silenciosamente pelas ruas de Nova Orleans até chegarmos ao bar, assim que nos aproximamos do balcão vimos Josh, Aiden, Davina e Kol conversando animadamente, Josh foi o primeiro a me ver e sorriu

– Veio rápido em Hope – comentou ele – me sentei em uma cadeira ao lado de Kol e Damon ao meu lado

– Hey baby, eu vim beber, não precisa pedir duas vezes – ele riu mas logo o assunto foi mudado e ficamos ali conversando normalmente. Damon se enturmou bem e notei que não tinha mais nenhuma rixa entre ele e Kol, fiquei infinitamente feliz com isso

Logo Caroline, meus pais e Elijah apareceram todos sorridentes o que não me pareceu nada bom

– Olha se não são meus coroas e minha Best – Caroline riu r se sentou ao meu lado enquanto meu pai ficou junto com minha mãe e Elijah de frente para mim – então novidades? – perguntei

– Na verdade – começou minha mãe com um sorriso lindo no rosto – sim

– E qual seria essa novidade que fez todos vocês ficarem desse jeito? – minha mãe sorriu ainda mais

– Nos ligamos para o Alaric e ele passou o roteiro de viagem de vocês dois para nos – meu pai disse me fazendo engasgar com a bebida

– Como é que é? – perguntei desorientada

– Eu amei a parte de Paris, vocês vão amar lá, tenho certeza que é incrível – comentou Caroline animada

– Pera ai eu não vou a lugar nenhum! – respondi estressada

– Vai sim – responderam meus pais juntos

– Mas.. – fui cortada

– Nos estamos dando a viagem de presente para você Hope – disse meu pai sorrindo e eu neguei com a cabeça

– Mas eu... – virou mania as pessoas me cortarem agora?

– Olha filha, nos realmente queremos que você vá – disse minha mãe – você não pode se fechar no castelo para sempre, e pode ser que você nunca recupere o tempo perdido e por mais que me doa dizer isso Hope, você não esta conseguindo conviver com a gente como eu imaginava – engoli em seco – você precisa de um tempo para você antes de pensar nos outros e queremos que você seja feliz amor, mesmo que longe da gente

– E vai ser só por um ano – disse Caroline sorrindo – vai passar rapidinho e sem contar que nos vamos conversar todo o dia por Whatsapp e Skype – ela respirou fundo antes de continuar – Hope você merece aproveitar a vida junto com o amor da sua vida – olhei para Damon que sorriu para mim – então o que me diz, aceita a viagem?

– Como se eu tivesse escolha – murmurei sorrindo fazendo Caroline dar uma risada gostosa – Aceito, com a condição que quando eu voltar eu vou recuperar o tempo perdido

– Isso não é uma condição filha – meu pai pegou na minha mão – é uma promessa – ele depositou um beijo na minha mão e eu sorri afinal, Não é todo o dia que se ganha uma viagem pelo mundo!

Uma semana depois...

Niklaus Mikaelson

Penúltima Chamada para o voou 456 com destino a Romênia – exclamou uma voz feminina irritante, que fez Hope ficar ainda mais nervosa, e se levantar

– Acho que vou desistir, quer dizer, da tempo não é? Eu não preciso viajar o mundo, posso ficar em Nova Orleans e ler um livro e já estarei viajando – disse ela rapidamente, Damon se levantou e a abraçou de lado

– Não, já é tarde para desistir , e já esta na hora das despedidas – Hope suspirou fundo e colocou o cabelo atrás da orelha nervosa e andou até Rebekah abraçando a mesma, depois Cami, Davina, Josh, Marcel, Elijah, Kol, Caroline e se demorando em Hayley e quando as duas se soltaram Hope tinha os olhos molhados, ela andou até mim e sorriu fraco

– Hey garota, não estou entendendo, por que você esta assim, logo você volta! – disse a ela a puxando para um abraço

– Eu não sei se consigo ficar longe de vocês de novo, antes era só eu e Bex e agora eu tenho uma família enorme e tenho medo desse 1 ano destruir tudo – sua voz saiu meio sufocada por causa do abraço

– Isso nunca vai acontecer, eu prometo que quando você voltar tudo estará melhor ainda e com você sentindo um pouco de liberdade nossa convivência vai ser incrível – ela se afastou e sorriu entre as lagrimas, mas logo voltou a abraçar meu tronco

– Eu te amo pai, não importa o quão longe eu vou ficar de você, sempre te amarei, você é o meu herói – sorri e acarisiei sua cabeça

– Eu também te amo minha pequena, mais que tudo!

Ultima Chamada para o voou 456 com destino a Romênia – a voz irritante disse novamente

– Odeio essa voz irritante – comentei fazendo Hope rir – serio que vão começar pela Romênia? A terra dos vampiros? – Hope riu ainda mais

– Yep! Vai ser incrível! – ri de sua animação e a soltei depositei de depositar um beijo no topo de sua cabeça, ela se enganchou em mim enquanto Damon se aproximo e a abraçou de lado e andamos em direção ao portão de embarque sendo seguidos pelos outros

– Acho bom você tomar conta dela em Salvatore – eu disse a Damon que sorriu

– Com certeza! – Hope sorriu, logo chegamos ao mesmo, Hope abraçou novamente a mãe, Rebekah e Caroline que encheram a menina com muita bobagem que preferi ignorar, Hope e Damon arrumaram as bolsas nas costas e andaram até a porta onde entregaram a passagem, pararam e acenaram um tchau para a gente antes de passarem para a mesma

– E lá se foi a minha menininha – Hayley havia se aproximado de mim e se mantinha ao meu lado com os olhos lacrimejados

– Algo me diz que quando a nossa menininha voltar, ela será uma mulher – Hayley encostou a cabeça no meu ombro

– Isso me assusta – comentou ela

– Não é a única – Hayley se afastou e abraçou Elijah e Caroline veio até mim me abraçando

– Como se sente sabendo que seu bebe cresceu? – perguntou Caroline

– Ela ainda é meu bebe e sempre será – Caroline riu gostoso e eu selei nossos lábios

Notas finais
E ai o que acharam??? Merço comentarios? Favoritos? Recomendações?? Logo estou de volta!!! Bjso no heart amores!!! Link do trailer: https://www.youtube.com/watch?v=VDIktWpmkDQ Observação: Não errei em nenhuma expressão dela, principalmente na "Adeus" Comecei uma nova fic sobre Crepusculo e adoraria que dessem uma olhadinha!! Link:http://fanfiction.com.br/historia/591545/Eternally/ Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Z_8ht8nobEk