Notas iniciais
Sim eu voltei cedo hahaahaahah Como eu amo vcss ti muitooooooooo!!!! Eu não podia recusar um pedido de uma leitora neh??? Então Nate meio em cima da horas mas..... FELIZ ANIVERSARIOOOOOOOOO!!! Esse capitulo é superrrr dedicado a vc!! https://www.youtube.com/watch?v=m_MdXhpzhwM relembrem o começo da segunda temporada Boa Leitura!!!

25° Capitulo

Damon Salvatore

Ela estava tão linda, incrível, ate aquele momento ela não havia olhado para a multidão, seu rosto estava corado suspeito que a culpa são as palmas, mas assim que ela sorriu meu mundo caiu, Deus como senti falta daquele sorriso, então depois de um tempo que pareceu uma vida ela olhou para baixo e sua expressão não podia ser a pior, ela parou de sorrir, ficou seria e paralisada, pude ouvir seu coração, estava a mil, então Klaus cutucou de leve seu braço a fazendo se ligar a realidade e descer as escadas com graça, mas ainda parece desconectada, Klaus me olhava com certa raiva e despontamento, quando terminaram de descer Hope se soltou do pai e andou em minha direção, por mais q e lá não sorri-se eu sorri só pelo fato de ve-la e assim que ficou perto o suficiente para que se eu esticasse eu tocaria nela, então ela ficou alguns segundos apenas me olhando e isso me fez ficar serio, então assim que olhei para o chão tristemente e ela pulou nos meus braços abraçando meu tronco, o local onde seu rosto relava estava sendo molhado Hope estava chorando

– Eu já estava achando que você não me queria por perto — eu disse, ela se afastou de leve podendo me olhar

– Eu nunca faria isso só fiquei incrivelmente surpresa – ela disse sorrindo – Se tem uma coisa que eu nunca vou querer é você longe de mim – ela disse se aproximando e me beijando, meu Deus quanto eu esperei por aquele beijo, quando nos afastamos ela sorriu e me puxou pela mão – Vamos sair desse monte de gente – Ela disse me levando para um canto, lá tinha um elevador, ela apertou o botão e a porta se abriu, assim que entramos ela me empurrou para o canto e me beijou, ouvi a porta se fechando e o elevador subindo

– Por que estamos subindo? – perguntei com uma voz abafada por culpa do beijo, ela separou nossos lábios e sorriu

– Se continuássemos ali, meu pai iria querer falar com você e não queria ver você morto – eu ri e ela sorriu seus olhos estavam marejados, franzi o cenho e coloquei a mão em sua face, antes que eu disse-se alguma coisa o elevador parou e ela me puxou para o corredor, ficamos ali mesmo e voltemos a mesma posição que estavamos no elevador, recoloquei a mão em sua face e olhei no mais fundo de seus olhos marejados

– Por que você está chorando? – perguntei preocupado

– Você não tem idéia de como você faz falta na minha vida – eu sorri e beijei sua testa

– E você não tem idéia do quanto você, faz falta na minha vida – ela sorriu e apoiou a cabeça no meu ombro

– Você ficou bem? – ela perguntou com uma voz de choro

– Claro, senti sua falta a cada segundo, mas fiquei sim, eu tinha fé que você voltaria aos meus braços e aqui estamos – respondi a abraçando

– Fico feliz com isso – ela disse ainda com voz de choro

– E você ficou bem? – Hope levantou a cabeça revelando lagrimas nos olhos, ela as limpou e assentiu com a cabeça, ela não estava sendo verdadeira, ela não olhou nos meus olhos – Hope, o que aconteceu?

– Damon é muito o que falar então... Eu vou usar uma coisa que Olga me ensinou – ela fechou os olhos franziu o cenho em forma de concentração e roçou seus lábios nos meus. Meus olhos foram abertos por uma força maior e flashes de memórias de Hope vieram a minha mente, vi um bebe lindo que suspeito ser Hope, no colo de Rebekah e a voz dela se dava pela minha mente

“Era uma vez um rei majestoso.

Eu via Klaus pegando um bebe no colo, ele estava coberto por sangue e o bebe sorria para ele

Ele vivia com seu nobre irmão em um belo reino, onde música e arte eram celebradas.

Vi Klaus entregando o bebe para Rebekah e então vi uma criança crescendo até, o que parece, os 2 anos, vejo a mesma criança dormindo e vendo quem ela ama sofrer

O rei não esperava ter um filho, mas ele viva em uma terra encantada onde tudo era possível

Vi a criança crescendo e enfrentando a cada vez que seus olhos se deixavam dormir, os mesmos pesadelos, vendo quem ela mais amava sofrer, e pelo que me consta, aquilo realmente aconteceu

Com o tempo ele foi abençoado com uma linda menininha! Porem o rei tinha demônios que o caçavam.

Vi a menina, que agora aparentava uns 12 ou 13 anos brincando com uma garota ruiva de uns 17 anos, também vi a menina beijando um garoto loiro na beira de uma cachoeira enquanto a ruiva ria. Vi a menina aprendendo magia e se tornando uma bruxa poderosa

Uma besta cruel que queria tomar o reino para si.

Vi a menina voltando para casa em uma cidade do outro lado do pais, vi a mesma crescendo e se transformando na Hope que eu conheci naquele bar

Armada de um exercito de criaturas selvagens, ela expulsou os outros seres mágicos de lá.

Vi ela desenhando sentada olhando pela janela um menino que tocava violão, desenhando a tia e fazendo copias desenhadas de fotografias

E havia uma feiticeira malvada com pedras encantadas que enfraqueciam o rei em toda lua cheia.

Vi ela aprendendo a tocar instrumentos musicais e treinando magia lindamente

Prevendo um ataque de seus inimigos, o rei se viu forçado a mandar sua princesa amada para longe, convencendo os que ficaram que ela estava perdida para sempre.

Vi uma vela de um ano em cima de um bolo de chocolate, Hope acordando com uma cara de sono e Rebekah rindo, ela lendo as cartas dos pais e ganhando o colar que ela nunca tirava do pescoço, vi ela pedindo para Rebekah deixar ela ir para Nova Orleans e a mesma não deixando

O rei, em sua tristeza, isolo-se do mundo. As portas do castelo fecharam-se e o reino ruiu.

Vi Hope tomando sangue direto da veia pela primeira vez com roupas que nunca pensei ver Hope usando e ainda tinha o fato dela beijar o cara antes de morde-ló, vi ela se dando bem em não matar o pobre coitado e vi ela ficando forte o suficiente para poder ir para Mystic Falls

Alguns dizem que a única luz que brilha no castelo ilumina a sombra de um outrora poderoso rei

Vi como ela ficou quando me viu pela primeira vez, e como ela se apaixonou fácil por mim, vi como ela me vê, um anjo, vi quando a tive nos braços pela primeira vez e como ela se sentiu. Vi o que aconteceu quando ela foi embora e Caroline a ajudando de manhã

Mas enquanto as betas cruéis governam o reino decadente, mal elas sabiam que o rei o seu irmão não descansariam até que seus inimigos fossem derrotados.

Vi como dormir comigo a fazia bem e como sofreu em tomar a decisão de ir embora, vi quando ela foi embora e como não dormiu a viagem toda preocupada com a minha reação ao ler a carta, vi ela me desenhando sem parar, e chorando sem Caroline ver

Eles acreditavam que um dia salvariam o reino e trariam a princesa para casa.

Vi ela matando a besta de Nova Orleans e como se sentiu a noite quando dormiu, vi seu pesadelo comigo e o que agüentará com um sorriso! E finalmente vi a felicidade que ela sentiu ao me rever

Para que ela possa viver feliz para sempre”

Hope se afastou e sorriu fraco

– Agora você já sabe de tudo – ela disse olhando para baixo

– Por que você nunca me contou dos pesadelos? – perguntei

– Por que não tive oportunidade – uma lagrima passou pelo rosto de Hope e pingou no chão

– Hope por que você está chorando, princesas não foram feitas para chorar – Hope olhou rapidamente para mim e sorriu fraquinho – Hope, aquilo foi a coisa mais linda que já vi em toda a minha existência – ela olhou para mim e sorriu, ainda não o bastante – quer dizer a segunda – Hope me olhou sem entender – eu esqueci que já te vi sem roupa – Hope riu e corou lindamente, sorri, ela colocou uma mão no meu peito e a outra ela limpou as lagrimas

– Espero não ter acabado com a minha maquiagem, por que se não as minhas duas barbies vampiras vão me matar – rimos e eu limpei uma lagrima dela

– Você está linda – olhei a pequena pedra em seu nariz e franzi o cenho – me diga, eu te vi beijando dois filhas da mãe, mas não vi você furando o nariz, por que? – ela riu

– Por que eu não me lembro como foi – franzi o cenho em desentendimento – quando eu aparentava uns 16 anos eu fugi da Rebekah e fui em um bar e bebi muito, tipo, muito mesmo, e ai acordei no outro dia com a Bex jogando água trincando de gelada em cima de mim, acordei com um furo no nariz – eu ri imaginando a cena

– Depois que eu falo que você é perfeita para mim ninguém acredita – eu disse dando um selinho nela

– Damon – ela disse pegando alguma coisa no bolso – acho melhor a gente descer antes que alguém vir atrás da gente e eu tenho muita coisa para fazer – ela tirou o celular do bolso e olhou seu reflexo na tela, ela limpou a parte de baixo dos olhos onde havia borrado um pouco e guardou o celular

– E o que exatamente você vai fazer? – perguntei

– Vamos ver... – ela bateu de leve um dedo no queixo fazendo cara pensativa – fazer a Davina e o Kol se pegarem, ter certeza que minha mãe e meu tio vão assumir um relacionamento, temos que enfrentar meu pai e os convidados dele e ainda tenho que convencer meu pai a me deixar dormir com você

– A e sem contar que pensando naquele piano branco do canto, acho que eles vão te fazer cantar – ela me olhou incrédula – acho melhor já ir pensando na musica – ela sorriu e suspirou

– Vem vamos descer antes que alguém nos pegue no fraga – ela pegou minha mão e me puxou até a frente da porta fechada e apertou o botão, ela se aproximou de mim me beijando mais uma vez, então a porta se abriu

– Ainda bem que sou eu e não seu pai – Rebekah estava parada no meio do elevador com as mãos na cintura e uma cara bem brava – vocês não deviam estar na festa?

– Eu precisava falar com ele a só tia Bex – Hope disse fazendo carinha de anjo

– Nem venha com essa carinha de anjo para cima de mim Hope, por que de anjo você não tem nada – Hope revirou os olhos e me abraçou de lado – venham, antes que seu pai sinta sua falta – Hope revirou os olhos novamente e então entramos no elevador, mas continuamos abraçados, a porta do elevador se fechou e o clima ficou tenso, Rebekah se mantinha bicuda enquanto Hope e eu controlávamos uma gargalhada, assim que a porta se abriu Rebekah desapareceu, Hope e eu rimos e saímos do elevador

– Vamos primeiro ajudar a Davina e o Kol – Hope disse enquanto íamos para o salão

– Quem é Davina – perguntei

– Lembra daquela menina que a Bonnie lutou no treinamento? – Hope disse olhando para mim

– Aquela que parecia uma boneca de porcelana e era uma gata? – perguntei

– Exatamente – Hope confirmou me guiando pela multidão do salão

– Kol e aquela menina? Tem certeza? Não sei se eles combinam – eu disse tentando imaginar os dois juntos

– Acredite, eles combinam até demais – Hope disse sorrindo, passamos pela boneca de porcelana e Hope a enroscou pelo braço sem deixar a menina dizer uma palavra e a guiou onde Kol se mantinha, assim que ele viu a cena, estralou os olhos

– Hope me solta – a boneca disse meio sufocada

– Daqui a pouco D. espera que tudo ficará bem – assim que Hope ficou perto o suficiente de Kol ela soltou Davina

– O que você está fazendo – Kol perguntou

– Arrumando uma nova tia – Hope disse dando de ombros – olha basicamente e resumidamente, ela ama você e você ama ela, fim de papo, se beijem, peguem o elevador, entrem dentro de algum daqueles quartos e se comam! – Hope disse da forma mais natural possível, Davina e Kol a olharam incrédulos

– É por isso que eu amo a minha namorada, sinceridade é tudo nesse mundo – eu disse sorrindo para os dois

– Vocês vão demorar quanto tempo até declararem amor um para o outro? – Hope perguntou

– Hope! – Davina e Kol disseram juntos, eles se entre olharam e Hope sorriu

– Viu? – ela disse olhando para mim – perfeitos, que nem Hope e Damon – Hope disse sorrindo – agora se beijem e se comam – Hope disse novamente com a mais natural voz possível. Ela estralou um beijo no ar para eles e demos as costas para eles

– O que vamos enfrentar agora? – perguntei

– Minha mãe e meu tio – ela disse sorrindo – se bem que eles sabem se ajudar sozinhos – Hope disse olhando para um canto escuro do salão onde Elijah e Hayley conversavam

Eu nunca esperava aquela reação dela – Ouvimos Hayley falar para Elijah

– Sua filha é uma caixinha de surpresas – Elijah disse sorrindo

– Ela é incrível – Hayley disse sorrindo, então Elijah se aproximou mais dela e roçou os lábios sobre os dela, Hope não continha o sorriso na cara

– Eu sou o melhor cupido do mundo – Hope disse toda cheia de orgulho de si própria, o Jazz dava ao lugar um ar delicioso, e com ela sorrindo daquela maneira tudo ficava perfeito

– Damon Salvatore, como é bom revê-lo – o sotaque britânico muito bem conhecido, fez o coração de Hope congelar ao meu lado

Notas finais
E ai gente?? O q acham q o Nik vai fazer com o Damon??? Comentemmmmmmmmmm!!!!!! Bjos e até os comentariosss!!!